sexta-feira, 31 de julho de 2015



O que o PT aspira: matar gente aos milhões! 

16 de agosto. Vem pra rua gritar fora PT!

SOBRE O AUTOR

Pedro Carleial

Pedro Carleial

Autor do Blog "O Capitalista"



O que o PT aspira: fundar o estado ateu!

16 de agosto. Vem pra rua gritar fora PT!

Dilma se enrola ao explicar o PRONATEC - Entendeu?


Vamos repetir, presidente Dilma: só queremos que vá embora!

dilma_dialoga_brasil82401Que o governo federal está desmoronando, qualquer um que não apresente sintomas de uma teimosia infantilóide já percebeu; que o Brasil vive um clima de tensão entre os poderes e de rebuliço nas instituições de características únicas, também não se questiona. Exceto por uma pessoa: a própria presidente Dilma, que prefere se cegar ao país em que vive e fingir estar em outro planeta. A sugestão feita por ela nesta terça-feira é prova disso.
Dilma Rousseff, em uma tentativa genial de se aproximar da população, que não quer nem ouvir falar em sua distinta figura, lançou um fórum digital chamado Dialoga Brasil, nome bastante significativo em se tratando do petismo e sua primorosa capacidade de conversar em vez de demonizar todo tipo de oposição e dividir o povo em categorias estanques e incomunicáveis – só que não, é claro. De acordo com reportagem do site de notícias G1, a ideia, ecoando a exaltação superficial que a retórica de esquerda costuma fazer à “participação popular” e à “democracia direta”, graças aos seus velhos cacoetes rousseaunianos, é que “por meio da plataforma, os brasileiros apresentem sugestões para 80 programas relacionados a 14 áreas de atuação do governo federal, como saúde, educação e segurança pública. Além disso, os internautas poderão “curtir” propostas de outros participantes e conhecer os principais programas do Executivo”. Isso mesmo, Dilma! Agora vai! No olho do furacão, a presidente e a cúpula do petismo – graças à crise que se instala na governabilidade, também ela dividida e trocando farpas – encontraram a saída brilhante, a solução iluminada: criaram uma espécie de Facebook para políticas públicas! Sem dúvida, os quase 80 % que desaprovam seu governo agora se sentirão contemplados e passarão a amá-la e apoiá-la. Parabéns, presidente!
Já que o plano deles é brincar de democracia direta, a presidente poderia simular a antiga “ágora” grega e convocar o povo a falar diretamente para ela, a transmitir em alto e bom som suas queixas e insatisfações. Nossa presidente sitiada, no entanto, não tem condições de fazer algo assim; sabe muito bem que será vaiada e hostilizada onde quer que apareça, a menos que a platéia a seguí-la seja de militantes cooptados e devidamente pagos para aplaudí-la.
O governo se comprometeu a colocar em prática, em novembro, as três propostas mais apoiadas em cada programa. Liberais e conservadores podem ter se animado com essa sinalização; “vamos lá agora tentar iluminar esse governo e sugerir que faça cortes nisso, nisso e naquilo, que enxugue a máquina do Estado aqui e acolá, que corte impostos cá e lá”… O leitor mais prevenido certamente não se empolgou. Os internautas do Dialoga Brasil naturalmente, uma vez cadastrados, submeterão suas propostas a um “filtro de moderação”, que analisará se “as propostas estão em conformidade com os termos do site”. Sabemos que a Internet é terreno fértil para todo tipo de comentário, incluindo asneiras que realmente seriam impublicáveis. Entretanto, alguém tem dúvidas de que esse “filtro de moderação” jogará na lata de lixo virtual toda proposta que estiver em choque com os interesses do establishment no poder? Que credibilidade Dilma e o PT, criadores do super democrático Humaniza Redes, têm para que confiemos neles e submetamos nossas reivindicações?
No mesmo dia, falando sobre as metas do Pronatec, a já clássica bandeira de sua campanha eleitoral, Dilma se enrolou ao explicar um aumento de vagas reduzido para as expectativas prometidas. Segundo a presidente, “não vamos colocar meta. Vamos deixar a meta aberta, mas, quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta”. Para variar, foi aplaudida pelos presentes. Talvez o nível de estupidez das declarações mereça reconhecimento mesmo… É tão estúpido que chega a beirar a genialidade. Deve ser por isso. A lógica matemática de Dilma é que ao atingir uma meta que não existe, sua inexistência será dobrada. Elementar, presidente Dilma… O dobro de nada, ora pois, ainda é nada!

SOBRE O AUTOR

Lucas Berlanza

Lucas Berlanza

Acadêmico de Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, na UFRJ, e colunista do Instituto Liberal. Estagiou por dois anos na assessoria de imprensa da AGETRANSP-RJ. Sambista, escreveu sobre o Carnaval carioca para uma revista de cultura e entretenimento. Participante convidado ocasional de programas na Rádio Rio de Janeiro.
Fonte: Instituto Liberal


O que o PT aspira: demolir igrejas! 

16 de agosto. Vem pra rua gritar fora PT!

SOBRE O AUTOR

Luan Sperandio Teixeira

Luan Sperandio Teixeira

Acadêmico do curso de Direito Universidade Federal do Espírito Santo. Líder estudantil e colaborador da rede Estudantes Pela Liberdade do Espírito Santo. Atuou em órgãos públicos e na empresa júnior da UFES.

quinta-feira, 30 de julho de 2015



Quem é nazista é o PT que quer censurar a internet!

16 de agosto. Vem pra rua gritar fora PT!
Resultado de imagem para simbolo de proibido comunismoResultado de imagem para simbolo proibido pt e comunismo


Libertatum
Blogs e Colunistas
27/07/2015
 às 15:03 \ Mitos

Instituto Nacional do Câncer reproduz mitos e lendas populares sobre… o câncer!

inca fachada11
Projeto da nova sede do INCA, no Rio: toda essa estrutura para divulgar tolices sobre o câncer?

Uma das funções do Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) é desfazer mal-entendidos sobre o câncer. Mas o órgão do Ministério da Saúde está fazendo o contrário. Desinforma os brasileiros ao difundir lendas populares e mitos sobre a doença. Em cartilhas e comunicados, o INCA reproduz pelo menos três erros graves sobre câncer.
Mito 1: “Adoçantes causam câncer”
Numa cartilha sobre prevenção do câncer, o INCA diz que “o consumo frequente de adoçantes artificiais, presentes em produtos light, diet e zero, está associado a algumas doenças, e possivelmente ao câncer”.
Não acredito: o mito do adoçante cancerígeno ataca novamente. Difícil contar quantas vezes essa história já foi desmentida, mas ela sempre renasce. Uma montoeira de estudos com adoçantes já foi feita e, segundo o Instituto Nacional do Câncer dos Estudos Unidos, eles “não demonstraram evidência clara da associação com câncer em humanos”.
O mito do adoçante maligno surgiu nos anos 1970, com um estudo de laboratório. Ratos que ingeriram doses cavalares de sacarina (o equivalente a uma pessoa beber 700 latas de refrigerante com adoçante por dia) tiveram um leve aumento da incidência de câncer na bexiga. O governo americano então encomendou novos estudos, que mostraram, todos eles, que o fenômeno não se aplica a humanos, só ao organismo de ratos. Além dos estudos de laboratório, dezenas de pesquisas epidemiológicas confirmaram a segurança da dupla sacarina & ciclamato.
Já o aspartame ganhou fama de cancerígeno em 2005. Um estudo de laboratório injetou doses cavalares de aspartame em ratos (alguns tiveram que aguentar o adoçante equivalente ao de 2 mil latas de refrigerante). Houve aumento de alguns casos de câncer, mas os dados foram desencontrados – a incidência não aumentava conforme a dose. A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) analisou a pesquisa e um ano depois confirmou que “o aspartame é seguro”. O incrível é que o próprio INCA, numa outra página, admite a segurança do aspartame. Afinal quem está certo – o INCA ou o INCA?
Mito 2: “Alimentos orgânicos previnem câncer”
“Modos de cultivo livres do uso de agrotóxicos produzem frutas, legumes, verduras e leguminosas, como os feijões, com maior potencial anticancerígeno”, afirma o instituto num  comunicado recente. Uma informação similar está na mesma cartilha que fala sobre os adoçantes.
Isso é uma tolice sem tamanho. Nenhum cientista sério afirma que orgânicos ou que algum alimento tem o poder de combater o câncer. Mesmo assumindo que o INCA falou de prevenção da doença, e não combate, o erro permanece. “Não há evidência de que comer alimentos orgânicos altere o seu risco de ter câncer”, diz o Cancer Research UK, principal centro de estudos sobre câncer na Inglaterra. A Sociedade Americana do Câncer confirma essa posição. E um estudo britânico publicado em 2014, que acompanhou a saúde de mais de 600 mil inglesas durante 9 anos, concluiu que aquelas que comiam mais orgânicos não tiveram menor incidência da doença.
Divulgar informações como essa é irresponsabilidade, pois os relatórios do INCA costumam pautar reportagens de TV, como esta do Jornal Nacional. As crendices populares sobre o câncer acabam sendo alimentadas pelo próprio instituto de pesquisa.
Mito 3: “Defensivos agrícolas causam câncer”
O INCA vem realizando uma campanha contra agrotóxicos baseada mais em ideologia política que em ciência. O relatório citado acima parece mais um manifesto contra a agricultura intensiva e os transgênicos, em vez de um comunicado técnico sobre o câncer. A entidade informa no documento que está alinhada a grupos de que combatem o agronegócio, como a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, ligada ao MST. E considera como verdade estabelecida que alimentos cultivados com agrotóxicos são prejudiciais à saúde.
Agroquímicos fazem mal? Bem, depende. Uma pessoa pode morrer se beber 80 litros de água de uma vez só, mas isso não é o suficiente para afirmarmos que água mata. Do mesmo modo, agrotóxicos podem causar doenças (incluindo câncer) se forem manejados fora das regras. Do contrário, são perfeitamente seguros.
Mesmo aqueles comunicados da Anvisa, que de vez em quando causam pânico na população ao anunciar que boa parte dos alimentos têm resíduos de pesticidas, não são motivo para preocupação. O limite máximo de resíduos determinado pela Anvisa está bem abaixo da ingestão diária aceitável. Por isso, raramente um alimento com mais resíduos que o permitido está contaminado ou é perigoso. Como diz o Cancer Research UK, “frutas e vegetais algumas vezes contêm pequenas quantidades de pesticidas, mas não há evidência que esses resíduos aumentam o risco de câncer nas pessoas que os consomem”.
Algumas notícias alarmantes sobre contaminação de alimentos surgem por pura burocracia. Em 2012, os brasileiros ficaram pasmos ao ouvir que 91% das amostras de pimentão “estavam contaminadas”. (Minha irmã conta que depois de ver essa notícia na TV nunca mais comprou pimentão.) Na verdade, por um simples detalhe burocrático, o pesticida em questão, usado em várias hortaliças, não estava cadastrado pela Anvisa para ser aplicado no pimentão. Quando o cadastro foi realizado, a suposta contaminação do pimentão se resolveu. (Pode voltar a comprar pimentão, Lali!)
Se agrotóxicos, aditivos e adoçantes tivessem alguma relação relevante com o câncer, a incidência da doença estaria explodindo, mas isso não é verdade. Nas últimas quatro décadas, a incidência de quase todos os tipos da doença pouco mudou, apesar das técnicas de diagnóstico terem evoluído. A exceção é o câncer de próstata, como mostra este gráfico da Associação Americana do Câncer:
cancer incidence
Mitos alimentares e crendices sobre as causas do câncer são comuns em lendas populares e conversas de quem tem pouco estudo. É triste, e meio assustador, encontrar esses erros no instituto que deveria ser a maior referência sobre câncer no país.
@lnarloch