sábado, 30 de janeiro de 2016
Isolamento, cultura, geografia e até mesmo geologia - e sua relação com a desigualdade
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Um padrão de pobreza e atraso podia ser percebido das Montanhas Apalaches nos EUA às Montanhas Rife no Marrocos; dos Montes Pindo na Grécia às montanhas e planaltos do Sri-Lanka, de Taiwan, da Albânia e da Escócia.
Da mesma maneira, pessoas geograficamente isoladas em ilhas distantes ou pessoas isoladas por desertos ou por outras características geográficas raramente apresentaram — ou ao menos conseguiram imitar — os progressos da população continental. Isso era especialmente notável antes de os modernos sistemas de transporte e comunicação terem-nas colocado em contato com o resto do mundo.
Inversamente, pessoas urbanizadas quase sempre se mostraram na vanguarda do progresso, contribuindo muito mais para os avanços históricos da raça humana do que um número similar de pessoas dispersas pelas terras do interior — mesmo quando ambos os grupos eram da mesma raça.
JN confirma
o Antagonista
Brasil
A reportagem do JN sobre o golpe de Bancoop é brilhante e esclarecedora.
Além de reproduzir vídeos dos depoimentos da porteira e do zelador do Solaris desmentindo a versão de Lula, também entrevistou o promotor José Carlos Blat, responsável pela primeira denúncia contra João Vaccari Neto no caso Bancoop...
Lula e Marisa intimados a explicar negociata do triplex.
O promotor de Justiça Cássio Conserino, do Ministério Público de São Paulo, intimou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a mulher Marisa Letícia e o empreiteiro José Adelmário Pinheiro, o Léo Pinheiro, ligado à OAS, a prestarem depoimento...
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
"No script deles, serão sempre os mocinhos"
O Antagonista
É sempre um prazer ler as colunas de Fernando Gabeira. Na desta semana, ele mostra como é impossível ter um diálogo racional com os populistas de esquerda.
Leiam um trecho:
"O colapso, a ruína, a decadência, nada disso importa aos populistas de esquerda. Apenas ressaltam suas boas intenções e a maldade dos críticos burgueses, da grande mídia, enfim, de qualquer desses espaços onde acham que o diabo mora. O Lula tornou-se o símbolo desse pensamento. Na semana em que se suspeita de tudo dele, do tríplex à compra de caças, do petrolão às emendas vendidas, chegou à conclusão de que não existe alma viva mais honesta do que ele.
Aqueles que acreditam num diálogo racional com o populismo de esquerda deveriam repensar seu propósito. Negar a discussão racional pode ser um sintoma de intolerância. Existe uma linha clara entre ser tolerante e gostar de perder tempo. O mesmo mecanismo que leva Lula a se proclamar santo é o que move a engrenagem política ideológica do PT. Quando a maré internacional permitiu o voo da galinha, eles se achavam mestres do crescimento. Hoje, com a maré baixa, consideram-se os mártires da intolerância conservadora. Simplesmente não adianta discutir. No script deles, serão sempre os mocinhos, nem que tenham de atacar a própria Operação Lava Jato."
As preocupações das elites
Brasil 10:06
Lula vive dizendo que as elites nunca se preocuparam com o povo.
Tem razão: as elites só se preocuparam em reformar o triplex de Lula e o sítio de Lula, dar dinheiro aos filhos de Lula e bancar as viagens de jatinho de Lula e sabe-se mais lá o quê.
A reportagem que enterrou Lula
Brasil 08:34 )
A reportagem que enterrou Lula (para sempre):

A imprensa existe
Dinheiro vivo da Odebrecht
Brasil 07:06
A Folha de S. Paulo entrevistou um marceneiro que trabalhou na reforma do sítio de Lula.
Ele disse que as obras foram chefiadas por um engenheiro chamado Frederico:
"Ele [Frederico] me disse que era da Odebrecht, que a Odebrecht estava comandando aquilo...
Ausência de coerência e
vontade
“A razão é composta pela coerência, a ignorância é
constituída pelo absurdo, pela agressividade e pela injúria.”
(agni shakti)
Por Armando Soares
O saneamento da política e da administração
pública de responsabilidade dos brasileiros, promotores de injustiças está se
dando muito lentamente, e quanto mais demorar maior o tempo de reconstrução. Para
se realizar as mudanças que se fazem necessárias para tirar o Brasil do
idiotismo, da bandalheira é preciso firmeza, coragem, coerência, lucidez e vontade.
O Brasil de hoje está dividido em ilhas de interesses, que é uma maneira de
facilitar o desmantelamento da república federativa. Existem ilhas dos
ambientalistas e indigenistas responsáveis pelas reservas criadas em toda a
Amazônia; Ilhas que sustentam o caricato ‘direitos humanos’, núcleo de difusão
do comunismo, do revanchismo covarde e da distorção dos verdadeiros direitos
humanos; ilhas do sindicalismo mercantilista egoísta retrógrado que serve a
poucos, contra o interesse de milhões; ilhas de responsáveis de movimentos
sociais que agasalham baderneiros e invasores de propriedade privadas; ilhas de
empresários que ignoram o projeto de nação, clientes do governo que só enxergam
seus interesses e não os interesses da nação; ilhas de ideólogos idiotizados, que
apoiam o comunismo, burgueses disfarçados sustentados pelo capital que
combatem; ilhas de professores e educadores profissionais manipuladores de
alunos imberbes, que se utilizam da educação como meio de idealização e
destruição da célula familiar, da ética e da moral; ilhas de burocratas, bons
viventes, funcionários de luxo, sustentados com altos salários resultante do
trabalho de milhões de brasileiros sacrificados por impostos extorsivos sem
retorno social e econômico. Em resumo, o Brasil é um país dividido em ilhas para
facilitar à destruição de valores morais, o desmando, a corrupção, o esfacelamento
do Estado de Direito e o federalismo.
Tenho
usado figurativamente em meus artigos a figura do ‘Cavalo de Tróia’ dos gregos para
mostrar como se conquista uma região sem exército. Cavalo de Tróia, para
aqueles que não conhecem a história, é uma alusão ao imenso cavalo de madeira
que, visando a tomar Tróia, os gregos ardilosamente construíram a conselho de
Ulisses, enchendo-lhe o bojo de soldados armados e mandando-os de presente aos
troianos. Trata-se, portanto, de um inimigo encoberto, que se insinua numa
instituição para ocasionar-lhe a ruína e a conquista do território. Este é o
melhor exemplo que se pode ter para explicar o que está acontecendo na Amazônia
e no Brasil através da política ambiental brasileira cujos soldados são ONGs e
índios manipulados. O mesmo que vem acontecendo nas instituições e estatais
minadas de soldados petistas objetivando destruir o Estado de Direito, os
valores morais e facilitar a corrupção. A ilha ambientalista-indigenista sob o
pretexto de salvar a natureza, mentira aceita por uma sociedade
descompromissada com a verdade, viola o direito de propriedade, sendo o mais
nocivo à famigerada reserva legal, que impede, limita, encarece, a produção
agropecuária, a produção de alimentos, setor que poderia contribuir para salvar
mais de um bilhão de pessoas que morrem de fome no mundo. Apoiar esse modelo
colonialista de preservação ambiental é ser conivente com o genocídio que mata
pela fome, uma aberração de comportamento não da sociedade brasileira como um
todo, de brasileiros idiotizados. Idiotice que admite conscientemente circule
livremente no país a Teologia da Libertação, uma ode criminosa, utopia
socialista, encravada nos alicerces da igreja. Infelizmente os brasileiros
ainda não perceberam que veem sendo avalista de um crime de lesa-pátria, o que
demonstra irresponsabilidade e imaturidade de brasileiros apátridas. O tamanho
da ação de domínio de forças demoníacas pode ser mais bem avaliado através do Conselho
Mundial de Igrejas. O CMI se apresenta como uma confraria mundial de igrejas,
buscando a unidade, um testemunho comum e o serviço cristão. Segundo a
Solidariedade Ibero-americana, o problema de tal imagem está nos detalhes sobre
as motivações dos criadores do CMI, altos oligarcas do Establishment
anglo-americano, que, no pós-guerra imediato, viam a promoção do “ecumenismo”
como um eficiente instrumento de intervenção política e cultural em favor de
sua agenda de hegemonia global. Embora tenha sido oficialmente fundado em 1948,
em Amsterdã, Holanda, a criação do CMI remonta a iniciativas colocadas em
marcha na década de 1930, que culminaram na Conferência sobre Igreja,
Comunidade e Estado, realizada na Universidade de Oxford, em julho de 1937. Em
sua intervenção, o estadunidense John Foster Dulles, futuro secretário de
Estado no governo Eisenhower (1953-1959), admitiu que o mundo ainda não estava
preparado para um “governo mundial”, mas sintetizou os objetivos últimos da sua
casta oligárquica e a orientação geral para atingi-los: “Podemos ter,
igualmente, a satisfação de saber que se estará trabalhando para uma ordem
mundial mais estreitamente organizada de acordo os preceitos cristãos. As
benesses naturais que Deus proporcionou para o benefício da humanidade não são
distribuídas de acordo com as linhas das fronteiras nacionais traçadas pelo
homem. Se aqueles mais afortunadamente situados estiverem realmente dispostos a
compartilhar com os outros; se quisermos proporcionar aos seres humanos de todo
o mundo uma razoável igualdade de oportunidades, então devemos abrir o mundo,
de tal maneira que as fronteiras nacionais não funcionem para criar para alguns
o monopólio de vantagens, em grande medida, fortuitas. ” Em outras palavras, o
que Dulles e seus parceiros chamavam “preceitos cristãos” é o domínio das
reservas de recursos naturais do planeta, que consideravam fundamentais para a
sua agenda hegemônica, independentemente de fronteiras nacionais dentro das
quais se situassem. Nas palavras de Dulles, “uma solução grandiosa de todo o
conceito está na abolição de soberania nacional e na unificação do mundo em uma
única nação. Todas as barreiras fronteiriças são, assim, automaticamente derrubadas.”
Não me
conformo com a indiferença da sociedade brasileira diante do cenário assustador
televisionado diariamente. São Paulo registra 36 roubos por hora, alguns com
mortes cruéis, um dado que não deixa dúvida de que o Brasil virou um pandemônio
por culpa de administradores e políticos insensíveis à vida das pessoas, que não
respeitam a vida. A quantidade de bandidos extraordinariamente armados por todo
o país requer uma ação de emergência, pois acima de qualquer outra questão se
trata de vidas humanas. O noticiário da imprensa mostra que já se atingiu o
caos em se tratando de segurança, mesmo assim nada está sendo feito para evitar
que o sangue derramado de inocentes continue a enlutar diariamente famílias. Bastariam
os números exaustivos e diariamente expostos pela mídia para provar a insensibilidade
de administradores e políticos. Não se pode admitir que a morte de inocentes,
na proporção a que chegou ao Brasil, não sensibilize o povo, a sociedade
brasileira, até agora insensível. Não estamos em guerra, mas matamos mais e de
modo consentido e violento sob a vista da justiça, do governo, de juízes
ineficientes e egocêntricos. Em todo o país roubos, assassinatos, guerra declarada
da polícia contra traficantes, choro de famílias enlutadas, juízes e tribunais
desprovidos de éticas e moral, comércio de armas escancarado para facilitar o
crime, um cenário que se cresce diariamente e nada acontece. Ou a sociedade
muda rapidamente esse cenário ou o Brasil será entregue aos bandidos e aos
corruptos, se já não está entregue. Se não houver reação imediata e corajosa, o
melhor é o brasileiro procurar outro país para garantir a sua vida.
Armando Soares – economista
e-mail: teixeira.soares@uol.com.br
Desemprego cresce 42,5% e deixa 1,7 milhão de desempregados nas regiões metropolitanas.
A média anual da população desocupada foi estimada em 1,7 milhão nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil, contingente 42,5% superior à média de 2014 (1,2 milhão pessoas), informou nesta quinta-feira, 28, o Instituto Brasileiro de...
Frase do dia

O verdadeiro perigo para todos nós é quando o governo exerce não só os poderes que concordamos (pelo voto) em conceder-lhe, mas também poderes adicionais que nunca votamos para dar-lhe. É quando “funcionários públicos” tornam-se patrões. Isso acontece sempre que o governo já passou dos limites. Thomas Sowell
SOBRE O AUTOR
João Luiz Mauad
João Luiz Mauad é administrador de empresas formado pela FGV-RJ, profissional liberal (consultor de empresas) e diretor do Instituto Liberal. Escreve para vários periódicos como os jornais O Globo, Zero Hora e Gazeta do Povo.
O PT genérico pode vencer
O Antagonista alerta: a rejeição a Dilma Rousseff pode não varrer o PT do mapa nas eleições municipais.
Candidatos de partidos aliados da organização aparecem nos primeiros lugares de pesquisas feitas nas capitais do Sul, Rio de Janeiro, Nordeste e Norte.
Se a oposição não traçar uma estratégia comum, será a vitória do PT genérico.
Governo legítimo ou democracia?
Como explicar o fato de que no desenvolvimento da teoria política racional não apareça a ideia que é, hoje em dia, considerada a medida de liberdade e critério de legitimidade dos governos por quase todos?
Como é fundamental em qualquer discussão racional, é preciso inicialmente definir os conceitos que se vai usar. A palavra “democracia” é tão abusada no discurso político que seu significado real – e as premissas por trás dele – ficam obscurecidos. O termo “democracia” é usado hoje como sinônimo de “liberdade política” e de “governo representativo”, mas não é este seu significado.
A raiz etimológica da palavra é conhecida, ela vem do grego e é composta pelos radicais “demos” e “kratos”, respectivamente “povo” ou “multidão” e “governo”. Na prática, no entanto, a democracia não é o “governo do povo” que se apresenta como o ideal da convivência humana. O simples fato é que pessoas discordam entre si – é impossível um “governo do povo” porque “o povo” é incapaz de decidir qualquer coisa. Apenas indivíduos tomam decisões.
A democracia, na prática, é o governo da maioria. É este o real significado da palavra – removida a idealização, a carga emocional e as associações indevidas com liberdade política e governo representativo.
“Democracia é a forma de governo em que as decisões são tomadas, direta ou indiretamente, de acordo com a vontade da maioria.”
“Democracia é a forma de governo em que as decisões são tomadas, direta ou indiretamente, de acordo com a vontade da maioria.”
Uma democracia pode ser uma “democracia direta”, como houve nas cidades-estado da Grécia antiga, onde todos os cidadãos votam diretamente a cada decisão que precisa ser tomada. No mundo atual, a Suíça é o país que mais se aproxima deste modelo. A cada ano ocorrem lá quatro grandes plebiscitos em que a população opina sobre as mais diversas questões.
O que existe no Brasil e na maioria dos países ditos ocidentais é a “democracia representativa”. Nesta forma de governo, a população elege representantes e estes têm a prerrogativa e a responsabilidade de criar e aplicar leis do interesse da maioria que os elegeu.
Como esta forma de governo se relaciona com a teoria política desenvolvida com base na Ética racional e nos direitos à vida, propriedade e liberdade? Reduzir o conceito “democracia” à sua essência – o governo da maioria – permite compreender a natureza da democracia e suas reais conseqüências.
A teoria política baseada nos direitos coloca como absolutos o direito à vida, o direito à propriedade e o direito à liberdade. Identifica que o uso da força é a única forma de violar estes direitos e que a natureza do governo é o uso da força. Por ser a reação contra um crime o único uso legítimo da força, restringe o governo a esta função.
A democracia identifica a vontade da maioria como absoluta. A distância entre o certo e o errado é de exatamente um voto, aquele que inverte a “vontade da maioria” de um lado para o outro de uma questão. Não há no conceito de democracia qualquer premissa em relação aos direitos, pelo contrário, a premissa da democracia é que a maioria está sempre certa. Que a vontade da maioria é a própria definição de “certo”.
Colocado desta forma fica claro não apenas que “democracia” e “liberdade” não são sinônimos, mas que a liberdade é absolutamente incompatível com a democracia. Se o voto da maioria pode lhe tirar a vida, você não é livre. Se o voto da maioria pode lhe tirar a propriedade, você não é livre. Se o voto da maioria pode lhe tirar a liberdade, obviamente você não é livre – é apenas alguém que vive e age por permissão de outros.
A marca de um governo legítimo é limitar-se à defesa dos direitos individuais de cada cidadão. Estes direitos são derivados da própria natureza do homem, são imutáveis e inalienáveis. Um governo democrático não prevê tal limitação, permite tudo, desde que aprovado pela maioria. Um governo democrático não pode ser legítimo.
Isto não significa que um governo representativo não possa ser legítimo, nem que as eleições e o voto popular não cabem em uma teoria política racional. Pelo contrário, a representação e o voto são meios válidos de implementar um governo. Mas um governo legítimo não terá no voto popular seu princípio básico, sua razão de ser nem sua fonte de legitimidade.
O fundamental é reconhecer que o que define o certo e o errado, o que o governo deve ou não fazer, são a natureza e direitos do homem – não a vontade da maioria.
SOBRE O AUTOR
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Mudança de Lula foi para sítio de Atibaia
Brasil 13:17
Em 6 de janeiro de 2011, o Estadão contou como Marisa estava preocupada em garantir que a adega pessoal de Lula não sofresse danos na mudança de Brasília para São Bernardo do Campo.
A matéria falava dos 11 caminhões da Granero - um deles climatizado - que foram necessários para o transporte de bens acumulados pelo ex-presidente nos oito anos de governo.
Uma informação essencial passou despercebida. Está no último parágrafo da matéria assinada pelos repórteres Daiene Cardoso e Daniel Galvão:
"O restante da mudança do ex-presidente seguirá para seu sítio em Atibaia, no interior de São Paulo, e para um guarda-móveis da Granero, de acordo com a empresa. A mudança deve ser concluída até o final da próxima semana. Segundo a empresa, o serviço de mudança está avaliado em R$ 500 mil."
LIBERTATUM publica apenas alguns poucos comentários dos 212 da matéria acima de O Antagonista.
LIBERTATUM publica apenas alguns poucos comentários dos 212 da matéria acima de O Antagonista.
khaled
Luladrão e Dona Brega pilharam o Brasil!!! Quem pagou por essa mudança??? Qual o conteúdo desses caminhões? Qual foi o destino desses bens? Lava-Jato tem que solicitar documentos da transportadora!!! Sergio Moro neles!!!
VINHOS, ADEGA, MUDANÇA
Comentário do outro post.
Braveheart 1 minuto atrás
Braveheart 1 hora atrás
Uma adega escavada sob as montanhas de Atibaia guarda uma das mais valiosas coleções de vinho do Brasil, e que nada custou a seu proprietário.
Braveheart 1 minuto atrás
Braveheart 1 hora atrás
Uma adega escavada sob as montanhas de Atibaia guarda uma das mais valiosas coleções de vinho do Brasil, e que nada custou a seu proprietário.
A ironia é que a enoteca pertence a um cachaceiro casado com uma alcóolatra
Aquamarine
Nenhum presente a um presidente pertence a ele, pertence ao estado e assim que deveria ser tratado. O problema do Brasil são as pessoas de bem deixarem gente atoa tomar conta da política quando não podiam se furtar ao dever de servir ao seu país.
MÓVEIS DO ALVORADA???
Quantos caminhões para carregar (PARA ONDE ??) os "MÓVEIS USADOS" do Palácio
da Alvorada, que LULA-MARISA trocaram TODOS por MÓVEIS NOVINHOS???
Na época foi divulgado que os móveis novos custaram 700 mil. "MENTIRINHA!!!"
Dizem que nem CRISTO escapou desta "mudança"em 2003, pois até o crucifixo
SE EVAPOROU, TOMOU DORIL.
da Alvorada, que LULA-MARISA trocaram TODOS por MÓVEIS NOVINHOS???
Na época foi divulgado que os móveis novos custaram 700 mil. "MENTIRINHA!!!"
Dizem que nem CRISTO escapou desta "mudança"em 2003, pois até o crucifixo
SE EVAPOROU, TOMOU DORIL.
PROPINA -TRANSPORTES?
500 mil de frete dividido por 11 dá 45 mil por cada caminhão. Aí teve cheiro de propina
embutida.QUANTO???
embutida.QUANTO???
Braveheart
Notas de uma ex-camareira
"Marisa nunca se lembra de nada porque vivia alcoolizada. A preocupação com os vinhos era apenas interesse próprio. Quem a acompanhou nos anos do Alvorada sabe bem que a ex-primeira dama na intimidade era a primeira ébria. O laguinho do alvorada deve estar cheio de garrafas submersas."
joão
Dá nojo a história desse país nos últimos 13 anos.
Todos os palavrões do Aurélio já foram usados contra essa figura das trevas.
Querem conhecer sua popularidade, solte ele numa praça pública em
qualquer cidade deste país.
Todos os palavrões do Aurélio já foram usados contra essa figura das trevas.
Querem conhecer sua popularidade, solte ele numa praça pública em
qualquer cidade deste país.
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carlitos 7 minutos atrás
Entrou no palácio com a roupa do corpo e saiu com 11 caminhões (carretas).
Roubou muito!
A adega foi montada com presentes etílicos ou comprada com verba pública? Existe rol (romaneio) de bens da mudança? O MP deveria buscar estes dados.
Allguem da Granero, gente do bem, poderia fornecer ao distinto público contribuinte estes documentos não é?