terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

PT não quer assumir ônus de medidas impopulares do ajuste. Quanto isto vai custar em propina para comprar partidecos?

PT não quer assumir ônus de medidas impopulares do ajuste. Quanto isto vai custar em propina para comprar partidecos?
Com a previsão de o governo encaminhar uma série de propostas impopulares ao Congresso em pleno ano eleitoral, lideranças da base aliada afirmam estar abertas para discussão dos projetos, mas colocam como condição que o PT assuma o protagonismo...
rafhcO fato é que o deputado Jair Bolsonaro está incomodando não só os petistas, mas também aqueles que fazem parte e apoiam a esquerda “light”.

É impressionante o crescimento da popularidade do deputado Jair Bolsonaro! Em todas as cidades onde tem passado, ele é ovacionado e recebido como se fosse uma celebridade bastante querida. Creio que se fosse feita uma pesquisa de intenção de voto para presidência, o deputado já passaria dos 15%. Particularmente, isso não me espanta muito, pois, no início de 2013, escrevi um artigo intitulado “Chegou a vez da direita” e no ano das eleições escrevi “Carta aberta a Rodrigo Constantino” e “PP e PT ou Davi x Golias”, que já falavam da necessidade e da inevitável candidatura de Jair Bolsonaro à presidência.
Tal popularidade, sem dúvida, deixa a esquerda preocupada. Tanto é que no CADERNO DE TESES DO PT, item 157, está escrito:
“Neste congresso conservador e sob a presidência de Eduardo Cunha, temas como a reforma política, a lei da mídia democrática, a punição dos crimes da ditadura militar, o combate à corrupção e mesmo a cassação do deputado Jair Bolsonaro só terão chance de êxito se houver intensa pressão social”.

Politicamente correto e a Pseudo-ciência ou, “Pensar, pra quê?”

            Marcia Rozenthal *
Fact-or-MythÉ importante admitir que a distância entre crer e saber, muitas vezes, é menor do que nos damos conta.
Certamente a armadilha das certezas e das afirmações peremptórias sem bases confiáveis está ali, à espreita; ao nosso lado. Não raro a experiência profissional e a práxis da vida nos permitem criar conhecimentos e entendimentos que transcendem os ensinamentos teóricos e científicos e contaminam nossas opiniões técnicas. Um exemplo bem característico, é a questão da forma de educação das crianças que, num movimento pendular, oscilou entre técnicas repressivas, técnicas permissivas e o meio termo entre as duas. Cada extremo era justificado por profissionais creditados que externavam teorias complexas sobre a psicologia da criança e o que seria esperado de uma boa relação entre mãe, pai e seu filho, por exemplo.
Em nosso país, fizemos contribuições importantes nos últimos anos para este campo através dos nossos “estudos de ponta”. Por meio deles, sabemos que crianças em idade precoce podem, precisam e devem ter acesso sistematizado a conteúdos diversos sobre sexualidade para desenvolverem maior aceitação daquilo que se considera “diversidade”, na certeza de que isso não representará nenhum ônus futuro.
Não se pode, assim, negar que pressões políticas e econômicas enviesam a forma como conceitos de saúde e doença; normalidade e patologia são vistos. O homossexualismo, considerado um transtorno mental em não tão antigas classificações de doenças, hoje, se situa fora do alcance do campo médico. O tabagismo, que não era tido como uma forma de dependência química, hoje, é um alvo prioritário da área de saúde. Em contrapartida, a maconha encontra-se em plena fase de ter seu consumo liberado, sem que o usuário tenha as devidas informações, essas sim com forte base científica, a respeito das consequências do seu uso continuado. Pessoalmente, lamento muito.
Outros exemplos são mais prosaicos, mas não menos relevantes. Relacionam-se à alimentação, peso ideal, que são discutidos e difundidos por profissionais de saúde, tanto nos meios científicos como nos de comunicação de massa. As opiniões variam tanto com o tempo como, também, entre “Escolas de Pensamento” que divergindo levam, por exemplo, um mesmo alimento do céu ao inferno em alguns poucos anos. Um amigo dizia que aguardava ansiosamente o dia em que seu médico o proibiria de comer jiló e o obrigaria a comer churrasco diariamente.
Profissionais creditados sentem-se seguros de que suas práticas têm a Ciência como um norte. Mas, o conhecimento adquirido fora de sua égide ou às suas margens é abundante. Este muitas vezes se apresenta de forma pseudo-sistematizada, embora satisfaça plenamente o critério do senso-comum, cada vez mais atrelado ao politicamente correto. Isto pode levar a esses paradoxos conceituais com os quais lidamos, com ou sem crítica. Esta observação, claramente, não defende o expurgo desses conhecimentos, até porque é difícil pinçá-los no universo de nossa práxis. Mas visa, sim, à necessidade de iluminá-los para que possam ser percebidos, tornando-nos no mínimo mais humildes dentro do território das “verdades incontestes”.
Não se pode perder de vista que estas discussões visam, atualmente, um ideal também construído pelo Homem do que seria um mundo melhor e da certeza de que vale mais uma pessoa saudável, atrelada aos rituais e cuidados da saúde, do que uma pessoa “descuidada” que insiste em manter hábitos relacionados aos seus prazeres ou signos pessoais. Esse ideal “politicamente correto” faz com que conceitos como autocontrole, expurgo das tentações e a doença como punição virem transmutações de jargões religiosos em linguagem científica. E assim, não é mais passível de ser contestado.
Por tudo isso, concluo com o dito de Joe E. Lewis: “Comecei uma dieta. Cortei a bebida e alguns pratos prediletos e, em duas semanas já perdi quatorze dias”.
* Marcia Rozenthal é neuropsiquiatra e professora da Escola de Medicina da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

SOBRE O AUTOR

Instituto Liberal

Instituto Liberal

O Instituto Liberal é uma instituição sem fins lucrativos voltada para a pesquisa, produção e divulgação de idéias, teorias e conceitos que revelam as vantagens de uma sociedade organizada com base em uma ordem liberal.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Lava Jato deve continuar, custe o que custar"


A pesquisa Ipsos constatou que 94% dos brasileiros já ouviram falar da Lava Jato e 90% acham que a operação deve continuar até o fim "custe o que custar"...
ver mais
Ipsos: Aprovação de Dilma cai a 5%


A aprovação de Dilma Rousseff despencou para 5%, segundo pesquisa do Instituto Ipsos que acaba de ser divulgada. Dos entrevistados, 79% avaliam o governo da petista como ruim ou péssimo...

ver mais
Os próximos passos da 
Lava-Jato


Lula reconheceu que a OAS reformou o triplex do Guarujá para adequá-lo às "necessidades e características" de sua família.

No mesmo período em que reformou o triplex do Guarujá, a OAS reformou também a cozinha do sítio em Atibaia, adequando-a às necessidades e características da família de Lula...

ver mais
Leia amanhã - 02.02. - em 

LIBERTATUM 


" A corrupção no governo"


mais um artigo inédito de Vanderli Camorim
para o blog. 


As 600 mil "fazes" de Luleco



A Zelotes demoliu os argumentos apresentados por Luleco e Mauro Marcondes para justificar o pagamento de 2,5 milhões de reais à empresa de fundo de quintal do herdeiro do trono.
Documentos obtidos pelo Valor “revelam diferenças tanto em relação ao objeto dos contratos quanto à forma pela qual eles começaram a fazer negócios”...

ver mais

 O fetiche da mercadoria e os marxistas de iPhone



Marxista pode ter iPhone? Acho que sim pois, até onde eu sei, o boicote aos produtos do capitalismo, partindo de iniciativas individuais não parece ser uma via revolucionária viável para Marx. O problema é que, de acordo com a teoria económica marxista, alguém disposto a pagar tão caro pra ter um iPhone é, digamos assim, um trouxa.

Deixe-me explicar: Marx acreditava na Teoria do Valor Trabalho, diferente dos liberais modernos que acreditam na Teoria do Valor Subjetivo. Os liberais modernos acreditam que o valor de uma mercadoria depende das preferências, dos valores e dos gostos subjetivos das pessoas, já Marx acreditava que o valor da mercadoria depende do trabalho necessário para produzi-la.

Como Marx explica então, a disposição de algumas pessoas em pagar tão caro em mercadorias com alto valor agregado? Como um marxista explica, por exemplo, o preço elevado de uma simples xícara de café no Starbucks, feito com ingredientes os quais qualquer um pode ter acesso? Ou o preço salgado de um...iPhone? 



Bonecos gigantes que farão sucesso no carnaval. Até Dona Doida já está pronta. E muito bem guardada por Moro e o japonês da Federal. 

Desmontando a farsa


“Os documentos do Guarujá: desmontando a farsa”.
O título da nota do Instituto Lula é espantosamente verdadeiro.
Os documentos, de fato, desmontam a farsa de que Lula comprou uma cota da Bancoop, e não um apartamento.
Eles desmontam também a farsa de que Marisa Letícia desistiu do negócio em 2009.
Mais ainda: a nota admite que a reforma do triplex, bancada pela OAS, foi feita para adequar o imóvel às “necessidades e características” da família de Lula. E que, posteriormente, Lula reembolsaria a empreiteira. Ou seja: a nota reconhece que o apartamento era destinado a ele.
A nota diz igualmente que Léo Pinheiro, presidente da OAS, levou Lula e Marisa para uma visita ao triplex, que estava “disponível para venda”. Como mostrou um documento publicado pela IstoÉ, o triplex de Lula, na planilha da OAS, aparecia como indisponível – ou vendido.
Os advogados de Lula e O Antagonista concordam plenamente: os documentos do Guarujá desmontaram uma farsa.
Apartamento vendido
A ditadura do proletariado sempre foi uma ditadura no sentido mais cruel da palavra, mas nunca foi do proletariado.

Não há nada tão ruim que não possa ser pior. E a maior prova histórica desse fato nós encontraremos nos países que aplicaram na política as ideias de Marx. Quanto maior a aplicação, maior o sofrimento e a desgraça. Eles foram especialistas em demolir purgatórios para construir infernos. Quando não transformaram verdadeiros paraísos em geenas incandescentes.
Tudo começa com a crítica. Desde o Éden que tudo começa com a crítica, sutil ou aberta. Depois vem a promessa de algo melhor. Depois a propaganda em cima de umas poucas melhorias que fizeram. Não importa se foi só um enxerto, uma plástica que melhorou o rosto retirando da perna um naco de carne considerável. Ninguém tão cedo vai reparar na perna, mas o rosto servirá de argumento. Até que a perna infeccione e tenha que ser amputada. E até que o próprio rosto tenha de pagar seu preço. Aí já é tarde demais. O poder está nas mãos deles. Então, não apenas com o suor do seu rosto você comerá do seu pão. Eles comerão o pão deles com muito, mas muito suor do seu rosto e a você deixarão as migalhas. A não ser que já tenha se tornado um deles.

Frase do dia

É muito mais importante revogar normas ruins do que to criar boas.  Calvin Coolidge

SOBRE O AUTOR

João Luiz Mauad

João Luiz Mauad

João Luiz Mauad é administrador de empresas formado pela FGV-RJ, profissional liberal (consultor de empresas) e diretor do Instituto Liberal. Escreve para vários periódicos como os jornais O Globo, Zero Hora e Gazeta do Povo.
A renda necessária para financiar um imóvel em 20 cidades

Alteração canhestra de Atributos

Por que ser muito legal com os novatos é ruim para o negócio



Além de ter sido firmado em 1º de abril, o termo de adesão de Marisa Letícia à Bancoop para a aquisição do apartamento 141 do Solaris foi assinado por João Vaccari Neto...
ver mais

De roubar merenda de criancinha o governo Dilma entende e ainda por cima perdoa.

De roubar merenda de criancinha o governo Dilma entende e ainda por cima perdoa.
Essa é de 2011. Principal programa do Ministério do Esporte, comandado por Orlando Silva, o Segundo Tempo, além de gerar dividendos eleitorais, transformou-se num instrumento financeiro do Partido Comunista do Brasil (PC do B), legenda à qual...

4 Ideais Neandertais do governo sobre ciência e tecnologia


Se você acha que o maior vexame que o Brasil já passou quando se trata de ciência e tecnologia, foi esse mais recente, dado pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que durante um evento da OEA nos Estados Unidos em que se discutia o seríssimo tema da violência no Brasil, disse que games estimulam a violência, talvez você não esteja a par de todas as ideias e iniciativas neandertais que nosso governo mantém sobre o assunto. Veja alguma delas:

Novo ICMS mais burocrático inviabiliza e-commerce
Na tentativa burra de acabar com a guerra fiscal entre os estados, tentativa essa que acabará punindo os estados mais produtivos e com melhores políticas fiscais, o governo federal propôs uma PEC que altera o recolhimento do ICMS.
O problema é que a mudança aumentou a burocracia para os sites de e-commerce de uma maneira tão insana, que já fez cair as vendas e em alguns casos, chegou mesmo a tornar o negócio inviável.

Eletrônicos mais caros do mundo e desindustrialização ao mesmo tempo
Cobiçados mundialmente, os produtos eletrônicos de alto valor agregado estão no topo da lista dos sonhos de consumo do brasileiro, mas alguns dos itens vendidos no Brasil estão entre os mais caros do planeta.

Levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) indica que a carga tributária sobre alguns desses equipamentos passa de 70% do seu valor de prateleira. Há casos em que, além das taxas cobradas habitualmente, incidem impostos de importação pesados. Assim, certos produtos de marca conhecida atingem facilmente o seu preço máximo. É o caso da Apple. O iPhone 5 vendido aqui é o mais caro do mundo, e o iPad, o segundo. O celular de 16GB custa US$ 1.030 (R$ 2.299), sendo 63,29% desse valor impostos. Nos Estados Unidos, o aparelho sai por US$ 640.

O governo mantém altos impostos sobre produtos importados, sob o pretexto de proteger a indústria nacional. Mas que indústria nacional é essa? Aí está uma boa pergunta. Alguma coisa parece não estar funcionando, porque paradoxalmente, a indústria brasileira só encolhe há anos.

Materialismo dialético como ciência da natureza
Talvez a razão para tanto atraso seja o fato de que nosso governo insiste em colocar pessoas, digamos assim, muito versáteis, para tomar conta das coisas. Uma dessas pessoas é Aldo Rebelo. O membro do Partido Comunista do Brasil atualmente é ministro da Defesa, mas já foi deputado, ministro dos Esportes e por incrível que pareça, também já foi ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação. Como podem perceber, trata-se de um sujeito com tantas utilidades que chega a causar inveja no Bombril.

No passado, Rebelo criticou políticas de prevenção ao aquecimento global com argumentos bastante, digamos, heterodoxos. Em 2010, como relator do projeto de lei que restringiu os limites de protecção a vegetação natural no Código Florestal, Aldo Rebelo exaltou sua "devoção ao materialismo dialético como ciência da natureza" para se referir às previsões de aumento da temperatura global como "cientificismo [que] tem por trás o controle dos padrões de consumo dos países pobres".
Na mesma carta em que fez essa afirmação, Rebelo reforçou seu antagonismo com cientistas da área de recursos naturais ao associar o aquecimento global ao "chamado movimento ambientalista internacional", que para ele, "nada mais é, em sua essência geopolítica, que uma cabeça de ponte do imperialismo".

Proibir tecnologia poupadora de mão-de-obra
Se você acha que usar o instrumental teórico marxista para analisar o aquecimento global não foi tão grave assim, saiba que a heterodoxia de Aldo Rebelo não terminou aí. Em 1994, Rebelo apresentou um projeto de lei para proibir a "adoção, pelos órgão públicos, de inovação tecnológica poupadora de mão-de-obra".
Este mesmo sujeito também foi o autor de um projeto de lei aprovado em 2001, que restringia o uso de palavras estrangeiras no Brasil.

Fonte: Porco Capitalista