quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

“O preço da liberdade é a eterna vigilância”.

Por Ivan Lima

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A frase que dá título à matéria, atribuída a Thomas Jefferson, terceiro presidente dos EUA, sempre fará parte da luta de um povo contra a opressão. Em se tratando de Brasil nunca esteve tão atual quanto nos dias correntes. Com uma Câmara congressual que recentemente proporcionou tristes fatos contra a decência urdidos nas madrugadas, tem que se estar sempre alerta e imediatamente denunciar arranjos totalitários. A Câmara dos deputados possuiu um presidente que peitou a Constituição forçando a barra para ser reconduzido no cargo, tem dupla nacionalidade e possuiu o codinome de “Botafogo” na lista de pegadores de propinas da Odebrecht. Um só destes fatos o põe na lista negra para não estar no cargo. Mas são três mega acintes ao país!

Por isso, pela impunidade, não cessam as tentativas de atos cínicos, totalitários, vindos desse sujeito, que mente descaradamente, e é o chefe da massa congressual de nazistas de toda gradação. Veja o recentíssimo fato ocorrido com a votação relâmpago tentando proibir o TSE de punir partidos da ORCRIM por seus mega-mal feitos. Com reação imediata oriunda da aludida vigilância, tudo é desmentido e até mesmo o painel eletrônico da Câmara é acusado de erro. É muita desfaçatez, cinismo, pilantragem! Elementos nos quais foram urdidos regimes totalitários como a Alemanha de Hitler e a Rússia de Stalin. 

Mas não relaxemos: como o sujeitinho está desesperado, como de resto toda a ORCRIM congressual ante a eminência de divulgação das 77 delações da Odebrecht, hoje "Botafogo" e seus bate-paus tentarão a mesma manobra. 

É preciso ficar de olho nessa gentalha, pois cavalo não sobe escada.


Ivan Lima é editor de Libertatum 

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