O filósofo Ivanaldo Santos denuncia as mais avançadas estratégias de esterilização em massa, por meio da engenharia social.
Ivanaldo Santos, filósofo
Ao final de sua autobiografia o escritor
inglês G. K. Chesterton alerta para um problema que, na segunda década do
século XX, era pouco conhecido e pouco estudado. Esse problema é a
esterilização da população. G. K. Chesterton não é nenhum sociólogo ou
cientista político. No entanto, enquanto escritor e analista cultural ele tem
uma profunda visão sobre as políticas e ações do Estado e de alguns segmentos
da sociedade dentro do campo da família, da natalidade e da reprodução humana. Antes
mesmo de estourar os horrores da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) G. K.
Chesterton já alertava que, em um futuro próximo, a humanidade seria submetida
a uma forte, violenta e antidemocrática política de esterilização.
