sábado, 28 de maio de 2016

Cruzadas vs Jihad - Bill Warner

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Keynes tem que morrer para que a economia sobreviva
por sexta-feira, 27 de maio de 2016

keynes.jpgPaul Samuelson, que viria a se tornar um dos mais notáveis propagandistas mundiais do keynesianismo, admitiu em um momento de rara sinceridade que, quando leu o livro pela primeira vez, não conseguiu ter "a menor ideia do que se tratava".  

"Acho que não estou revelando nenhum segredo", disse ele, "quando afirmo solenemente — com base em lembranças pessoais vívidas — que ninguém em Cambridge, Massachusetts, realmente conseguiu entender o que estava escrito no livro, até mais ou menos doze ou dezoito meses após a publicação."

Teoria Geralprosseguiu ele, "é um livro mal escrito e mal organizado; qualquer leigo que, ludibriado pela reputação passada do autor, comprasse o livro, teria sido lesado em cinco xelins. Não é adequado para uso em sala de aula. É arrogante, rancoroso, polêmico e pouco generoso em seus créditos. É cheio de mistificações e confusões. ... Em suma, uma obra de gênio."
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Trump desde criancinha

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Sou Trump desde criancinha. Mais precisamente, desde ontem. Se você tem alguma preocupação com os rumos do planeta, deveria ser também.
Sei de todos os defeitos de Trump, tanto os reais quanto imaginários, e lamento a estupidez dos principais comentaristas conservadores americanos que não foram apenas contra a indicação do seu nome (eu fui contra até ontem) mas apostaram no tudo ou nada e queimaram as pontes possíveis para um acordo a partir da sua nomeação. É um momento em que muitos “pundits” deveriam considerar seriamente a aposentadoria.
O treino acabou e é hora do campeonato. Não há pouca coisa em jogo nesta eleição presidencial e é bom você ter plena noção disso. Lembre do que disse Andrew Breitbart em 2012, quando muitos conservadores torciam o nariz para Mitt Romney (se você não sabe quem é Andrew Breitbart, não perca tempo com Trump agora e vá estudar um pouco): “a luta é contra eles, eu vou apoiar qualquer candidato republicano, não importa, é nós contra eles. Se você não apoia nossos candidatos, você é uma vergonha para nosso lado. Se você não ajuda nosso lado por ter restrições ao candidato, você está do lado deles.”
donald-trump-portal-conservador

Barack Obama deixará a presidência com uma coleção inigualável de crimes contra o próprio país, que vão da explosão do déficit público ao acordo com o Irã que poderá levar o mundo à Terceira Guerra Mundial, em parte com a cumplicidade de Hillary Clinton. O próximo presidente terá que reverter parte deste desastre e ainda indicar um juiz da Suprema Corte que será o fiel da balança entre direita e esquerda na mais alta instância jurídica da única superpotência do planeta.
“Ah, mas Trump pode fazer isso e aquilo”. Sim, ele pode cometer erros, mas enquanto em relação a ele trabalhamos com possibilidades e hipóteses, Hillary tem um currículo que deverá um dia não só desqualificar seu nome para qualquer cargo público como mandá-la para a cadeia. É literalmente o desastre certo pelo duvidoso. “Mas Trump já foi do lado de lá e teve posições de esquerda”. Ronald Reagan também, próximo assunto. Até Olavo de Carvalho e David Horowitz já foram de esquerda, C. S. Lewis já foi ateu, Saulo de Tarso matava cristãos antes de se tornar São Paulo. Sigamos.
Trump pode ser um idiota ou um gênio, os próximos meses dirão. Se ele é um bilionário narcisista e destemperado ou um brilhante estrategista que usou as mais novas táticas do playbook político para vencer, só saberemos com o tempo. Se Trump subitamente assumir um tom conciliatório e começar a soar como estadista, é preciso parar de dizer que ele não sabe o que está fazendo.
Num momento em que a grande imprensa, especialmente a americana, está praticamente toda virada para a esquerda e em campanha pelo partido democrata, bancar o louco para ganhar as manchetes e manipular a imprensa para abrir um canal direto com a população é simplesmente genial. Como saber se ele brincou com todo mundo para ter acesso aos eleitores menos instruídos e, após criar uma base sólida de apoio popular, vai buscar uma conciliação com os formadores de opinião, não há como saber neste momento. E aconselho que você desconfie de todo mundo que acha que sabe o que vai acontecer, especialmente numa eleição que está desafiando todas as previsões.
Um dos mais inteligentes conservadores da atualidade é Milo Yiannopoulos, o britânico que trabalha no Breitbart.com de Londres. Católico, abertamente gay e com 32 anos, é uma das vozes mais lúcidas comentando o atual momento da política americana e um defensor ferrenho de Donald Trump. Para ele, o Partido Republicano está envelhecido, perdeu a conexão com a realidade e com as bases, e só um troll como Trump para chacoalhar tudo e forçar a renovação do partido. Espero que ele esteja certo.
Agora é hora de curar as feridas da batalha anterior e se preparar para a guerra ao lado de Trump contra Hillary. Falo como alguém que apoiou Scott Walker, Carly Fiorina e Ted Cruz contra Trump, mas ele venceu democraticamente um por um por mérito e não há como não reconhecer que ele é o merecedor da vaga.
Antes de tomar uma decisão contrária a Trump apenas para não dar o braço a torcer, lembre do que disse John Milton, papel de Al Pacino em “O Advogado do Diabo” (1999): “Vanity – definitely my favorite sin.” O mundo não suportará mais quatro anos de desmandos na Casa Branca e é isso que importa.
Escrito por Alexandre Borges. Publicado originalmente em Senso Incomum.

Lula na masmorra de Moro


Lula já pode ir se preparando para o pior.
Rodrigo Janot, segundo a Folha de S. Paulo, “apresentou ao STF esta semana parecer favorável para que um inquérito envolvendo Lula siga para as mãos do juiz Sergio Moro”.
Trata-se do inquérito sobre o pagamento de suborno a Nestor Cerveró.
Agora só falta a assinatura de Teori Zavascki.

Delator é contundente sobre envolvimento de Lula no petrolão

Entre todos os corruptos presos na Operação Lava Jato, o ex-deputado Pedro Corrêa é de longe o que mais aproveitou o tempo ocioso para fazer amigos atrás das grades. Político à moda antiga, expoente de uma família rica e tradicional do Nordeste, Corrêa é conhecido pelo jeito bonachão. Conseguiu o impressionante feito de arrancar gargalhadas do sempre sisudo juiz Sergio Moro quando, em uma audiência, se disse um especialista na arte de comprar votos. 

Falou de maneira tão espontânea que ninguém resistiu. Confessar crimes é algo que o ex-deputado vem fazendo desde que começou a negociar um acordo de delação premiada com a Justiça, há quase um ano. Corrêa foi o primeiro político a se apresentar ao Ministério Público para contar o que sabe em troca de redução de pena. Durante esse tempo, ele prestou centenas de depoimentos. Deu detalhes da primeira vez que embolsou propina por contratos no extinto Inamps, na década de 70, até ser preso e condenado a vinte anos e sete meses de cadeia por envolvimento no petrolão, em 2015. Corrêa admitiu ter recebido dinheiro desviado de quase vinte órgãos do governo. De bancos a ministérios, de estatais a agências reguladoras – um inventário de quase quarenta anos de corrupção.

‘Veja’ teve acesso aos 72 anexos de sua delação, que resultam num calhamaço de 132 páginas. Ali está resumido o relato do médico pernambucano que usou a política para construir fama e fortuna. Com sete mandatos de deputado federal, Corrêa detalha esquemas de corrupção que remontam aos governos militares, à breve gestão de Fernando Collor, passando por Fernando Henrique Cardoso, até chegar ao nirvana – a era petista. Ele aponta como beneficiários de propina senadores, deputados, governadores, ex-governadores, ministros e ex-ministros dos mais variados partidos e até integrantes do Tribunal de Contas da União.

Além de novos personagens, Corrêa revela os métodos. Conta como era discutida a partilha de cargos no governo do ex-­presidente Lula e, com a mesma simplicidade com que confessa ter comprado votos, narra episódios, conversas e combinações sobre pagamentos de propina dentro do Palácio do Planalto. O ex-presidente Lula, segundo ele, gerenciou pessoalmente o esquema de corrupção da Petrobras – da indicação dos diretores corruptos da estatal à divisão do dinheiro desviado entre os políticos e os partidos. Corrêa descreve situações em que Lula tratou com os caciques do PP sobre a farra nos contratos da Diretoria de Abastecimento da Petrobras, comandada por Paulo Roberto Costa, o Paulinho.

Uma das passagens mais emblemáticas, segundo o delator, se deu quando parlamentares do PP se rebelaram contra o avanço do PMDB nos contratos da diretoria de Paulinho. Um grupo foi ao Palácio do Planalto reclamar com Lula da “invasão”. Lula, de acordo com Corrêa, passou uma descompostura nos deputados dizendo que eles “estavam com as burras cheias de dinheiro” e que a diretoria era “muito grande” e tinha de “atender os outros aliados, pois o orçamento” era “muito grande” e a diretoria era “capaz de atender todo mundo”. Os caciques pepistas se conformaram quando Lula garantiu que “a maior parte das comissões seria do PP, dono da indicação do Paulinho”. Se Corrêa estiver dizendo a verdade, é o testemunho mais contundente até aqui sobre a participação direta de Lula no esquema da Petrobras.

Fonte: Veja

Libertatum tirou a matéria dos Amigos da Direita
Fonte: GLOBO

ARTIGOS

OS 33. OU: NÃO É POSSÍVEL COMBATER BÁRBAROS COM POMBOS DA PAZ


Por Mariano Andrade, publicado em Contraponto “Os 33” é um filme que mostra a história dos 33 mineiros que ficaram soterrados depois do desabamento de uma mina de cobre no Chile. O acidente ocorreu em 2010 e, graças a um trabalho coordenado e eficiente de autoridades e técnicos, todos os 33 trabalhadores foram resgatados com…
O estupro coletivo e os “avanços sociais” do PT
O PT se gaba de ter promovido grandes avanços sociais. Seus defensores mais cretinos chegam a dizer que Dilma “foi afastada por seus acertos”. Pergunto: Quais? Reproduzindo dados já expostos em artigo anterior, a pobreza aumentou, 33 milhõe...

BLOSTA diz que Dilma, como a garota do Rio, também foi vítima de estupro. Na verdade o povo é que foi arrombado…

DILMA/ENTREVISTA
A BLOSTA não tem jeito mesmo: apelam ao ridículo para tentar se safar. Chegam à desumanidade de banalizar o terrível de uma jovem no Rio, violentada por mais de mequetrefes. Agora Paulo Nogueira diz que Dilma “também foi estuprada” ao… Leia mais ›

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Há risco de Cunha não ser cassado


Eduardo Cunha espera que Marcos Rogério apresente um relatório de cassação abrangente, que inclua questões que não estavam previstas na admissibilidade, como as acusações de recebimento de propina.
Será a deixa para os aliados de Cunha votarem contra o documento no Conselho de Ética. Uma vez derrotado o relatório de Rogério, será escolhido um novo relator.
Em vez da cassação, o próximo relatório pedirá uma punição mais branda para Cunha.
Esse é o plano
 Mercado de vento.

Por Ivan Lima



Todos os que possuem apreço pela liberdade estão chocados com a situação da Venezuela. Embora sem que se constitua novidade, o processo de instalação de um regime marxista é autofágico desde seu inicio, pois destruindo todo o processo produtivo de um país acaba nesse aprofundamento de destruição levando a si próprio de roldão. O apoio econômico, velado ou acintoso, do exterior capitalista, mais a propaganda e a brutalidade de fome, prisão, tortura e assassinato em massa com que a nação escrava é tratada, vão determinando os anos que vai perdurar uma tirania comunista. 

Historicamente tem sido assim. Da ajuda da América com comida aos governos de Lênin e Stalin, á toda espécie de recursos que grande parte dos exilados cubanos envia á seus familiares na ilha e que são no todo ou em parte confiscados pelo governo, até ao cafuné político que esse lixo socialista chamado Obama faz ao regime, vai produzindo uma sobrevida ao terror comunista vigente em Cuba. Esse é o padrão histórico que os regimes comunistas seguem.

Mas atente-se: a situação cubana é tão desesperante, sobretudo após perder a boquinha com que a ex-URSS a mantinha com petróleo, e algumas migalhas de outras coisas, que após ela própria URSS falir, o regime vampiresco da ilha precisou de um pescoço para sugar o sangue e não ruir de vez. E foi na Venezuela que o G2 e Fidel Castro encontraram saída para a sobrevida do seu regime de terror. Portas foram escancaradas por um venezuelano bocó que fazia propaganda do tal “socialismo do século XXI” que o mundo sabia que ia dar exatamente nisso. Hoje, a Venezuela é obrigada a dar o seu petróleo e outros insumos á Cuba, pois é um país escravo com a própria conivência do governo venezuelano. 

A situação venezuelana é tão grave que dos cartórios aos quartéis o comando é todo de cubanos. Os postos chaves dos quartéis estão sob o mando de generais cubanos e no campo da doutrina marxista a propaganda socialista é ditada oficialmente ao país como ato revolucionário e oficial ministrado por... cubanos! Contestação a esse quadro nacional significa prisão, tortura e morte. E o governo, desesperado, vendo o mau exemplo do Brasil aos venezuelanos (na ótica criminosa dele) dos brasileiros impedirem sua companheira da pátria grande que lhe dava apoio político e financeiro, já ameaçou dar um banho de sangue na nação convocando quinhentos mil homens entre forças marginais e exército para resistir á pressão dos venezuelanos nas ruas por liberdade e comida.

Em todo esse trágico quadro da situação venezuelana, foi notória a reação do Brasil ás agressões descabidas daquele governo quanto á sua retórica de que a presidenta sofreu golpe. Sem dúvida foi algo extremo e diverso do que o país vinha praticando com sua orientação diplomática vermelha nos últimos anos. Mas é preciso mais contundência.

Nesse sentido, discorro sobre o que hoje vejo na reação que um dos países membros do MERCOSUL faz para penalizar o governo venezuelano ante sua agressividade e tirania ao seu próprio povo. Isso me faz lembrar que quando a Venezuela começou com essa estória do “socialismo do século XXI” através do seu outro presidente boquirroto, sempre me fez perguntar: o que um país que é contra a produção humana, contra as modernas trocas, quer saber com mercado? O socialismo não se pressupõe através de seus primados ideológicos ser o paraíso na terra? Ser auto-suficiente? Por que a Venezuela socialista sempre teve essa fixação pelo MERCOSUL?

Ou, pra que Cuba quer, por exemplo, um porto moderno e imenso se não produz nada, e dá calote quando compra, pois o socialismo a faliu?

Ora, mercado é processo natural de cooperação social baseada na divisão internacional do trabalho, nas trocas, apelidado pelos socialistas de “capitalismo”. É natureza humana, não algo planificado, ditatorial. Por que esse governo venezuelano constituído de bandidos internos e usurpadores cubanos da sua soberania e riqueza estão ávidos para presidir o MERCOSUL?

Em nome da lógica, os países cujos povos e governos estão preservando á liberdade de suas nações e sabem o inestimável valor da produção e mercado, entre eles Brasil e Argentina, devem se retirar imediatamente da entidade MERCOSUL, deixando só Venezuela e quem mais quiser brincar de mercado de vento.

Mercado, senhores, é coisa séria, pois tem a ver com liberdade e bem estar humano. Não com socialismo.

Ivan Lima é publicitário e editor de Libertatum.



Paraguai pede reunião de emergência do Mercosul 16146321

para tratar da Venezuela

para tratar de Venezuela

Uma pena que não foi o Brasil que solicitou essa reunião de emergência: O governo do Paraguai pediu que seja convocada uma reunião de emergência dos chanceleres do Mercosul para analisar a situação da Venezuela à luz do protocolo de… Leia mais ›

Os Dez Princípios Conservadores - Russell Kirk

Dilma na cena do crime


Em 7 de julho, um dia depois de negociar um pacto de proteção mútua com Eduardo Cunha, Dilma Rousseff reuniu-se com Ricardo Lewandowski em Portugal.
Segundo a Veja, “a entrada na cena do crime da Odebrecht, que pagou pelos serviços do marqueteiro da campanha pela reeleição, fez a presidente arregaçar as mangas”.
Como já se sabia, Dilma Rousseff, Lula e os caciques do PMDB se uniram para tentar melar a Lava Jato.
O plano só não deu certo porque a masmorra do juiz Sergio Moro acabou jogando um quadrilheiro contra o outro

Uma coisa é uma coisa


Quando foram divulgadas as conversas de Romero Jucá, Dilma Rousseff disse que elas provavam o golpe.
Agora que as mesmas conversas a acusam de ter negociado pessoalmente a propina da Odebrecht, ela alega que os comentários “não têm nenhuma credibilidade”.
Repetindo o que disse José Sarney:
"A Odebrecht [...] vão abrir, vão contar tudo. Vão livrar a cara do Lula. E vão pegar a Dilma. Porque foi com ele. Quem tratou diretamente sobre o pagamento do João Santana foi ela [Dilma]”.

Montagens de conveniência

Por Armando Soares

Uma certa classe de desonestidade magnificente em suas proporções e ascendente a lugares mais elevados, tornou-se ao mesmo tempo e a tal ponto furiosa e esplêndida ... que acabará sendo abominável.”

(Anthony Trollope, The Way We Live Now)

                No Pará e no Brasil temos que andar com muito cuidado para não pisar em solo cheio de explosivos. Há explosivos na política ambiental, nos órgão ambiental, nos órgãos fundiários, no BNDES, no BB, na Caixa Econômica, na Eletrobrás, nas contas dos governos estaduais e em outros setores, tudo minado para explodir o Brasil. O quadro é desesperador e o novo governo não pode afrouxar se quiser ter o apoio da sociedade. Os amazônidas e mais do que nunca os paraenses através de suas entidades de classe não podem aceitar a presença do Sarney Filho na frente do Ministério do Meio Ambiente, um ambientalista da maior nocividade que afundará ainda mais o Pará e a Amazônia no buraco da estagnação, da pobreza. Sarney Filho é contra o desenvolvimento, contra o produtor rural é um inimigo do Pará e da Amazônia. Se o governo do Temer não der a atenção que o Pará e a Amazônia merecem e continuem a ser alvo do aparato ambientalista-indigenista merece ser pressionado a todo o momento. Chega de conviver com esse pessoal que trouxe para o Pará e a Amazônia uma canga do endocolonialismo e do ambientalismo-indigenista retrógado e bandido.




                Carlos Wotzkow produziu um artigo muito importante que chamou de “Greenpeace e os verdes, o genocídio comunista reciclado”. Tenho insistido e vou continuar a insistir por convicção que estamos vivendo uma época negra no Pará e na Amazônia sob a tutela do ambientalismo nocivo e de conveniência. Bem sei que essa praga, esse cancro já está consolidado em grande parte nas mentes das pessoas, principalmente aquelas que vivem bem com boa qualidade de vida, que já ousou o meio ambiente como quis para atingir o nível de vida atual. Agindo, portanto, com grande egoísmo, como, aliás, sempre se comporta o ser humano em geral, poucos estão ligando para o sofrimento, o subdesenvolvimento, a pobreza que se mantém permanente e consolidada em regiões como a Amazônia, uma região rica onde paradoxalmente a pobreza aumenta sob a vista de administradores públicos regionais indecorosos que tomaram para si a tarefa de impor sofrimento ao povo. O egoísmo de povos ricos, com boa qualidade de vida aprova o travamento do desenvolvimento amazônico, certos de que é uma coisa boa. Estou me referindo especificamente ao ambientalismo usado como arma esterilizante e de domínio territorial e econômico que veio para ficar sustentado por uma grande corporação econômica, numa região que ficou sem alma incapaz de resistir como deve resistir um povo brioso e corajoso, o que não vem acontecendo no Pará, onde muito se reúne muito se discursa mais pouco se faz. Sofro por que quero e me intimido com facilidade diante dos poderosos, esse parece ser o lema dos paraenses.

                Para que o paraense entenda melhor o que está acontecendo e desperte busco auxilio de Wotzkow que mostra no início de seu artigo um comentário criminoso do esposo da Rainha Elisabeth II, o Príncipe Phillipe, Duque de Edinburgh: “Se eu tivesse que reencarnar, desejaria regressar a Terra como um vírus mortal para diminuir os níveis da população humana”. Este comentário por si só define o que significa ambientalismo ou preservação ambiental elaborado pelo fundador do World Wildlife Found (WWF), ONG inglesa que o governo brasileiro consulta para construir sua política ambiental e encher a Amazônia de reservas para bloquear o desenvolvimento.

                Quando se examina a questão ambiental estranha-se que seus ícones deixem de lado a ameaça constante de uma guerra nuclear que pode ser desencadeada por um maluco qualquer. As ameaças daqueles mísseis russos em Cuba a pedido de Fidel Castro continuam vivas até hoje. A civilização está sempre com o risco de um holocausto humano que ameaça erradicar milhões de pessoas desconhecidas, de se ver o futuro de gerações inteiras destruídas em várias regiões por um alienado com um simples aperto de um gatilho nuclear, isso sem contar com que a Terra pode provocar espontaneamente com terremotos, furacões, explosões de vulcões destruindo regiões inteiras e cidades, sem dar a mínima satisfação ao ser humano, um animal insignificante, apenas uma formiguinha insignificante no espaço cósmico.

                O Ecologismo vem demonstrando no tempo que detesta a humanidade. Fidel Castro é, até hoje, o responsável direto e indireto pela morte de uns 100.000 cubanos. Mas seu amigo Costeau queria que fosse mais. Ele dizia que haveria necessidade de eliminar a população mundial em 350.000 pessoas por dia. (Jacques Costeau em entrevista publicada no Correio da UNESCO, este explorador do mar afirmava: “In order to stabilize world population, we need to elimine-te 350.000 people a day. Its a horrible thing to say, but its justas bad not say it. (novembro de 1991)”.

                Cícero, quando procurava a inocência ou a culpa de um acusado, fazia a pergunta Cui bono? O que significa “Quem levou vantagem”? Ou “Quem foi beneficiado”? A questão ambiental se entrelaça com a questão econômica, com a questão de segurança e com a questão de governo global e na verdade nada tem a ver com preservação ambiental e todo o besteirol que se fala sobre a Amazônia floresta. Quem foi beneficiado com a politica ambiental aplicada na Amazônia? De que maneira? Não há resposta racional que justifique implantar uma política na região que vise exclusivamente criar barreiras intransponíveis para o seu desenvolvimento deixando os amazônidas mais pobres.

                A questão ambiental é um instrumento de apropriação espartana de regiões criada pelo governo mundial. Faz parte de uma estratégia para conter o risco de um eventual disparo de artefato nuclear, ou a construção de um escudo estratégico que utiliza a questão ambiental anulando a soberania das nações-estado e facilitando seu controle. O meio ambiente, a quebra da soberania, o domínio do petróleo, o poder da corporação econômica construtora do governo mundial, esse um conjunto de meios que estão em ação para conter a loucura nuclear e implantar um governo mundial. São questões que estão acima da capacidade de entender do paraense e do amazônida, o que os transformam em servos sem capacidade de reagir.



                Segundo Hagger, a visão inspiradora do governo mundial veio à tona em 24 de julho de 1980, trinta e seis anos atrás, quando os resultados dos estudos de dois volumes iniciado pelo CFR, Comissão Trilateral e o FMI (quando Jimmy Carter assumiu a presidência) e que envolveu centenas de consultores – foram divulgados durante uma coletiva de imprensa feita pelo secretário de Estado Edmundo Muskle: The Global Report to the President. Este relatório protegeu as tendências econômicas globais para os 20 anos subsequentes, de 1980 a 2000. Centenas de consultores externos contribuíram bem como várias forças-tarefas formadas por funcionários do Departamento de Estado e do Council on Enviromental Quality da Casa Branca. O estudo previu um mundo ameaçado pela superpopulação, escassez de alimentos e desastres ambientais e estimaram em 170 milhões de mortes por motivos de doenças e fome nos países em desenvolvimento até o ano 2000.

                O relatório foi usado com base para elaboração da política estratégica dos Rockefellers. O controle populacional ganhou proeminência por intermédio de John D. Rockfeller III ao instituir um Conselho de População em 1952 para publicação de manifestos em favor do “crescimento populacional zero”; de um relatório elaborado pelo Clube de Roma em 1971 e publicado em 1972, Limits to Growth; e de um Relatório sobre crescimento populacional feito por Laurene Rockfeller em 1972.

                O relatório indicou o empobrecimento progressivo potencial dos recursos existentes no mundo e a degradação do meio ambiente global – se as tendências e políticas atuais forem mantidas. A menos que as nações do mundo executem imediatamente ações decisivas para alterar essas tendências, conclui o Relatório, os próximos 20 anos enfrentarão o declínio da capacidade da Terra de suportar a vida tendo em vista a continuidade do rápido crescimento populacional. Aconteceu?


                Cui bono? Todas as recomendações expostas acima só servem para a construção de um governo mundial composto pelas nações ricas, com controle do petróleo e com poder bélico que podem reagir com violência a qualquer tentativa de desencadear uma guerra atômica de consequências imprevisíveis. Para evitar que isso ocorra se construiu uma política ambiental mundial aceita por populações ignorantes, temerosas ou cínicas sob a justificativa de ficarem sem recursos naturais, temerosos que os oceanos cresçam destruindo cidades e que faltem alimentos. Portanto, diante do exposto a respeito da verdade sobre a política ambiental, não me venha o governo paraense querer que aceitemos sua politica ambiental, na realidade uma mentira fantasiada para justificar interesses inconfessáveis ou idiotice em estado avançado. Não me venha o governo federal querer que aceitemos sua política ambiental para a Amazônia que implantou uma reserva legal criminosa, reservas florestais, indígenas de outras naturezas que não beneficia a região e só serve para garantir a posse de terras ao governo mundial.

                Antes de temer uma guerra mundial nuclear, de temer a exaustão dos recursos naturais, da perda do controle do petróleo e gás; antes de temer que o ser humano sufoque a Terra, antes de tudo é preciso perguntar a Terra, se os seus vulcões vão entrar em atividade e quando, se haverão terremotos e consequentemente tsunamis. É preciso que a Terra diga se vai ou não continuar vida na sua superfície, pois é a ela que devemos temer e não esses irresponsáveis ambientalistas. Quem sabe se a Terra de assistir tanta estupidez humana resolva fazer uma limpeza e permitir uma nova espécie humana.

                A estupidez humana não tem fim e por isso nunca deixarão de existir pessoas e grupos humanos que reinarão com poder na Terra. Enquanto a estupidez segue seu rumo vamos continuar a assistir até onde chega o teatro dos incompetentes.


Armando Soares – economista