sábado, 13 de fevereiro de 2016

Dilma foi avisada



Em 24 de novembro de 2009, Luiz Alberto dos Santos enviou uma email para Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil, e Erenice Guerra, sua assessora. Na mensagem, o servidor público chamava atenção para o fato de o presidente Lula e o ministro da Fazenda Guido Mantega discutirem medidas provisórias sem consultar os técnicos da Casa Civil...

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Dilma se afasta de Lula, Lula se afasta de Dilma


Dilma Rousseff e Lula combinaram uma estratégia.
Segundo o Estadão, ela vai defendê-lo “de forma moderada”.
De fato, uma defesa mais enfática por parte de Dilma só prejudicaria Lula. Em primeiro lugar, ela é a presidente mais impopular da história. Em segundo lugar, ela vai cair antes que ele seja julgado.
Dilma Rousseff não tem chance de escapar da Lava Jato.
Caos no Instituto Lula



Os defensores de Lula estão em guerra uns com os outros.
Segundo Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, “crescem as divergências sobre as estratégias que devem ser seguidas...

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Crise no Brasil: "Indústria vai piorar", diz Reinaldo Azevedo

Os Dez Melhores Livros Conservadores.

Vai ter criança fardada sim! Mas não pode ficar só nisso.


Acima vemos, à esquerda, as fotos que incomodam a extrema-esquerda. à direita, vemos fotos elogiadas por ela. E agora?
Não sei se este blog foi o primeiro a denunciar a crueldade praticada por uma organização de “direitos humanos” contra uma criança e sua família em razão do uso de um uniforme da PM pela primeira. Mas é certo que,… Leia mais ›

O carnaval petista que atravessou o samba

tapa-sexo-contra-dilmaO termo “atravessar o samba” significa, na gíria popular, que uma banda ou bateria errou a batida ou a melodia. E nesse carnaval de 2016, esse erro se mostrou mais evidente do que nunca.
Já não é novidade para os leitores desse espaço a denúncia de que um dos mais importantes modos de operação esquerdista de ocupação e vitória política consiste em dividir a sociedade em estamentos, jogando alguns setores contra outros, de forma que a minoria organizada se sobreponha sobre a maioria desorganizada.
Daí vem a velha ideia do conflito entre brancos e negros, héteros e homossexuais, ricos e pobres, indígenas contra não-indígenas, homens contra mulheres e assim por diante.
Esse modo de operação chegou ao auge nesse carnaval, com a exposição e publicização de situações bizarras, que serão relatadas aqui:
1 – O caso da família multiracial fantasiada
O primeiro caso foi, provavelmente, o mais chocante para quem leu. O pai branco de um menino adotado negro foi para a rua vestido de Aladdin e vestindo seu filho de Apu, macaquinho e melhor amigo do Aladdin.
Agora, aos fatos.
A acusação de racismo a um pai branco com um filho negro é absurdo por si só. Para quem já teve a oportunidade de ir a um orfanato, as histórias contadas de dificuldade para adoção de crianças no Brasil são inúmeras. Adoção é um ato de puro amor. Não cabe misturar um ato de puro amor com a atitude odiosa do racismo, que parece ser manifestada, na verdade, por aqueles que viram alguma semelhança entre um menino negro e um macaco. O racismo realmente está, nesse caso, nos olhos de quem vê.
Mas na agenda esquerdista, mais importante que cultivar o amor que eles tanto propagaram nas eleições, é jogar gasolina numa suposta fogueira de conflito racial que não existe no Brasil.
2 – O sonho feminista do genocídio masculino
Enquanto feministas europeias defendem muçulmanos estupradores, feministas brasileiras ficaram em polvorosa com a notícia falsa de que cientistas produziram espermatozóides a partir de células-tronco de mulheres. Segundo denuncia do site “ceticismo político”, as feministas radicais brasileiras agora sonham com a possibilidade de extermínio dos homens do mundo, já que não seria mais necessária a figura masculina para fins de reprodução, além de todo aquele papo idiota de opressão masculina, típico de pessoas que não entendem que relacionamentos são feitos de carinho, amor e outros bons sentimentos.
3 – Feministas contra propriedade privada
O Bar Quitandinha, na Vila Madalena em São Paulo, foi vítima de uma campanha de difamação e pedido de seu fechamento após dois bêbados idiotas foram grosseiros com duas meninas e os seguranças, supostamente, ao invés de expulsarem os bêbados, expulsaram as mulheres. Como eu mesmo já fui vítima de feministas histéricas e mentirosas, me parece muito difícil acreditar nessa última parte, já que simplesmente não é atitude padrão em nenhum bar. Mesmo que tal situação tivesse ocorrido, o pedido de fechamento do bar é um completo exagero, e o boicote social a quem reprova esse tipo de conduta seria mais que o suficiente.
4 – Bebê policial é situação constrangedora?
A extrema-esquerda denunciou o uso de uma imagem de um bebê vestido de policial com cassetete e algema na página da PM/SP no facebook como sendo uma situação constrangedora e atentatória ao ECA.
O que não faz nenhum sentido é falar que isso é uma situação constrangedora. A função de policial militar e uso de algema e cassetete é constitucional e faz parte da finalidade do Estado, não havendo nenhum demérito na profissão ou na imagem em questão. É como dizer que uma criança vestida de professora com giz na mão, ou uma criança vestida de médico com um estetoscópio seria constrangedor. Não há absolutamente nada de demeritório na importante função da polícia na nossa sociedade.
Muito pelo contrário, conforme denúncia do Dep. Fed. Jair Bolsonaro em sua página oficial, a foto de um menino vestido de princesa na capa da revista “Nova Escola”, essa sim vexatória para o garoto, foi premiada como a melhor capa de revista de 2015 pela Associação Nacional de Editores de Revistas, ao invés de gerar um processo nos termos da lei.
5 – A resistência
Nessa sucessão de bizarrices, pelo menos puderam ser vistos dois focos claros de resistência em rede nacional. A corajosa modelo Ju Isen foi agredida por querer desfilar com um tapa-sexo “Fora Dilma”, eproibida de participar da festa popular de São Paulo. No Rio de Janeiro, a Mocidade Independente de Padre Miguel apresentou uma comissão de frente onde os corruptos, em especial Lula e Dilma, eram presos, para deleite da Sapucaí. A nota da comissão foi a nona dentre 12 escolas.
Aos heróis, meus parabéns. Aos vilões, a alegria de saber que todo o carnaval tem seu fim, e o carnaval do PT está chegando ao fim.

SOBRE O AUTOR

Bernardo Santoro

Bernardo Santoro

Mestre em Teoria e Filosofia do Direito (UERJ), Mestrando em Economia (Universidad Francisco Marroquín) e Pós-Graduado em Economia (UERJ). Professor de Economia Política das Faculdades de Direito da UERJ e da UFRJ. Advogado e Diretor-Executivo do Instituto Liberal.

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016





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Assista na íntegra a "Os Pingos nos Is" desta quinta-feira (11/02/2016)

Insanidade

Por Armando Soares

                Mostra a realidade que o Brasil tem seu desenvolvimento obstaculizado pelo Estado e pelo povo. Uma verdade insofismável, mas um paradoxo. Ora, se o Estado não atende efetivamente aos interesses do povo e se presta apenas para servir aos interesses de poucos brasileiros, qual a utilidade de sustentar um Estado aleijão que esvazia o bolso do povo? O Brasil está sendo conduzido por piratas políticos o que o transforma no quintal de nações ricas e poderosas. Enquanto essa anomalia não for resolvida, seremos sempre um arremedo de civilização. Estado manipulado por poucos é um ser político deformado, é um monstro. Se o povo passa a ser escravo de um Estado de poucos brasileiros, então tudo está errado o que explica todos os problemas brasileiros.


                Dentro desse contexto cabe à visão de Nietzsche contra a existência do Estado, segundo o filósofo um projeto fracassado por ser um fosso instransponível entre a realidade social e política. Nietzsche ao examinar qual é a base para a sustentação da autoridade do Estado, formulou a seguinte questão: “De onde surge (...) este poder súbito do Estado, cuja meta está além do exame e além do egoísmo do homem singular?” Ainda segundo Nietzsche, o Estado é a violência que dá o primeiro direito, e não há nenhum direito que não seja em seu fundamento arrogância, usurpação, ato de violência.” Assim pensando, Nietzsche supõe haver não um contrato social, mas sim a supremacia de forças: poderes mais fortes suplanta e domina poderes mais fracos, através não de um contrato social, mas sim de imposição de violência, de força. Em Nietzsche, a teoria do direito, com relação à criação do Estado, baseia-se na ideia das forças dos poderes envolvidos: o direito é um produto da força na medida em que ele é fruto dos conflitos que se travam dentro de uma sociedade, prevalecendo à posição dos mais fortes. Deste modo o filósofo diz: “Assim começa a existir o Estado na terra: penso haver-se acabado aquele sentimentalismo que o fazia começar com um contrato.” O Estado na concepção de Nietzsche tem uma origem terrível, sendo criação da violência e da conquista. Nesse sentido ele considera que os pensadores modernos têm uma maneira enganosa de entender a origem e o significado do Estado, fantasiando-o como fruto de um pacto, enquanto que na verdade ele deveria ser entendido como um processo assustador e terrível, relacionado a questões como escravidão e sofrimento.

                Quando Nietzsche avalia o Estado em seu tempo parece estar avaliando o Brasil na atualidade. No Brasil o Estado nada mais é do que uma peça de violência, que estupra a cidadania, limita a liberdade, saqueia os cofres públicos e se aproveita de quem é obrigado a trabalhar para sustentar uma máquina escravocrata impondo obrigações insuportáveis e sequestrando grande parte da renda do trabalho do brasileiro. A falta de senso ou insanidade é a característica que domina o governo, os políticos e a sociedade brasileira. Governo e políticos no Brasil se comportam e agem de acordo como julgam grande parte do povo brasileiro, ou seja, sabem que o povo acredita em promessas, sabem que o povo não tem cultura e consciência suficiente para conviver numa democracia, sabem que grande parte do povo é alienada diante de um trabalho sufocante e das condições de péssimos serviços públicos, sabem que o povo admite que o político roube, e sabem que o povo não sabe reagir para conquistar dias melhores para sua vida. Por saber dessas fraquezas do povo transformam o Estado num ser terrível, de grande força. A isto se chama insanidade, falta de senso, desonestidade e imoralidade. Por seu lado o povo apanha e nunca aprende tornando-se escravo e alienado e a isto também se chama insanidade ou gostar de sofrer.



                Insanos, insensatos, os brasileiros, mais uma vez estão admitindo, por falta de reação, pagar uma conta que não é sua, mas de governantes e políticos desonestos e incapazes. Durante anos seguidos políticos e governantes vêm gastando irresponsavelmente mais do que arrecadam, numa orgia criminosa, sem qualquer benefício para a sociedade. Essa coisa ruim, essa brincadeira com o dinheiro público tem que ter um fim. É absolutamente insano o povo brasileiro trabalhar e produzir bens e alimentos e o governo gastar o que bem entende, gerando inflação, recessão, desemprego, doenças econômicas e financeiras próprias da corrupção, da improvisação e da incompetência. Que democracia é esta que esmaga e empobrece o povo? Qual o tamanho do sacrifício que o governo e políticos querem exigir do povo brasileiro? Quantos anos serão necessários para que os brasileiros paguem com o seu trabalho a dívida pública, os erros programáticos e a corrupção? O triste de tudo isso é que Dilma afirma com convicção que só pode resolver a crise que criou com o dinheiro do povo, e ninguém reage a esse descalabro, a essa atitude imunda, cavernosa.

                Há ainda quem chama essa coisa imunda que se convive no Brasil de democracia. Democracia foi o cimo de um edifício cuja base era o Estado de Direito – a santidade da liberdade individual e a segurança dos direitos de propriedade privada, garantidos por um governo constitucional e representativo. Nada disso existe mais no Brasil petista e dos corruptos.


                Somos uma civilização ou um amontoado de gente? Segundo Will Durant, a civilização é a ordem social a promover a criação cultural. Constituem-na quatro elementos: provisão econômica, organização política, tradições morais e acúmulo de conhecimentos e artes. Começa quando o caos e a insegurança chegam ao fim. Porque logo que o medo é dominado, a curiosidade e a construtividade se veem livres, e por impulso natural o homem procura a compreensão e o embelezamento da vida. Como se vê estamos no Brasil longe da civilização. Há poucas palavras usadas de maneira tão vaga quanto à palavra ‘Civilização’, declarou o maior de todos os anglo-americanos, em uma época a civilização, tal como ele a entendia, corria um sério perigo. “O que significa?” Sua resposta é a definição mais perfeita já formulada da diferença política entre Ocidente e Oriente: “Significa uma sociedade baseada na opinião dos civis. Significa que a violência, o governo de guerreiros e líderes despóticos, as situações de campos de concentração e guerra, de baderna e tirania, dão lugar a parlamentos, onde são criadas as leis, e as cortes de justiça independentes, onde essas leis são mantidas durante longos períodos. Isso é Civilização – e em seu solo crescem continuamente a liberdade, o conforto e a cultura. Quando a Civilização reina em um país, uma vida mais ampla e menos penosa é concedida às massas. As tradições do passado são valorizadas e a herança deixada a nós por homens sábios ou valentes se torna um estado rico a ser desfrutado e usado por todos. O principio central da Civilização é a subordinação da classe dominante aos costumes do povo e à sua vontade, tal como expressos na Constituição [...]”. (Winston Churchill).

                Realmente ainda não podemos considerar o Brasil uma Civilização, pois o caos e a insegurança não chegaram ao fim e o medo não foi dominado; a corte de justiça não é independente; a vida mais ampla não é concedida às massas e o que está expresso na Constituição não retrata os costumes do povo e muito menos sua vontade. Nossa semelhança é a com republiquetas sanguinolentas, bárbaras e depravadas sem nenhum respeito à vida. Enquanto o Brasil não abraçar verdadeiramente a Civilização não teremos rumo, navegaremos sem bússola sujeita a ventos e tempestades. Os nossos governantes e políticos expressam o primarismo do povo, só exacerbaram a criminalidade, a desordem e a confusão de espírito e transformaram o Estado numa coisa terrível e escravocrata.

Armando Soares – economista

e-mail: teixeira.soares@uol.com.br 
     
                 
               


cardozo

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Lembrar faz parte da agenda de luta. 

Vai catar coquinho, "direitos humanos"!

Edição Ivan Lima
Ilustrações Internet
LIBERTATUM















Frase do dia

Para remediar este mal (a injusta distribuição das riquezas e a miséria dos proletários), os socialistas excitam, nos pobres, o ódio contra os ricos, e defendem que a propriedade privada deve ser abolida, e os bens de cada um tornarem-se comuns a todos (…), mas esta teoria, além de não resolver a questão, acaba por prejudicar os próprios operários, e é até injusta por muitos motivos, já que vai contra os direitos dos legítimos proprietários, falseia as funções do Estado, e subverte toda a ordem social.  Papa Leão XIII – Encíclica Rerum Novarum – 1891.

SOBRE O AUTOR

João Luiz Mauad

João Luiz Mauad

João Luiz Mauad é administrador de empresas formado pela FGV-RJ, profissional liberal (consultor de empresas) e diretor do Instituto Liberal. Escreve para vários periódicos como os jornais O Globo, Zero Hora e Gazeta do Povo.