sábado, 23 de julho de 2016

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O que realmente cria a riqueza - e por que muitas pessoas são contra isso
por sexta-feira, 22 de julho de 2016
1444763092.jpgO crescimento econômico, portanto, não advém majoritariamente de "incentivos e punições".  Essa "teoria dos incentivos" permite que os críticos do capitalismo o caricaturem como um desumano esquema de manipulação das necessidades humanas, sendo apenas ligeiramente superior às formas mais benignas de escravidão.  

A riqueza advém, isso sim, da expansão da informação, do conhecimento, dos lucros e da criatividade.  Essa expansão aprimora as qualidades humanas de seus beneficiários ao mesmo tempo em que os enriquece.  O aprendizado dos trabalhadores crescentemente os recompensa por sua mão-de-obra; o aprendizado transmite sabedoria em troca do trabalho extraído.  Ao unir conhecimento e poder, o capitalismo traz ordem à entropia das mentes humanas e explicita os benefícios da liberdade.  Sendo assim, ele é o mais humano de todos os sistemas econômicos.

A oportunidade para o crescimento dinâmico existe hoje ao redor de todo o mundo.  Mas é necessário sermos corajosos e livres o bastante para não perdê-la.
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O Brasil e a escola do crime.

Por Ivan Lima





Não dá para contemporizar minimamente com a situação escolar no país e a doutrinação.

Algo tem de ser feito, e com urgência urgentíssima. Já se perdeu gerações que se vêem mentalmente necrosadas pelo marxismo que lhes foi ministrado em sala de aula por adeptos de um sistema criminoso.

Um sistema cuja presença estranhíssima ao ensino clássico, tem subvertido comportamentos e moldado o horror de apologia á pobreza e ódio ao sistema de livre escolha e trocas voluntárias.

O espírito lúcido da nação clama por extirpação desse câncer fazendo novas vitimas e formando nação de escravos ao marxismo leninismo.

Li recentemente que as FFAA serão convocadas a prestar auxílio ao MEC para evitar que criminosos fraudem as próximas provas do famigerado ENEM. Ora, MEC e ENEM são ninhos ideológicos de criminosos, bandidos, potenciais genocidas obedecendo cegamente a ideologia anti- humana do comunismo. Ou seja, em nome da sanidade mental tem que se passar uma borracha nessas entidades e seus lixos fétidos tidos como “pedagogia escolar” queimados.

Medidas radicais exigem por uma salutar e forte reação a esse projeto criminoso. De que maneira isso se dará não importa. A sensatez clama pela volta do ensino ortodoxo em classe. E com mestres cientes de sua autoridade perante o alunado e a um compromisso radical com o ensino. Doutrinação marxista, ideologia de gênero, racismo, e outras presenças estranhas ao ensino em classe têm sim de ser banidos como criminosos que são.

A nação está sendo destruída por uma súcia criminosa que se serve do ensino maquiado de educação para implantar seu projeto de poder escravista e de miséria e tirania sobre a nação. É salutar aposentá-los compulsoriamente numa reação de salvação nacional. 

A nação está diante do perigo eminente de destruição total pelo socialismo. Esperar e contemporizar com que? Contratar gente comprometida com a liberdade de um tempo de ares saudáveis, livres da toxidez mental venenosa que, repito, está destruindo o país e teima contra todas as evidencias em continuar sua sanha criminosa de tornar mentes inocentes em robôs revolucionários; ou seja, destruidores da ordem estabelecida, da moral cristã, do mercado, da família, da prosperidade e da liberdade.

O ideal de todo liberal em termos de ensino está no que Atenas continua a mostrar ao mundo através da historia: liberdade de toda e qualquer interferência estatal. O ensino é um bem não sacerdócio nem dever do estado que acaba mais cedo ou mais tarde gerando ignorância e brutalidade espartana.

Mas, nesse caminhar, estamos diante de um momento em que precisamos cortar profundamente e com todos os instrumentos de defesa os tentáculos dessa bárbara agressão ao ensino escolar. Que seja aqui e agora, já!  

Ivan Lima é editor de Libertatum
Ben Carson mais uma vez enlouquece a imprensa por falar a verdade

A História não contada do Islamismo - em números

O Primeiro Grande Saque Amazônico (VIII)

Por Armando Soares

Situação Fundiária Antes da Expansão da Economia Extrativa da Borracha   
 
Voltamos a descrever a situação fundiária no período da expansão da economia da borracha, questão que interessa para poder melhor avaliar em nossos dias esse setor. No decorrer da era da borracha, Barbara Weinstein, observou na sua pesquisa que a região das ilhas tronou-se mais exposta às incursões de casas aviadoras e de influentes funcionários locais. Há informações de que ali se intensificaram as lutas por estradas seringueiras durante os anos da expansão da atividade econômica da borracha, muito tempo depois dessa área ter deixado de ser uma área de fronteira. Em 1910, Henry Pearson, editor do India Rubber Word, traçou uma distinção entre o baixo e o alto Amazonas. Segundo ele na região das ilhas, os seringais fossem eles grandes ou pequenos, eram habitualmente registrados e fiscalizados, e “apenas bem no interior é que o indivíduo faz e executa suas próprias leis”.


                Em 1850 muitas das terras destinadas à extração de borracha não seriam ocupadas e registradas no registro de posses. Pequenos posseiros não tinham condições de arcar com as despesas do registro e havia estradas de borracha arrendadas por comerciantes locais e seringueiros itinerantes que não apareciam nos registros. Havia um velho costume de explorar terras devolutas para atividades extrativas nas partes menos acessíveis da região das ilhas. Em bora a Lei Fundiária de 1850 repudiasse toda noção de direitos consuetudinários sobre as terras, a tendência na Amazônia era ignorar a lei. Em 1862, o presidente Araújo Brusque queixava-se à Assembleia paraense de que “os seringais mais produtivos encontram-se em terras não reclamadas e em terras da nação”. “Advertia Brusque que tal situação poderia ter sérias consequências para o Pará”, e insistia que os seringais fossem entregues a pessoas responsáveis e inteligentes e não a seringueiros nômades e pequenos comerciantes de origem estrangeira. Ferreira Penna exigia que se processasse criminalmente todo seringueiro que extraísse borracha em terras da nação, a menos que, construísse moradia permanente e fizesse plantações de seringueiras, café, cacau.

                Esses comentários refletem a postura de grandes proprietários, burocratas e comerciantes, a elite tradicional, em relação à crescente economia da borracha. Essa elite considerava quem controlava terras de seringueiras, de pequena importância social, não merecedores de confiança. Entretanto, muitos dos grandes proprietários de terras nas áreas extrativas haviam recebido suas propriedades como recompensa pelo serviço militar prestado durante a cabanagem. Uma das detentoras de registro, Saturnina Thereza, fundamentava seu direito a um seringal de duas léguas quadradas em uma sesmaria do século XVIII. Havia também alguns comerciantes e funcionários locais que rapidamente colecionaram seringais e contatos políticos de boas famílias de Belém, os grandes seringalistas eram comumente novos-ricos com poder limitado fora da área de sua influência imediata. E a maioria dos antigos posseiros da região das ilhas eram produtores sem importância, muitos dos quais trabalhavam suas próprias terras e pouca influência exerciam em nível provincial.

Poder Econômico e Projeção Social

Dada sua natureza do negócio da borracha, o controle e a propriedade de seringais não era por si só, um ponto de partida seguro para alcançar o poder econômico e a preeminência social. Era o negociante, atuando ao mesmo tempo como comprador e fornecedor, que em última instância dominava a vida econômica das zonas de extração, através do controle do crédito, do estabelecimento dos preços locais, do fornecimento do transporte e do agenciamento de seringueiros suplementares. Porém, o comerciante local pode apresentar-se soube muitas roupagens diferentes. Poderia, por exemplo, ser um importante seringalista com vínculos comerciais em Belém, que não apenas equipasse seus próprios seringueiros e vendesse sua própria borracha, mas também oferecesse esse tipo de serviços a seus vizinhos produtores de borracha. De modo geral, a grande propriedade fundiária e as atividades comerciais eram compatíveis e complementares entre si; em muitos casos, não fica claro qual delas terá surgido primeiro, mas a ordem importa pouco.

                Um bom exemplo da relação íntima entre a posse da terra e atividades comerciais nas zonas de seringueiras é a história da família Gonçalves de Lemos, de Breves. O primeiro vestígio desse clã encontra-se nos registros de terra de 1855, em que pelo menos três inscrições levam o nome de João Gonçalves de Lemos, provavelmente negociante ou funcionário público na cidade de Breves, entrou com os pedidos de posse em nome de três posseiros analfabetos. Um ano mais tarde, José Gonçalves de Lemos registrou uma posse de dimensão indeterminada no rio Jacaré, também no município de Breves. Não se encontra muita informação sobre as atividades da família pelos quinze anos seguintes, mas sabemos que, entre 1872 e 1887, José Gonçalves de Lemos, através de sua firma José Gonçalves de Lemos e Filhos, começou a comprar algumas das maiores fazendas de Breves. Durante esses anos o negócio da família adquiriu cinco propriedades diferentes, com um total de quatro barracões, e nos anos 90 José passara a ser reconhecido por todos como um dos homens mais poderosos do principal município produtor de borracha do Pará.

                Ainda que a propriedade original fosse excepcionalmente produtiva e bem localizada, não poderia, por si só, ser a responsável pela acentuada ascensão econômica da família; pode-se presumir que o clã Gonçalves Lemos tenha, desde o início, associado à extração da borracha com atividades comerciais, o que lhe permitiu ultrapassar seus vizinhos em poder econômico e político. José, o patriarca da família, foi também intendente de Breves, posição que, sem dúvida, ajudou a fazer progredir os interesses da família. O inventário do seu patrimônio, por ocasião de sua morte, revela a forte relação entre a propriedade da terra e o comércio. Entre as propriedades de Lemos e Filhos estava uma casa comercial em Breves, barracões menores por toda a região das ilhas, e doze diferentes seringais avaliados em 66 contos de reis. O inventário de Lemos ilustra também a cadeia de relações de endividamento característica de rede de aviamento. Enquanto seus fregueses em Breves e Anajás lhe deviam um total de 17 contos, ele próprio devia a Thomé de Vilhena & Cia., de Belém, cerca de 40 contos. E a julgar pelo fraseado desses registros, tais débitos constituíam rotinas e provavelmente seriam não seriam saldados.

                Nem todos os antigos comerciantes de borracha começaram como posseiros e funcionários públicos nos municípios do interior. Havia também inúmeros comerciantes itinerantes, os regatões, que se abasteciam em Belém e depois viajavam de barco por todas as regiões do interior, até mesmo as mais isoladas, comprando borracha e vendendo farinha de mandioca, sal, roupas, cerâmicas, armas, querosene e tudo mais quanto fosse necessário ao seringueiro e sua família. Era esse mascate anfíbio (...) comprando por 5 o que valia 20 e vendendo 20 o que valia 5 que recebia o maior desprezo por parte dos funcionários do governo e de todos os críticos da economia da borracha. Acusavam-no de tirar vantagens ilícitas do seringueiro isolado e do índio inocente que, aborrecidos e solitários comprariam coisas demais e venderiam sua borracha barata demais, afundando-se assim, cada vez mais em dívidas. Paradoxalmente, esses mesmos atravessadores eram acusados também de prejudicar o monopólio do grande seringalista ou do comerciante estabelecido, e de permitir que o seringueiro vendesse ou comprasse mercadorias a preços mais em conta.

Destaque Necessário    
           

Volto a destacar que, devido a total falta de memória no Pará, na Amazônia e no Brasil na fase de expansão da economia da borracha extrativa, lapso que me obrigou a transmitir trechos do belíssimo trabalho de Barbara Weinstein para melhor avaliação da sociedade desse período, o qual mostra a origem dos muitos problemas que determinaram a estagnação econômica da Amazônia, a origem da deformação da questão fundiária e como surgiram alguns supermercados de hoje. Ainda vou continuar a transcrever alguns trechos desse trabalho, para depois ingressar em outros grandes saques amazônicos.

Não esquecer que a razão dessa série de artigos é para mostrar à sociedade amazônica e brasileira as verdadeiras causas do processo de estagnação da economia e da crescente pobreza amazônica. É inadmissível que uma região rica como é a Amazônia esteja ainda atrasada séculos em ralação as sociedades modernas. É difícil explicar a inoperância do amazônida que admite ser transformado em cobaia de experiências insanas e de saques permanentes de sua riqueza que criaram em outras regiões do mundo desenvolvimento, qualidade de vida e eliminação da pobreza. O amazônida passa por dificuldades de toda ordem vivendo em cima de riquezas incomensuráveis rogando aos céus milagres, quando o milagre está em suas mãos, na sua capacidade de realizar desenvolvimento e não em milagres caídos do céu.

Armando Soares – economista


A agonia de Dilma


Uma reportagem da Veja relata que Dilma Rousseff disse o seguinte a Renan Calheiros: "Quero acabar com essa agonia".

O Brasil quer.

A pergunta sobre “novas eleições” que a Folha deveria ter feito

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A extrema-esquerda anda indignada com uma pesquisa do Datafolha que mostrou que apenas 3% das pessoas querem novas eleições. Segundo os petistas (e seus aliados do PSOL), os números seriam bem diferentes: 62%. Será mesmo? Antes, veja a análise do…Leia mais ›
Quem leu na ConJur a reportagem de Marcos de Vasconcellos sobre o Projeto de Lei 867/2015 — que inclui entre as diretrizes e bases da educação nacional o Programa Escola sem Partido — não corre o menor risco de entender o que está em discussão no Congresso Nacional.

Será que a União Europeia Não é Mesmo Capaz de Guardar as Suas Fronteiras?



A afirmação de Rui Ramos transcrita acima é uma mentira descarada. Os países da UE têm capacidade que chega e sobra para guardarem as suas fronteiras. Simplesmente não as guardam porque as elitescosmopolitas que estão no poder, recusam-se a proteger as fronteiras dos seus países. A Turquia e Erdogan são apenas uma desculpa utilizada pelos líderes europeus, com Merkel à cabeça, de forma a tentarem esconder a verdade dos seus povos. Podem enganar e realmente enganam muita gente, mas a mim não me enganam de certeza. 

Os países europeus não precisam da Turquia para nada e sãoperfeitamente capazes de proteger adequadamente as suas fronteiras, isto se houver vontade política nesse sentido"Pode-se mesmo acreditar que a União Europeia, através da Agência Espacial Europeia, seja capaz de conceber e colocar satélites em órbita, mas que simultâneamente não seja capaz de encerrar e proteger a fronteira sul da Europa? 



Nada do que se está a passar na Europa acontece ao acaso e o objectivo disto tudo é muito claro: arrasar a Europa, principalmente as nações europeias, de forma a abrir o caminho para um governo mundial totalitário. É neste sentido que a imigração em massa funciona como uma arma de destruição e conquista da elite mundialista, pois visa quebrar a homogeneidade social das nações europeias, corroer os seus pilares identitários e aumentar os conflitos sociais dentro das mesmas, tudo de acordo com a antiga fórmula de "dividir para reinar". A Europa está a ser assassinada por filhos da puta e os filhos da puta sabem muito bem o que estão a fazer. 

João José Horta Nobre
20 de Julho de 2016