Demência ou hereditariedade idiotizada
Hitler faria um enorme sucesso no Brasil, o povo brasileiro gosta dessa gente mentalmente desequilibrada, que mata por prazer, que discursa bonito com gestos espalhafatosos, que se acha pai dos pobres, que se associa com bandidos, que rouba, que mente, que se acha salvador do mundo, essa entre outras as razões porque o povo vota no Lula e no pessoal dele. Esse comportamento, essa maneira de ser não é nova, vem acontecendo historicamente, com outras figuras com perfis semelhantes, como é o caso de Getúlio Vargas, Brizola e um bando de lixo político. Esse comportamento esdruxulo, irracional nos leva a acreditar que uma parcela considerável do povo brasileiro sofre de demência coletiva ou resultante de uma hereditariedade idiotizada, provocado por genes defeituosos.
Para melhor entender essa preferência de brasileiros por um ladrão condenado, vamos recorrer ao fenômeno político Hitler. Até hoje a devoção da maioria de alemães tiveram por Hitler não encontra explicação racional. Hitler deve ter tido um efeito carismático estonteante para atrair tanta gente. Não se sabe quanto disso faz parte do seu magnetismo pessoal, quanto é da atração das massas pelo poder e quanto é do mito que se erigiu à sua volta, do personagem obscuro e fracassado que chegou ao topo do poder. Não há nada que permaneça como legado positivo dos anos de Hitler no poder. Seu estilo de administração não serviu de modelo para ninguém. A economia era predatória por natureza, inflada pelos gastos de guerra e dependente em grande parte do trabalho de escravos obtidos nos territórios conquistados. Seu único legado talvez seja a lição do que não deve ser feito.

Artigo de Armando Soares
Amanhã, em Libertatum

Artigo de Armando Soares
Amanhã, em Libertatum
Sempre saltou-me a vista a criação arbitrária ou fantasiosa de “modelos de valor consensual” mesmo que nestes nenhum valor de fato exista. Um surrealismo moral. Este fato se desenvolve da seguinte forma: um grupo de indivíduos passa a valorizar determinado comportamento, exibindo tal procedimento como característica consagradora dos que o adotam como item de sua escala moral. Na periferia de tal grupo todos observam a anuência eloquente dos integrantes do grupo em triunfante exibicionismo sobre o valor do item moral, alardeado com ostensivo apoio grupal.
ResponderExcluirTodos percebem a louvação mútua no grupo, como se os integrantes sinceramente se reconhecessem superiores aos demais não irmanados. Logo, os inseguros sedentos de valor postiço tendem a imitar o tal comportamento e adotam a escala moral de tal espalhafatoso grupo corporativo, seja tentando repetir em si as sensações que lhe exibem os integrantes, seja para obter seu apoio ou apenas para exibir a outros a aparência triunfante como integrante de tal grupo,. Tentando convencer a platéia sobre o valor que “se atribui” para, pelo menos, “sentir” através desta platéia que pretende iludir.
- A moda é modalidade desta insânia, pura estupidez, plenamente irracional, onde o indivíduo toma por referência a aparência do meio externo ostentado, induzindo sua mente a valorizar o que pressupõe que lhe atribuirá valor no meio social.
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Muitos indivíduos que não trocam galanteios entre si, sentem-se atraídos pelo clima corporativo do grupo e querem irmanarem-se para obter as honrarias morais que o grupo reivindica dos demais. Adotam tais itens morais em seus discursos e sentem-se implicitamente reconhecidos em seu mérito, ou “valor social”, segundo a opinião propagandeada pelo grupo.
Algo como na GENIAL estória, onde o rei se “veste” com roupas “só percebidas pelas melhores pessoas”. Assim, todos que querem se exibir integrantes do grupo “dos melhores”, ostentam anuência para com a beleza das “roupas” do rei.
Na estória todos parecem acreditar que os outros realmente as vejam. Então cada um tenta esconder dos demais, e até de si, que não pertencem a “elevada classe” por não verem roupa alguma. Despertos de seu transe quando alguém grita “o rei está nu!”.
Na realidade as coisas não são tão simples, até porque nem todos conseguem acreditar que as “belas roupas” existam (ou os bons sentimentos existam), exibindo sua anuência apenas por OPORTUNISMO, pouco importando-se com a realidade do fato e tão pouco com a própria opinião. Assim, no mundo real, tão logo alguém grite que “o rei está nu!”, outro grita que uma “má pessoa” se revelou. Todos então encontram o referencial de “inferioridade” que tanto almejavam para sentirem-se superiores; encontraram um dos “piores” que confirma a superioridade dos “melhores” na apoteose BINÁRIA (maniqueísta). Assim os interessados mais reforçam a idéia de que só os melhores percebem as tais “belas roupas” e que eles as percebem.
A coisa só se complica se o número dos “piores que gritam” (visibilidade) aumenta, pois isto aterroriza os que se querem consensualmente reconhecidos como “melhores”, respaldados no maior ou mais ostensivo consenso. Como se tal definisse a “verdade” que os consagra, ante o silêncio em contrário. Daí o DESEJO dos ideológicos por CALAR os CÉTICOS e sobretudo os CRÍTICOS.
Quando indivíduos se encontram na companhia anuente de seus pares, tendem a alhearem-se da própria razão, ou consciência, substituindo-a pela “consciência coletiva” do grupo no qual se apoiam. Como se este fosse uma entidade superior ao indivíduo. Preferem então a anuência grupal em detrimento da própria consciência. Perdendo até a noção do ridículo.
O Bife.
ResponderExcluirDois amigos se encontraram e combinaram um almoço. Chegado o dia, sentados a mesa, trocaram gentilezas oferecendo um ao outro o privilégio de servi-se primeiro, após algumas ofertas de parte a parte um deles resolveu servir-se, escolhendo para si o melhor bife. Imediatamente, após servir-se do bife, foi surpreendido por um olhar irado de seu amigo, que logo sentenciou:
- “Como você é mal educado e egoísta! só pensa em si mesmo, criatura repugnante, aproveitou-se do privilégio de escolher primeiro e pegou para si logo o melhor bife.”
O outro ainda um pouco surpreso perguntou:
- “Se você escolhesse primeiro, qual bife escolheria?”
Prontamente o primeiro respondeu:
- “É claro que eu escolheria o pior bife, não sou egoísta nem aproveitador.”
No que o outro concluiu:
- “Então não entendo porque se chateou tanto, afinal o pior bife ficou para você, como você mesmo escolheria se tirasse primeiro.”
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Bem, esta pequena estória, em poucas linhas, permite investigar e descobrir sobre as profundezas da mente humana, aquilo que necessitaria de várias páginas, dezenas ou até centenas para ser descrito. Quem analisa-la a fundo, bem como ao mundo que habitamos, talvez possa compreender melhor tudo que nos cerca.
É para pensar, ... não é ?
Infelizmente hibernaram os contos e as fábulas, que tanto transmitiam induzindo a reflexão. Foram um meio simples de transmitir pensamentos complexos. Fzem muita falta nestes tempos de “intelectuais”, “dialéticas”, “espírito critico” e “sujeito objeto”. ...rsrs
...e até de “povo popular como ator num recorte do cotidiano capitalista rumo à cidadania cidadã para agregar valor numa sociedade com justiça social mais igualitária de combate ao imperialismo yankee e ao lucro pela paz e solidariedade num Estado voltado para o bem estar social na defesa dos pobres e minorias”...
...apesar de os ricos serem minoria, não são defendidos pelos heróicos salvadores de mundos, dos fracos e dos oprimidos...
Aliás, fracos e oprimidos que são, pelos “heróicos guerreiros salvadores”, multiplicados para melhor se glorificarem em sua “bravura”.
De fato são os “defendidos” que defendem os “guerreiros”, como podemos constatar com LINDBERG e GLEISI clamando para que os “defendidos” saiam as ruas e dêem seu sangue pelo “líder guerreiro”.