quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Demência ou hereditariedade idiotizada

Por Armando Soares 


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                Hitler faria um enorme sucesso no Brasil, o povo brasileiro gosta dessa gente mentalmente desequilibrada, que mata por prazer, que discursa bonito com gestos espalhafatosos, que se acha pai dos pobres, que se associa com bandidos, que rouba, que mente, que se acha salvador do mundo, essa entre outras as razões porque o povo vota no Lula e no pessoal dele. Esse comportamento, essa maneira de ser não é nova, vem acontecendo historicamente, com outras figuras com perfis semelhantes, como é o caso de Getúlio Vargas, Brizola e um bando de lixo político. Esse comportamento esdruxulo, irracional nos leva a acreditar que uma parcela considerável do povo brasileiro sofre de demência coletiva ou resultante de uma hereditariedade idiotizada, provocado por genes defeituosos.

                Para melhor entender essa preferência de brasileiros por um ladrão condenado, vamos recorrer ao fenômeno político Hitler. Até hoje a devoção da maioria de alemães tiveram por Hitler não encontra explicação racional. Hitler deve ter tido um efeito carismático estonteante para atrair tanta gente. Não se sabe quanto disso faz parte do seu magnetismo pessoal, quanto é da atração das massas pelo poder e quanto é do mito que se erigiu à sua volta, do personagem obscuro e fracassado que chegou ao topo do poder. Não há nada que permaneça como legado positivo dos anos de Hitler no poder. Seu estilo de administração não serviu de modelo para ninguém. A economia era predatória por natureza, inflada pelos gastos de guerra e dependente em grande parte do trabalho de escravos obtidos nos territórios conquistados. Seu único legado talvez seja a lição do que não deve ser feito.

                O registro histórico mostra que um dos principais fatores para a ascensão de Hitler era a paixão de seus discursos, capaz de levar ouvintes às lágrimas. Uma amostra de sua retórica, de capacidade de sofismar, de costurar uma argumentação capciosa e fim de fortalecer seus pontos está no trecho abaixo, retirado de um pronunciamento de 1927, feito em Nuremberg:

                “Se alguém o chamar de imperialista, pergunte a ele: você não quer ser um? Se disser não, então nunca poderá ser pai, porque aquele que tem um filho precisa se preocupar com o pão de cada dia. Mas, se você fornece o pão de cada dia, então é um imperialista. O nosso objetivo deve ser formar uma semente que irá crescer constantemente, ganhando energia e força para o grande objetivo. Àquele a quem os céus deram a grandeza de decidir, eles também deram o direito de dominar”.

                Voltemos ao nosso Hitler brasileiro, ou seja, ao nosso Lula. Quem vota e admira Lula, vota e o admira por que? Porque fez um bom governo e não roubou ou deixou roubar? Por seu magnetismo pessoal, efeito carismático estonteante? Por conta de considera-lo um mito, um herói que realizou coisas extraordinárias em favor do Brasil e de seu povo? Por seus discursos cheios de sofismas, com argumentação capciosa? Se não existe nenhuma razão para alguém votar no Lula, uma vez que provado está que ele e seu pessoal destruíram o Brasil e jogaram a maioria do seu povo na mendicância, só se pode concluir que votar no Lula é sintoma de desequilíbrio mental ou no mínimo incapacidade de avaliar racionalmente o que é bom ou ruim. O legado de Lula, se resume a dor, sofrimento, roubo, desordem, subdesenvolvimento e morte, quem aprova isto é anormal.

                O mundo criado por Lula é um mundo depravado, sem misericórdia e bondade, povoado preferencialmente por usurpadores, oportunistas, corruptos, traidores que sugaram a força do povo iludindo os ignorantes. Lula jogou no lixo as tradições brasileiras e abriu as portas do governo para o saque.

                Como aconteceu com o povo alemão que se rendeu ao discurso apaixonante, ao mito e colocou no governo um desequilibrado mental, responsável pela destruição de Alemanha e a morte de milhões de alemães, judeus e outras raças, o mesmo já está acontecendo com o povo brasileiro que entregou o poder a Lula, e está inclinado a entregar-lhe novamente para que continuem a roubar e terminem de destruir o país. A se confirmar esse desastre, fica patente que grande parte do povo brasileiro é um povo mau e desprezível, estúpido, pusilânime, idiota e doentio.

                O discurso do presidente Donald Trump no “State of the Union”, serve para mostrar a imensa distância que nos separa da América de Trump ao de Lula, Getúlio Vargas, FHC e outras peças humanas politicamente podres. Serve também para expor a irresponsabilidade da imprensa brasileira que noticia inverdades quando se refere ao presidente americano, tentando transforma-lo num político irresponsável, num palhaço sem competência para administrar o país mais desenvolvido e poderoso do mundo, esquecendo que atuam no Brasil “last”, administrado por bandidos e políticos imorais desprovidos de qualquer responsabilidade. O comportamento da imprensa brasileira não surpreende, sua postura de apoio a governantes do quilate de FHC, Lula, Dilma, ao que mais podre surgiu na política brasileira nesses últimos trinta anos, uma demonstração de sua pequenez. Apoio a esses políticos demonstra a imaturidade, incompetência e desonestidade da imprensa e do povo brasileiro, que entregou o destino do Brasil ao que de pior podia existir na política.

                Escolhas como essas levaram o mundo a guerras fratricidas e imundas, tendo destaque a promovida por Hitler, um monstro adorado por povo alemão considerado culto, mas que pagaram caro por sua escolha irresponsável, exemplo que deveria por a antena ligada dos brasileiros para escolha como a de Lula, PT e partidos comunistas, que já demonstraram exaustivamente que são desonestos, incompetentes e apátridas, não tem e nunca terão nacionalidade, podendo levar o Brasil para o precipício com facilidade.

                Infelizmente, não podemos abrir o peito e dizer como disse o presidente americano que tem orgulho naquilo que são e por aquilo que lutam. Neste momento brasileiro, não temos orgulho naquilo que somos, ou seja, uma nação desgraçada por bandidos, socialista e comunistas da pior espécie e sustentada por uma parcela do povo desgraçadamente simpático e essa fraternidade de facínoras.


Armando Soares – economista

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