Forças contrárias ao Desenvolvimento da Amazônia
Os países espalhados pelo mundo têm grande dificuldades em se manterem vivos e desenvolvidos na época tumultuada em que vivemos. No Brasil, além das dificuldades que os outros países enfrentam, o país vem sofrendo sistematicamente ataques internos e externos que impossibilitam o seu desenvolvimento e qualidade de vida dos brasileiros, especialmente em regiões ricas, mas subdesenvolvidas, como a Amazônia.
Os ataques internos que obstaculizam o desenvolvimento da Amazônia estão representados pela tentativa de comunizar o país por um lado e de domínio da região por estrangeiros por outro lado, objetivos que contam com apoio de setores de igreja católica, do ministério público federal e estadual, pela justiça federal e estadual, pela Central Única dos Trabalhadores, pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, pela Comissão Pastoral da Terra – CPT, pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, pelos chamados direitos humanos, pelo Banco Mundial, pela ONU, pela mídia brasileira e internacional, pelo governo brasileiro através de sua política ambiental e os seus órgãos ministério do meio ambiente, ministério da reforma agrária, Fundação Nacional do Índio – FUNAI, por ONGs, e pelo baixo nível cultural do povo brasileiro.
Desenvolver uma região ou mesmo um país com um cenário contaminado por indivíduos com alto grau de nocividade é tarefa impossível, e caso o governo force um desenvolvimento despejando dinheiro, o resultado esperado é da pior espécie, o que justifica ter a região elevado nível de corrupção generalizada, aumento da pobreza, baixo índice cultural, favelização dos municípios, doenças de massa, crescimento do comércio de drogas, crimes e o subdesenvolvimento anacrônico.

Artigo de Armando Soares
Amanhã, em Libertatum

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