sábado, 21 de janeiro de 2017

Trump só Precisa de Nos Ajudar a Rebentar Com a União Europeia - Isso Para Mim Basta



O principal motivo que me levou praticamente desde o início a declarar abertamente o meu apoio ao Presidente Trump, foi o facto de eu ter percebido desde muito cedo que Trump, se chegasse à Casa Branca, poderia e pode potencialmente vir a ser a pior coisa que já aconteceu à União Europeia. 

O ódio exacerbado que as elites judaicas lhe dedicaram a rodos por intermédio dos media por si controlados. A permanente campanha de difamação. Todas as insídias e mais algumas. Não, isto não é normal. Não é normal as elites judaicas atacarem alguém assim, salvo se as mesmas sentirem que esse mesmo alguém poderá constituir uma potencial ameaça à sua imensa influência no Mundo da banca, dos media e da política - os três eixos do poder do Supremacismo Judaico. Foi este o motivo principal que me levou a torcer por Trump e a remar contra a maré politicamente correcta, que tristemente grassa entre a intelectualidade reinante da Europa Ocidental. 

Trump até pode não cumprir mais de metade do que prometeu. Pode mentir, pode fugir aos impostos, pode apalpar pussy's como quem apalpa papaias num mercado de fruta, que a mim isso pouco ou nada me interessa. O que me interessa, isto sim, é que Trump nos ajude a cavar a sepultura da União Europeia. Como eu já expliquei inúmeras vezes em outros textos meus, a União Europeia constitui a pedra angular não só do projecto mundialista em curso, mas do próprio regime abrilino, que desde 1974 sequestra Portugal através de mentiras e permanentes lavagens cerebrais ao povo. Destruir a União Europeia, é portanto um passo essencial para se destruir o regime de Abril e os partidos do assim chamado "arco do poder" em Portugal. 

Eu, mais do que muitos europeus, estou especialmente habilitado para falar sobre os Estados Unidos, a sua cultura e a sua psicologia social. Isto porque lá passei uma parte substancial da minha vida e lá estudei. O inglês foi a primeira língua que aprendi a ler e a escrever e ainda hoje, a minha base cultural é de certa forma mais anglo-saxónica do que portuguesa, especialmente no que diz respeito à literatura. Os meus leitores já devem de ter reparado que eu faço inúmeras referências a fontes e autores norte-americanos. Obviamente que não é ao acaso... Por fim e nunca escondi isto, estou ligado por laços de sangue aos Estados Unidos, País onde tenho um irmão americano que é militar e presta serviço nos Marine Corps. Posso portanto dizer que os Estados Unidos são o meu País irmão... literalmente. Porém, nada disto alguma vez foi ou será um obstáculo à minha permanente e contínua defesa de Portugal e sim, continuo a preferir mil vezes mais um bom Bacalhau à Gomes de Sá, a um hambúrguer americano, por mais saboroso que este último também possa e pode, de facto, ser.

João José Horta Nobre




Fonte: História Maximus

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