quarta-feira, 23 de março de 2016

Os roubos no seu salário (3) – Sindicatos e associações de classe

Sindicatos e associações de classe e os roubos no seu salário
Esse dinheiro era para ser de todos trabalhadores assalariados

A farra dos sindicatos e das 

associações de classe é feita 

com o dinheiro roubado de 

seu salário.


Finalizando essa pequena série, 
falemos agora do famigerado 
imposto e contribuição 
assistencial aos sindicatos
que nada tem de contribuição 
porque não é de fato, 
uma escolha. 
Você simplesmente 
é obrigado a pagar um dos dois ou ambos, seja através do pagamento mensal ou através 
do desconto em um mês do ano do valor referente a um dia de seu trabalho. Inspiração 
claramente fascista. Em algumas profissões existe a possibilidade de “trocar” esse roubo 
por outro: o pagamento anual da associação de classe. Ou seja, o que é alterado são 
apenas os larápios que 
recebem, sem nenhum esforço,
 o seu dinheiro, deixando ainda mais evidente a ineptocracia que vivemos. 
Para esse “imposto”, o valor monetário não é tão vultoso quanto os valores 
comentados nas postagens sobre o FGTS ouINSS, mas o valor moral da sua cobrança 
é ainda pior.
Os sindicatos são uma das associações mais perversas que existem em nosso país. 
São formados por uma burocracia sustentada pelos roubos nas rendas de cada 
assalariado e, mesmo assim, são legitimados pelo Estado. Um câncer para o país 
em processo de avançada metástase desde o início do governo petista, sempre 
posicionam-se contra a produtividade e a justiça meritória. 
A essência de sua doutrina resume-se à colocar os assalariados como vítimas 
indefesas em função da “exploração dos capitalistas”, e promovem, 
para seu próprio benefício, a dependência total de seus associados perante à si próprios. 
Já convivi com líderes sindicais, e a maioria possui uma moral podre, como aceitar 
como moedas de troca, dinheiro para não promover greves.

Nem mesmo aos trabalhadores eles são úteis. Seus conceitos arcaicos do funcionamento 
da economia faz com que o mercado encontre-se cada vez mais engessado, prejudicando 
tanto a empresa quanto os próprios assalariados. Os sindicalistas desconhecem a relação 
da produtividade com o aumento do investimento, o qual necessita de menores gastos 
governamentais e consequente reduções de impostos, para resultar ao final uma diminuição
 de preços dos produtos, que beneficiariam toda a classe com menor poder econômico. 
São assim, totalmente ignorantes quanto às leis da economia. Para aprofundamento, 
veja esse artigo da página do Mises.

Nas associações de classe não é diferente. Primeiramente, elas (com alguma 
exceção da OAB, que seleciona seus associados através de um exame) não 
legitimam o profissional formado a exercer sua profissão. Este, após ter sido aprovado 
em seu curso já tem o direito pleno e natural ao trabalho. É vergonhoso o conceito de 
que o recém-formado só possui esse direito quando lhe é extorquido o montante anual 
para a associação. No que isso torna o profissional apto ou não apto? Além disso, 
quando essas associações tentam defender um determinado monopólio limitando a 
atuação do recém-formado, batem de encontro com outras associações, prejudicam o 
processo dinâmico de oferta e demanda do mercado e não concedem liberdade 
e independência para os profissionais decidirem em qual área deseja trabalhar. 
É mais uma forma de cultivar a dependência dos demais para legitimar sua própria 
existência.

Você conhece pessoas que realmente acham que essas entidades as beneficia? Como 
podem obter benefícios quando são essas mesmas entidades que solapam o seu direito, 
único e inalienável, de vender o seu trabalho de acordo com o seu próprio desejo? 
Quando que sairão desse cabresto ideológico e renascerão como cidadãos 
verdadeiramente livres?

Veja as duas primeiras postagens dessa pequena série:
Os roubos no seu salário (Parte 1) - O FGTS e o confisco de seu dinheiro
Os roubos no seu salário (Parte 2) – O INSS e a falência do sistema

Nessas postagens, o desconto do Imposto de Renda, não foi contemplado, uma vez que 
a motivação de sua cobrança nada tem de camuflagem: você o paga claramente para 
sustentar o paquiderme estatal em toda sua eficiência, eficácia e valores morais.

Para mais textos sobre liberdade e política, clique aqui.



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