Os roubos no seu salário (3) – Sindicatos e associações de classe
![]() |
| Esse dinheiro era para ser de todos trabalhadores assalariados |
A farra dos sindicatos e das
associações de classe é feita
com o dinheiro roubado de
seu salário.
Finalizando essa pequena série,
falemos agora do famigerado
imposto e contribuição
assistencial aos sindicatos,
que nada tem de contribuição
porque não é de fato,
uma escolha.
Você simplesmente
é obrigado a pagar um dos dois ou ambos, seja através do pagamento mensal ou através
do desconto em um mês do ano do valor referente a um dia de seu trabalho. Inspiração
claramente fascista. Em algumas profissões existe a possibilidade de “trocar” esse roubo
por outro: o pagamento anual da associação de classe. Ou seja, o que é alterado são
apenas os larápios que
recebem, sem nenhum esforço,
o seu dinheiro, deixando ainda mais evidente a ineptocracia que vivemos.
Para esse “imposto”, o valor monetário não é tão vultoso quanto os valores
é ainda pior.
Os sindicatos são uma das associações mais perversas que existem em nosso país.
São formados por uma burocracia sustentada pelos roubos nas rendas de cada
assalariado e, mesmo assim, são legitimados pelo Estado. Um câncer para o país
em processo de avançada metástase desde o início do governo petista, sempre
posicionam-se contra a produtividade e a justiça meritória.
A essência de sua doutrina resume-se à colocar os assalariados como vítimas
indefesas em função da “exploração dos capitalistas”, e promovem,
para seu próprio benefício, a dependência total de seus associados perante à si próprios.
Já convivi com líderes sindicais, e a maioria possui uma moral podre, como aceitar
como moedas de troca, dinheiro para não promover greves.
Nem mesmo aos trabalhadores eles são úteis. Seus conceitos arcaicos do funcionamento
da economia faz com que o mercado encontre-se cada vez mais engessado, prejudicando
tanto a empresa quanto os próprios assalariados. Os sindicalistas desconhecem a relação
da produtividade com o aumento do investimento, o qual necessita de menores gastos
governamentais e consequente reduções de impostos, para resultar ao final uma diminuição
de preços dos produtos, que beneficiariam toda a classe com menor poder econômico.
São assim, totalmente ignorantes quanto às leis da economia. Para aprofundamento,
veja esse artigo da página do Mises.
Nas associações de classe não é diferente. Primeiramente, elas (com alguma
exceção da OAB, que seleciona seus associados através de um exame) não
legitimam o profissional formado a exercer sua profissão. Este, após ter sido aprovado
em seu curso já tem o direito pleno e natural ao trabalho. É vergonhoso o conceito de
que o recém-formado só possui esse direito quando lhe é extorquido o montante anual
para a associação. No que isso torna o profissional apto ou não apto? Além disso,
quando essas associações tentam defender um determinado monopólio limitando a
atuação do recém-formado, batem de encontro com outras associações, prejudicam o
processo dinâmico de oferta e demanda do mercado e não concedem liberdade
e independência para os profissionais decidirem em qual área deseja trabalhar.
É mais uma forma de cultivar a dependência dos demais para legitimar sua própria
existência.
Você conhece pessoas que realmente acham que essas entidades as beneficia? Como
podem obter benefícios quando são essas mesmas entidades que solapam o seu direito,
único e inalienável, de vender o seu trabalho de acordo com o seu próprio desejo?
Quando que sairão desse cabresto ideológico e renascerão como cidadãos
verdadeiramente livres?
Veja as duas primeiras postagens dessa pequena série:
Os roubos no seu salário (Parte 1) - O FGTS e o confisco de seu dinheiroOs roubos no seu salário (Parte 2) – O INSS e a falência do sistema
Nessas postagens, o desconto do Imposto de Renda, não foi contemplado, uma vez que
a motivação de sua cobrança nada tem de camuflagem: você o paga claramente para
sustentar o paquiderme estatal em toda sua eficiência, eficácia e valores morais.
Para mais textos sobre liberdade e política, clique aqui.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Olá! Seja benvindo! Se você deseja comunicar-se, use o formulário de contato, no alto do blog. Não seja mal-educado.