Uma humilde defesa da liberdade e da não-intromissão de políticos e burocratas em nossas vidas
A justificativa para a liberdade humana não é que somos tão sábios e sensatos ao ponto de sermos capazes de gerir nossas próprias vidas perfeitamente bem,
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mas sim que não somos tão sábios e sensatos individualmente, e que a única maneira de nos tornarmos mais sábios e sensatos é aprendendo uns com os outros.
Tal aprendizado requer liberdade para inovar e liberdade para imitar. E deve envolver algum tipo de processo confiável que seja um indicador de sucesso. Nenhum de nós sabe o bastante para gerir nossas próprias vidas impecavelmente, e nem muito menos para gerir as dos outros. E é exatamente por isso que precisamos de liberdade — principalmente liberdade econômica — para experimentar, acertar, errar, ser bem-sucedido, fracassar e imitar os outros para aprimorar.
O argumento em prol da liberdade não parte da premissa de que os indivíduos são altamente racionais e capazes de sempre tomaram as decisões ótimas. Ao contrário, ele parte da humilde crença que reconhece que temos limites reais à nossa racionalidade.

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