Há alguns dias o filósofo Luiz Felipe Pondé respondeu à pergunta: “Pobre pode ser de Direita?” Ele iniciou dizendo acreditar que os pobres são mais de Direita do que de Esquerda, pois o fato de precisarem trabalhar os torna mais responsávei... Ler
O que tem de curioso neste artigo é o silencio sobre o papel das ideias. O que torna os "pequenos burgueses" ativistas da causa proletária são as ideias marxistas, uma teoria essencialmente conspirativa. O homem age de acordo com as ideias. É fácil ver o indivíduo, difícil é notar as ideias. É e sta que é a dificuldade maior de quem se propõe combater a tal de "esquerda". Se você não conhece o que está combatendo você pode dar é com os burros n'água. Mas lembre-se não falo do marxismo que ensinam nas escolas e universidades. Este marxismo é confuso, complicado, estéril, maçante e quase sempre é esquecido depois das aulas. O que eles lembram o tempo todo é aquele marxismo que lhes são transmitidos diariamente pela mídia, que todo momento martela em seu ouvido e já vem "mastigados" em pequenas porções de noticias, propagandas e manchetes sensacionalistas. A nossa era é a era do socialismo. Ele está no ar. Esse tipo de enfoque que vê o indivíduo e não vê as ideias tem o defeito de desperdiçar a energia daqueles que se propuseram combater este insidiosa teoria. O seu ataque fica a desejar. Atacam o inimigo errado e terminam acertando no próprio pé. Os militares tentaram, nas jornadas de 1964, de combater esse inimigo insidioso. Cometeram o mesmo erro que ninguém até hoje aprendeu: combater o indivíduo e não as ideias do individuo. Foram até mais ousados usando fuzis. Só que ideias se combatem com ideias. Tiros de fuzil e ataque de baioneta são inócuos. E por conta disso, possivelmente uma falha em seu combate, vai-se assistindo este desfile de experimento de socialismo que não acaba mais. Sai um tipo e entra outro. E a fase em que nos encontramos é a da guerra de todos contra todos: negro contra negros quando alguns não concordam com as teses dos outros negros socialistas; índios contra branco que lutam contra branco e contra índio que não querem ser índios; o mesmo com os gays, lésbicas e etc. O cara pergunta: porque isso, o que é que é isso, como aconteceu, porque chegamos a tanto? A explicação é simples. Desde quando se consolidou o Estado de Bem estar social e mais "políticas públicas" são exigidas para seu "aperfeiçoamento", as mais variadas camadas e setores da sociedade passaram a encarar como natural e de seu "direito", um suborno que costuma chamar de "bolsa", "subsídio", ou mesmo uma modalidade de "auxilio" ou mesmo aposentadoria. Este tipo de política de tirar de poucos para distribuir aos muitos é o que provoca a guerra de todos contra todos. Todos tem "direitos" que lhe foram negadas e que só o governo infinitamente bondoso lhes assegura e que por tais direitos estão decididos a irem às últimas consequências. A quem foi obrigado a "dar" experimenta um sentimento de indignação e revolta. E quem recebe experimenta uma continua sensação de degradação. E ambos se degradam. E se os intelectuais que deveriam esclarecer o fenômeno "enrolam" no meio de campo, as coisas tendem a beirar o desespero. O que leva os homens a este estado de coisa não é a suposta inata maldade humana, mas as ideias que despertam neles os sentimentos mais primitivos que eles colocam a serviço de algo que eles acham no seu julgamento a mais sublime causa. Precisa-se aprender a combater as ideias, pois se o homem muda de ideias ele muda também de atitude. A nossa época de socialismo se expressa na disputa entre o socialismo e o capitalismo, um assunto eminentemente econômico.
O que tem de curioso neste artigo é o silencio sobre o papel das ideias. O que torna os "pequenos burgueses" ativistas da causa proletária são as ideias marxistas, uma teoria essencialmente conspirativa. O homem age de acordo com as ideias. É fácil ver o indivíduo, difícil é notar as ideias. É e sta que é a dificuldade maior de quem se propõe combater a tal de "esquerda". Se você não conhece o que está combatendo você pode dar é com os burros n'água. Mas lembre-se não falo do marxismo que ensinam nas escolas e universidades. Este marxismo é confuso, complicado, estéril, maçante e quase sempre é esquecido depois das aulas. O que eles lembram o tempo todo é aquele marxismo que lhes são transmitidos diariamente pela mídia, que todo momento martela em seu ouvido e já vem "mastigados" em pequenas porções de noticias, propagandas e manchetes sensacionalistas. A nossa era é a era do socialismo. Ele está no ar. Esse tipo de enfoque que vê o indivíduo e não vê as ideias tem o defeito de desperdiçar a energia daqueles que se propuseram combater este insidiosa teoria. O seu ataque fica a desejar. Atacam o inimigo errado e terminam acertando no próprio pé. Os militares tentaram, nas jornadas de 1964, de combater esse inimigo insidioso. Cometeram o mesmo erro que ninguém até hoje aprendeu: combater o indivíduo e não as ideias do individuo. Foram até mais ousados usando fuzis. Só que ideias se combatem com ideias. Tiros de fuzil e ataque de baioneta são inócuos. E por conta disso, possivelmente uma falha em seu combate, vai-se assistindo este desfile de experimento de socialismo que não acaba mais. Sai um tipo e entra outro. E a fase em que nos encontramos é a da guerra de todos contra todos: negro contra negros quando alguns não concordam com as teses dos outros negros socialistas; índios contra branco que lutam contra branco e contra índio que não querem ser índios; o mesmo com os gays, lésbicas e etc. O cara pergunta: porque isso, o que é que é isso, como aconteceu, porque chegamos a tanto? A explicação é simples. Desde quando se consolidou o Estado de Bem estar social e mais "políticas públicas" são exigidas para seu "aperfeiçoamento", as mais variadas camadas e setores da sociedade passaram a encarar como natural e de seu "direito", um suborno que costuma chamar de "bolsa", "subsídio", ou mesmo uma modalidade de "auxilio" ou mesmo aposentadoria. Este tipo de política de tirar de poucos para distribuir aos muitos é o que provoca a guerra de todos contra todos. Todos tem "direitos" que lhe foram negadas e que só o governo infinitamente bondoso lhes assegura e que por tais direitos estão decididos a irem às últimas consequências. A quem foi obrigado a "dar" experimenta um sentimento de indignação e revolta. E quem recebe experimenta uma continua sensação de degradação. E ambos se degradam. E se os intelectuais que deveriam esclarecer o fenômeno "enrolam" no meio de campo, as coisas tendem a beirar o desespero. O que leva os homens a este estado de coisa não é a suposta inata maldade humana, mas as ideias que despertam neles os sentimentos mais primitivos que eles colocam a serviço de algo que eles acham no seu julgamento a mais sublime causa. Precisa-se aprender a combater as ideias, pois se o homem muda de ideias ele muda também de atitude. A nossa época de socialismo se expressa na disputa entre o socialismo e o capitalismo, um assunto eminentemente econômico.
O que tem de curioso neste artigo é o silencio sobre o papel das ideias. O que torna os "pequenos burgueses" ativistas da causa proletária são as ideias marxistas, uma teoria essencialmente conspirativa.
ResponderExcluirO homem age de acordo com as ideias. É fácil ver o indivíduo, difícil é notar as ideias. É e sta que é a dificuldade maior de quem se propõe combater a tal de "esquerda". Se você não conhece o que está combatendo você pode dar é com os burros n'água. Mas lembre-se não falo do marxismo que ensinam nas escolas e universidades. Este marxismo é confuso, complicado, estéril, maçante e quase sempre é esquecido depois das aulas. O que eles lembram o tempo todo é aquele marxismo que lhes são transmitidos diariamente pela mídia, que todo momento martela em seu ouvido e já vem "mastigados" em pequenas porções de noticias, propagandas e manchetes sensacionalistas. A nossa era é a era do socialismo. Ele está no ar.
Esse tipo de enfoque que vê o indivíduo e não vê as ideias tem o defeito de desperdiçar a energia daqueles que se propuseram combater este insidiosa teoria. O seu ataque fica a desejar. Atacam o inimigo errado e terminam acertando no próprio pé. Os militares tentaram, nas jornadas de 1964, de combater esse inimigo insidioso. Cometeram o mesmo erro que ninguém até hoje aprendeu: combater o indivíduo e não as ideias do individuo. Foram até mais ousados usando fuzis. Só que ideias se combatem com ideias. Tiros de fuzil e ataque de baioneta são inócuos.
E por conta disso, possivelmente uma falha em seu combate, vai-se assistindo este desfile de experimento de socialismo que não acaba mais. Sai um tipo e entra outro. E a fase em que nos encontramos é a da guerra de todos contra todos: negro contra negros quando alguns não concordam com as teses dos outros negros socialistas; índios contra branco que lutam contra branco e contra índio que não querem ser índios; o mesmo com os gays, lésbicas e etc.
O cara pergunta: porque isso, o que é que é isso, como aconteceu, porque chegamos a tanto?
A explicação é simples. Desde quando se consolidou o Estado de Bem estar social e mais "políticas públicas" são exigidas para seu "aperfeiçoamento", as mais variadas camadas e setores da sociedade passaram a encarar como natural e de seu "direito", um suborno que costuma chamar de "bolsa", "subsídio", ou mesmo uma modalidade de "auxilio" ou mesmo aposentadoria.
Este tipo de política de tirar de poucos para distribuir aos muitos é o que provoca a guerra de todos contra todos. Todos tem "direitos" que lhe foram negadas e que só o governo infinitamente bondoso lhes assegura e que por tais direitos estão decididos a irem às últimas consequências. A quem foi obrigado a "dar" experimenta um sentimento de indignação e revolta. E quem recebe experimenta uma continua sensação de degradação. E ambos se degradam. E se os intelectuais que deveriam esclarecer o fenômeno "enrolam" no meio de campo, as coisas tendem a beirar o desespero.
O que leva os homens a este estado de coisa não é a suposta inata maldade humana, mas as ideias que despertam neles os sentimentos mais primitivos que eles colocam a serviço de algo que eles acham no seu julgamento a mais sublime causa. Precisa-se aprender a combater as ideias, pois se o homem muda de ideias ele muda também de atitude. A nossa época de socialismo se expressa na disputa entre o socialismo e o capitalismo, um assunto eminentemente econômico.
O que tem de curioso neste artigo é o silencio sobre o papel das ideias. O que torna os "pequenos burgueses" ativistas da causa proletária são as ideias marxistas, uma teoria essencialmente conspirativa.
ResponderExcluirO homem age de acordo com as ideias. É fácil ver o indivíduo, difícil é notar as ideias. É e sta que é a dificuldade maior de quem se propõe combater a tal de "esquerda". Se você não conhece o que está combatendo você pode dar é com os burros n'água. Mas lembre-se não falo do marxismo que ensinam nas escolas e universidades. Este marxismo é confuso, complicado, estéril, maçante e quase sempre é esquecido depois das aulas. O que eles lembram o tempo todo é aquele marxismo que lhes são transmitidos diariamente pela mídia, que todo momento martela em seu ouvido e já vem "mastigados" em pequenas porções de noticias, propagandas e manchetes sensacionalistas. A nossa era é a era do socialismo. Ele está no ar.
Esse tipo de enfoque que vê o indivíduo e não vê as ideias tem o defeito de desperdiçar a energia daqueles que se propuseram combater este insidiosa teoria. O seu ataque fica a desejar. Atacam o inimigo errado e terminam acertando no próprio pé. Os militares tentaram, nas jornadas de 1964, de combater esse inimigo insidioso. Cometeram o mesmo erro que ninguém até hoje aprendeu: combater o indivíduo e não as ideias do individuo. Foram até mais ousados usando fuzis. Só que ideias se combatem com ideias. Tiros de fuzil e ataque de baioneta são inócuos.
E por conta disso, possivelmente uma falha em seu combate, vai-se assistindo este desfile de experimento de socialismo que não acaba mais. Sai um tipo e entra outro. E a fase em que nos encontramos é a da guerra de todos contra todos: negro contra negros quando alguns não concordam com as teses dos outros negros socialistas; índios contra branco que lutam contra branco e contra índio que não querem ser índios; o mesmo com os gays, lésbicas e etc.
O cara pergunta: porque isso, o que é que é isso, como aconteceu, porque chegamos a tanto?
A explicação é simples. Desde quando se consolidou o Estado de Bem estar social e mais "políticas públicas" são exigidas para seu "aperfeiçoamento", as mais variadas camadas e setores da sociedade passaram a encarar como natural e de seu "direito", um suborno que costuma chamar de "bolsa", "subsídio", ou mesmo uma modalidade de "auxilio" ou mesmo aposentadoria.
Este tipo de política de tirar de poucos para distribuir aos muitos é o que provoca a guerra de todos contra todos. Todos tem "direitos" que lhe foram negadas e que só o governo infinitamente bondoso lhes assegura e que por tais direitos estão decididos a irem às últimas consequências. A quem foi obrigado a "dar" experimenta um sentimento de indignação e revolta. E quem recebe experimenta uma continua sensação de degradação. E ambos se degradam. E se os intelectuais que deveriam esclarecer o fenômeno "enrolam" no meio de campo, as coisas tendem a beirar o desespero.
O que leva os homens a este estado de coisa não é a suposta inata maldade humana, mas as ideias que despertam neles os sentimentos mais primitivos que eles colocam a serviço de algo que eles acham no seu julgamento a mais sublime causa. Precisa-se aprender a combater as ideias, pois se o homem muda de ideias ele muda também de atitude. A nossa época de socialismo se expressa na disputa entre o socialismo e o capitalismo, um assunto eminentemente econômico.