SUJEIÇÃO DOS BRASILEIROS
Por Armando Soares
Gustavo Franco está lançando novo livro, sobre a história monetária brasileira. São várias moedas em poucas décadas, muitos zeros, muita hiperinflação, e muita, muita ignorância econômica. A história monetária brasileira mostra o tamanho da irresponsabilidade da desmoralizada república brasileira, e explica a razão de tanta falência de empresas provocada pelos zeros, hiperinflação e programas governamentais irresponsáveis. O mais grave e cruel dessa irresponsabilidade estatal é que além de provocar a falência da iniciativa privada, o Estado cobra de quem faliu impostos de toda a natureza. Uma ação própria de bandido, ou seja, o Estado quebra a empresa ou o negócio, tira toda possibilidade de receita ou lucro, e enquadra a empresa como sonegador. Caso a empresa ou o negociante busque a justiça para se defender tem que esperar no mínimo dez anos para uma decisão. Conclusão: quebra irreversível com reflexo na economia e no social. A lição que se tira desse exemplo é que em qualquer ângulo que se examine o Estado brasileiro, é o principal responsável por todos os problemas brasileiros.
Todo brasileiro sensato, sabe, por experiência própria, da nocividade do Estado como estruturado, entretanto, existe ainda uma forte sujeição do povo brasileiro a esse Estado nocivo e devorador do dinheiro do brasileiro. Diante dessa realidade chocante e inexplicável racionalmente, fica parecendo que gerações de brasileiros, depois do governo de Pedro II, foram catequisados a aceitar como verdade que o Estado foi criado para ser uma mãe caridosa a todos os brasileiros em suas necessidades, desde o pobre até o grande empresário. A partir dessa ideia imbecil todo mundo no Brasil, com raras exceções, se acha com direito de mamar nas tetas da nação brasileira, prática ou tradição idiota que enfraqueceu a tal ponto a saúde dessa “vaca leiteira” que provocou sua fraqueza e debilidade com risco de sua morte.

E-mail:
armandoteixeirasoares@gmail.com
Aproveitando essa
estrutura de um Estado social benemerente gastador, sem rumo, os comunistas e
socialistas se agarraram nessas tetas tendo à frente a ideias de Gramsci, um
italiano que passou o maior tempo de sua vida na cadeia pensando de que maneira
poderia utilizar um bando de idiotas para perturbar a vida dos outros,
ensinando de que forma a turba comunista pode se apropriar do poder sem dar um
único tiro, bastando colocar nas escolas e nas universidades professores idiotizados
com objetivo de contaminar a mente de várias gerações de jovens inocentes, o
que explica Lula, Dilma e PT no governo, e o capitalismo de quadrilha que
infestou o ambiente brasileiro.
Diante desse
perfil catastrófico, Lula, Dilma e o PT se apropriaram com facilidade do
Brasil, a mãe caridosa, e resolveram ser caridosos também com outros países com
o dinheiro do povo brasileiro, distribuindo via BNDES mais de 8 bilhões para
Cuba, Argentina, Equador, República Dominicana, Venezuela, Colômbia,
Moçambique, Nicarágua, Uruguai.
Essa
sem-vergonhice política imoral não tem fim enquanto o povo brasileiro não
reagir. Li, estupefato o programa do PSDB que se apresenta como se fosse um
simples estranho como se nunca estivesse na política brasileira. O mal do PSDB
é ter considerado o brasileiro como um idiota fácil de convencer, de enganar.
Deu-se muito mal. Tomado como exemplo de uma falsidade planejada, esse partido teve
a coragem de apresentar um programa à sociedade brasileira como se o passado
não existisse, passado que esconde um socialismo predador atrás de uma
democracia capenga e que vem enganando os brasileiros nesses últimos 30 anos.
Os destaques do programa apontam para a retomada do crescimento, o combate
a pobreza e desigualdade, o oferecimento de igualdade de oportunidades,
a eliminação de privilégios, prestação de serviços públicos adequados,
começando por educação, saúde e segurança, o fortalecimento da
Federação e a promoção do desenvolvimento regional, dar um choque
de capitalismo, dobrar a renda per capita em 20 anos, enxugar a
máquina estatal e reduzir a burocracia, facilitar o ambiente de
negócios, induzir o desenvolvimento, realizar reformas, realizar privatizações e concessões,
educação e saúde universais, e segurança, políticas
redistributivas, enfatizando a
emancipação dos atendidos, sustentabilidade, defesa do
parlamentarismo e do voto distrital misto, voto facultativo, reformas
das estruturas políticas, defesa de maior participação da sociedade,
redução de ministérios e aplicação de critérios de mérito para
servidores. A primeira pergunta que cabe é por que o PSDB enquanto nos
oitos anos de governo não realizou nada do que apresenta agora como programa de
um governo? O PSDB não pode mais esconder que é na
verdade, um partido ambientalista submetido ao comando de um governo global que
sob o comando do governo de FHC encheu a Amazônia de ONGs estrangeiras e
facilitou a criação de reservas indígenas que busca, com apoio internacional, a
criação de uma nação indígena na Amazônia, o que significa dizer confisco de
território.
O PSDB
apresenta no seu programa de governo a bandeira da sustentabilidade como “soft
power” natural do país. Mas, o que é “soft power”? Soft power (em
português, poder brando, poder de convencimento ou poder suave) é uma expressão
usada na teoria das relações internacionais para descrever a habilidade de um
corpo político - um Estado, por exemplo - para influenciar indiretamente o
comportamento ou interesses de outros corpos políticos por meios culturais ou
ideológicos. Em outras palavras, o PSDB reconhece que se submete ao poder
ambientalista internacional que está de mãos atadas ao governo mundial que
obriga aos países como o Brasil a abdicar de sua soberania.


O PSDB destaca
em seu programa a retomada do crescimento, o combate à pobreza e desigualdade,
o oferecimento de igualdade de oportunidades, isso tudo seria fácil de realizar
com facilidade se adotasse os ensinamentos de Adam Smith, um homem com boa
saúde mental que veio mostrar ao mundo que o desenvolvimento só seria possível
se houvesse total liberdade econômica para que a iniciativa privada pudesse se
desenvolver, sem a intervenção do Estado. A livre concorrência entre os
empresários regularia o mercado, provocando a queda de preços e as inovações
tecnológicas necessárias para melhorar a qualidade dos produtos e aumentar o
ritmo de produção. A teoria de Adam Smith foi de fundamental importância para o
desenvolvimento do capitalismo nos séculos XIX e XX. O PSDB e outros partidos
simpáticos ao comunismo e ao socialismo escolheram o caminho errado e não
conseguiram o crescimento. A diminuição da pobreza e a desigualdade se alcançam
seguindo Adam Smith e não Marx, diminuindo o tamanho do Estado e com o mercado,
tudo o mais se alcança por esse caminho, educação e saúde universais, e
segurança... O Estado como o PSDB ajudou a construir só pode dar alguma coisa
tirando do brasileiro. O estado tem que deixar o brasileiro ganhar o seu pão
com o suor do seu rosto, melhorando a educação para que haja produtividade.
O Estado criado por Ulisses Guimarães, FHC e outros socialistas e ambientalistas tem que ser destruído para permitir que surja um novo Estado mínimo que deixe a poupança nas mãos da iniciativa privada e não seja consumida pela dívida pública (80% do PIB); um Estado que deixe de exigir que as empresas levem 2.000 horas /ano para cumprir suas obrigações, e elimine as inseguranças para atrair empreendedores; que reduza os juros sem medo, pois seu efeito será espetacular na economia, que use nossas reservas para modernizar o país. O PSDB, PT e seus seguidores perderam a oportunidade de provar que o socialismo e comunismo têm algum valor, fracassaram, continuam velhos e tem que ser erradicados da política para permitir que o Brasil cresça e se desenvolva.
O Estado criado por Ulisses Guimarães, FHC e outros socialistas e ambientalistas tem que ser destruído para permitir que surja um novo Estado mínimo que deixe a poupança nas mãos da iniciativa privada e não seja consumida pela dívida pública (80% do PIB); um Estado que deixe de exigir que as empresas levem 2.000 horas /ano para cumprir suas obrigações, e elimine as inseguranças para atrair empreendedores; que reduza os juros sem medo, pois seu efeito será espetacular na economia, que use nossas reservas para modernizar o país. O PSDB, PT e seus seguidores perderam a oportunidade de provar que o socialismo e comunismo têm algum valor, fracassaram, continuam velhos e tem que ser erradicados da política para permitir que o Brasil cresça e se desenvolva.
Há um
comprometimento insano dos partidos brasileiros também com o desenvolvimento
sustentável, oriundo da ideologia comunista. O desenvolvimento sustentável é
uma falácia, mais do que uma utopia. Ninguém sabe dizer o que, de fato,
significa, na prática, “desenvolvimento sustentável”, ou “crescimento
sustentável”. Nenhum cientista, nenhum político, sabe como implementar o
“desenvolvimento sustentável” numa sociedade. Sim, porque, na realidade, o que
todo mundo sabe, mas não sabe como traduzir isso em termos viáveis, é que, no
fundo, no fundo, “crescimento sustentável” quer dizer “crescimento zero” e
eliminação dos “excessos” populacionais – o que, comumente costuma ser chamado
de “controle populacional”, “controle da natalidade”, ou “planejamento
familiar”.
Como explicar
isso para a sociedade? Pior: como justificar isso para o mundo? Como justificar
que o mundo tem que parar de crescer socialmente, economicamente,
tecnologicamente inclusive, com cortes populacionais? Todo mundo fala em
“desenvolvimento sustentável”, porque é politicamente correto falar disso hoje
em dia persuadido pela mídia mercantil, mas pouca gente sabe o que é. E quem
sabe, só sabe na teoria. Desenvolvimento sustentável tem haver muito com
“malthusianismo”. O economista e
demógrafo britânico Thomas Robert Malthus ficou conhecido sobretudo pela teoria
segundo a qual o crescimento da população tende sempre a superar a produção de
alimentos, o que torna necessário o controle da natalidade. Malthus propôs como forma de prever as
consequências nefastas do crescimento descontrolado (segundo ele,
característico das classes populacionais mais desfavorecidas) uma “restrição
moral”, que preconizava um casamento tardio e abstinência de relações sexuais
pré-maritais. O desenvolvimento tecnológico (maquinaria agrícola, por exemplo) tornou
este pensamento econômico pessimista obsoleto em poucos anos. O modelo de
desenvolvimento sustentável se aproxima da proposta socialista e condena o
modelo produtivo capitalista. É uma proposta de modelo irresponsável, pois não
mostra na prática como sustentar economicamente os países desenvolvidos e
desenvolver os subdesenvolvidos. Com a resistência dos EUA a ONU retirou as
restrições aos países desenvolvidos, sendo aceito pela comunidade internacional,
o que prova a ineficácia da proposta.
Impera em toda
parte no Brasil, com destaque na política, uma ideologia perversa introduzida
pelo socialismo e comunismo, na qual não há mais espaço para a verdade e para a
probidade. O Estado se tornou um sistema de patronagem amplo, ou seja, um
Estado essencialmente corporativista, onicompetente que destrói a independência
de todas as empresas, sejam elas micro, pequenas, médias e grandes, exceto as
multinacionais que tem poder demasiado e não se vergam ao Estado, antes usam o
Estado em seu benefício.
Conclusão de
todo esse imbróglio é que o Brasil está perdido, sem rumo e nas mãos de
políticos socialistas teóricos, incompetentes e desonestos.
Armando Soares – economista

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