segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

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Por que a democracia precisa de aristocracia


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Indivíduos qualificados escolhidos pelo povo
Nada é mais banal e clichê do que vituperar contra a noção de individualismo, e caluniá-la como sendo algo inerentemente pecaminoso e moralmente errado.  O "si próprio" passou a ser visto como um repositório de vergonha viva, culpa, ganância e atitudes anti-sociais.

Se as modernas democracias ocidentais quiserem sobreviver, elas terão de incorporar aquilo que sempre consideraram ser seu completo oposto: características aristocráticas (a visão de longo prazo).  E o termo "aristocrático" é aqui utilizado não no sentido de baronatos, linhagens e fortificações muradas, mas sim em seu original sentido filosófico, o qual foi muito bem resumido por ninguém menos que o poeta Lord Tennyson como significando "auto-respeito, auto-suficiência e auto-perpetuação".

Atualmente, a premissa básica do capitalismo foi revertida: os fins passaram a ser a coletividade, e a redistribuição passou a ser uma ética suprema, mais importante do que a proteção aos meios fundamentais de produção, que são o indivíduo, sua mente e sua capacidade. O igualitário se tornou o objetivo a ser almejado ao passo que o aristocrático — os tradicionais padrões éticos e morais, o planejamento de longo prazo e a perpetuação da geração — se tornou objeto de desprezo.
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