"Tem que regular as redes sociais!" Lula
O WathsApp e os promotores lambanceiros.
Por Ivan Lima
Desde que me entendo por estudante autodidata de direitos,
garantias individuais, constituições e código civis, sei que pena ou algo
similar não pode ultrapassar a pessoa (s) do investigado ou condenado. Esse não
parece ser o entendimento de determinados promotores que, por não terem
apetência nem colhões de determinar a apreensão e bloqueio de celulares de
gente investigada atinge o fornecedor do serviço e mais cem milhões de
brasileiros com o violento bloqueio por muitas horas o serviço de WathsApp.
Mas, se investigarmos um pouco mais apenas, vamos nos
deparar com algo que, para alguns, aparentemente pode nada ter a ver com o assunto:
direito de propriedade. Sim, pois num país cuja tradição é de violar a
propriedade e direitos individuais, o mau exemplo começa bem lá em cima, com os
doutos, - as vezes com apedeutas - e se espraia cá em baixo na ralé açulada pela doutrina da inveja
marxista disfarçada de “justiça social” que se põe a invadir e violar
propriedade privada urbana e rural. E, nesse sentido, já se deu até mais um passo
profundo em projeto para transformação em lei, quando, num eventual embate na
“justiça” a vítima deva ficar frente a frente com o invasor e o juiz designado,
com base em critérios de “necessidade social” decidirá com quem fica a
propriedade em questão...
Por isso, em terra que não se respeita na lei ou na bala (aos
eventuais invadidos é proibido armamento) a propriedade, tudo pode acontecer, inclusive esse
absurdo com a suspensão do serviço do WathsApp. Quem irá ressarcir o prejuízo
incalculável aos 100 milhões de usuários do aludido serviço? Os promotores
semideuses ou o Estado Deus todo poderoso, que alimenta, doutrina, e expande
toda espécie de imundície ideológica coletivista contra os cidadãos e seus
direitos e garantias individuais e de proprietários? Você já pensou se esses
promotores tivessem encarnado na figura do Elliot Ness na sua investigação para
pegar Alcapone? O que essa legião autoritária e má não teria perpetrado contra
os inocentes cidadãos americanos quando se visse sucessivamente frustrada por
falta de pistas para pegar o facínora?
Triste país o nosso...
Ivan Lima é publicitário.
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