A era da insanidade - um resumo das medidas surrealistas dos Bancos Centrais mundiais
A era do papel-moeda estatal não conversível em nada e lastreado apenas na confiança dos bancos centrais não para de se superar.
leia mais...
A era do papel-moeda estatal não conversível em nada e lastreado apenas na confiança dos bancos centrais não para de se superar.
Iniciado oficialmente em 1971, após o fim do vínculo do dólar ao ouro, o grande experimento dos bancos centrais tem gerado excessos recorrentes nos mercados financeiros e não há sinal algum indicando que cessará em breve.
Enquanto no Brasil não conseguimos vislumbrar a mais mínima chance de uma taxa de juros de apenas um dígito, os bancos centrais de países desenvolvidos enfrentam o dilema de taxas em zero ou até negativas — juros de um dígito, jamais, isso seria suicídio.
E nesse processo, o Federal Reserve (Fed), o Banco Central Europeu (BCE) e companhia descarregam munição pesada, inédita, sem precedentes
e tudo sem nenhum respaldo da teoria econômica, baseada unicamente no medo da deflação, de os
mercados derreterem e de o sistema eclodir.
O cataclismo financeiro que deve ser evitado a todo custo.
e tudo sem nenhum respaldo da teoria econômica, baseada unicamente no medo da deflação, de os
mercados derreterem e de o sistema eclodir.
O cataclismo financeiro que deve ser evitado a todo custo.
A seguir, 43 fatos surreais sobre o mundo atual gerado pelos Bancos Centrais mundiais.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Olá! Seja benvindo! Se você deseja comunicar-se, use o formulário de contato, no alto do blog. Não seja mal-educado.