quarta-feira, 15 de junho de 2016

A era da insanidade - um resumo das medidas surrealistas dos Bancos Centrais mundiais
por terça-feira, 14 de junho de 2016

quadros-de-salvador-dali-1.jpgA era do papel-moeda estatal não conversível em nada e lastreado apenas na confiança dos bancos centrais não para de se superar.
Iniciado oficialmente em 1971, após o fim do vínculo do dólar ao ouro, o grande experimento dos bancos centrais tem gerado excessos recorrentes nos mercados financeiros e não há sinal algum indicando que cessará em breve.

Enquanto no Brasil não conseguimos vislumbrar a mais mínima chance de uma taxa de juros de apenas um dígito, os bancos centrais de países desenvolvidos enfrentam o dilema de taxas em zero ou até negativas — juros de um dígito, jamais, isso seria suicídio.

E nesse processo, o Federal Reserve (Fed), o Banco Central Europeu (BCE) e companhia descarregam munição pesada, inédita, sem precedentes 
e tudo sem nenhum respaldo da teoria econômica, baseada unicamente no medo da deflação, de os 
mercados derreterem e de o sistema eclodir

O cataclismo financeiro que deve ser evitado a todo custo.

A seguir, 43 fatos surreais sobre o mundo atual gerado pelos Bancos Centrais mundiais.

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