sábado, 4 de junho de 2016

O funcionalismo público, a drenagem dos cérebros, e os efeitos deletérios sobre a iniciativa privada
por sexta-feira, 3 de junho de 2016
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Os reajustes salariais dos funcionários públicos, aprovados ontem pela Câmara dos Deputados, foram um tapa na cara dos mais de 11 milhões de desempregados que, além de não terem salários, terão de pagar ainda mais impostos para bancar os marajás.  

Após um aumento explosivo no número de falências, os empreendedores que ainda conseguem se manter no mercado, mas que mal estão conseguindo pagar suas contas, ainda serão obrigados a bancar essa humilhação.

A farra com o dinheiro público permitida pelo atual governo é coisa para Lula nenhum botar defeito.  A brincadeira custará R$ 58 bilhões nos próximos quatro anos.

Se estivessem realmente comprometidos com equilíbrio fiscal, Temer e Meirelles 
teriam de ser os primeiros a gritar contra essa aberração.  No entanto, ambos deram
 consentimento ao descalabro.  E voltam a falar em CPMF, com cada vez mais frequência.  

Ao mesmo tempo em que fazem esbórnia com o dinheiro que tomam de impostos, políticos
 e burocratas insistem em dizer que o grande problema do Brasil são os aposentados 
da iniciativa privada, que ganham R$ 880 por mês.
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2 comentários:

  1. É bom que isso aconteça, somente assim essa gente mostra a que veio. Quando esse Sr Henrique Meireles vier com essa proposição abominável de reforma previdenciária, a população deveria contra por na cara deles essa esbornia indecente; associado a isso, não deveria nem mesmo ouvir tal proposta, sem antes exigir uma auditoria independente nas previdências geral e principalmente a do funcionalismo público. Com esse aumente acintoso, é possível deduzir que não há crise, e tudo é festa.

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  2. É bom que isso aconteça, somente assim essa gente mostra a que veio. Quando esse Sr Henrique Meireles vier com essa proposição abominável de reforma previdenciária, a população deveria contra por na cara deles essa esbornia indecente; associado a isso, não deveria nem mesmo ouvir tal proposta, sem antes exigir uma auditoria independente nas previdências geral e principalmente a do funcionalismo público. Com esse aumente acintoso, é possível deduzir que não há crise, e tudo é festa.

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