domingo, 12 de junho de 2016

 Belém 
Por Ivan Lima


Perguntam-me porque não escrevo mais matérias sobre Belém.
Toda luta tem um alvo. O nosso, já de vários anos, é tirar o partido comunista PT do poder. E, lutar, para que seja extinto. Como todo partido socialista, o PT é uma organização potencialmente genocida e totalitária. É uma luta de preservação do que ainda se tem de liberdade e sua ampliação, sem que num cenário saudável de alternância institucional ele esteja. O PT praticamente institucionalizou a corrupção, a fraude, a mentira, o cinismo, o medo. Estava institucionalizando uma cultura perversa, nefasta, que ia da tentativa de se criar uma nova forma de falar até o incentivo e toda espécie de apoio a invasão de propriedade por facínoras e á abolição da propriedade privada com a implantação de sua ideologia comunista. Fez associação com organizações criminosas estrangeiras para abolir o sistema de trocas, o  mercado, pelo nivelamento da miséria e escravização da nação brasileira. Por isso tem que ser criminalizado. Como de resto, deve ser criminalizado todo partido marxista leninista, socialista. O PT é uma Organização Criminosa, composta de assaltantes, ladrões, subversivos, e potenciais tiranetes cujo único objetivo é aliança com o crime para a tomada total do poder, ou através de golpe bélico, ou com o auxílio do biombo eletrônico de votação obrigatória, paralelamente ao aparelhamento estatal. Sua base é a ignorância e o assistencialismo com os recursos tomados dos indivíduos, empresas, e sociedade produtiva.

Apontar, como eventualmente fazemos, os graves problemas da cidade e a bandalheira administrativa dos poderes governamentais locais num regime e cenário de intervencionismo como o que vivemos, é muito pouco porque o cerne da questão passa pela destruição da tirania de Brasília com esse sistema federal tirânico que leva praticamente tudo o que o cidadão produz. E que some nos escaninhos burocráticos e políticos nefastos que tem na sociedade brasileira pilares fortes como poder central de imperialismo absolutista e legislação trabalhista (CLT) que é fábrica continua de miséria de milhões de brasileiros. Isso tudo num cenário partidário nacional em que todos os partidos são coletivistas, demonizam e abominam o capital. A diferença é de siglas, gradações de linguagens, e compromisso ideológico.

Sou liberal. Governo, para mim, é estado cuidando da segurança do cidadão, e administrando a Justiça. Só. Prego o divorcio definitivo do poder estatal da economia. É evidente que mesmo nesse cenário atual vamos lutar para que a cidade tenha sempre homens probos e eficientes na sua administração. Por isso sempre vamos lutar.

Mas a grande mudança de cenário para uma nação de homens prósperos e livres passa pelo corte do nó estatista nacional.

Com isso, a hiper relevância política indecente e caótica da atualidade desaparece porque a preponderância passa a ser dos indivíduos em sua busca por felicidade, sua prosperidade, livre do terror que é o estado representado por políticos e burocratas infernizando a vida do cidadão.

  Ivan Lima é editor de Libertatum.


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