quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Sindicatos de facínoras.
Por Ivan Lima

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Fala-se muito em reformas. Mas uma das reformas que precisam ser feitas no Brasil, com urgência, é a sindical. Começando pela cassação dessa excrescência que é o famigerado Imposto Sindical. É preciso extinguir o banco de sangue com que os vampiros sindicalistas se nutrem continuamente em sua vítima, o trabalhador, sugando-lhes recursos, com o apoio e a conivência estatal bandida. Mas, lembre-se, que essa mesma fonte de recursos e outras benesses imorais que são concedidas pelo estado aos sindicatos brasileiros, também servem á outro propósito degradante: o de canal ideológico do comunismo, e, conseqüentemente, o da luta pela destruição do próprio sistema bancário, necessário no sistema de trocas e mercado.

E isso tudo é processado de maneira a que o mafioso sistema sindical brasileiro premie cada dirigente sindical de plantão com gestão que lhes facilite, e a seus apaziguados, vida nababesca, e enriqueçam ás custas do sangue, suor e lágrimas, do trabalhador que dizem defender. Luta de classes e teoria marxista da exploração o discurso farsante, a que o sindicalismo brasileiro tem como linha de frente de sua “luta” contra o capital. Nisso lançam mão de todos os recursos criminosos que vão da venda de cartas sindicais á paralisação de categorias inteiras, por motivo político, como agora é essa “greve” confessadamente abusiva dos bancários contra o governo constitucional e democrático de Temer, até campanhas contra trabalho “escravo” em empresas legalmente constituídas, que ao fim e ao cabo, tem como trágica conseqüência fechamento de empreendimentos, e dispensa de milhares de trabalhadores.

Basta! Lutemos pelo fim da tirania sindical, que só traz terrorismo ao bem estar da população, e enriquecimento pelo roubo dos recursos do trabalhador por essa corja de farsantes, hipócritas, escravagistas, e bandidos, que são os sindicalistas no Brasil.   

Por uma reforma sindical, já!

Ivan Lima é editor de Libertatum

2 comentários:

  1. Não sou contra a existência de sindicatos, mas defendo algumas ações e reformas para que os mesmos sejam de fato dos trabalhadores:
    1. Auditoria nos sindicatos e nas centrais sindicais;
    2. Fim do imposto sindical;
    3. Fim do peleguismo: Adoção do modelo democrático de sindicalismo (plurisindicalismo) no lugar do atual modelo fascista-corporativista (unicidade sindical);
    4. Fim do aparelhamento: Proibição do envolvimento dos sindicatos com partidos políticos. Quando descoberto, a chapa será cassada;
    5. Proibição do posicionamento dos sindicatos com pautas que não fazem parte das demandas dos trabalhadores. Se acontecer, a chapa será cassada;
    6. Obrigatoriedade de o sindicato defender juridicamente o trabalhador em ações, mesmo que o sindicato não concorde com o professor. Caso o sindicato não aceite o serviço, o mesmo deve ressarcir o valor equivalente do advogado particular que o trabalhador contratar.
    7. Total transparência com o dinheiro arrecadado;
    8. Total transparência das negociações;
    9. Respeito às decisões individuais dos trabalhadores: Discurso de ódio contra os trabalhadores que não aceitarem ser usados como massa-de-manobra deve ser considerado crime;
    10. Fim do carreirismo: Após o mandato, os presidentes e diretores dos sindicatos devem voltar para os seus respectivos cargos em seus empregos, podendo concorrer aos sindicatos apenas nas próximas eleições.
    11. Os itens 1, 4 e 5 devem valer também para ONGs, além do fim do financiamento público para as mesmas.

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  2. Correção:
    6. Obrigatoriedade de o sindicato defender juridicamente o trabalhador em ações, mesmo que o sindicato não concorde com o professor.

    6. Obrigatoriedade de o sindicato defender juridicamente o trabalhador em ações, mesmo que o sindicato não concorde com o trabalhador.

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