Sindicatos de facínoras.
Por Ivan Lima

Fala-se muito em reformas. Mas uma das reformas que precisam
ser feitas no Brasil, com urgência, é a sindical. Começando pela cassação dessa
excrescência que é o famigerado Imposto Sindical. É preciso extinguir o banco
de sangue com que os vampiros sindicalistas se nutrem continuamente em sua vítima, o trabalhador, sugando-lhes recursos, com
o apoio e a conivência estatal bandida. Mas, lembre-se, que essa mesma fonte de
recursos e outras benesses imorais que são concedidas pelo estado aos
sindicatos brasileiros, também servem á outro propósito degradante: o de canal
ideológico do comunismo, e, conseqüentemente, o da luta pela destruição do
próprio sistema bancário, necessário no sistema de trocas e mercado.
E isso tudo é processado de maneira a que o mafioso sistema
sindical brasileiro premie cada dirigente sindical de plantão com gestão que
lhes facilite, e a seus apaziguados, vida nababesca, e enriqueçam ás custas do
sangue, suor e lágrimas, do trabalhador que dizem defender. Luta de classes e
teoria marxista da exploração o discurso farsante, a que o sindicalismo
brasileiro tem como linha de frente de sua “luta” contra o capital. Nisso
lançam mão de todos os recursos criminosos que vão da venda de cartas sindicais á paralisação de categorias
inteiras, por motivo político, como agora é essa “greve” confessadamente
abusiva dos bancários contra o governo constitucional e democrático de Temer, até campanhas
contra trabalho “escravo” em empresas legalmente constituídas, que ao fim e ao
cabo, tem como trágica conseqüência fechamento de empreendimentos, e dispensa
de milhares de trabalhadores.
Basta! Lutemos pelo fim da tirania sindical, que só traz
terrorismo ao bem estar da população, e enriquecimento pelo roubo dos recursos
do trabalhador por essa corja de farsantes, hipócritas, escravagistas, e
bandidos, que são os sindicalistas no Brasil.
Por uma reforma sindical, já!
Ivan Lima é editor de Libertatum
Não sou contra a existência de sindicatos, mas defendo algumas ações e reformas para que os mesmos sejam de fato dos trabalhadores:
ResponderExcluir1. Auditoria nos sindicatos e nas centrais sindicais;
2. Fim do imposto sindical;
3. Fim do peleguismo: Adoção do modelo democrático de sindicalismo (plurisindicalismo) no lugar do atual modelo fascista-corporativista (unicidade sindical);
4. Fim do aparelhamento: Proibição do envolvimento dos sindicatos com partidos políticos. Quando descoberto, a chapa será cassada;
5. Proibição do posicionamento dos sindicatos com pautas que não fazem parte das demandas dos trabalhadores. Se acontecer, a chapa será cassada;
6. Obrigatoriedade de o sindicato defender juridicamente o trabalhador em ações, mesmo que o sindicato não concorde com o professor. Caso o sindicato não aceite o serviço, o mesmo deve ressarcir o valor equivalente do advogado particular que o trabalhador contratar.
7. Total transparência com o dinheiro arrecadado;
8. Total transparência das negociações;
9. Respeito às decisões individuais dos trabalhadores: Discurso de ódio contra os trabalhadores que não aceitarem ser usados como massa-de-manobra deve ser considerado crime;
10. Fim do carreirismo: Após o mandato, os presidentes e diretores dos sindicatos devem voltar para os seus respectivos cargos em seus empregos, podendo concorrer aos sindicatos apenas nas próximas eleições.
11. Os itens 1, 4 e 5 devem valer também para ONGs, além do fim do financiamento público para as mesmas.
Correção:
ResponderExcluir6. Obrigatoriedade de o sindicato defender juridicamente o trabalhador em ações, mesmo que o sindicato não concorde com o professor.
6. Obrigatoriedade de o sindicato defender juridicamente o trabalhador em ações, mesmo que o sindicato não concorde com o trabalhador.