Por que o Brasil não cresce
Por Armando Soares
Não cresce por incompetência, por
irresponsabilidade, por incultura, e porque nossos governos aceitam a armadilha
de responsabilidades globais que nossos inimigos as utilizam com maestria para
impossibilitar o crescimento do Brasil.

Impressiona
verificar quando se estuda as causas que atrasam o desenvolvimento e
crescimento do Brasil porque logo se destacam os principais culpados - políticos e governantes. Esse proceder, essa
fraqueza é bem conhecida de nossos inimigos – os países hegemônicos, o que
facilita o trabalho de destruir nossa economia e nosso desenvolvimento. O
brasileiro, por sua vez facilita essa destruição pela idiotice. Os inimigos do
desenvolvimento do Brasil, operam num ambiente internacional onde vicejam piratas
que se tornaram ricos roubando, são, portando, exímios ladrões. O ataque desses
piratas na atualidade está dirigido para as questões que envolve o meio
ambiente e o indigenismo, um dos flancos brasileiros mais fáceis de penetrar,
que podem impactar o desenvolvimento e crescimento do Brasil. Essa fraqueza
brasileira pode ser observada no trato das questões das “responsabilidades
globais” do País, terreno onde as ONGs indigenistas têm utilizado com maestria
seu maquiavelismo. Um exemplo característico deste modus operandi foi à reação raivosa da diretora da Survival
International, Fiona Watson, a uma rara manifestação de oposição a agenda
ambientalista-indigenista publicada na imprensa brasileira. Em 29 de junho de
2005, o jornal Folha de S. Paulo
publicou um artigo do general reformado Carlos de Meira Mattos, no qual
identifica algumas das principais organizações do aparato
ambientalista-indigenista engajadas em campanhas contra o Brasil, algumas com
“estreita ligação com a coroa inglesa”. Dias depois, em 4 de julho, o jornal publica
uma colérica carta de Watson, na qual, depois de rebater enfaticamente a “falsa
e absurda” alegação de Meira Mattos sobre os vínculos das ONGs com a monarquia
britânica, se vê forçada a admitir que “alguns parentes da rainha Elisabeth”
integravam seus quadros. Igualmente, admitiu que a Survival International se
juntara a campanha para a demarcação das reservas ianomamis e Raposa Serra do
Sol. Porém, disparou: O Brasil quer desempenhar um maior papel no mundo, com maior
comércio, maior turismo e um assento permanente no Conselho de Segurança das
Nações Unidas. Mas, em troca, precisa levar a sério as suas obrigações
internacionais. O Brasil ratificou a Convenção 169 da Organização Internacional
do Trabalho (OIT) sobre os direitos dos povos indígenas de possuir terras. (ratificação que comprova a
idiotice e a canalhice do governo brasileiro)
Verifica-se pelo vômito fétido dessa pirata internacional Watson, uma
prova da criminosa chantagem política que o Establishiment
oligárquico anglo-americano tem aplicado ao Brasil ao longo do tempo com absoluto
sucesso, para submeter o País a obedecer a um novo e mais indecente
colonialismo, o que demonstra também, uma total incompetência asquerosa do
governo brasileiro de reagir a esse processo de dominação alegando como
justificativa a seu favor estar ao lado dos direitos humanos e em defesa da
saúde da Terra, quando se sabe que direitos humanos é uma falácia e uma arma de
defesa de imundícies e de imundos.
A
submissão brasileira ao Establishment
oligárquico anglo-americano é mais danosa aos interesses do Brasil do que se pensa,
verdade que infelizmente ainda não chegou ao povo brasileiro, por envolver
grandes interesses financeiros cala-boca da mídia, submissão que causa mais
danos à economia e ao desenvolvimento do País do que a corrupção. Temos
certeza, que a questão ambiental levado à investigação, como já deveria ter
acontecido, colocaria em prisão perpétua uma centena de maus brasileiros. Em edição de
6 de maio do mesmo ano, o jornal publicou um artigo do presidente da Funai, Mércio Pereira Gomes, no
qual exultava com a decretação continua da reserva Raposa Serra do Sol,
ocorrida no mês anterior, por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da
Silva. No texto, Mércio afirma que o ato representava a consagração da ideia de territorialidade indígena, isto é, de que uma
terra indígena não é somente o espaço de sua sobrevivência física imediata, mas
um espaço culturalizado por gerações
anteriores, destinado à presença permanente de um povo e de gerações
subsequentes, bem como para o futuro do País. E, em tom orgulhoso fazia ver: Ao vermos um mapa do Brasil com a plotagem
das terras indígenas reconhecidas, damo-nos conta do quão grandiosa é a
resposta que o país está dando para os anseios dos índios. As terras indígenas
compõem um conjunto de cerca de 600 terras, mais de 1 milhão de quilômetros quadrados
– uma França e uma Alemanha juntas.
Esse procedimento em relação a
Roraima se assemelha ao genocídio praticado pelos alemães contra o povo judeu,
com a diferença de que o assassinato dos brasileiros em Roraima se dará ao
longo do tempo. Indígenas e brasileiros foram despojados das terras e
propriedades que ocupavam de longa data desprovidos de atividade econômicos em
um estado retalhado por terras indígenas e áreas de proteção ambiental. Esse o
preço que o povo brasileiro está pagando pelas responsabilidades globais,
passivamente aceitas pelo governo brasileiro para atender interesses
estrangeiros, um ato criminoso chancelado pelo desgastado e desacreditado Supremo
Tribunal Federal. Na demarcação de terras indígenas em 1998 estava
presente o então ministro da Justiça Renan Calheiros, e o
presidente do Brasil era Fernando Henrique Cardoso um socialista simpático à
causa indígena que proporcionou a vendeu da Amazônia aos estrangeiros via política
indigenista.
Governança ambiental para quem não sabe é igual à soberania restrita o
mesmo que não ter soberania. Aumentar a capacidade de governança ambiental não é outra coisa senão o
esfomeado princípio de soberania restrita que facilita a intromissão de
estrangeiros nos negócios que dizem respeito exclusivamente ao Brasil. Um dos muitos
objetivos do aparato ambientalista-indigenista é bloquear a saída do Pacífico
para o Brasil. Outro tampão para o desenvolvimento da Amazônia é o chamado MAP
(Madre de Dios-Acre-Pando). A região de MAP é uma conexão crucial na Rondônia
Interoceânica que conecta os portos do Atlântico no sudoeste do Brasil aos
portos do Pacífico o Peru.
Governança efetiva e privatização da Amazônia são o que querem e
perseguem os americanos e ingleses através de suas ações diretas e através da
ONU e centenas de ONGs. Mexer com a soberania nacional, obstaculizar o
desenvolvimento e o crescimento econômico, interferir nos projetos de infraestrutura
e na elaboração da constituição é coisa muito grave que deveria merecer
resposta pronta com advertência. Este é uma questão mais grave que o roubo e a
crise em que passa o País e não há nenhuma reação contundente por parte do
governo brasileiro e muito menos do STF, um guardião faz de contas da nossa
soberania. O que está por trás dessa imobilidade que não vem a público? O Brasil está parecendo um prostíbulo da
pior espécie que está de portas abertas para a pirataria internacional.
Armando Soares – economista
e-mail: armandoteixeirasoares@gmail.com

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