quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A FARSA. DOC. – Nº 15 – 2013


GEN TORRES DE MELO

        Não é de agora que temos A FARSA representada em teatro ou escritas em livro. A OBRA DE Gil Vicente é um clássico da literatura portuguesa, onde os farsantes  tornam a Peça uma preciosidade literária. É do século XVI, quando o Rei João III governava Portugal.

        Estamos em pleno século XXI e a FARSA continua. Os farsantes dominam a nossa política e lamentavelmente são pessoas que praticam atos ridículos ou burlescos, ou gracejam  constantemente; farsista.

        Em quanto os trapaceiros eram encontrados apenas nos Poderes Executivos e legislativos dava para a Nação ir aos tropeços, caindo e levantando, mas ainda com Esperança.

        Já começam as dúvidas, quanto ao mais sagrado dos PODERES. A JUSTIÇA é  o Poder Judicial que aplica a pena ou ao castigo público. Desta forma, quando a sociedade “pede justiça” perante um crime, o que faz é pedir ao Estado
que garanta que o crime seja julgado e castigado com a pena merecida, de acordo com a lei vigente.

        Toda sociedade brasileira levantou-se e pediu JUSTIÇA,  no caso do Mensalão. Chegou-se a despertar a ESPERANÇA que estava morrendo. Os olhos pregados nas telas de TV de todo tipo e polegada.  Todos sonhavam com a Justiça. Olhavam nos 10 ou 9 homens que juraram  DEFENDER A LEI E SOCIEDADE BRASILEIRA.

        Cada dia era um avançar de esperança, mas tivemos um deles que quase tudo desabou. Instalou-se A FARSA. Suspense.  A peça montada. Pauta lida. Grande advogado e ex-minitro da justiça entra com um agravo ou outro termo que a jurisprudência queira denominar. Momento de tensão. Assunto fora de pauta. Era um direito que não se podia negar. Falou até pouco.

        Os EXCELENTÍSSIMOS MINISTROS olham um para o outro como se perguntasse o que veria em seguida. Um ministro pede a palavra. Pronto a FARSA desponta com toda força. Caso O Ministro falasse de improviso tudo bem. Defender a ideia do advogado um direito  do contraditório. Nada disso aconteceu. Aparece, surge um calhamaço, quase um livro de quase ou mais de 100 folhas. Falou e falou. Esperneou e esperneou.  Discursou, conversou e o tempo passando. No final, a PEÇA Não estava à altura de A FARSA DE GIL VICENTE. Foi muito grosseira, rapapé, e sem conteúdo, dando a impressão de  que não era de sua autoria a obra escrita e sim de outro, pois alguns gaguejos
levaram ao riso.
.
Tudo aconteceu – A FARSA – porque esqueceram três pensamentos que devem guiar o homem:

“O HOMEM PODE ATIRAR LAMA SOBRE AS VESTES BRANCAS DA JUSTIÇA, MAS NÃO PODE DERRUBAR, NEM MOVÊ-LA  DE SEU LUGAR” CÍCERO

“UM ADVOGADO HONESTO, ACREDITANDO NA LEI HONESTA, MORRERIA DE FOME’”
ARQUIAS

GRAÇAS AO BOM DEUS E AOS DIGNÍSSIMOS SENHORES MINISTROS assistimos, no fim, o  cumprimento da pregação de HÉLVIA: “



“A HONRA ACIMA DE TUDO, É O PRINCÍPIO DOS GRANDES HOMENS”. E ELA NÃO FALTOU AOS OUTROS MEMBROS DO NOSSO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL



ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58 93. Cartório do 1º Registro de Títulos e Documentos, em Fortaleza.  Somos 1.837 civis – 49 da Marinha -  479 do Exército – 51 da Aeronáutica; 2.416
RP:  batistapinheiro30@yahoo.com.br   Doc.   15– 2013

JUNTA-SE A FARSA A TRISTE TRAGÉDIA DE SANTA MARIA (RS). CHORA TODO O BRASIL PELO DESASTRE, ONDE A MORTE  CHEGOU SEM ESPERAR. DEUS HÁ DE AJUDAR O SOFRIMENTO DAQUELES QUE PERDERAM SEUS ENTES QUERIDOS.  ESTAMOS CHORANDO TAMBÉM, POIS A DOR DA SAUDADE É PROFUNDA  E TRISTE E SÓ A FÉ  É CAPAZ DE NOS CONSOLAR.

O TEMPO É O GRANDE REMÉDIO.




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