sexta-feira, 3 de junho de 2016

O Primeiro Grande Saque Amazônico (I)


Por Armando Soares


O exame detalhado da bibliografia que trata do período que vai da descoberta do Brasil até o conhecimento da seringueira e o início da produção da borracha, mostra que a transferência da atividade econômica da borracha para as colônias estrangeiras no Sudeste Asiático e o domínio da produção, comércio e consumo, não se deu por acaso, foi consequência de um trabalho primoroso de pesquisa e avaliação do poder econômico da borracha como matéria-prima geradora de desenvolvimento e ganhos excepcionais. Até o presente momento, o que se verifica é que historiadores se referem aos pesquisadores e cientistas europeus como se fossem úteis aos interesses do Brasil e a da Amazônia. A história sem máscara mostra ao contrário, eles foram úteis e fundamentais para o fortalecimento de países europeus e para a criação de países ricos usando a borracha e outros produtos da biodiversidade amazônica, antes simples floretas inóspitas. Por mais competentes que esses “cientistas e pesquisadores” fossem não deixaram de ser agentes do colonialismo predador, saqueadores de produtos da biodiversidade amazônica. As suas homenagens as suas pessoas se deve ao eufemismo de cientistas e pesquisadores tupiniquins que por não terem contribuído até o presente com trabalhos que contribuam para o desenvolvimento econômico da região, se regalam com o feito estrangeiro, e, pior, facilitam a esterilização econômica da Amazônia se unindo aos órgãos nazifascistas que consideram os produtores rurais nocivos.





                Uma verdade surpreendente que precisa ser conhecida dos amazônidas e de todos os brasileiros para entenderem a engenharia da Natureza e despertarem para a pequenez do homem diante da natureza.

                O rio Amazonas antes de correr para o Atlântico, corria para o Pacífico. Isto deve surpreender os ambientalistas diante de sua ignorância a respeito de uma região que se dizem conhecedores, donos e tutores. O olhar histórico, segundo Evaristo Eduardo de Miranda, determina o entendimento da situação atual e a busca de saídas sustentáveis. Como era a Amazônia quando o grande equatorial ainda corria no sentido oeste e desaguava no Pacífico? Indaga o doutor em ecologia Evaristo Miranda e explica: durante milhões de anos, após separar-se da África, a América do Sul ficou isolada no meio do oceano como uma ilha imensa. Flora e fauna se desenvolveram de um modo muito diferente da África, Ásia, Europa e América do Norte. A terra firme não é firme, segundo Miranda, os continentes nunca estiveram, nem estão parados. Movimentam-se, numa escala geológica de tempo. Eles são como placas ou imensas jangadas flutuando num viscoso mar de lava. O fenômeno é conhecido como deriva continental e o mecanismo causal é chamado pelos geólogos de tectônica de placas. O bloco continental da América do Sul destacou-se e afastou-se totalmente da África e da América do Norte há aproximadamente 60 milhões de anos. A região amazônica era um ambiente de sedimentação e os rios equatoriais corriam em sentido oposto ao atual, desaguando no Pacífico. A inversão se deu quando a jangada continental da América do Sul continuava seu deslocamento para oeste. Seu “atrito”, passando por cima da placa tectônica de Nazca, existente sob o oceano Pacífico, foi causando o surgimento da Cordilheira dos Andes, com sua longa cadeia de vulcões. Os rios equatoriais inverteram progressivamente seus cursos em direção ao novo oceano surgido entre a África e as Américas, o Atlântico. Inicialmente, o primitivo rio Amazonas seguiu um caminho próximo do traçado atual do rio Orenoco, desaguando no mar das Antilhas. Mais tarde inverteu completamente seu curso, assumindo a posição e direção atual, como que acompanhando o traçado da linha do Equador. E, lentamente, a América do Sul, aproximou-se na América do Norte. O encontro dessas duas massas causou o soerguimento da América Central e do istmo do Panamá, também chamado de Estreito de Darien, no prolongamento da cordilheira dos Andes. Foi a cerca de dois milhões e meio de anos. Mais uma vez, os dois blocos continentais americanos se uniram. Os continentes têm se unido e separado mais de uma vez durante os diversos períodos geológicos. Esse cenário resumido explica como surgiram os animais, plantas, florestas e povos na Amazônia que conhecemos, cenário necessário para que os amazônidas e brasileiros conheçam a verdadeira Amazônia e como a natureza constrói suas regiões e paisagens. A presença do homem no Brasil tem como referência o sítio de Pedra Pintado na cidade de Monte Alegre (Pará) que indica a ocupação do homem nas florestas e cerrado amazônico por volta de 11.300 anos. A Amazônia intacta observa Evaristo Miranda, como imaginam alguns, só pode ser considerada como tal antes dessa chegada das populações humanas. A partir da chegada dos humanos, cuja data os arqueólogos tendem a multiplicar em diversos eventos, origens e recuar no tempo, progressivamente o espaço natural da Amazônia passa a ser objeto de uso, controle, acesso, exploração, mudança, disputa, transferência e até transmissão entre grupos humanos cada vez mais numerosos e organizados, com diferentes histórias e patrimônios culturais. O espaço amazônico passou a ser uma natureza humanizada, um território social. Em meio a diversas flutuações climáticas, esses primeiros povoamentos humanos foram modelando as paisagens naturais da Amazônia, e com consequências para o ambiente. As forças geológicas também continuaram seu trabalho. Há apenas 11 mil anos, por exemplo, a Ilha do Marajó ainda fazia parte do continente e era atravessado pelo Rio Tocantins, que desaguava no Amazonas. Uma falha sísmica criou o Rio Pará e levou o Tocantins a correr pelo caminho atual, em direção ao Nordeste, isolando e criando a Ilha. Miranda destaca em seu trabalho para um dado importantíssimo de que a floresta amazônica é relativamente recente, antes restrita ao longo dos rios e eixos de drenagem. Quem quiser saber mais da história desconhecida da Amazônia, leia o livro “Quando o Amazonas corria para o Pacífico”, de Evaristo Eduardo de Miranda. Sobre essa história fascinante basta essas informações para enriquecer o processo histórico amazônico, não sem antes deixar registrado para o desespero dos ambientalistas que em cerca de cem anos, entre o final do século XIX e a década de sessenta no século XX, noruegueses e ingleses conseguiram dizimar as populações de focas e baleias da Antártida, graças ao barco a motor e ao canhão disparador de arpões. O óleo das baleias iluminava as cidades europeias, os casacos de pele de foca eram moda e um massacre devastador de mamíferos marinhos ocorria na Antártida. Apesar da dizimação dos mamíferos, nada mudou na Terra.

                Destaque para alguns “pesquisadores e cientistas” que evidenciam o interesse pela borracha no tempo. Um exército de cientistas que facilitaram saques da diversificada biodiversidade amazônica, visitada a título de enriquecer a ciência (deles).




                Charles-Marie de La Condamine, francês, com dez cientistas e uma considerável equipe visitou a Amazônia em 1736. Levou informações sobre diversas plantas medicinais, inclusive o quinino, e espantou-se com as propriedades da borracha – substância que se referiu como “a resina chamada cahout-chou”: “o que lhe dá notável elasticidade”; La Condamine escreveu no seu diário: é como os índios fazem garrafas que não são fáceis de quebrar, botas e pratos fundos que podem se tornar rasos, e quando não mais sob pressão, readquirem o antigo formato. Observou e admirou as propriedades do curare e outros venenos da floresta. A borracha que Condamine levou na sua bagagem para a Europa provocou grande interesse devido as suas virtudes. Interesse acima de tudo de ordem econômico. Cristóvão Colombo, antes do descobrimento do Brasil (1500), também conheceu a borracha em mãos de índios que brincavam com uma “bola que pulava”. Para eleger uma data referencial do interesse pela borracha como matéria-prima, vou tomar como ponto de partida a data de 1736, sem, contudo, deixar de considerar qualquer data anterior. A data 1736 vai servir para medir o tempo em que a Amazônia, de fato, teve seu espaço dominado através da produção da borracha, assim como a montagem da civilização amazônica, ou seja, 176 anos (1736 a 1912, data que considero como a da entrada no mercado da borracha produzida em seringais cultivados de colônias asiáticas).

                Em meados do século XIX, chegou à Amazônia um trio de naturalistas ingleses, Alfred Russel Wallace, o entomologista Henry Walter Bates, e Richard Spruce um botânico. Bates coletou mais de 14 mil espécies de insetos e animais, oito mil delas inteiramente novas para a ciência, despachando-as para Londres. Spruce produziu artigos em The Phytologist, que passou a ser publicado a partir de 1841, e despertaram a atenção dos curadores dos Jardins Kew. Através de um deles, Sir William Hooker, Spruce conheceu o botânico colecionador George Benthan. Com essas expedições e envolvendo Kew (local onde foram enviadas por Wickam as sementes da seringueira), pode-se estabelecer o projeto de dominação da atividade econômica da borracha. Uma das mais extensas investigações científicas da Amazônia, a realizada por um indivíduo, Spruce, num total de quinze anos. Seu trabalho despertou o interesse de outros exploradores, sendo a Amazônia reconhecida como a Meca dos botânicos do mundo inteiro, ou seja, em outras palavras a Meca do saque programado e consentido, uma vez que nenhum desses trabalhos exploratórios trouxe benefício econômico e social à Amazônia e aos brasileiros. Spruce descrevendo as características da floresta expos a vulnerabilidade da região, por maquiavelismo ou burrice, o que contribuiu para travar o desenvolvimento da agricultura por longo período. Entretanto, Spruce era um “apaixonado” pela Amazônia, chegando a concordar com Sir Walter Raleigh, que convenceu a Rainha Elizabeth I de que a Inglaterra deveria destruir e substituir o império americano espanhol, porém mais tarde caiu em desgraça junto ao seu sucessor, Jaime I, por não ter encontrado ouro na Guiana. “Quantas vezes” escreveu Spruce, “tenho pena de a Inglaterra não possuir o magnífico vale amazônico, em vez de ocupara Índia!”. “Se aquele idiota do Jaime, em vez de prender Raleigh e depois mandar decapitá-lo, tivesse insistido e lhe fornecesse navios, dinheiro e homens até conseguirem formar uma colônia permanente num dos grandes rios americanos, não tenho dúvidas de que todo o continente americano estaria hoje nas mãos dos ingleses”. Em 1864, Spruce verificou mudança notável na Amazônia com o início da era da borracha, voltou à Inglaterra, e morreu em 1893.

Armando Soares – economista


                

Reinaldo Azevedo analisa cenário com retorno de Dilma: "Vamos para o bur...

"Dilma tinha todas as informações de Pasadena"


A íntegra da delação de Nestor Cerveró confirma anotações do ex-diretor, vazadas meses atrás, de que "Dilma Rousseff tinha todas as informações sobre a Refinaria de Pasadena".
Cerveró ressalta que o Conselho de Administração da Petrobras, então presidido por Dilma, "não aprova temas com base em resumo executivo", como sempre alegou a petista.
O ex-diretor denuncia ainda que as comissões internas criadas para investigar o caso tiveram como único propósito "eximir de responsabilidade o Conselho de Administração e especialmente Dilma Rousseff".


Bons filmes indicados aos petistas. 

"A dança dos vampiros".

Nova secretária de mulheres é contra a legalização do aborto: 'A vida começa na concepção'

A postura da nova gestora da Secretaria de Políticas para Mulheres, Fátima Pelaes tem chamado a atenção dos parlamentares e também da mídia, por ser 'destoante' do posicionamento de suas antecessoras com relação ao assunto [legalização do aborto] que incita debates acalorados.

Fátima Lucia Pelaes será oficialmente nomeada pela gestão Temer como a Secretária de Mulheres, mas já participou de um evento ao lado do novo presidente em exercício. (Foto: Pinterest)


Na última terça-feira (31), foi apresentada a nova gestora da Secretaria de Políticas para Mulheres, Fátima Lúcia Pelaes. Ex-deputada federal pelo PMDB-AP e socióloga ela declara a fé protestante e já se manifestou contra a legalização do aborto em algumas oportunidades, como em um depoimento na Câmara Federal em 2010 e também em uma entrevista ao jornal cristão "Mensageiro da Paz", publicada pela CPAD News em 2013.

A postura da nova secretária tem chamado a atenção dos parlamentares e também da mídia, por ser 'destoante' do posicionamento de suas antecessoras com relação ao assunto [legalização do aborto] que incita debates acalorados.

Apesar de suas opiniões pró-vida, adotadas por ela atualmente, Pelaes revelou em sua entrevista, concedida em 2013, que durante seus 11 anos de mandato como deputada federal (1991 a 2002), chegou a ser uma defensora da legalização do aborto.

"De 1991 a 2002, exerci três mandatos de deputada federal. Nesse período, como ainda não conhecia Jesus Cristo, defendi bandeiras de lutas contrárias aos valores bíblicos, como, por exemplo, a defesa do aborto, por entender, naquela época, que a mulher era 'dona' de seu corpo, não conseguindo enxergar que ali há uma vida", relatou.

"Defendi, veementemente, o Projeto de Lei 1135/91, que visava a descriminalizar o aborto no Brasil. Além disso, não via a família como um projeto de Deus e cada um deveria constituí-la como bem entendesse".

Presidente do núcleo feminino do PMDB, a ex-deputada, foi escolhida pelo atual presidente em exercício, Michel Temer, após sugestão da bancada feminina da Câmara.

Durante a gestão de Dilma Rousseff, a Secretaria de Políticas para Mulheres tinha status de ministério, mas atualmente é subordinada ao Ministério da Justiça e Cidadania.


Testemunho na Câmara
Em outra oportunidade, Pelaes também teve a oportunidade de se posicionar contra o aborto na Câmara Federal, em 2010, durante uma discussão do Estatuto do Nascituro.

Fátima contou que ela própria foi gerada a partir de um "abuso" que sua mãe sofreu enquanto estava presa "por crime passional".

"Hoje estou aqui podendo dizer que a vida começa na hora da concepção sim", afirmou Pelaes, expressando gratidão pelo fato de sua mãe, mesmo tendo sofrido um abuso, decidiu não realizar um aborto.

Clique no vídeo abaixo para conferir:


Fátima Pelaes ainda não foi oficialmente nomeada, mas participou na última terça-feira de seu primeiro evento na gestão Temer.

A nova secretária dividiu a mesa com o presidente em exercício e com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, durante uma reunião com os secretários de segurança dos Estados e do DF para adotar reforços nas medidas de combate à violência doméstica.

SOCIEDADE

KUYFV

As 10 melhores maneiras de educar seus amigos esquerdistas no Facebook…

Por Diane Schrader ou em qualquer outra rede social. [Eis aqui] apenas algumas leves considerações de domingo…Todos vocês são blogueiros, […]
SAIBA 

O curioso caso de direita, esquerda e Temer

Um perigo chamado Metacapitalismo
Boa parte das pessoas que defende o liberalismo sabe que muitos empresários utilizam-se dos tentáculos do governo para diminuir a concorrência e manter o seu nicho de mercado, em troca de favores a serem prestados à gestão governamental, no... Ler 

Lindbergh-FariasLindberg Farias não quer penas maiores para estupradores

E no fim das contas, o caso do estupro coletivo no Rio – que ainda está sendo investigado – gerou como fruto a discussão sobre o aumento de penas para estupradores. Enquanto isso, a extrema-esquerda segue pregando uma coisa e

LEITOR PETISTA DIZ QUE FOI ROUBADO

por Percival Puggina. Artigo publicado em 

 O sujeito estava indignado. Havia sido roubado, segundo me escreveu. Enquanto o lia, perguntava eu a mim mesmo: teria sido ele vítima de uma “saidinha de banco”? Levaram-lhe o carro? Comigo, aliás, já aconteceu isso e pior. Mas não era por aí o seu queixume. Imaginei que lhe tivessem tomado o posto de trabalho ou o poder de compra, na mão grande da recessão e da inflação. Sua ira tampouco provinha disso. O que o incomodava pessoalmente, a ponto de sentar-se para escrever-me, era a subtração de seu voto. “Roubaram-me o voto que dei na eleição de 2014”.
Parei para revirar os bolsos da minha própria cidadania. Percebi que graças a votos como esse, centenas de bilhões escoaram pelo ralo da irresponsabilidade fiscal. Outro tanto no petrolão e em obras de estatais. E a cada semana aumenta a lista de crimes e de criminosos nas confissões e delações da Lava Jato e congêneres.
Meu leitor era, pois, fã incondicional de dona Dilma. Um dos remanescentes. Daqueles que, mesmo diante de tudo que se sabe e do quanto mais se possa supor sem recorrer a trovoadas da imaginação, não sentem o menor remorso do que fizeram na última eleição presidencial. Seus neurônios e sua luta política esgrimam contra um dado inquestionável: para que a pior presidente da história da República volte ao poder basta que 28 (só isso!) entre os 81 senadores considerem que Dilma não cometeu crime de responsabilidade, ou entendam que ela deve continuar governando mesmo que tenha cometido esse gravoso crime. Por quê? Porque é o que está na Constituição, que vem sendo cumprida e continuará sendo cumprida até o final desse processo. Duela a quién duela.
Ele considera seu voto em Dilma mais valioso do que o bem do país, mais significativo do que todos os bilhões roubados. Seu voto paira acima dos sucessivos tombos do PIB e da inflação de dois dígitos. Sacode ombros ante os 11 milhões de desempregados, ante o presente e o futuro sonegado a tantos numa conta sinistra que não para de crescer.
Vá que o moço nunca tenha parado para pensar que presidencialismo sem impeachment é ditadura. Admito que ele ignore isso. Mas como pode considerar que seu voto sozinho arranca da Constituição o preceito do impeachment? Teria sido o caso de Fernando Collor uma pegadinha constitucional, para valer só uma vez?
Meu indignado leitor está irado, também, com algumas indicações políticas feitas por Temer. Nisso estamos de acordo, com duas enormes diferenças.
1a) Eu sempre estive indignado. Nunca chamei nenhum sacripanta de herói do povo brasileiro. Minha indignação moral não é seletiva.
2ª) Sob o governo Temer, uma certeza eu tenho e espero que seja suficientemente majoritária ao término do julgamento em curso no Senado: a área financeira de seu governo não dorme de touca nem faz que não vê quando bilhões somem do erário e das estatais.
Eles não precisam posar de gerentões ou faxineiros para promover a reconstrução que a nação - legítima soberana da democracia - exigiu nas ruas.
________________________________
* Percival Puggina (71), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. integrante do grupo Pensar+.

 
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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Quê?


O PT está dividido entre pressionar Dilma Rousseff a convocar eleições antecipadas e convencê-la a comprometer-se a fazer um governo mais ligado à base social, como fez Lula em 2002. No segundo grupo, está Gilberto Carvalho, segundo O Globo.
Que PT? Que Dilma? Que governo? Que Lula? Que Gilberto Carvalho?
Coisa de maluco.

60 votos pelo impeachment


Andréia Sadi disse que Romero Jucá voltou ao Senado e reassumiu a tarefa de arregimentar votos pelo impeachment.
"Ontem, Jucá fazia contas no Senado. Estima ter cerca de 60 votos pelo impeachment de Dilma. São necessários 54 para confirmar o processo".
O Antagonista confia nas contas de Romero Jucá

Ronald Reagan - O Comunismo é uma Piada! (Legendado em Português)



a inanição de seres humanos
por quarta-feira, 1 de junho de 2016

ethiopia.jpgQuem ainda se lembra, no início da década de 1980, das imagens (fortíssimas) de crianças famintas na Etiópia?  Crianças totalmente desnutridas, mas com as barrigas inchadas pelaKwashiorkor, e olhos cobertos de moscas.  Elas eram as vítimas inocentes das políticas econômicas do Derg — um grupo de militantes marxistas que havia assumido o controle do país e implantado um programa de estatização de empresas e propriedades, de controle de preços, de proibição 
do comércio de cereais.

Entre 1983 e 1985, aproximadamente 400.000 pessoas literalmente morreram de fome no país.  
Enquanto isso, o governo direcionava o equivalente a 46% do PIB em gastos militares 
(um governo comunista precisa de um exército forte para lhe dar sustentação).
Previsivelmente, o Derg atribuiu toda a tragédia à seca, embora esta só tenha começado 
vários meses após a escassez de alimentos.
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Impeachment no fim de julho


A imprensa perde tempo com Romário.
Enquanto isso, Michel Temer se prepara para enxotar Dilma Rousseff em menos de dois meses.
Diz Gerson Camarotti:
"O Palácio do Planalto já trabalha com um prazo mais curto para a conclusão do processo de julgamento do impeachment de Dilma Rousseff.

O governo aposta na aprovação de uma questão de ordem que pede a atualização das regras do processo.

Com isso, os trabalhos na Comissão do Impeachment poderiam ser encurtados em até três semanas".

Esqueletos de Dilma


A base de Michel Temer aprovou um aumento indecente para o funcionalismo público, atrelado ao salário dos ministros do Supremo, que passa a ser 39.293 reais.
Ao mesmo tempo, o STF barrou um aumento salarial retroativo para todos os servidores, que teria um impacto imediato de 42 bilhões de reais.
A impressão é que houve um acordo.
São os esqueletos deixados por Dilma Rousseff.
Nota

Resultado de imagem para hannibal lecter

Ontem cedo um amigo de Libertatum ligou ao editor avisando que faltava um s na brincadeira com a imagem do Jason. Já havia descoberto, mas ocorre que correções, quando atualizadas, às vezes pulam para o inicio do trabalho, o que me deixa fulo porque altera a ordem da edição. Optei por deixar. Além do que vamos dar um descontinho ao Jason. Ele sempre é brutal, sanguinário, tosco, e semi-analfabeto. Ter zelo pelo idioma não é lá seu forte. Seu contrário, em quase tudo, o Dr. Hanníbal Lecter é homem educado, aristocrata, erudito, e mesmo seus hábitos psicóticos são sofisticadíssimos. Hanníbal certamente não cometeria essa grosseria com o idioma apesar de sua natureza canibal... O fato é que mesmo o Jason está revoltado pelo que os petistas afundaram a sua vida já de pobreza. E quer ajustar contas porque sabe o que eles fizeram nos verões e nas outras estações passadas com todos nós...  

Abraço.


Ivan Lima


Comentário de Vanderli Camorim publicado na matéria sobre banheiros transgênicos.


Eis aí algo que não tem nada a ver com sexo, gênero ou mesmo banheiro. A sua menção é mera tática de divertimento, como uma expressão que temos na amazônia: dar um boi para as piranha com fins de passar a manada.

O socialismo considera que a propriedade privada é um grande obstáculo que atrapalha o livre curso dos acontecimentos para o novo evangelho socialista e deseja ardentemente a sua destruição. A propriedade privada não é só obstáculo para os socialistas, mas para todo governante que anseia o poder supremo, pois ela é como uma barreira contra as suas pretensões. Toleram mas não a reconhecem e qualquer motivo ou razão lhes servem de pretexto para eliminá-la. Se não podem ou está difícil encarar sua destruição diretamente, fazem voltas e volteios dissimulados para enganar os menos perspicazes. E as vezes conseguem. Mas a destruição da propriedade não fica no terreno das abstrações intelectuais. ela se manifesta na pratica, na vida de cada um por um processo de degradação física, política, moral, intelectual e até religiosa, porque não tem como eliminar a propriedade privada sem que se elimine o individuo ou o que sobra dele. É por isso que o seu ataque sórdido e sutil leva sempre ao levante da opinião publica tão logo se recupere da surpresa da vilania dos governantes.

A propriedade privada tem a sua justificativa moral pela contribuição a ordem social e a produção de bens que enriquecem a vida em sociedade e deixa todos prósperos. Uma nação de escravos e destituídos com pires na mão é o supremo sonho dos ditadores e lideres carismáticos. 

Nenhum governo aceita de bom grado a ordem capitalista assim como o respeito à propriedade privada se não for por pressão da opinião publica, e esta está corrompida e viciadas pelos dogmas do socialismo e se torna presa fácil da politica que centra na propriedade privada o seu ataque. 


Mas mesmo isso tem seu limites de tolerância, particularmente quando este tipo de política expõe o perigo da morte fungando no pescoço de suas vítimas. Mas é preciso ter claro os fundamentos que assiste o direito de propriedade e seus desdobramentos nos vários escaninhos da vida em sociedade para torná-la uma defesa eficaz, do contrário se está jogando combustível na fogueira, principalmente quando se confunde o essencial do não essencial, e se deixa enredar por esse tipo de discussão que não tem outra finalidade senão a de semear a confusão. .

Vanderli Camorim

Camorim é autodidata, liberal, e profundo conhecedor da Escola Austríaca de Economia.

Também colaborador e articulista de Libertatum

A alma do negócio


Ninguém ainda tentou desvendar o esquema da publicidade estatal.
O Estadão, hoje, publicou que Bené entregou Marcio Fortes, ministro das Cidades de Lula.
De acordo com o delator, a agência de propaganda Propeg deu-lhe 1 milhão de reais em propina em 2010 para pegar a conta do ministério.
O Primeiro Grande Saque Amazônico (1)



inicio de uma série de artigos de um dos maiores conhecedores da questão social, econômica e política da Amazônia brasileira



Armando Soares 


Leia amanhã em Libertatum

Ronaldo Caiado indignado com Temer


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Não gosto do José Serra nem do PSDB desde sempre, e nunca escondi isso. Entretanto, suas atitudes à frente do Ministério de Relações Exteriores, logo após a posse, têm-me agradado bastante e não posso deixar de reconhecê-lo.
Durante os 13 anos de governos do PT o nosso Itamaraty funcionou com a mesma política do compadrio tosco, de ajudar a “cumpanherada” em detrimento dos interesses nacionais, criando embaixadas e consulados em republiquetas falidas de notórios ditadores, como estabeleceu o Foro de São Paulo (FSP). 
Desde que o processo de impeachment da presidente petista começou, os países-membros e organizações pertencentes ao Foro vêm se manifestando com a cantilena de que “é golpe”, mas cinco em particular, sobretudo porque acusam o Brasil daquilo em que são mestres, mereceram notas do novo chanceler: Cuba, Venezuela, Nicarágua, Equador e Bolívia. Nenhum desses países é regido por uma democracia, respeita a liberdade e os direitos individuais da pessoa humana, bem ao contrário, pois Cuba instalou uma ditadura sangrenta através de um golpe, a Venezuela sofreu vários golpes com o falecido Hugo Chávez (o primeiro, falido, em 1992) e agora com Nicolás Maduro, o mais afoito de todos, através de sucessivos golpes violando a Constituição e as leis do Tribunal Superior Eleitoral. Isso sem falar dos golpes por fraude eleitoral que praticaram Daniel Ortega da Nicarágua, Rafael Correa do Equador e Evo Morales na Bolívia.

Temer capitulou de novo


A invasão do prédio do escritório da Presidência em São Paulo pelo MTST, somada às manifestações dessa súcia perto da casa de Michel Temer, parece ter dado resultado.
A Folha informa que o governo anunciou que vai publicar nos próximos dias uma nova portaria autorizando a recontratação de moradias do Minha Casa Minha Vida por entidades ligadas ao grupo liderado por Guilherme Boulos.