segunda-feira, 29 de junho de 2015



Os impostos transformam o cidadão em súdito, a pessoa livre em escrava e o Estado (nosso suposto servidor) em dono de nossas vidas e propriedades. Quanto maiores são os impostos e mais insidiosa a arrecadação de impostos, mais súditos e mais escravos somos do Estado.
Arthur O. Fraser (1846-1910)

Frase do dia

“Vícios são atos pelos quais um homem prejudica a si mesmo ou sua propriedade. Crimes são aqueles atos pelos quais um homem prejudica a pessoa ou a propriedade de outro. Vícios são simplesmente os erros que um homem comete em sua busca pela própria felicidade. Ao contrário dos crimes, os vícios não implicam nenhuma malícia em relação aos outros, não havendo tampouco interferência com outras pessoas ou propriedades. Nos vícios, a essência do crime — ou seja, ferir a pessoa ou a propriedade de outro — é o querer, a vontade. É uma máxima da lei que não pode haver crime sem intenção criminosa, ou seja, sem a intenção de invadir a pessoa ou a propriedade de outro… A menos que esta clara distinção entre vícios e crimes seja feita e reconhecida pelas leis, não poderá haver na Terra tal coisa como o direito individual à liberdade ou à propriedade.” Lysander Spooner

Sobre o autor

João Luiz Mauad
Administrador de Empresas e Diretor do Instituto Liberal
João Luiz Mauad é administrador de empresas formado pela FGV-RJ, profissional liberal (consultor de empresas) e diretor do Instituto Liberal. Escreve para vários periódicos como os jornais O Globo, Zero Hora e Gazeta do Povo.

A falência do Capitalismo de Estado no Brasil

por JEFFERSON VIANA*
odebrecht“O capitalismo nos fornecerá a corda com que o enforcaremos.” – Vladimir Lenin
Na sexta-feira passada, foi preso o presidente da Odebretch, Marcelo Odebretch, como resultado de mais uma etapa da Operação Lava Jato. Marcelo estava envolvido com casos de desvio de dinheiro e corrupção. É a primeira vez em que um bilionário é preso no Brasil, mas esse caso envolve mais que uma prisão. Envolve um sistema que está em sua bancarrota.
Desde que o Partido dos Trabalhadores assumiu a presidência da república no ano de 2003, adotou uma prática comum nos países emergentes: a prática do Capitalismo de Estado. Mas o que é afinal esse tal de Capitalismo de Estado?
Capitalismo de Estado é nada mais que o financiamento público a empresas privadas, buscando que essa empresa se torne uma campeã nacional em sua área, ignorando a livre concorrência e o direito de escolha do consumidor. Essas empresas vivem de lobby em busca de financiamento estatal para as suas ações, que no caso brasileiro vem por investimento via BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e de vitórias em licitações.
Desde 2003 vêm pipocando campeãs nacionais em diversos setores. Graças à mão estatal e ao lobby, temos capitalismo de estado desde lojas de varejo a grandes empreiteiras. De frigoríficos a empresas de tecnologia e times de futebol. E o primeiro caso vem do início do governo Lula.
O governo instaurou o programa “Computador Para Todos”, que buscava baixar os preços via dedução fiscal para empresas brasileiras de tecnologia. E a maior beneficiada dessa política foi a Positivo Computadores. De uma pequena empresa, se tornou a gigante do setor de informática no Brasil. Tudo com a mão do governo e de empréstimos gordos do BNDES, e vem ganhando praticamente todas as licitações que envolvem compra de computadores no nosso país depois de 2003.
Depois desse primeiro caso de capitalismo de compadres, vem o segundo: com as grandes empreiteiras. Empresas como Delta, Andrade Gutierrez,OAS e a própria Odebretch ganharam muito poder depois de 2003 graças ao lobby feito em Brasília. Graças ao puxa-saquismo feito com as grandes esferas de poder, essas empresas ganharam milhões em empréstimos do BNDES e vários contratos de licitação de obras do governo. De estádios de futebol a rodovias.
Mas talvez o caso mais emblemático seja o de Eike Batista. O empresário carioca virou do dia para a noite o maior empresário brasileiro e um dos homens mais ricos do mundo com o seu conglomerado, o Grupo X. Graças também a muito lobby feito ao governo, ganhando dinheiro público para financiar as ações de seu grupo. Porém, uma hora se descobre tudo. Eike ganhou muito dinheiro com a especulação na Bolsa de Valores de um dos braços do Grupo X, que atuava no mercado petrolífero. Porém, os poços de petróleo explorados pelo grupo não tinham a capacidade que se achava ter, tendo cerca de 20% do que se dizia. Foi a morte do empresário criado pelo lobby do governo federal. O Grupo X foi à falência, Eike perdeu boa parte de seu patrimônio e hoje corre risco de prisão.
Esse modelo vem à falência graças à informação e ao renascimento das ideias liberais no Brasil. Muitas pessoas, principalmente da esquerda mais radical, dizem que o Capitalismo de Estado é o verdadeiro capitalismo, que as empresas buscam se aliar ao governo em prol de dinheiro e poder. Na verdade, é o contrário: esse formato é exatamente antiliberal, pois tal prática é contra a livre-concorrência, o empreendedorismo e a livre iniciativa. É contra a livre concorrência, pois a prática do capitalismo corporativista gera monopólios com as imposições geradas pós-benefício. Podemos perceber isso no exemplo do frigorífico JBS, dono das marcas Friboi e Swift; com os benefícios ganhos via lobby, acabou tomando cerca de 80% do mercado de carnes no Brasil.
O Capitalismo de Estado é contra o empreendedorismo porque gera burocracias que desmotivam o empreendedor a criar uma nova empresa e acabam por beneficiar quem já está ocupando aquele nicho de mercado, normalmente quem está sendo beneficiado pela mão estatal. E uma nação onde o empreendedorismo é desmotivado é uma nação que não cresce.
A Operação Lava Jato vem mostrando a falência desse modelo de economia, mostrando a simbiose entre o Governo Federal e empresas anti-mercado. Vemos políticos do alto escalão do governo e empresários poderosos indo para a prisão. Espera-se que mais pessoas envolvidas em crimes da operação sejam presas e se continue mostrando a nefasta união entre governo e empresas monopolistas. Como citado no início desse texto pela frase do bolchevique russo Lenin, os governos de agenda socialista buscam se aliar a esse tipo de empresa para depois matarem todo o capitalismo, seja ele livre ou de compadres.
*Jefferson Viana é estudante de História da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, coordenador local da rede Estudantes Pela Liberdade, presidente da juventude do Partido Social Cristão na cidade de Niterói-RJ e membro-fundador do Movimento Universidade Livre.

Sobre o autor

Instituto Liberal
Instituição sem fins lucrativos
O Instituto Liberal é uma instituição sem fins lucrativos voltada para a pesquisa, produção e divulgação de idéias, teorias e conceitos que revelam as vantagens de uma sociedade organizada com base em uma ordem liberal.

domingo, 28 de junho de 2015

Palestra Ideologia de Genero 2014 - Padre Paulo Ricardo



ITÁLIA — Pais e mães indignados contra o ensinamento da “Teoria de Gênero” a seus filhos

 

MONUMENTAL MANIFESTAÇÃO EM PROL DA FAMÍLIA TRADICIONAL, BELO EXEMPLO PARA O BRASIL DE RECUSA AO ENSINAMENTO DA IDEOLOGIA DE GÊNERO NAS ESCOLAS 


Paulo Roberto Campos 

Segundo a agência de notícias “France-Presse”, na data em que na Itália se comemora o “Dia da Família” (20 de junho), cerca de 500 mil pessoas participaram em Roma de uma gigantesca manifestação contra o “casamento” homossexual e a introdução da absurda"Ideologia de Gênero" nas escolas — projetos em discussão no Parlamento italiano. 

Já de acordo com os matutinos “Il Giornale” (20-6-15) de Roma e “Le Monde” (21-6-15) de Paris, o total de participantes teria chegado a 1 milhão. Apesar da chuva, a praça San Giovanni in Laterano, nas proximidades do centro histórico de Roma, bem como as ruas adjacentes, ficaram repletas de pais e mães com seus filhos, mas também de jovens e idosos. Defendiam eles os valores da instituição familiar, bradavam e portavam faixas com dizeres “Não à Teoria de Gênero”, “Sim à Família tradicional”, “A família salvará o mundo”, “Vamos defender nossas crianças”, “Tirem as mãos de nossos filhos” etc. 

Os pais italianos estão indignados, pois, contra o desejo deles, em muitas escolas do país o movimento pró-homossexual está infiltrando sua “agenda” para (de)formar as mentes dos pequenos a seu favor. 

Organizados pela associação Defendendo Nossos Filhos, diversos movimentos participaram desse evento pró-família que, apesar de gigantesco, passou praticamente ignorado da mídia brasileira. Inexplicável! 

Sem dúvida, essa espetacular manifestação das famílias italianas serve de claro e potente recado aos bispos que participarão do “Sínodo da Família” em outubro próximo em Roma. Tal recado foi: Senhores bispos, não queremos que se altere a doutrina nem a pastoral tradicionais da Igreja a respeito da instituição familiar, estabelecida por Deus como a união entre um homem e uma mulher num matrimônio monogâmico e indissolúvel; não se pode legalizar o “casamento” homossexual; não se pode autorizar a adoção de crianças por parte de duplas homossexuais; não desejamos que se permita a comunhão eucarística a divorciados; não permitiremos que se ensine a nossos filhos a antinatural Ideologia de Gênero

Essa monumental reação é um belo exemplo para o Brasil, pois também em muitas de nossas escolas — de modo sorrateiro, sem aprovação e sequer o conhecimento dos pais — as crianças já estão sendo “doutrinadas” por tais absurdas teorias, contrárias à Lei natural e à Lei divina e sem qualquer fundamento científico. 

Pais e mães devem estar alertas e procurar tomar conhecimento do que os “ideólogos de gênero” andam introduzindo nas escolas de seus filhos. Essa nefasta ideologia ensina, por exemplo, que é subjetivo e apenas cultural o conceito de homem ou mulher, pai e mãe, masculino e feminino, e que cada criança deve escolher o seu próprio “gênero”, entre eles os “gêneros” homossexual, bissexual, transexual... Ou seja, trata-se de um ensinamento absurdo que, além de confundir as mentes dos escolares, poderá perverter nossas crianças na mais tenra infância. 

Nesse sentido, é elucidativo o editorial da “Gazeta do Povo” (21-6-15), o mais importante jornal do Paraná, que sob o título Educação e teoria de gênero, escreve:“Observa-se uma tentativa de impor aos estudantes teorias controversas e carentes de fundamentação científica”. O mesmo editorial denuncia: “Em 2014, quando o Congresso Nacional votou o Plano Nacional de Educação, a presença da teoria de gênero foi refutada pelos congressistas, também após intensos debates e pressão popular [...]. Mas o que tem havido é uma pressão do Ministério da Educação para que os responsáveis pelos planos estaduais e municipais contemplem o que foi rejeitado no Congresso — isso, sim, constitui um desrespeito ao Legislativo federal e uma forma inaceitável de ‘virada de mesa’”.

Mas, graças a Deus, as sadias reações vêm crescendo cada vez mais de norte a sul do Brasil. Sobretudo por parte de pais e mães que não aceitam a imposição do ensinamento a seus filhos dessas teorias contrárias à natureza humana.

Até o momento em que encerro este artigo, a Ideologia de Gênero já foi excluída em oito estados da Federação. É o que noticia a “Folha de S. Paulo” (25-6-15): “Deputados de ao menos oito Estados retiraram dos Planos Estaduais de Educação referências a identidade de gênero e orientação sexual”. Para a obtenção desses bons resultados, os pais estão pressionando os deputados e os vereadores, pois a inclusão da Ideologia de Gênero destruiria o modelo tradicional de família (o único de acordo com a ordem natural), em cujo seio as crianças devem receber a devida e prudente orientação sexual e moral. Para os pais, tal orientação cabe a eles e não a estabelecimentos públicos. Numa sala de aula a criança seria pressionada a aceitar o absurdo e não teria capacidade crítica para analisar o tema. 

Não ao "gênero" na escola

sábado, 27 de junho de 2015

Vergonha de ser brasileiro.  Ou: Por que não te calas?



A presidente Dilma Rousseff afirmou, em entrevista ao jornal americano “The Washington Post”, que há “um pouco de preconceito sexual” na forma como é descrita a sua forma de governar.

Em resposta a uma afirmação de que dizem que Dilma é uma micromanager – termo em inglês que designa um chefe muito controlador –, ela questionou se “alguma vez você já ouviu alguém dizer que um presidente do sexo masculino coloca o dedo em tudo”.

“Eu acredito que há um pouco de preconceito sexual. Sou descrita como uma mulher dura e forte que coloca o nariz em tudo, e eu estou [me dizem] cercada por homens muito bonitos”, completou.
Por favor, alguém precisa colocar freios nessa senhora.  Ela não é qualquer pessoa para sair por aí dizendo bobagens em cadeia planetária.  É a presidente de um país com 200 milhões de pessoas, cuja imagem é profundamente afetada cada vez que ela fala de improviso.  O cargo que ela ocupa está – ou pelo menos deveria estar – subordinado a uma certa liturgia.

Não, dona presidenta, o problema do público em relação à senhora não é derivado de nenhum preconceito sexual.  Se há algum preconceito é em relação a essa mistura explosiva de incompetência, arrogância, arbitrariedade e tolice.


Sobre o autor

João Luiz Mauad
Administrador de Empresas e Diretor do Instituto Liberal
João Luiz Mauad é administrador de empresas formado pela FGV-RJ, profissional liberal (consultor de empresas) e diretor do Instituto Liberal. Escreve para vários periódicos como os jornais O Globo, Zero Hora e Gazeta do Povo.
Os impostos não apenas nos empobrecem (nos tirando uma parte substancial do produto do nosso esforço). Também nos tornam menos livres, já que são o mecanismo que o Estado emprega para nos fazer consumir isto e não aquilo ou nos comportamos economicamente de uma ou outra maneira. Tributando ou não a sua vontade, o Estado nos induz a agir como lhe for conveniente. Assim, os impostos nos convertem em marionetes do ministro da economia.
William Taylor (1887-1961)

Frase do dia

“O país perdeu a previsibilidade. Nos últimos anos, tivemos muitas mudanças nas premissas da política econômica e ninguém tem segurança do que vai acontecer… Você acha que alguém vai investir nesse cenário? É melhor ficar parado”.  Phillipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz no Brasil, em entrevista à Folha de São Paulo

Sobre o autor

João Luiz Mauad
Administrador de Empresas e Diretor do Instituto Liberal
João Luiz Mauad é administrador de empresas formado pela FGV-RJ, profissional liberal (consultor de empresas) e diretor do Instituto Liberal. Escreve para vários periódicos como os jornais O Globo, Zero Hora e Gazeta do Povo.
Colaboração do amigo Edson Oliveira, proprietário do blog Sou Conservador Sim, E Daí? 

São Paulo, quinta-feira, 25 de junho de 2015

Vitória parcial: Guerra contra a Ideologia de Gênero, muita luta ainda pela frente em São Paulo

Autor: Edson Oliveira   |   14:44   Seja o primeiro a comentar


As famílias terão muito que lutar agora no Plenário para não permitir manobras que camuflem aIdeologia de Gênero e nos façam pensar que vencemos. Relatório das sessões do dia 17 e 19 de junho.
Genero_PME_SP_IPCO_4

Na manhã do dia 17/6, católicos se reuniram novamente no palácio Anchieta, Câmara Municipal de São Paulo, para reafirmar a vitória da família cristã brasileira, e levar ao vácuo a segunda tentativa de alguns ativistas feministas e homossexuais.

O campo em questão: o futuro de todas as crianças do município, mas também de todo o País, uma vez que se trata da maior Câmara sul-americana.

A alternativa é simples, mas sinistra: As escolas serão ambientes de formação escolar ou de futuros agitadores sociais?

Em frente ao crucifixo e aos parlamentares, estavam os brados dos católicos de todas as idades que abafavam as ofensas dos militantes pró-gênero, que dessa vez compareceram número maior do que das vezes anteriores, embora bastante minoritários frente aos católicos.

Genero_PME_SP_IPCO_8

Nove caravanistas do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira estiveram nessa frente para mais uma vez unir-se aos vários grupos pró-família para combater essa ideologia contrária aos interesses do verdadeiro povo, e principalmente, aos de Deus.

Quando chegamos no Palácio Anchieta às 8h37, já encontramos os portões de entrada da Câmara abarrotados de pessoas pró-família de todas as idades.

Dentro do plenário 1º de maio, havia cerca de 200 católicos e 15 ativistas com bandeiras homossexuais que começaram provocando com brados como este: “Cuidado, fascista, a América latina vai ser toda feminista!”. Um ativista de aproximadamente 40 anos berrava isolado, sem parar: Fascistas! Fascistas! Fariseus!”.

Os católicos puxavam brados em favor da família, “Viva a castidade!” e recitaram duas vezes em voz alta a Ave-Maria.

Genero_PME_SP_IPCO_10

O Vereador Adilson Amadeu afirmou que “a gente tem que realmente proteger de verdade, amar as crianças e a família. O ‘gênero’ vai ficar aguardando na fila, porque nós vamos continuar sustentando o que foi relatado pelo nosso querido relator Ricardo Nunes”.

Sem argumentação criativa, a militância apenas berrava: “Demagogo! Demagogo!”. E as famílias respondiam: “Direito da família, educação que gera vida! Direito da família, educação que gera vida!”.

Genero_PME_SP_IPCO_12

O Ver. Paulo Fiorilo (PT), que teve seu substitutivo derrotado na semana passada, ameaçou com normas regimentais questionar sua derrota em outras instâncias se houvesse nesse dia a votação do novo texto, pois o presidente da sessão havia cometido um equívoco de nomear um relator cujo regimento da Câmara tornava impedido.

Ainda afirmou: “O meu substitutivo foi derrotado! E alguns aqui comparam com a derrota do Brasil por 7 a 1... É uma comparação esdrúxula! esdrúxula!”. De fato, seria esdrúxula se comparassem a derrota da “Ideologia de Gênero” com o fracasso do Brasil na Copa do Mundo. Mas a comparação era apenas para dizer que o Brasil teve uma revanche satisfatória, uma vez que a família é muitíssimo mais importante do que 22 pessoas correndo atrás de uma bola.

Com bom humor, os cristãos responderam ao vereador - “Gol do Brasil!”.

Genero_PME_SP_IPCO_9

No final, a votação foi postergada para a sexta-feira seguinte (19), para continuar o debate.

Para os católicos presentes, ficou uma mostra de como ficaria (ou pode ficar) nosso País sob a dominação dos militantes anti-família.  Cabe às famílias professar sua Fé. E por professar a Fé não se entende apenas fazê-lo na paz das paróquias e catedrais, mas também energicamente e com fervor em público, nesses tempos críticos em que passamos. Nossa inércia é o certificado da vitória dos “ímpios, ébrios e libertinos”, como cita o apóstolo São Paulo (I Cor. 6:9-10).

No dia 19, sexta-feira última, foi feita uma convocação geral para a militância LGBT estar presente na votação. Mas as famílias paulistanas chegaram antes e lotaram o plenário. Contrariamente ao regimento interno, desta vez foi permitido que algumas pessoas ficassem de pé, uma manobra para permitir a entrada dos ativistas LGBT que chegavam atrasados.

Genero_PME_SP_IPCO_3

Os guardas levaram os mais agitadores do movimento LGBT para o lado direito do plenário e, quando a sessão acabou, tiraram eles por outra saída. Havia 5 guardas do lado LGBT e apenas um para “controlar” as famílias.

A militância bradava: “O Estado é laico!” e, logo em seguida, “Deus é amor” e puxaram um Pai-Nosso (sic!). A ironia e contradição deles, super-defensores da laicidade do Estado, foi respondida com uma Ave-Maria – a qual eles não tiveram a ousadia de rezar juntos – e três vezes a jaculatória “São Miguel, rogai por nós”. Houve um silêncio inesperado da parte LGBT e uma pessoa ouviu um deles dizer: “exorcismo também é discriminação”. A pergunta que se faz é: “Discriminação contra quem?”.

Genero_PME_SP_IPCO_11

O IPCO distribuiu entre as famílias um manifesto contra a Ideologia de Gênero e um cartão vermelho – ideia que já foi utilizada com sucesso por nossos correspondentes em Jundiaí – contendo no verso o desenho de uma família e a afirmação de que a educação moral é um dever da família.

Genero_PME_SP_IPCO_7

A votação terminou com o resultado de 9 X 0 a favor do novo substitutivo que, apesar de ter representado uma vitória parcial a favor da família, por ter tirado os termos de gênero, deixou aberto um rombo que ameaça a educação e o futuro moral de nossos filhos e netos. Se não fosse a necessidade do representante do PT justificar seu voto aparentemente contraditório, não saberíamos o teor e a manobra feita (ver abaixo).

Genero_PME_SP_IPCO_13

De fato, o Ver. Paulo Fiorilo (PT), que antes havia apresentado um parecer que mantinha a questão de “gênero” e que agora votou favorável ao substitutivo, disse que o tema ainda pode ser resgatado no Plenário:

"Conseguimos incluir um artigo da lei orgânica na meta 1 que fala em: ‘educação igualitária, desenvolver umespírito crítico em relação a estereótipos sexuais, sociais e raciais das aulas, cursos, livros didáticos, materiais escolares e literatura.’ Possibilita manter esse debate vivo, e no plenário", disse.

As famílias terão muito que lutar agora no Plenário para não permitir tais manobras que camuflem a Ideologia de Gênero e nos façam pensar que vencemos.

A votação no Plenário será feita somente em agosto. Isso dará tempo para muitas manobras sombrias, mas também tempo para nos mobilizarmos.

Saiba como fazer sua parte!

Clique aqui e junte-se a nós nesta luta em defesa da família! Você receberá alertas sobre as datas e situação dos projetos em tramitação que visam destruir a família!

Envie este artigo para seus amigos e familiares e nos ajude nesta luta em defesa da família! Quanto mais pessoas souberem do fato, mais dificilmente eles conseguirão aplicar este tipo de leis! A força deles está em agir na surdina!

Veja como foi a última votação!



Genero_PME_SP_IPCO Genero_PME_SP_IPCO_2 Genero_PME_SP_IPCO_5