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quarta-feira, 7 de maio de 2014

A GUERRA REVOLUCIONÁRIA: A Doutrina

Pelo GENERAL FERDINANDO DE CARVALHO

1976 - PRIMEIRA PARTE: A DOUTRINA


1. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

Há muitos anos atrás, dominava em nosso Exército, como nas demais Forças Armadas em nosso País, uma preocupação tradicional: a defesa de nossas fronteiras, a inviolabilidade e a integridade de nosso território soberano, contra um ataque armado por inimigos ostensivos. Nosso adestramento militar voltava-se quase que exclusivamente para a eventualidade de uma agressão externa.

Mas, a partir de década de 30, começamos a perceber que essa concepção não era adequada à conjuntura. Sentimos que se definia, por dentro de nossas próprias fronteiras, com a cumplicidade de muitos brasileiros, desorientados por convicção ou ingenuidade, um inimigo ativo e tenaz, um inimigo a que não nos achávamos afeitos, utilizando concepções estratégicas e processos táticos que não conhecíamos antes. Pressentimos que esse inimigo seria capaz de invalidar nossa doutrina, de anular nossa preparação, de abalar o regime democrático de nosso país, destruir nossas instituições e, até mesmo, conquistar o poder, em submissão ao Comunismo Internacional.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

As mentiras 'verdadeiras'

Por IVES GANDRA DA SILVA MARTINS - O Estado de S.Paulo

"Comparados ao carniceiro profissional do Caribe, os militares brasileiros parecem escoteiros destreinados apartando um conflito de subúrbio" In O Homem Mais Lúcido do Brasil - as melhores frases de Roberto Campos, p. 53, organização Aristóteles Drummond (Ed. Resistência Cultural, 2014)

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Editorial do jornal Correio da Manhã, edição de 31 de março de 1964

Encaminhado por Ricardo Bergamini

BASTA!

Até que ponto o Presidente da República abusará da paciência da Nação? Até que ponto pretende tomar para si por meio de decretos-leis, a função do Poder Legislativo? Até que ponto contribuirá para preservar o clima de intranquilidade e insegurança que se verifica presentemente na classe produtora? Até quando deseja levar ao desespero, por meio da inflação e do aumento do custo de vida, a classe média e a classe operária? Até que ponto quer desagregar as forças armadas por meio da indisciplina que se torna cada vez mais incontrolável?

Editorial do O Dia, 2 de abril de 1964

Encaminhado Por Ricardo Bergamini

"O Sr. Ranieri Mazzilli, presidente da Câmara dos Deputados, poderá assumir ainda hoje a Presidência da República, em virtude do que dispõe o artigo 79 parágrafo 2o da Constituição, que declara: - Vagando os cargos de Presidente e Vice Presidente da República, far-se- á eleição 60 dias depois de abertas a última vaga. Se as vagas ocorrerem na segunda metade do período presidencial, a eleição para ambos os cargos será feita 30 dias depois da última vaga, pelo Congresso Nacional, na forma estabelecida em lei. Em qualquer dos casos, os eleitos deverão completar o período dos seus antecessores.

UTOPIA AUTORITÁRIA

www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

Segundo a professora Maria Celina de Araújo da PUC do Rio, os militares à frente dos governos contra revolucionários da década de 70, ao criarem a Comissão Geral de Investigações–CGI, a criaram, baseados na crença, de que os civis não possuíam patriotismo, retidão de caráter e conhecimento da realidade nacional.

domingo, 13 de abril de 2014

Denise Abreu entrevista o Reverendo Alberto Thieme sobre 1964 (2 partes)

O Reverendo Alberto Thieme reside, com a família, nos Estados Unidos. Brasileiro da gema, conversamos nesta primeira parte sobre o passado do Brasil, quando os que estão hoje no poder - e destruindo o país - queriam fazê-lo através da força, do medo e do terror.



Clube Militar - A Luta Armada no Brasil e o Dever do Estado - Dr Ives Gandra

nO VÍDEO, a fantástica palestra proferida por esse jurista admirável e íntegro,  Dr Ives Gandra Martins, alusiva aos 50 anos da Revolução Democrática de 31 Mar 64.  Essa palestra tem um relato histórico extraordinário, pois mostra a verdade dos fatos com equilíbrio e isenção. Penso que todos nós temos o direito de ouvir os dois lados. Vale a pena ouvir, refletir e , se você concordar, por favor, envie aos amigos para que eles também possam compartilhar a verdade dos fatos. 

terça-feira, 8 de abril de 2014

Rádio Nereu ramos (Blumenau/SC): Historiador Wander Pugliesi fala sobre o golpe militar de 1964


Wander Pugliesi - Historiador e professor
Wander Pugliesi - Historiador e professor

O professor e historiador, Wander Pugliesi participou nesta segunda-feira, 31 de março do Jornal da Nereu.
Wander falou sobre o período da ditadura militar no Brasil, e o golpe de 64 que hoje completa 50 anos. Para o historiador não foi um golpe, mas sim uma contra-revolução.
Ouça a entrevista:


sábado, 5 de abril de 2014

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Uma palavrinha para O Globo: Não foi um erro editorial!

Você quer saber como a imprensa tratava o presidente João Goulart? Então, confira aqui a pesquisa da jornalista Cristiane Costa.

Por Carlos I. S. Azambuja

Muito tem se discutido neste blog sobre o governo João Goulart e o golpe militar de 31 de março. Quem não viveu aquela época não tem uma real noção do que aconteceu. Por isso, vale a pena publicar a pesquisa da jornalista Cristiane Costa, postada originalmente no blog BrHistória.

O levantamento mostra que a imprensa, praticamente sem exceção, apoiou a derrubada do presidente João Goulart, em função dos desatinos cometidos ao propor uma reforma agrária demagógica, que atingiria todas as grandes fazendas produtivas, num país onde não faltam extensas áreas improdutivas a serem cultivadas.

segunda-feira, 31 de março de 2014

COMEMORAÇÃO AO CINQUENTENÁRIO DO GOVERNO MILITAR NO BRASIL EM BRASÍLIA



Publicado em 28/03/2014
Comemorar o cinquentenário do Governo Militar no Brasil é reconhecer com gratidão todas as grandes obras que estes homens realizaram em prol da nação brasileira e ao nosso povo!!! E, ainda hoje, continuam realizando!!! 


É despertar no povo brasileiro uma nova consciência política cidadã patriótica, democrática e participativa nas decisões do País, onde damos um basta aos crimes de lesa pátria e corrupção ativa impunes em todas as esferas governamentais.

"Presidente Dilma, Vossa Excelência jamais deveria proibir aos Comandos Militares a Comemoração do Cinquentenário do Governo Militar", afinal vivemos ainda uma "democracia"...(Ivone Luzardo).

sexta-feira, 21 de março de 2014

Guerrilha do Araguaia: uma resposta a Dona Taís

Um site na Internet, www.guerrilhadoaraguaia.com.br, agora, 40 anos após os fatos, destina-se especificamente a glorificar de forma despropositada os guerrilheiros do Araguaia.


Em um dos artigos ali contidos – “A Guerrilha do Araguaia sob outro Prisma” -, a jornalista e uma das responsáveis pelo site, Taís Morais, que por coincidência é também jornalista do Correio Braziliense, jornal que num “furo de reportagem”, publicou algumas fotos de um padre, dando-o como sendo Vladimir Herzog, inventa uma pequena historinha dizendo ser “a verdade sobre a Guerrilha do Araguaia”.

sábado, 8 de março de 2014

TEXTO INTERATIVO: Marcelo Rubens Paiva: No tempo da Ditadura

Caros leitores, 

 
Estou inaugurando hoje uma nova sessão: os "TEXTOS INTERATIVOS", isto é, textos que os leitores são convidados a participar ativamente na forma de comentários, inclusive debatendo a partir dos comentários de outros leitores. A configuração dos comentários do blog está liberada. 

O artigo que trago aos leitores para esta edição é da autoria de Marcelo Rubens Paiva (Estadão), intitulado "No tempo da Ditadura", no qual perfila mentiras em penca sobre a ditadura militar e a esquerda. Oportunamente, vou escrever uma análise de media-watch sobre o assunto, e se houver comentários relevantes sobre o tema, os incluo com os créditos dos respectivos comentadores. Se alguém não quiser ter seu nome creditado, por favor, poste como "anônimo".
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No tempo da ditadura

08 de março de 2014 | 2h 08

MARCELO RUBENS PAIVA - O Estado de S.Paulo
"Como é que a gente faz hoje quando entra num táxi e o motorista diz que tempos bons eram os da ditadura?", me perguntou o amigo Nirlando Beirão. Diz que:
No tempo da ditadura, a gente não podia escrever sobre o tempo da ditadura, nem qualificar o regime como uma ditadura. No tempo da ditadura, em vez de uma análise crítica sobre a ditadura, digo regime, neste espaço teria um poema de Camões ou uma receita de bolo, pois seria censurada.
Todo mundo que era contra a ditadura era comunista. Todos se tornaram suspeitos, subversivos em potencial. E muitos que, em 1964, conspiraram com os militares, na missão de impedir que comunistas tomassem o poder, e o Brasil se transformasse numa diabólica ditadura do proletário, perceberam a manobra e foram depois acusados de ligações com comunistas.