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terça-feira, 13 de maio de 2014

O relato de quem morreu de leucemia por burocracia e corte de gastos com a saúde. Viva a copa do mundo!

O artigo abaixo é o relato pessoal de Paulo Roberto Felipe Schmidt, que faleceu devido ao descaso do governo federal para com com a saúde. Segundo o próprio, as causas da morte foram a morosidade do processo de testes e realização do transplante de medula óssea/ decisão inteligente do governo de cortar a chance de vida de milhares de brasileiros e estrangeiros que poderiam ter sua vida salva por um de nós, e por fim, o desgosto com a nação."


Minha última coluna...


Colunista: 

Se estão lendo este documento, significa que eu dei o golpe final da leucemia e estou morto. Obviamente não foi assim que planejamos os acontecimentos, mas, nem sempre tudo acontece como queremos.
Descobri os primeiros sintomas quando Lilianne e eu estávamos em Lua de Mel na Patagônia, em dezembro de 2011. A princípio não dei muita atenção pois nunca se espera sofrer de leucemia, sempre pensamos ser algo mais simples como uma gripe difícil ou alterações hormonais para explicar as infecções indesejáveis.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Medicina, Monopólio e Mercado

           

   Consagrado ao liberalismo da tradição clássica e Escola Austríaca de Economia.

Editor e Redator: Ivan Lima
Novembro de 2013 – Belém – PA.

“Numa sociedade de mercado, livre de interferências, os ganhos de um indivíduo não decorrem da dor ou do sofrimento dos seus concidadãos; decorrem do fato de ter aliviado a sensação de desconforto dessas mesmas pessoas. O que faz mal ao doente é a doença e não o médico que o  cura. ” Ludwig von Mises – Ação Humana, pag. 928.


Medicina, monopólio, e mercado.

Depois que amainou a tempestade de polemicas causada pela importação dos médicos cubanos pelo governo brasileiro, abordo a questão pelo único ângulo em que de fato reside a causa sobre a alegada falta de médico no sistema de saúde pública no país: o monopólio que o Estado exerce sobre o ensino e formação médica. 

Ao restringir a vontade dos indivíduos tornarem-se médicos editando cotas mínimas tantos nas universidades públicas quanto nas particulares bem como manipulando a área médica, impedindo o mercado agir livremente na expansividade, e abundancia de formação profissional que só a visão e criatividade empresarial proporcionam, com liberdade, o Estado origina a falta de profissionais médicos.