Mostrando postagens com marcador Media-watch. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Media-watch. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Empresa caluniada por CQC denunciada neste blog presta conta de suas obras.

A construtora P&P enviou fotos a este blog prestando contas de obras pelas quais foi objeto de reportagem caluniosa pelo programa CQC, da Rede Band. Saiba mais...

Por Klauber Cristofen Pires

quinta-feira, 6 de março de 2014

Capitalismo consciente?

Estadão publica reportagem sobre supermercado que pratica "capitalismo consciente". O que será isso?

Por Klauber Cristofen Pires

Este meu narigão sente cheiro de presepada comunista-nom de longe! 

A Whole Foods é um supermercado fundado por um John Mackey, bacharel em filosofia e vegetariano. Sua loja especializou-se em fornecer alimentos considerados por ele como saudáveis, com ênfase no comércio de produtos locais e  e com embalagens, como direi....muito fofas! Ah, e tem mais: possivelmente você há de não reconhecer o gênero da pessoa que o atenderá. Não é tudo muito lindo?

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Barbara Gancia sobre Tuminha: só dá petralha na imprensa!

Rodrigo Constantino: Hobbes nas ruas


Publicado em 17/02/2014
Vídeo onde comento o excelente artigo de hoje de Luiz Felipe Pondé na Folha. A esquerda caviar, em sua bolha, usa Rousseau para criar o "novo homem", por odiar as pessoas comuns, e vai acabar tendo encontro com Hobbes, o "homem como lobo do homem".

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Suely Caldas e sua confusão em matéria de intervencionismo estatal


Por Klauber Cristofen Pires

O artigo de hoje, tomando como estudo de caso o artigo publicado pela professora da PUC/RJ e jornalista Suely Caldas, publicado no Estadão, denominado “No Brasil a Conversa é Outra”, vem para demonstrar a confusão que ainda jaz reinante na cabeça dos brasileiros – “encabeçada[i]” - pela maioria dos professores universitários, no que se refere ao intervencionismo estatal, com ênfase no chamado New Deal, o programa de governo do presidente Roosevelt nos anos 20 a 40 do século anterior.
Vamos ao texto da Professora Suely Caldas, a começar pelo primeiro parágrafo:
O intervencionismo do Estado foi necessário e bem-vindo em determinados momentos da História. Nos EUA pós-crise de 1929, o democrata Franklin D. Roosevelt enfrentou o desemprego, a pobreza e a destruição da economia com seu New Deal - um conjunto de leis e regras inspiradas nas ideias do economista inglês John M. Keynes, que ampliou a participação do Estado na economia, criando demanda e tirando da paralisia setores econômicos destruídos pela crise. Eleito em 1932, Roosevelt reorganizou a economia, aliviou o desemprego, usou o Estado para dar musculatura ao capitalismo e recuperou a esperança das famílias americanas, que o reelegeram para mais três mandatos.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Acredite se quiser: Celso Ming afirma que "MST é movimento conservador"!


Caríssimos leitores, por favor, me ajudem! Será o jornalista Celso Ming algum idiota ou um malandro-agulha? Pois pasmem: em sua coluna, afirmou que o MST é um movimento “conservador”!

Por Klauber CristofenPires

Rodrigo Constantino: A questão da desigualdade

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O previsível Luís Fernando Veríssimo

O escritor Luís Fernando Veríssimo tornou-se reconhecido por suas crônicas adocicadas para colegiais do ensino fundamental. Foi o bastante para que achasse poder ir além e tornar-se um crítico político: acabou apenas consolidando-se como um defensor das ideologias mais espúrias.

Por Klauber Cristofen Pires

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Gargalhando sobre gemidos

Porto de Mariel: inveja aos americanos?
Nesta semana, um artigo de Julia Sweig, intitulado Revolução na Flórida, publicada na Folha de São Paulo, mostra o poder cultural da ditadura cubana: segundo a autora, é hora de os americanos largarem mão de velhos mitos dos tempos da guerra fria e se entregarem de braços abertos a uma reconciliação com Cuba.
Por Klauber Cristofen Pires

Rodrigo Constantino: Em defesa de Rachel Sheherezade

Excelentíssimo comentário!

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Estadão mostra como fazer uma notícia enviesada!

Olhem só para o título desta notícia, veiculada pelo Estadão: 

"Estoquista baleado durante protesto em São Paulo tem alta, diz Santa Casa"

A pergunta é: o incidente envolvendo Fabrício Chaves e a PM ocorreu em razão de sua função como estoquista, ou de sua participação na rede de vândalos e terroristas no dia 25 de janeiro?

Por Klauber Cristofen Pires

Só para lembrar: Fabrício portava na sua mochila um estilete, e este foi o mote para que a família e comparsas argumentassem que o fato de possuir aquele instrumento (super) cortante era porque o pobre manifestante trabalhava como "estoquista", desculpa esfarrapada que, como se pode ver, tem sido amplamente comprada pela mídia mais sem-vergonha da história deste país.

Presumo, seguindo a mesma linha de raciocínio, que ele deveria também encanador e cozinheiro, eis que carregava na mesma mochila uma pesada chave de grifo e uma garrafa de vinagre, além, claro de bolinhas de gude (que servem para derrubar cavalos da PM) e dois dispositivos presumivelmente incendiários ou explosivos (Vide foto abaixo)

Na coluna do Reinaldo Azevedo, aparece um filme que afasta de vez a hipótese de reação do bandidinho por ter sido primeiro baleado pela polícia. 

A esta altura, qualquer jornalista que se preze, mesmo aqueles tão zelosos pelo princípio do "in dubio pro reo", mesmo aqueles que se engajam no enviesamento político-ideológico mas que cuidam da qualidade do trabalho jornalístico, já teriam pulado desta barca furada. A teimosia do Estadão em manter tal dúvida em suspenso evidencia um militantismo que já não pode ser chamado de jornalismo de jeito nenhum, mas de ação agit-prop. 

Não é por outra razão que a cada dia mais pessoas têm visitado este blog: Aqui eu não chamo o crime de "violência"; terroristas aqui não são "ativistas" e vândalos não são "manifestantes". Aqui eu não chamo ditadores de "presidentes", nem faço uso de impostores apontados como "especialistas" para justificar reportagens tendenciosas com o argumento de autoridade. Quem quer que tenha verdadeira autoridade, no sentido de conhecimento, tem aqui suas credenciais apresentadas, mas é pelo teor de verdade com que se expressa ali mesmo, na hora, que esta pessoa se faz respeitar.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Eis o novo tema global: o poliamor!


Vocês já perceberam como as novelas globais sempre buscam nomes que lembram valores como vida e família e pregam no seu desenrolar exatamente o contrário? Olhem só...Viver a vida...Laços de família....Amor à Vida...e agora, “Em família”....
Por Klauber Cristofen Pires

Ainda se lembram daquela que se chamava “Viver a Vida?”, Pois, chegou a ser capa da revista Istoé, com a manchete “Viver a vida é trair” tendo como lead, “A novela do horário nobre da Rede Globo é um elogio à infidelidade e quer fazer crer que a sociedade endossa a traição”.

Já notaram também como, novela após novela, cada sugestão sociológica vem acumulada a outra. “Amor à Vida”, sem descuidar da traição generalizada a ponto de ninguém mais saber quem era de quem, investiu pesado no militantismo gay e já deixou uma sementinha plantada para a causa abortista.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Perdeu o Roda Viva com Romeu Tuma Jr? Assista Aqui!

Transmitido ao vivo em 03/02/2014
O Roda Viva desta segunda-feira entrevista Romeu Tuma Júnior, autor do livro "Assassinato de Reputações", que traz denúncias contra o governo do ex-presidente Lula.


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Raquel Sheherazade, não se engane: o Salário Mínimo é só uma proibição!

Assistam ao vídeo abaixo: comento em seguida:



Prezados leitores,
A maioria dos brasileiros entende que o SM garante emprego com um poder de compra determinado. A conceituada jornalista Raquel Sheherazade também incorre neste ledo engano. Saiba por quê estão errados.
Por Klauber Cristofen Pires

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Jânio de Freitas e seu estilo "pé na porta" que não me engana

Hoje eu vou descrever uma tática argumentativa que certos colunistas (claro, esquerdistas, como sempre) vêm fazendo ultimamente, que vou chamar aqui de “metendo o pé na porta”. Como funciona: o sujeito chega impondo um ponto de vista e já vai logo afirmando que quem discordar dele é um cretino que merece ser morto, preso ou coisa parecida.

Por Klauber Cristofen Pires

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Alexandre Garcia, negócio é coisa séria!

Hoje mesmo assisti a uma parte do programa Bom Dia Brasil, exibido pela Rede Globo, especialmente a um bloco no qual o jornalista Alexandre Garcia comentava sobre o caso do descredenciamento das universidades Gama Filho e UniverCidade nos seguintes termos: "Instituição de ensino não pode virar negócio". Aí não!

Por Klauber Cristofen Pires

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Que tal tirarmos um pouco de sarro do Sakamoto?


sakamoto capa Que tal tirarmos um pouco de sarro do Sakamoto?


Leonardo Sakamoto, o jornalista do UOL, critica quem tem "preconceito" com "mulheres com pênis". É sério.

Muitas pessoas perguntam como conseguimos achar tanta coisa a ser comentada na internet. É simples: temos um algoritmo que caça textos por aí segundo palavras-chave (feminismo, fascismo, privataria, homofobia etc). Conforme o número de palavras encontrado, ele nos classifica o que deve ser comentado.

sábado, 30 de novembro de 2013

Boechat ofende “soldados, cabos, sargentos, tenentes, capitães, majores e coronéis“ e é condenado.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Quase lá: Editorial da Folha chega perto de uma verdade...

No editorial da Folha do dia 23/11/2013, intitulado "Lucro Social", levanta-se a necessidade de se dar ao empreendedorismo social um formato "sustentável", isto é, que devem gerar lucro. Isto nos leva a fazer a seguinte pergunta: os empreendedores comerciais já não fazem por si sós o melhor empreendedorismo social já inventado?

Por acaso a padaria da minha esquina não emprega pessoas, paga impostos, desenvolve tecnologia na fabricação de seus produtos e enfim, fornece os pães de que necessito, liberando-me para realizar minhas próprias atividades produtivas com maior empenho e lucro para mim mesmo?

Leiam o editorial abaixo e reflitam...

domingo, 24 de novembro de 2013

Breve reflexão sobre banho frio

Por Klauber Cristofen Pires

Tem sido notícia o desconforto da Papuda ao oferecer banho frio aos seus novos hóspedes, como se antes todos os demais que lá cumpriam suas penas descartassem o chuveiro elétrico por opção. 

Para o jornalista Reinaldo Azevedo, é "uma desnecessidade moral (embora haja razão técnica, já chego lá) preso tomar banho frio. Pra quê? Ninguém merece isso! Poucas coisas podem ser tão detestáveis." Certamente, nosso Tio Rei está falando de acordo com suas próprias  preferências pessoais. 

Quem te viu, quem te vê, hein Dirceu? O tempo e o conforto do poder amoleceram as suas fibras?. Hoje o deputado-presidiário mensaleiro reclama água quente para suas novas instalações, mas quando treinava guerrilha em Cuba, reclamava de um cano de água instalado em seu acampamento, sugerindo que era um luxo impensável, como citado no artigo "O apoio de Cuba à luta armada no Brasil: o treinamento guerrilheiro, de Denise Rollemberg": 

"No entanto, Daniel Aarão Reis Filho, também do IV Exército, afirma que as condições do treinamento que, supostamente, os colocariam no ambiente e nas situações de uma guerrilha foram decepcionantes e despertaram críticas entre militantes do MR-8, organização da qual fazia parte:

Nós fomos para lá acreditando que íamos encontrar um treinamento que nos desse as condições próximas às que teríamos na guerrilha rural no Brasil. Mas nada disso ocorreu. Nós ficamos num barracão de madeira, onde havia uma cama para cada um, era uma coisa rudimentar, mas havia. As refeições eram todas servidas por caminhões do exército. Até para tomar banho, tinha um cano... era um acampamento! Nós protestamos contra isso. Tentamos ganhar os cubanos para o fato de que nós queríamos dormir no mato todos os dias, por mais que isso fosse terrível...Porque aquilo ali era uma brincadeira. O próprio Zé Dirceu [da ALN] dizia que o treinamento era um
teatrinho de guerrilha e o pior, um vestibular para o cemitério»"

Por experiência própria, informo que em praticamente todas as instalações militares do Brasil os chuveiros são frios, que oficiais e praças patriotas, honestos e trabalhadores usam sem que nunca isto tivesse virado notícia. E olhem que estou falando até mesmo de estados do sul, cujo clima é bem mais rigoroso do que a tépida Brasília. 

No Arizona, o Xerife Joe Arpaio coloca as coisas no devido lugar:

"- Nossos soldados estão no Iraque onde a temperatura atinge 120°F ( 50°C ), vivem em tendas iguais a vocês, e ainda tem de usar fardamento, botinas, carregar todo o equipamento de soldado e, além de tudo, não cometeram crime algum como vocês, portanto calem a boca e parem de reclamar “.

Imaginem, leitores, quantos brasileiros honestos e trabalhadores tomam banho frio, sem ser por opção?

Eu vou dar aqui a minha opinião: o estado tem a obrigação de garantir a segurança e a incolumidade dos prisioneiros. No entanto, sou peremptoriamente contra certos mimos como chuveiro quente e até visitas íntimas. Presídio não é resort, e Brasília é uma cidade de clima agradável, sendo, pois, um banho frio, uma atividade até bem relaxante.