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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Conheça um pouco do que é o MST

Considerando-se a importância de reavivar subsídios para instruir a próxima escolha do presidente do Brasil, encaminho vídeo que julgo interessante para avaliação do que seja a extensão do  cinismo e da  estupidez de subversivos.

Por Jorge B. Ribeiro

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Por iniciativa de Caiado, PMs agredidos em manifestação do MST são homenageados no Câmara

Publicado em 13/05/2014
Por iniciativa do deputado Ronaldo Caiado (GO), policiais militares do Distrito Federal foram homenageados, nesta terça-feira (13/5), pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. O grupo, liderado pelo tenente-coronel Lúcio Cesar da Costa, recebeu um documento assinado pelo presidente do colegiado, o deputado democrata Pauderney Avelino (AM), com reconhecimento por ato de bravura e coragem na atuação em manifestação do Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST), em Brasília, em fevereiro deste ano. O protesto terminou com 30 policiais feridos, alguns gravemente, quando houve a tentativa de invasão de prédios públicos como o Palácio do Planalto e o STF. O parlamentar destacou que ele e toda a bancada do Democratas são aliados da PM para defendê-los de qualquer injustiça como a que ocorreu neste episódio, quando o ministro da Secretaria-Geral, Gilberto Carvalho, responsabilizou a PM/DF pelas agressões e atos de vandalismo ocorridos na manifestação.


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

BNDES E CAIXA DOAM 550 mil reais (do seu dinheiro) ao MST

Sua cidade andou sendo alagada pelas chuvas? Ah não? Então sofreu escassez do abastecimento de água? Buracos nas ruas? E a segurança pública, como vai? Tão bem quanto o programa mais médicos?

Pois saiba onde o PT gasta seu dinheiro, conquistado com trabalho honesto: doando para o MST promover invasões e esbulhos! E prepare-se: aí vem o MST urbano, uma mudança de estratégia do movimento depois de ter visto minguado seu campo de ação no campo.

Aí vai a notícia, direto do ESTADÃO:

BNDES deu R$ 350 mil para evento do MST

Caixa também liberou R$ 200 mil para Mostra de Cultura Camponesa; congresso nacional da entidade teve passeata que terminou em tumulto

24 de fevereiro de 2014 | 2h 06
Eduardo Bresciani - O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - A Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fecharam contratos sem licitação de R$ 200 mil e R$ 350 mil, respectivamente, com entidade ligada ao Movimento dos Sem Terra para evento realizado no 6.º Congresso Nacional do MST. O evento, há duas semanas, terminou em conflito com a Polícia Militar na Praça dos Três Poderes que deixou 32 feridos, sendo 30 policiais. Houve, ainda, uma tentativa de invasão do Supremo Tribunal Federal.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Muito reverente, muito filial e muito firme

Do site do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira

No centro da Praça de São Pedro, no Vaticano, ergue-se este multimilenário obelisco, trazido do antigo Egito. O monólito monumental é encimado pela Cruz de Cristo, tendo em sua base o dístico “Stat Crux, dum volvitur urbis!” (Enquanto o mundo gira, a Cruz permanece firme). É símbolo da própria Igreja — monumental, monolítica, altiva, desafia o mundo, perene ao tempo e à maldade humana.
Por Leo Daniele
O homem moderno sente-se órfão mesmo quando possui uma família, até quando tem um pai e uma mãe; sente-se órfão porque as elites não existem ou não atuam, e muitas vezes dão os piores exemplos; sente-se órfão porque a voz da Igreja não se faz ouvir como antes; e porque não existem mais na sociedade grandes personagens e grandes valores, já nem digo na ordem moral, mas simplesmente na ordem da sabedoria, do talento e da força de personalidade.

O mundo moderno está órfão. Ele se sente, na colorida expressão de Plinio Corrêa de Oliveira, “cheio de nada e vazio de tudo”. O vazio é hoje seu pai e sua mãe.
Em sentido contrário, Donoso Cortés assim descreve belamente o exemplo que Nosso Senhor nos dá: “Sei que Tu és como a mãe e eu como o menino pequenino, em quem a mãe infunde o desejo de andar, e em seguida lhe dá a mão para que ande, e depois lhe dá um beijo na testa porque quis andar e andou com a ajuda de sua mão.(1)É sublime!
Estava eu nestas cogitações sobre a orfandade, a paternidade e a filialidade, quando chega às minhas mãos a mensagem do príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança ao Papa Francisco. E que vejo? Um magnífico exemplo de filialidade numa situação delicada, pois se tratava de apontar alguns fatos, em que o Pontífice estava mal informado .

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Acredite se quiser: Celso Ming afirma que "MST é movimento conservador"!


Caríssimos leitores, por favor, me ajudem! Será o jornalista Celso Ming algum idiota ou um malandro-agulha? Pois pasmem: em sua coluna, afirmou que o MST é um movimento “conservador”!

Por Klauber CristofenPires

sábado, 18 de janeiro de 2014

Kátia Abreu: Um texto quase bom e uma pergunta

Comentário de LIBERTATUM: A Senadora Kátia Abreu escreveu um texto para o qual eu daria uma nota "8": Objetivamente falando, o texto peca por reivindicar mais estado para os índios, porquanto defendo que o que eles necessitam mesmo é de propriedade privada e inserção de vez na civilização - se querem coisas como antenas parabólicas, cestas básicas e remédios, que trabalhem e paguem impostos;  ademais, não há dúvida, pelo menos entre os leitores daqui deste blog, de quem são os conspiradores: são os petistas e outros esquerdistas de partidos satélites. Por quê é tão difícil à senadora dizer o óbvio? Isto talvez possa ser respondido com outra pergunta: como a senadora se põe a escrever um texto desses, acenando para os valores da direita, após ter abandonado os Democratas e fundado uma sigla mais à esquerda, bem como ter se aliado ao PT em seu estado?


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Conspiração, teoria e prática

Há um projeto em curso, que quer restringir e relativizar a propriedade privada e a economia de mercado


 Por Kátia Abreu, da Folha de São Paulo, em 18/01/2014

segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

Dois Pesos, Duas Medidas

por Klauber Cristofen Pires


Há um dito popular que utilizamos para definir quando alguém dá tratamento desigual a duas situações iguais: “dois pesos, duas medidas”. Eu nunca compreendi bem a extensão da figura de linguagem utilizada, que, para mim, pareceria mais certa se fosse “um peso, duas medidas”, ou “dois pesos, uma medida”; pois, se colocamos um novo peso em uma balança, certamente haveremos de ter uma nova medida, ao passo que uma das duas situações retro-descritas denunciaria o uso de fraude na balança.

Seja como for, que prevaleça a forma consagrada, para que seja o fiel de dois fatos recentes que receberam ênfase nos noticiários paraenses, até mesmo com alguma repercussão nacional.

Primeiro caso: O Ibama, que se frise, amparado por respeitável apoio policial e estrelando sob as miras das câmaras de tv, prende o dono de um restaurante de peixes e frutos do mar no centro da cidade. O responsável pela operação fala eloqüentemente à equipe de reportagem. E quem aparece preso? Quem? Ora bolas, um velhinho! Um velhinho muito malvado, diriam os eco-fanáticos; afinal, as provas do crime estavam lá e foram transmitidas nos telejornais: alguns baldes com mussuãs, e talvez, outros bichinhos. Mussuã é uma espécie de tartaruga de tamanho pequenino, muito apreciada como uma iguaria. Por causa do delito, tipificado como crime ambiental, o velhinho irá amargar cadeia sem nem sequer tem direito a fiança.

Segundo caso: a crescente invasão de terrenos na ilha do Mosqueiro, um dos balneários mais tradicionais da região metropolitana de Belém. Conhecida como “a Bucólica”, por causa dos belíssimos bangalôs construídos em estilo belle-époque, a ilha agora é palco de intensas queimadas e devastações levadas a cabo pelo MST, mas com o sério agravante de o fazerem com apoio do Incra e do próprio Ibama, segundo o que tem sido veiculado na mídia, e a ponto de comprometerem a saúde da população, devido à permanente fumaça, bem como de desolar de forma irreversível o ecossistema.

Os dois casos, contrapostos, mostram para que serve a intervenção estatal. E o meio-ambiente? Que se lixe. Proibido é vender meia dúzia de mussuãs; devastar o habitat de milhares delas, matando outros tantos com queimadas sem fim, pode.

O velhinho dono da peixaria, em princípio de direito natural, vendia o que seria de sua propriedade; não matou, nem seqüestrou, nem roubou nem destruiu nada de ninguém; a ele não interessa a extinção das mussuãs, pois precisa delas para gerar seu sustento. Ao vender parte de sua propriedade, gerava riqueza para a sociedade e a satisfação mais urgente de seus clientes. Finalmente, acaso vivêssemos em um país um pouquinho que fosse mais livre dessa praga que é o pensamento estatólatra, apenas um fator seria determinante para informar à população quando seria tempo de conter o apetite por mussuãs: o preço! A regra é simples: “menos mussuãs, mais caro o prato”, com a perspectiva de tornar-se atrativa a criação comercial dos quelônios, de modo que o risco de extinção da espécie passe a virar lenda.

O MST, por sua vez, bem como os agentes oficiais do estado, estes mesmos que se dizem os guardiões da natureza e do “desenvolvimento auto-sustentável” não lidam com a propriedade deles; seu negócio é atacar, de forma coercitiva e violenta, a propriedade alheia; invadem, destroem, queimam e desapropriam justamente porque não sofrem as conseqüências pelo mau uso. São gente que não depende de produzir algo de bom ou produtivo para a sociedade, pois vivem, um, do esbulho, outros, dos impostos.

O que se há de fazer, então, é utilizarmos da tecnologia e da racionalidade para que seus recursos possam ser usufruídos sem risco de exaustão e suas belezas, preservadas. Tanto os quelônios como os peixes são espécies que lançam à natureza centenas e milhares de ovos. Se é que o Estado poderia fazer algo de bom para a sociedade amazônida, seria manter um instituto que se incumbisse de povoar os rios com tartarugas e peixes; isto seria muito mais produtivo, barato e pacífico do que usar da lei e da força para perseguir cidadãos pacatos ou pior, para patrocinar hordas de bárbaros, sempre sob o estandarte de uma ideologia carregada de ódios e preconceitos.