“O brasileiro, quando não é canalha na véspera, é canalha no
dia seguinte”- Nelson Rodrigues
Gustavo Miquelin Fernandes
A pergunta encimada não é retórica.
Nem pede uma descrição muito detalhada, ou apenas nominológica, semiótica ou
semântica. Tento uma leve conceitual-descritiva – pelo menos é essa minha
intenção neste pequeno texto.
A canalhocracia
pulula – e esta ideia já tenho como líquida e certa, mais líquida que água, mais certa que o pensamento (cogito ergo sum). E toma conta, e subjuga,
e domina e prospera. É onipresente e semi-onipotente. Atraente demais, há de se
confessar. Mas não para mim!