Mostrando postagens com marcador Cade- Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cade- Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Duas previsões feitas neste blog

Por Klauber Cristofen Pires


Virado o ano, cumpre-me agradecer, ou melhor, pedir desculpas, pelo número de visitações que a cada dia cresce.

Pedir desculpas? Sim, já explico: Neste período de festas, passei praticamente um mês sem postar nada, quando muito republicando alguns dos excelentes artigos de colaboradores e vídeos de quem está realmente botando a mão na massa. 

Então, é óbvio que a visitação começa a cair, e assim foi se mantendo num padrão até a segunda semana de janeiro, quando repentinamente explodiu novamente ao nível de quando posto regularmente, sem que eu tivesse voltado aos meus trabalhos. 

O que eu poderia concluir disso? Estão me chamando! Só me restou portanto desgarrar-me da minha preguiça e arregaçar as mangas, envergonhado, porque eu é quem deveria estar me adiantando aos leitores, e não o contrário. 

Aproveitando o ensejo, ponho-me a lembrar aos leitores sobre dois fatos importantes que este blog adiantou desde vários anos atrás: a praga dos Conselhos de Classe e o surgimento do Super Cade.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Honra ao (de)mérito!


Findas as olimpíadas, os brasileiros estão a resmungar nos botecos, entre goles  de chopp e mordiscadas em chochas batatas fritas, sobre o presumivelmente eterno fiasco dos nossos atletas. Quanta incoerência! Para tudo o mais, se um título justo merecemos, é o de honra ao demérito, por prestigiarmos a anticompetitividade a todo custo!

Por Klauber Cristofen Pires

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Fusões em análise pelo Cade podem cair até 40% com novas regras


Com a nova lei aprovada em novembro de 2011, em vigor a partir desta terça-feira, a outra ponta da operação precisará também ter um faturamento mínimo, estabelecido em R$ 30 milhões

Nota de LIBERTATUM: depois de promulgada a Lei 12.529/2011, que cria o órgão que passou a ser conhecido como o "SuperCade", o direito de propriedade, a livre iniciativa e a concorrência segundo seu significado real e literal caem de joelhos perante o estado interventor. A torta filosofia adotada por este órgão segue os propósitos da primeira lei antitruste, o Sherman Act, de 1890: proteger não a concorrência, mas os concorrentes, aqueles mais incompetentes e especialmente os mancomunados com o governo. 

Eduardo Rodrigues, da Agência Estado

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O Supercade vai enforcar a indústria nacional

O SuperCade é o resultado da idiotia dos empresários, que fornecem a corda para serem enforcados!

Por Klauber Cristofen Pires

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Enquanto a China cria superempresas, o Brasil cria o SuperCade...

O CADE, um órgão designado diretamente para promover a mais descabida intervenção estatalo sobre a economia e a propriedade privada está para  receber uma transformação que o hipertrofiará na mesma medida em que atrofiará a as empresas e a livre-concorrência. 

Quanto maior o Cade, mais processos absurdos de acusação de cartéis, concentração de mercado, abuso  de poder econômico e domínio de mercado virão à tona. No fim, a livre-concorrência vai ficar traumatizada, com medo de botar a cabeça pra fora da toca. 

Com a obrigatoriedade de as empresas terem de pedir licença prévia para realizar fusões, o próprio ganho estratégico do efeito-surpesa perde o efeito. Enquanto o brasil vai engessando a iniciativa privada, os chineses passam por cima de todos nós como um tigre que pisa numa lesma...

 Para ministro da Justiça, novo Cade deve acelerar tramitação de processos de defesa concorrencial

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O estado e os cartéis: faça o que digo, não o que faço!


 Por Klauber Cristofen Pires 
A notícia da ordem de prisão de treze donos de postos de combustíveis em Manaus sob a acusação de cartel reforça a necessidade de revogação da lei antitruste. Estas pessoas não agrediram a propriedade de ninguém. Por causa desta política falaciosa, pessoas trabalhadoras, produtivas e empreendedoras estão tomando os lugar dos bandidosa nas cadeias.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Estado, Violência e Leis Privadas

Por Thiago Bezerra Gomes

A ética da propriedade e a sociedade de leis privadas podem parecer um pouco estranhas ao leitor acostumado com pensamentos socialistas e intervencionistas, onde o governo é supostamente responsável pelo “bem público”. Na verdade o governo é uma instituição que agride a propriedade e concede privilégios a certos grupos. O núcleo de estabilidade da ordem social é a propriedade privada