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sexta-feira, 27 de junho de 2014
terça-feira, 17 de junho de 2014
Wasserstrassenkreuz: Nós merecemos mais que lero-lero
Amigos de LIBERTATUM:
Recentemente alguém postou no Facebook sobre na Wasserstrassenkreuz, uma verdadeira maravilha da engenharia contemporânea.
Trata-se de uma ponte, na verdade um aqueduto navegável, que cruza (por cima!) o rio Elba, ligando dois canais, o Elbe-Havel e o Mittelland, nas proximidades da região de Magdeburg. Esta obra, além de fantástica, tem produzido grande eficiência na área dos transportes com significativa economia de custos.
Fiz questão de postar aqui no blog para que nós, brasileiros, agucemos nossas ambições. O Brasil tem como ser uma grande nação próspera, pacífica e feliz. Basta darmos um fim aos nossos erros e começarmos a fazer as coisas certas, e isto inclui dar um basta à mentalidade socialista e coletivista, e abrir os braços para a sociedade livre.
Na verdade, temos feito muitos fazemos milagres, como o próprio Lula andou discursando em tom ufanista recentemente, a não ser pelo fato de que nossas realizações têm sido mérito nosso, e não dele ou do PT. Na verdade, o tanto que conseguimos até aqui fazer a economia andar pra frente, nem que tenha sido só de passinho em passinho, foi APESAR de LULA, DILMA e do PT, e não GRAÇAS a esta gente!
A lição que o exemplo dos alemães nos proporciona serve para nos darmos conta que queremos e merecemos muito mais que lero-lero, e isto me lembra a famosa paródia da moça Amanda Valverde, no momento em que escrevo com quase oito milhões de acessos (!) que escreveu para responder: " - mereço mais, mais, mais, mais que lepo-lepo..."
Adorei a sua letra: foi uma resposta pra lá de inteligente à música Lepo-Lepo, da banda Psirico, que imagina que agir como um cachorro é o máximo que uma mulher pode desejar de um homem. Amanda representa a civilização,
Assistam ao vídeo:
Adorei a sua letra: foi uma resposta pra lá de inteligente à música Lepo-Lepo, da banda Psirico, que imagina que agir como um cachorro é o máximo que uma mulher pode desejar de um homem. Amanda representa a civilização,
Assistam ao vídeo:
domingo, 15 de junho de 2014
Dilma, por quê o chilique?
Você não pode ensinar os meninos a chupar as piquinhas dos seus colegas e depois querer que eles achem você o suprassumo da respeitabilidade.
Dilma, por que o chilique?
Após 12 anos você e o PT mandando o povo tomar no cu, deveria mais é receber a saudação do público do Itaquerão com regozijo e proclamar exultante: "Yes! É disso que estou falando!"
Por Klauber Cristofen Pires
Vamos dar uma repassadinha no tempo? Vamos relembrar quantas vezes o PT mandou o povo tomar no cu - e aqui estou a falar somente sob o significado estritamente literal?
sábado, 14 de junho de 2014
sexta-feira, 13 de junho de 2014
A única coisa autêntica que vi naquele jogo
Hoje acessei o Facebook e lá vi uma postagem com a presidanta Dilma em um largo sorriso dizendo: " - Mamãe comprou a Copa pra vocês! Gostaram?"
Bom, já que a pergunta foi feita, respondo: eu só teria gostado de um jogo comprado se eu também gostasse de entrar em uma faculdade ou agora, no serviço público, por meio de cotas. Pronto. Falei.
Mas e aí? O que os meus leitores acham? O jogo foi ou não comprado? O fato é que o juiz japonês apitou um pênalti visivelmente inexistente, e a esta altura do campeonato, tudo pode ser qualquer coisa, menos teoria da conspiração!
Por Klauber Cristofen Pires
terça-feira, 10 de junho de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
sábado, 7 de junho de 2014
Dilma muda regime político por meio de decreto
A presidente Dilma, por meio de um decreto, deu um "golpe branco" na democracia brasileira.
Assine a petição para pedir aos senadores da CCJ que aprovem um projeto de decreto legislativo que anula os efeitos do decreto da presidente.
Olá,
Tenho algo alarmante para lhe contar, que pode ser resumido pelas palavras do título: o Partido dos Trabalhadores deu um "golpe branco" por meio de um decreto presidencial.
Através do decreto 8.243 a presidente Dilma instituiu uma nova forma de sistema político no Brasil: a da representação direta, que ficará a cargo dos "movimentos sociais" (leia-se MST e similares). O que isso quer dizer? Entre outras coisas, quer dizer que os órgãos públicos passam a ser controlados por membros desses movimentos. Trata-se de uma maneira de perpetuar-se no poder, uma vez que o PT controla boa parte dos ditos "movimentos sociais" no Brasil.
Assine agora a petição para pedir aos senadores da CCJ que aprovem o projeto de decreto legislativo que anula os efeitos do decreto assinado por Dilma Roussef:
Alguns pontos que também são especialmente preocupantes:
- O decreto fere o fundamento da igualdade perante a lei e o da representação democrática, já que alguns cidadãos terão mais poder e voz que outros;
- Todos os órgãos da gestão pública estariam submetidos à influência dos "movimentos sociais" e similares. E esses grupos são ideologicamente alinhados ao PT; portanto, ganhando ou perdendo eleições, eles se eternizariam no poder de forma indireta, através da influência desses conselhos populares. Lembremos o que já acontece hoje com o MST.
- A Constituição brasileira é regida pela democracia representativa: eleições livres, nas quais o povo escolhe seus legisladores. O que esse decreto da presidente Dilma faz é criar um novo sistema de representação e empoderar seletivamente pessoas e movimentos sem que a população os tenha elegido.
- E quais seriam os critérios de escolha dos membros dos conselhos? Aqui temos muito espaço para subjetividades e escolhas que convenham a grupos e não à população brasileira.
- O Decreto, de acordo com Alvaro Dias, é "mecanismo de representação popular impróprio, por meio de eleição de representantes da sociedade civil para o exercício de mandato em conselhos de políticas públicas, ou, ainda, mediante indicação direta. Trata-se de uma forma polida com que a presidente da República decreta a falência do Poder Legislativo federal e o sucateamento total e absoluto do Congresso Nacional. Uma iniciativa dessa natureza, que decreta o alijamento do Congresso Nacional na discussão das políticas públicas, jamais poderia ter sido instituída sem o devido processo legislativo constitucional”.
- Como bem disse o jornalista Reinaldo Azevedo: " Inconformado com a democracia, o PT quer agora extingui-la por decreto".
Vários juristas e cientistas políticos se pronunciaram taxativamente contra esse decreto e as reações midiáticas foram intensas desde a sua publicação. Todos demonstram horror e espanto com o texto e os possíveis efeitos do decreto.
Nesta semana, nove partidos que, somados, representam quase a metade da Câmara dos Deputados formaram uma frente buscando barrar o decreto bolivariano assinado pela presidente Dilma. DEM, PPS, PSDB, Solidariedade, PR, PV, PSD, PSB e Pros – estão empenhados em suspender os efeitos do decreto presidencial através de um Decreto Legislativo. Para sua aprovação são necessários 257 votos. O total de deputados é de 513 e os membros das nove legendas participantes somam apenas 229.
Também o senador Alvaro Dias encaminhou rapidamente, ainda no dia 2 de junho, um Projeto de Decreto Legislativo ao Senado buscando sustar os efeitos do Decreto 8.243. Segundo o site oficial do senador: "O projeto está na Comissão de Constituição e Justiça, e será relatado pelo senador Pedro Taques (PDT-MT). O senador Taques já afirmou que pretende entregar seu parecer ao projeto na próxima semana".
Portanto, ainda há tempo para agir e mostrar aos políticos que a população brasileira não aceita esse tipo de desmando. Se você não está de acordo com esse autoritarismo da presidente Dilma, assine a petição para enviar um e-mail aos senadores da CCJ pedindo que eles aprovem o projeto de decreto legislativo que anula os efeitos do decreto de Dilma.
Por favor, compartilhe essa petição com o maior número possível de pessoas.
Desde já agradeço o seu apoio e a sua ajuda.
Atenciosamente,
Guilherme Ferreira e toda a equipe de CitizenGO
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PS: leia o editorial do Estadão sobre o tema: http://opiniao.estadao. com.br/noticias/geral,mudanca- de-regime-por-decreto-imp-, 1173217
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segunda-feira, 2 de junho de 2014
O povo já sacou que a Globo está por trás da "Campanha Vira-lata"
Publicado em 02/06/2014
Goianos protestam contra a TV Globo na chegada da Seleção
Parece que o feitiço está virando contra o feiticeiro. O povo já sacou que a Globo está por trás dessa campanha maldita para detonar a autoestima nacional e fazer o brasileiro odiar a si mesmo a seu país.
Neste domingo, populares hostilizaram a TV Globo durante a chegada da seleção brasileira. Ninguém gritou "não vai ter Copa" e sim: "Rede Globo, vá tomar no c...".
O gigante acordou
Parece que o feitiço está virando contra o feiticeiro. O povo já sacou que a Globo está por trás dessa campanha maldita para detonar a autoestima nacional e fazer o brasileiro odiar a si mesmo a seu país.
Neste domingo, populares hostilizaram a TV Globo durante a chegada da seleção brasileira. Ninguém gritou "não vai ter Copa" e sim: "Rede Globo, vá tomar no c...".
O gigante acordou
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Mudança de regime por decreto
29 de maio de 2014 | 2h 09
O Estado de S.Paulo - Editorial
A presidente Dilma Rousseff quer modificar o sistema brasileiro de governo. Desistiu da Assembleia Constituinte para a reforma política - ideia nascida de supetão ante as manifestações de junho passado e que felizmente nem chegou a sair do casulo - e agora tenta por decreto mudar a ordem constitucional.
quarta-feira, 28 de maio de 2014
sexta-feira, 23 de maio de 2014
O aborto foi aprovado, com a ajuda de cristãos abestalhados!
Pois é! Dona Dilma, devota de "Nossa Senhora de Forma Geral" enganou muitos católicos (e evangélicos também) que na verdade, pediram pra ser enganados.
O resultado está aí.
O aborto foi aprovado e será sancionado pela então candidata que prometeu não tomar nenhuma iniciativa para a provar o aborto: Pois a primeira coisa que fez ao assumir a "presidância" (declinação de "presidanta"), foi retirar o crucifixo e a Bíblia de seu gabinete, e a segunda, foi nomear Eleonora Manicucci, uma voraz aborteira e abortista, como ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres!
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Felipe Moura Brasil: Recado para calar Rachel Sheherazade partiu do Governo Dilma por meio da Secretaria de Comunicação Social.
A CENSURA COMO ELA É – Ministro Thomas Traumann pressionou SBT para calar Sheherazade. Reunião foi em Brasília com o “companhêru” Marcelo Parada. Cadê o escândalo na imprensa? Cadê as manchetes nos jornais?
(…) Notícias da TV apurou que a medida [de cortar os comentários da apresentadora Rachel Sheherazade] foi tomada sob pressão do governo federal. Há duas semanas, [o diretor de jornalismo do SBT] Marcelo Parada se reuniu em Brasília com o ministro da Secretaria de Comunicação Social [Secom], Thomas Traumann. Na ocasião, Traumann manifestou desconforto com os comentários de Sheherazade. O ministro controla as verbas do governo federal, que investe cerca de R$ 150 milhões em publicidade por ano no SBT. (…)
Thomas Traumann é o ex-porta-voz da Presidência que, no começo deste ano eleitoral, substituiu Helena Chagas na Secom. A avaliação era que Traumann ”tem perfil mais agressivo e mais afinado com o ex-ministro Franklin Martins”, que coordena a área de comunicação da campanha de Dilma Rousseff e é conselheiro do Instituto Lula.
Boris Gorentzvaig: LAMA NA PETROBRAS
Publicado em 14/04/2014
O ESCÂNDALO DO MONOPÓLIO DA INDÚSTRIA PETROQUÍMICA CRIADA NO GOVERNO DO ex-presidente Luiz Inácio Lulla da Silva COM O AVAL DA presidente Dillma Rousseff, então ministra das Minas e Energia, (MUITO MAIOR E PIOR DO QUE OS CASOS DA PASSADENA E ABREU LIMA).
"O governo do PT, juntamente com seus comparsas, expropriou do empresário Boris Gorentzvaig, fundador da indústria petroquímica brasileira, a Petroquímica Triunfo, uma gigantesca planta industrial localizada no interior gaúcho, produtora de matéria-prima para a produção de plásticos. A Petrobras detinha 85% do capital da Triunfo. Os outros 15% estavam nas mãos da família, cujo patriarca, Boris (falecido em 2012), foi o pioneiro na implantação do Polo Petroquímico do Sul, no fim da década de 70.
Logo que a Triunfo começou a operar, nos anos 80, a Petrobras e os Gorentzvaig se desentenderam. Desde então, entraram em litígio judicial para saber quem deveria dar as cartas na Triunfo. Para encerrar o litígio, o juiz Mauro Gonçalves, responsável pela causa, propôs, em junho de 2009 que a estatal vendesse sua parte aos Gorentzvaig por 250 milhões de reais.
A Petrobras topou sair do negócio, mas cobrou um valor maior por sua participação: 355 milhões de reais. Os Gorentzvaig concordaram com o novo preço. O negócio deveria ser sacramentado em outubro do referido ano, durante uma audiência de conciliação judicial. Mas a advogada da Petrobras, Andréia Damiani, foi ao tribunal para dizer que a empresa não queria mais acordo e alegou que já havia passado muito tempo desde que a empresa fizera a contraproposta e "razões estratégicas" impediam a conclusão do negócio. A advogada reclamou, também, do pedido de due diligence, investigação contábil, jurídica e econômica feita antes do fechamento de grandes negócios. Para ela, a due diligence iria "embolar o meio de campo".
No mês de abril de 2009 -- e é aí que o caso se torna curioso e nebuloso, a Petrobras decidiu repassar a Triunfo para outra empresa, a Braskem, da qual é sócia minoritária, por 118 milhões de reais, pagos em ações. Preferiu, portanto, de forma muito estranha, receber 118 milhões de reais em ações por 100% da Triunfo aos 355 milhões de reais em dinheiro por 85% da mesma empresa, estes que seriam pagos pelos Gorentzvaig. Os Gorentzvaig, minoritários na petroquímica, foram obrigados a sair do negócio e a também aceitar ações da Braskem em troca de sua participação. "Entregaram a Triunfo para a Braskem", diz Caio Gorentzvaig, após verdadeira expropriação, privatizando-a, portanto, logo após.
A Petrobras alega que o negócio é lícito e contribuiu para a "consolidação da indústria petroquímica nacional". Controlada pela Odebrecht, a Braskem já era dona do polo petroquímico da Bahia e da refinaria paulista de Paulínia, e desta forma, formou verdadeiro monopólio no setor petroquímico do país. Dilma Rousseff, sempre é bom lembrar, à época, era a Presidente do Conselho de Administração da Petrobras. No Palácio do Planalto, em 4 de dezembro de 2007, várias autoridades discursaram em reunião onde a Braskem e a UNIPAR se associaram para atuar em Camaçari: Presidente Lula: "Isso aqui não pode terminar sem a Dilma falar". Ministra Dilma Rousseff: "É que eu acho que é muito mais do que isso, sabe, José Sérgio (presidente da Braskem)? Eu acho que a petroquímica foi algo importante que o País tentou estruturar nos anos 70.
Acho que, dos anos 70 até hoje, nós demos alguns passos, mas havia uma grande confusão acionária que impedia que grupos extremamente pulverizados tivessem porte e tamanho suficientes para disputar um espaço de fornecimento de produtos petroquímicos aqui no Brasil e no mundo. Eu acho que hoje é um grande passo, porque se formam dois grandes grupos privados nacionais, com a Petrobras como minoritário relevante, estratégico e estruturante."
AO TRANSFORMAR A PETROBRAS EM ACIONISTA MINORITÁRIO, DILMA ROUSSEFF NÃO ESTARIA PRIVATIZANDO A EMPRESA? COM A PALAVRA, A CPI!
A Braskem é uma "cria" do governo Lula que, sob o comando de Dilma Rousseff, fez de tudo para que ela se desenvolvesse.
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