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sábado, 18 de janeiro de 2014

Kátia Abreu: Um texto quase bom e uma pergunta

Comentário de LIBERTATUM: A Senadora Kátia Abreu escreveu um texto para o qual eu daria uma nota "8": Objetivamente falando, o texto peca por reivindicar mais estado para os índios, porquanto defendo que o que eles necessitam mesmo é de propriedade privada e inserção de vez na civilização - se querem coisas como antenas parabólicas, cestas básicas e remédios, que trabalhem e paguem impostos;  ademais, não há dúvida, pelo menos entre os leitores daqui deste blog, de quem são os conspiradores: são os petistas e outros esquerdistas de partidos satélites. Por quê é tão difícil à senadora dizer o óbvio? Isto talvez possa ser respondido com outra pergunta: como a senadora se põe a escrever um texto desses, acenando para os valores da direita, após ter abandonado os Democratas e fundado uma sigla mais à esquerda, bem como ter se aliado ao PT em seu estado?


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Conspiração, teoria e prática

Há um projeto em curso, que quer restringir e relativizar a propriedade privada e a economia de mercado


 Por Kátia Abreu, da Folha de São Paulo, em 18/01/2014

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Vitória de Marina Silva seria desastrosa, diz Kátia Abreu

FERNANDO RODRIGUES - DE BRASÍLIA (Folha)

A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) disse ontem que Marina Silva propaga preconceitos a respeito do setor do agronegócio. Por essa razão, seria "desastroso" o sucesso de Marina na eleição presidencial do ano que vem, ao lado de Eduardo Campos (PSB).

Líder dos interesses dos ruralistas no Congresso e presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), Kátia Abreu deu entrevista ao programa Poder e Política, da Folha e do UOL, e afirmou torcer para Eduardo Campos pensar diferente de Marina.

"Ela [Marina] fez um artigo na Folha dizendo o quanto o setor [do agronegócio] é retrógrado, o quanto o setor é atrasado. Colaborou para que alguns preconceitos fossem construídos com relação ao produtor rural brasileiro, como um destruidor do meio ambiente. E nós não somos isso. Produzimos uma das maiores agriculturas do planeta em apenas 27% do território nacional", diz a senadora tocantinense, hoje uma interlocutora frequente da presidente Dilma Rousseff.