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terça-feira, 17 de junho de 2014

Wasserstrassenkreuz: Nós merecemos mais que lero-lero

Amigos de LIBERTATUM:


Recentemente alguém postou no Facebook sobre na Wasserstrassenkreuz, uma verdadeira maravilha da engenharia contemporânea. 

Trata-se de uma ponte, na verdade um aqueduto navegável, que cruza (por cima!) o rio Elba, ligando dois canais, o Elbe-Havel e o Mittelland, nas proximidades da região de Magdeburg. Esta obra, além de fantástica, tem produzido grande eficiência na área dos transportes com significativa economia de custos. 

Fiz questão de postar aqui no blog para que nós, brasileiros, agucemos nossas ambições. O Brasil tem como ser uma grande nação próspera, pacífica e feliz. Basta darmos um fim aos nossos erros e começarmos a fazer as coisas certas, e isto inclui dar um basta à mentalidade socialista e coletivista, e abrir os braços para a sociedade livre.

Na verdade, temos feito muitos fazemos milagres, como o  próprio Lula andou discursando em tom ufanista recentemente, a não ser pelo fato de que nossas realizações têm sido mérito nosso, e não dele ou do PT. Na verdade, o tanto que conseguimos até aqui fazer a economia andar pra frente, nem que tenha sido só de passinho em passinho, foi APESAR de LULA, DILMA e do PT, e não GRAÇAS a esta gente!

A lição que o exemplo dos alemães nos proporciona serve para nos darmos conta que queremos e merecemos muito mais que lero-lero, e isto me lembra a famosa paródia da moça Amanda Valverde, no momento em que escrevo com quase oito milhões de acessos (!) que escreveu para responder: " - mereço mais, mais, mais, mais que lepo-lepo..." 

Adorei a sua letra: foi uma resposta pra lá de inteligente à música Lepo-Lepo, da banda Psirico, que imagina que agir como um cachorro é o máximo que uma mulher pode desejar de um homem. Amanda representa a civilização, 

Assistam ao vídeo:


Reunindo conhecimentos e experiências

“Muita memória ou memória de muitas coisas: a isso se chama experiência”.

(Thomas Hobbes)

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Copa do Mundo prova que a doença do Brasil é o futebol

Torcer para a Seleção Brasileira diante de uma Copa do Mundo que dilapida o País é como comprar droga na boca de fumo da esquina e fazer de conta que esse ato não financia o tráfico

Lula e Dilma Rousseff: petistas não podem ser culpados sozinhos pelo prejuízo que a Copa está dando ao País | Foto: Cristiano Mariz
Lula e Dilma Rousseff: petistas não podem ser culpados sozinhos pelo prejuízo que a Copa está dando ao País | Foto: Cristiano Mariz
José Maria e Silva

segunda-feira, 26 de maio de 2014

A ÍNDOLE TOTALITÁRIA E ANTICRISTÃ DO LAICISMO



Há um afã de eliminar Deus do horizonte cultural da sociedade, para fazer prevalecer apenas a horizontalidade hedonista e pragmática de um terrível materialismo. Vão se apagando e se debilitando os tons daquilo que foi um dia uma vigorosa identidade cristã.

Prof. Hermes Rodrigues Nery

O I Seminário Internacional “O Estado Laico e a Liberdade Religiosa”, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça e coordenado pelo Ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, reuniu em Brasília, especialistas estrangeiros e brasileiros, teólogos e juristas, para debater a relação entre o Estado e a Igreja, explicitando conceitos-chaves nesta compreensão, como o de laicidade e laicismo, analisando implicações concretas do dia-a-dia, no atual contexto de pluralismo e relativismo cultural. O que ficou evidente na reflexão dos inúmeros expositores, foi a de que a ideologia laicista pode corroer as premissas da laicidade, e tornar-se um laicismo agressivo, de oposição à religião, especialmente a católica, na medida em que deixa de haver a neutralidade do Estado, necessária para garantir o direito à livre expressão e a própria liberdade religiosa. No Brasil, por exemplo, com o Plano Nacional de Direitos Humanos – PNDH3, não há a necessária neutralidade do Estado (como requer a laicidade), e com o laicismo o Estado acaba sendo instrumentalizado por uma ideologia nada laica, mas de índole totalitária e anti-cristã.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Ética do trabalho que alicerçou o capitalismo está morrendo no Brasil

Para Max Weber, o trabalho é o valor supremo da sociedade; para Henry Ford, o princípio econômico fundamental / Foto: Divulgação - Honda
Viciadas pelo assistencialismo do Estado e corrompidas pelo relativismo moral, as famílias trabalhadoras já não possuem valores a repassar aos filhos e são as principais vítimas da derrocada da ordem
Para Max Weber, o trabalho é o valor supremo da sociedade; para Henry Ford, o princípio econômico fundamental / Foto: Divulgação – Honda
Por José Maria e Silva

terça-feira, 22 de abril de 2014

Individualismo e coletivismo

"Não sou político; sou principalmente um individualista. Creio na liberdade; nisso se resume a minha política..."
(Charles Chaplin)
            Liberdade e escravidão estão inseridas na questão do individualismo e do coletivismo. O comunismo para fugir do seu fracasso e da sua especialidade como sistema criminoso e escravagista está se escondendo no coletivismo, disfarce idiota. 

Por Armando Soares

terça-feira, 15 de abril de 2014

Sociedade hipócrita

“Queremos uma sociedade onde as pessoas são livres para fazer escolhas, cometer erros, ser generoso e compassivo isso é o que entendemos por uma sociedade moral, não uma sociedade onde o Estado é responsável por tudo, e ninguém é responsável pelo estado”.
 (Margareth Thatcher)

            Fingimento, impostura, simulação, falsidade, falsa devoção significa hipocrisia, isso é a própria sociedade brasileira. Além de hipócrita a sociedade brasileira não tem direção, se move conforme as conveniências e se afasta cada vez mais de uma sociedade moral submetida à vontade de um Estado contaminado de imoralidade e incompetência, onde aproveitadores se aproveitam do Estado e ninguém “é responsável pelo estado”.  John Adams, em discurso no ano de 1798, assim se expressou sobre a constituição americana: “Nós não temos governo armado com potência capaz de competir com as paixões humanas desenfreadas pela moralidade e religião. Avareza, ambição, vingança ou galhardia, iria quebrar os fios mais fortes da nossa Constituição como uma baleia que passa por uma rede. Nossa constituição foi feita somente para um povo moral e religioso. Ela é totalmente inadequada para o governo de qualquer outro”. Lamentavelmente não tivemos a sorte de ter um homem da envergadura de um John Adams, e muito menos uma sociedade que pudesse construir uma constituição semelhante a dos EUA. Pertencemos às leis que fizemos para nos proteger e que nos oprimem. Aproveitando o pensamento de Edouard Rod, “nada somos além de objetos dessa contraditória abstração, o Estado, que torna cada individuo escravo em nome da vontade de todos, que, tomados isoladamente, desejariam exatamente o oposto do que estão obrigados a fazer”.

            A hipocrisia da sociedade brasileira chega a ponto de virar o rosto para uma verdade cristalina de que o Brasil, mais especificamente a Amazônia, os estados amazônicos são ignorados como organismos federados, e já estão sendo controlados por forças colonialistas modernas com instrumentos sutis que anestesiam a sociedade para não sentir a dor da perda da soberania e do território amazônico. Esse poder global colonialista domina a ONU, o dinheiro, portanto, comanda o mundo. Para esse poder global e dinástico, diante de uma sociedade brasileira hipócrita, volúvel e sem convicção, pouco importa que os brasileiros estejam se matando, roubando, invadindo propriedades, destruindo patrimônios públicos e privados. Os tentáculos desse “polvo”, de poder incomensurável, estão dirigidos para o domínio do mercado, e, em se tratando do Brasil, para a Amazônia ou para os estados amazônicos, que fazem parte do projeto geopolítico. Para esse pessoal pouco importa se no Brasil há mais assassinatos que na Palestina, no Afeganistão, na Síria e no Iraque juntos; se há mais assassinatos no Brasil que em toda a América do Norte, mais do que na Europa, que no Japão e na Oceania; para essas forças econômicas pouco importa que a guerra do Vietnã que matou 50.000 pessoas em sete anos, e que o Brasil mata a mesma quantidade em um ano; para esses senhores do mundo, pouco importa se o climatologista da USP, Ricardo Augusto Felício tenha afirmado peremptoriamente: que o tão propalado aquecimento global é apenas uma hipótese e não carece de prova científica; que o homem não tem poder para mexer no planeta Terra; que o ambientalista confunde propositalmente ações locais com ações planetárias; que não adianta provar que o gelo da Antártica derrete e congela de novo; que o nível do mar não está subindo, como comprovado pelo comprometido IPCC, subiu apenas 50 centímetros em 100 anos; que para que a Antártica derreta, a temperatura da Terra teria que subir no mínimo de 20º a 30º acima da atual temperatura; que o efeito estufa é uma falácia, não existe; que o ozônio desaparece na Antártica, e o que está em jogo neste assunto do ozônio é puramente uma questão de ordem econômica, de patentes vencidas que mexe com bilhões de dólares; que a garoa tradicional de São Paulo não está desaparecendo, é somente um processo cíclico; que a floresta amazônica, como propalado em passado recente, nunca foi o pulmão do mundo; que a vegetação responde ao clima, sendo a floresta amazônica uma floresta de chuva, ou seja, a floresta está na Amazônia porque chove, e não chove porque tem floresta; que recentemente foi descoberto 6.000 km de um aquífero amazônico, o maior do Brasil (o que atrai mais a cobiça dos colonialistas modernos); que a Rio+20 foi apenas um evento para que os colonialistas prendessem suas colônias (Amazônia e Brasil) nas coleiras; que aquecimento global não existe, o que existe são apenas mudanças climáticas realizadas pelo planeta, independente da vontade do homem. O homem, mesmo que tente, não consegue poluir o planeta, polui apenas o meio ambiente em que vive, nas cidades, ao redor de sua casa e mais nada.

            Em 30.03.2014, o IPCC publicou suas previsões feitas em computador para o ano de 2100, “chute grande”, o qual o climatologista Luiz Carlos Molion, entrevistado, logo discordou. Para Molion, o produtor rural não deve levar em consideração esses resultados que são baseados em modelos que não reproduzem a situação atual. O homem nada pode fazer diante de mudanças climáticas, ele deve apenas se ajustar a elas, pois não tem competência, poder para reverter às mudanças promovidas pela força da natureza, pelo sol, pelos oceanos, pelos vulcões e terremotos. Essa falácia ambientalista, de tempo em tempo, são vitalizadas. Dessa vez veio à cena Ragendra Pachauri, presidente do IPCC, que com a cara mais dura afirma que os cientistas lidam com dados científicos (criados por eles para enganar). Referindo-se ao Brasil trouxe imediatamente como foco a Amazônia e a necessidade de protegê-la (entendo que dos brasileiros para evitar atropelos ao projeto de dominação da região em consolidação).

            A hipocrisia da sociedade brasileira pode ser exemplificada pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária – CNA, uma força econômica e política extraordinária responsável por manter em bom tamanho o PIB brasileiro, por gerar renda, emprego, e ter como presidente uma senadora. O paradoxo que confirma a hipocrisia é que a senadora presidente do CNA faz parte da base de sustentação política do governo petista, o que explica que a CNA nunca usou o seu poder político e econômico para dar um basta nas ações governamentais que fragilizam os produtores de alimentos e matérias primas, como por exemplo, a política ambiental nociva, a ação policialesca do IBAMA, as permanentes invasões de propriedades agrícolas e outras questões que estão destruindo o estado de direito brasileiro. A hipocrisia não está apenas no comando da CNA, se alastra pelos grandes produtores e exportadores agrícolas, que dado sua importância econômica tem tratamento privilegiado pelo governo petista, o que lhes dá o direito de ignorar o que vem acontecendo nos estados amazônicos, onde seu desenvolvimento foi travado para atender os interesses dos colonizadores modernos. Em se tratando do Norte brasileiro a hipocrisia é generalizada, atinge todos os setores produtivos, a política, o social e a moral. Guy de Maupassant alerta que “quando se fala de antropófagos, sorrimos com orgulho, proclamando nossa superioridade sobre aqueles selvagens. Quais são os selvagens, os verdadeiros selvagens? Aqueles que lutam para comer os vencidos ou aqueles que lutam para matar, com o único intuito de matar?”. Existe maior hipocrisia do que a de assistir os assassinatos de brasileiros inocentes, virar a cara e apoiar um governo incapaz de protegê-los?
Armando Soares – economista
e-mail: teixeira.soares@uol.com.br

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Lindo vídeo: Um oásis em meio a maconheiros, vadias, aborteiros e novelas em que filhos gritam com os pais! Assistam e se gostarem, divulguem!

quinta-feira, 6 de março de 2014

Adolfo Sachsida: Entrevista com Rodrigo Souza e Paulo Kogos



Transmitido ao vivo em 05/03/2014
Entrevista com Rodrigo Souza e Paulo Kogos: bitcoin, drogas, e liberdade de expressão. Dois jovens líderes mostrando suas opiniões de maneira direta e corajosa.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

SOBRE VALORES

Por Maynard Marques de Santa Rosa*

“O Estado comunista nada mais é do que uma monarquia absoluta em que não há súditos, mas apenas servos” (C. G. Jung).

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Milionário homossexual e ateu doa herança à Igreja Católica, antes de cometer suicídio

Do site da Editora Cléofas - 

wallpaper-bandeira-dos-eua-6529O jornal dos EUA New York Time publicou um caso muito interessante.
Robert W. Wilson, um milionário americano, homossexual e ateu, antes de cometer suicídio doou uma boa parte de seu patrimônio para a Igreja Católica. Robert W. Wilson, repassou cerca de 30 milhões de dólares ao longo de vários anos para a Arquidiocese de Nova York, com a expectativa de que o dinheiro fosse investido em educação. Segundo o Relatório, o motivo dessa escolha foi por crer que o sistema católico de ensino exerce melhor sua função de avançar na aplicação de seus métodos de instrução, comparado ao sistema público de educação nos EUA.
Um outro relatório mostra que o milionário Bill Gates tentou fazer Robert Wilson  aderir  a  seu  programa” The Giving Pledge”, mas Robert não aceitou por achar que a iniciativa do fundador da Microsoft ser “praticamente inútil”. Robert tinha um patrimônio de cerca de 800 milhões de dólares, e entendeu que a caridade  de Bill Gates não assume o compromisso de ajudar e serve apenas para tarjar bilionários como “socialmente aceitáveis”.
Robert W. Wilson sofreu em julho  um acidente vascular cerebral e seis meses depois foi encontrado morto no pátio dos fundos do prédio San Remo, na região de Central Park West, em Manhattan, Nova York. Wilson teria se atirado de sua residência, em um apartamento no 16º andar, no dia 23 de dezembro de 2013, sem filhos.
É um caso que nos faz pensar, especialmente hoje em que a Igreja católica é extremamente perseguida por muitos homossexuais e ateus. Por que esse milionário ateu e homossexual preferiu a educação das escolas católicas?…

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Professor não tem direito de "fazer a cabeça" de aluno

Tendo em vista recente ordem judicial ordenando a remoção de dois artigos sobre doutrinação ideológica, republico esta excelente aula do Dr. Miguel Nagib. 

Por Miguel Nagib *
É lícito ao professor, a pretexto de “despertar a consciência crítica dos alunos” – ou de “formar cidadãos”, “construir uma sociedade mais justa”, “salvar o planeta”, etc. –, usar a situação de aprendizado, a audiência cativa dos alunos e o recinto fechado da sala de aula para tentar obter a adesão dos estudantes a uma determinada corrente ou agenda política ou ideológica?

Com outras palavras: é lícito ao professor tentar “fazer a cabeça” dos alunos?