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segunda-feira, 30 de junho de 2014
terça-feira, 17 de junho de 2014
Wasserstrassenkreuz: Nós merecemos mais que lero-lero
Amigos de LIBERTATUM:
Recentemente alguém postou no Facebook sobre na Wasserstrassenkreuz, uma verdadeira maravilha da engenharia contemporânea.
Trata-se de uma ponte, na verdade um aqueduto navegável, que cruza (por cima!) o rio Elba, ligando dois canais, o Elbe-Havel e o Mittelland, nas proximidades da região de Magdeburg. Esta obra, além de fantástica, tem produzido grande eficiência na área dos transportes com significativa economia de custos.
Fiz questão de postar aqui no blog para que nós, brasileiros, agucemos nossas ambições. O Brasil tem como ser uma grande nação próspera, pacífica e feliz. Basta darmos um fim aos nossos erros e começarmos a fazer as coisas certas, e isto inclui dar um basta à mentalidade socialista e coletivista, e abrir os braços para a sociedade livre.
Na verdade, temos feito muitos fazemos milagres, como o próprio Lula andou discursando em tom ufanista recentemente, a não ser pelo fato de que nossas realizações têm sido mérito nosso, e não dele ou do PT. Na verdade, o tanto que conseguimos até aqui fazer a economia andar pra frente, nem que tenha sido só de passinho em passinho, foi APESAR de LULA, DILMA e do PT, e não GRAÇAS a esta gente!
A lição que o exemplo dos alemães nos proporciona serve para nos darmos conta que queremos e merecemos muito mais que lero-lero, e isto me lembra a famosa paródia da moça Amanda Valverde, no momento em que escrevo com quase oito milhões de acessos (!) que escreveu para responder: " - mereço mais, mais, mais, mais que lepo-lepo..."
Adorei a sua letra: foi uma resposta pra lá de inteligente à música Lepo-Lepo, da banda Psirico, que imagina que agir como um cachorro é o máximo que uma mulher pode desejar de um homem. Amanda representa a civilização,
Assistam ao vídeo:
Adorei a sua letra: foi uma resposta pra lá de inteligente à música Lepo-Lepo, da banda Psirico, que imagina que agir como um cachorro é o máximo que uma mulher pode desejar de um homem. Amanda representa a civilização,
Assistam ao vídeo:
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Copa do Mundo prova que a doença do Brasil é o futebol
Torcer para a Seleção Brasileira diante de uma Copa do Mundo que dilapida o País é como comprar droga na boca de fumo da esquina e fazer de conta que esse ato não financia o tráfico
segunda-feira, 26 de maio de 2014
A ÍNDOLE TOTALITÁRIA E ANTICRISTÃ DO LAICISMO
Há um afã de eliminar Deus do horizonte cultural da sociedade, para fazer prevalecer apenas a horizontalidade hedonista e pragmática de um terrível materialismo. Vão se apagando e se debilitando os tons daquilo que foi um dia uma vigorosa identidade cristã.
Prof. Hermes Rodrigues Nery
O I Seminário Internacional “O Estado Laico e a Liberdade Religiosa”, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça e coordenado pelo Ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, reuniu em Brasília, especialistas estrangeiros e brasileiros, teólogos e juristas, para debater a relação entre o Estado e a Igreja, explicitando conceitos-chaves nesta compreensão, como o de laicidade e laicismo, analisando implicações concretas do dia-a-dia, no atual contexto de pluralismo e relativismo cultural. O que ficou evidente na reflexão dos inúmeros expositores, foi a de que a ideologia laicista pode corroer as premissas da laicidade, e tornar-se um laicismo agressivo, de oposição à religião, especialmente a católica, na medida em que deixa de haver a neutralidade do Estado, necessária para garantir o direito à livre expressão e a própria liberdade religiosa. No Brasil, por exemplo, com o Plano Nacional de Direitos Humanos – PNDH3, não há a necessária neutralidade do Estado (como requer a laicidade), e com o laicismo o Estado acaba sendo instrumentalizado por uma ideologia nada laica, mas de índole totalitária e anti-cristã.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Ética do trabalho que alicerçou o capitalismo está morrendo no Brasil
Viciadas pelo assistencialismo do Estado e corrompidas pelo relativismo moral, as famílias trabalhadoras já não possuem valores a repassar aos filhos e são as principais vítimas da derrocada da ordem
Para Max Weber, o trabalho é o valor supremo da sociedade; para Henry Ford, o princípio econômico fundamental / Foto: Divulgação – Honda
Por José Maria e Silva
sexta-feira, 25 de abril de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
Individualismo e coletivismo
"Não sou político; sou principalmente um individualista. Creio na
liberdade; nisso se resume a minha política..."
(Charles Chaplin)
Liberdade e escravidão estão inseridas
na questão do individualismo e do coletivismo. O comunismo para fugir do seu
fracasso e da sua especialidade como sistema criminoso e escravagista está se
escondendo no coletivismo, disfarce idiota.
Por Armando Soares
terça-feira, 15 de abril de 2014
Sociedade hipócrita
“Queremos uma sociedade onde as pessoas são livres para fazer escolhas,
cometer erros, ser generoso e compassivo isso é o que entendemos por uma
sociedade moral, não uma sociedade onde o Estado é responsável por tudo, e
ninguém é responsável pelo estado”.
(Margareth Thatcher)
Fingimento, impostura, simulação,
falsidade, falsa devoção significa hipocrisia, isso é a própria sociedade
brasileira. Além de hipócrita a sociedade brasileira não tem direção, se move
conforme as conveniências e se afasta cada vez mais de uma sociedade moral
submetida à vontade de um Estado contaminado de imoralidade e incompetência,
onde aproveitadores se aproveitam do Estado e ninguém “é responsável pelo
estado”. John Adams, em discurso no ano
de 1798, assim se expressou sobre a constituição americana: “Nós não temos
governo armado com potência capaz de competir com as paixões humanas
desenfreadas pela moralidade e religião. Avareza, ambição, vingança ou
galhardia, iria quebrar os fios mais fortes da nossa Constituição como uma
baleia que passa por uma rede. Nossa constituição foi feita somente para um
povo moral e religioso. Ela é totalmente inadequada para o governo de qualquer
outro”. Lamentavelmente não tivemos a sorte de ter um homem da envergadura de
um John Adams, e muito menos uma sociedade que pudesse construir uma
constituição semelhante a dos EUA. Pertencemos às leis que fizemos para nos
proteger e que nos oprimem. Aproveitando o pensamento de Edouard Rod, “nada
somos além de objetos dessa contraditória abstração, o Estado, que torna cada
individuo escravo em nome da vontade de todos, que, tomados isoladamente,
desejariam exatamente o oposto do que estão obrigados a fazer”.
A hipocrisia da sociedade brasileira
chega a ponto de virar o rosto para uma verdade cristalina de que o Brasil,
mais especificamente a Amazônia, os estados amazônicos são ignorados como
organismos federados, e já estão sendo controlados por forças colonialistas
modernas com instrumentos sutis que anestesiam a sociedade para não sentir a
dor da perda da soberania e do território amazônico. Esse poder global
colonialista domina a ONU, o dinheiro, portanto, comanda o mundo. Para esse
poder global e dinástico, diante de uma sociedade brasileira hipócrita, volúvel
e sem convicção, pouco importa que os brasileiros estejam se matando, roubando,
invadindo propriedades, destruindo patrimônios públicos e privados. Os
tentáculos desse “polvo”, de poder incomensurável, estão dirigidos para o
domínio do mercado, e, em se tratando do Brasil, para a Amazônia ou para os
estados amazônicos, que fazem parte do projeto geopolítico. Para esse pessoal
pouco importa se no Brasil há mais assassinatos que na Palestina, no
Afeganistão, na Síria e no Iraque juntos; se há mais assassinatos no Brasil que
em toda a América do Norte, mais do que na Europa, que no Japão e na Oceania;
para essas forças econômicas pouco importa que a guerra do Vietnã que matou 50.000
pessoas em sete anos, e que o Brasil mata a mesma quantidade em um ano; para
esses senhores do mundo, pouco importa se o climatologista da USP, Ricardo
Augusto Felício tenha afirmado peremptoriamente: que o tão propalado
aquecimento global é apenas uma hipótese e não carece de prova científica; que
o homem não tem poder para mexer no planeta Terra; que o ambientalista confunde
propositalmente ações locais com ações planetárias; que não adianta provar que
o gelo da Antártica derrete e congela de novo; que o nível do mar não está
subindo, como comprovado pelo comprometido IPCC, subiu apenas 50 centímetros em
100 anos; que para que a Antártica derreta, a temperatura da Terra teria que
subir no mínimo de 20º a 30º acima da atual temperatura; que o efeito estufa é
uma falácia, não existe; que o ozônio desaparece na Antártica, e o que está em
jogo neste assunto do ozônio é puramente uma questão de ordem econômica, de
patentes vencidas que mexe com bilhões de dólares; que a garoa tradicional de
São Paulo não está desaparecendo, é somente um processo cíclico; que a floresta
amazônica, como propalado em passado recente, nunca foi o pulmão do mundo; que
a vegetação responde ao clima, sendo a floresta amazônica uma floresta de
chuva, ou seja, a floresta está na Amazônia porque chove, e não chove porque
tem floresta; que recentemente foi descoberto 6.000 km de um aquífero
amazônico, o maior do Brasil (o que atrai mais a cobiça dos colonialistas
modernos); que a Rio+20 foi apenas um evento para que os colonialistas
prendessem suas colônias (Amazônia e Brasil) nas coleiras; que aquecimento
global não existe, o que existe são apenas mudanças climáticas realizadas pelo
planeta, independente da vontade do homem. O homem, mesmo que tente, não
consegue poluir o planeta, polui apenas o meio ambiente em que vive, nas
cidades, ao redor de sua casa e mais nada.
Em 30.03.2014, o IPCC publicou suas
previsões feitas em computador para o ano de 2100, “chute grande”, o qual o
climatologista Luiz Carlos Molion, entrevistado, logo discordou. Para Molion, o
produtor rural não deve levar em consideração esses resultados que são baseados
em modelos que não reproduzem a situação atual. O homem nada pode fazer diante
de mudanças climáticas, ele deve apenas se ajustar a elas, pois não tem
competência, poder para reverter às mudanças promovidas pela força da natureza,
pelo sol, pelos oceanos, pelos vulcões e terremotos. Essa falácia
ambientalista, de tempo em tempo, são vitalizadas. Dessa vez veio à cena
Ragendra Pachauri, presidente do IPCC, que com a cara mais dura afirma que os
cientistas lidam com dados científicos (criados por eles para enganar).
Referindo-se ao Brasil trouxe imediatamente como foco a Amazônia e a
necessidade de protegê-la (entendo que dos brasileiros para evitar atropelos ao
projeto de dominação da região em consolidação).
A hipocrisia da sociedade brasileira
pode ser exemplificada pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária –
CNA, uma força econômica e política extraordinária responsável por manter em
bom tamanho o PIB brasileiro, por gerar renda, emprego, e ter como presidente
uma senadora. O paradoxo que confirma a hipocrisia é que a senadora presidente
do CNA faz parte da base de sustentação política do governo petista, o que
explica que a CNA nunca usou o seu poder político e econômico para dar um basta
nas ações governamentais que fragilizam os produtores de alimentos e matérias
primas, como por exemplo, a política ambiental nociva, a ação policialesca do
IBAMA, as permanentes invasões de propriedades agrícolas e outras questões que
estão destruindo o estado de direito brasileiro. A hipocrisia não está apenas
no comando da CNA, se alastra pelos grandes produtores e exportadores agrícolas,
que dado sua importância econômica tem tratamento privilegiado pelo governo
petista, o que lhes dá o direito de ignorar o que vem acontecendo nos estados
amazônicos, onde seu desenvolvimento foi travado para atender os interesses dos
colonizadores modernos. Em se tratando do Norte brasileiro a hipocrisia é
generalizada, atinge todos os setores produtivos, a política, o social e a
moral. Guy de Maupassant alerta que “quando se fala de antropófagos, sorrimos
com orgulho, proclamando nossa superioridade sobre aqueles selvagens. Quais são
os selvagens, os verdadeiros selvagens? Aqueles que lutam para comer os
vencidos ou aqueles que lutam para matar, com o único intuito de matar?”. Existe
maior hipocrisia do que a de assistir os assassinatos de brasileiros inocentes,
virar a cara e apoiar um governo incapaz de protegê-los?
Armando
Soares – economista
e-mail: teixeira.soares@uol.com.br
quinta-feira, 3 de abril de 2014
quarta-feira, 2 de abril de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
Adolfo Sachsida: Entrevista com Rodrigo Souza e Paulo Kogos
Transmitido ao vivo em 05/03/2014
Entrevista com Rodrigo Souza e Paulo Kogos: bitcoin, drogas, e liberdade de expressão. Dois jovens líderes mostrando suas opiniões de maneira direta e corajosa.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
SOBRE VALORES
Por Maynard Marques de Santa Rosa*
“O Estado comunista nada mais é do que uma monarquia absoluta em que não há súditos, mas apenas servos” (C. G. Jung).
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Milionário homossexual e ateu doa herança à Igreja Católica, antes de cometer suicídio
Do site da Editora Cléofas - 21 de janeiro de 2014
Robert W. Wilson, um milionário americano, homossexual e ateu, antes de cometer suicídio doou uma boa parte de seu patrimônio para a Igreja Católica. Robert W. Wilson, repassou cerca de 30 milhões de dólares ao longo de vários anos para a Arquidiocese de Nova York, com a expectativa de que o dinheiro fosse investido em educação. Segundo o Relatório, o motivo dessa escolha foi por crer que o sistema católico de ensino exerce melhor sua função de avançar na aplicação de seus métodos de instrução, comparado ao sistema público de educação nos EUA.
Um outro relatório mostra que o milionário Bill Gates tentou fazer Robert Wilson aderir a seu programa” The Giving Pledge”, mas Robert não aceitou por achar que a iniciativa do fundador da Microsoft ser “praticamente inútil”. Robert tinha um patrimônio de cerca de 800 milhões de dólares, e entendeu que a caridade de Bill Gates não assume o compromisso de ajudar e serve apenas para tarjar bilionários como “socialmente aceitáveis”.
Robert W. Wilson sofreu em julho um acidente vascular cerebral e seis meses depois foi encontrado morto no pátio dos fundos do prédio San Remo, na região de Central Park West, em Manhattan, Nova York. Wilson teria se atirado de sua residência, em um apartamento no 16º andar, no dia 23 de dezembro de 2013, sem filhos.
É um caso que nos faz pensar, especialmente hoje em que a Igreja católica é extremamente perseguida por muitos homossexuais e ateus. Por que esse milionário ateu e homossexual preferiu a educação das escolas católicas?…
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Professor não tem direito de "fazer a cabeça" de aluno
Tendo em vista recente ordem judicial ordenando a remoção de dois artigos sobre doutrinação ideológica, republico esta excelente aula do Dr. Miguel Nagib.
Por Miguel Nagib *
É lícito ao professor, a pretexto de “despertar a consciência crítica dos alunos” – ou de “formar cidadãos”, “construir uma sociedade mais justa”, “salvar o planeta”, etc. –, usar a situação de aprendizado, a audiência cativa dos alunos e o recinto fechado da sala de aula para tentar obter a adesão dos estudantes a uma determinada corrente ou agenda política ou ideológica?
Com outras palavras: é lícito ao professor tentar “fazer a cabeça” dos alunos?
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