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terça-feira, 1 de julho de 2014

Diálogo de surdos


“Os filhos não são mais dos pais, são do estado”
(Lei da Palmada)

                Em regime chamado democrático, político e governante saem do povo, portanto, não cabe nenhuma desculpa quando eleitos alegarem desconhecer os reais problemas da economia, dos serviços públicos que atingem o povo.

Por Armando Soares - economista

terça-feira, 17 de junho de 2014

Reunindo conhecimentos e experiências

“Muita memória ou memória de muitas coisas: a isso se chama experiência”.

(Thomas Hobbes)

terça-feira, 10 de junho de 2014

Ópio colonialista

“Desde os dias de Spartacus Weishaupt aos dias de Karl Marx, Trotsky, Beta-Kuhn, Rosa Luxemburgo e Emma Goldman, essa ampla conspiração mundial... vem crescendo constantemente. ” (Winston Churchill. Illustrated Sunday Herald, 8 de fevereiro de 1920)

Por Armando Soares

quinta-feira, 5 de junho de 2014

O Caminho Secreto

“Conhece-te a ti mesmo, não pretendas escutar Deus, o estudo que convém à Humanidade é o homem. Colocado neste istmo de um estado intermediário, um ser obscuramente sábio, e rudemente grande, com demasiado conhecimento para o lado dos céticos, com demasiada franqueza para o valor dos estoicos, ele oscila entre ambos; em dúvida se há de agir ou descansar; em dúvida se se julgar um deus ou uma fera, em dúvida se prefere seu corpo ou sua mente; nasce só para morrer, raciocina só para errar... O estudo que convém à Humanidade é o Homem... Único juiz da Verdade, em infindáveis erros tropeça, é a glória, o ridículo e o enigma do mundo!”                      (POPE)

No trato da vida, escreveu um jornalista inglês, o filósofo tem seu lugar reservado nos balcões, donde observa de longe o cenário da peça representada no palco. É possível que esta posição exteriorizada o capacite a fazer julgamentos adequados sobre tudo aquilo. 

terça-feira, 27 de maio de 2014

Explicando Lula e PT

"Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam com a outra, antes se negam, se repulsam mutuamente. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada".                                                               (Rui Barbosa)


             Lula e o PT só poderiam crescer num país como o Brasil que tem uma sociedade com características estranhas. Historicamente a sociedade e a política brasileira são marcadas por três características culturais principais: patrimonialismo, personalismo e autoritarismo. Esses "ismos" dão origem à fragilidade da nossa democracia como o clientelismo, o coronelismo, a corrupção e a falta de diretrizes políticas partidárias consistentes. 

Por Armando Soares

terça-feira, 20 de maio de 2014

Democracia (???)

 “Vêm ao mundo homens demais; para os dispensáveis inventou-se o Estado.”
(Friedrich Nietzsche)

            Democracia no Brasil é sinônimo de insegurança, de corrupção, de politicagem, de mentira, do saque de bandidos e malandros filhos da rua produto do abandono dos pais, de falsidade, de falência da educação, dos transportes coletivos, da saúde, das instituições, da justiça, em resumo o Brasil do Lula, da Dilma e do PT.

Por Armando Soares - economista

terça-feira, 13 de maio de 2014

Desequilíbrio brasileiro

“O socialismo , segundo Hayek, não é apenas ou só uma questão de juízos de valor, senão também um problema técnico e científico.”

Por Armando Soares - economista

         Diz o ditado popular que água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Considero meu dever como cidadão brasileiro defender a liberdade, o livre arbítrio, a propriedade privada e o Estado de Direito. Por isso vou continuar mostrando ações que comprometem esses fundamentos.

O PCdoB e PT se reuniram na capital de São Paulo com intuito de negociar acordo para dominar os rolezeiros, vadios sem rumo. A dominação começa pela filiação à entidade da UJS (União da Juventude Socialista), ligada ao PCdoB, que dirige a União Nacional dos Estudantes, covil comunista. Esses novos bagunceiros desocupados têm mais de cem mil seguidores no Facebook, daí o interesse dos partidos comunistas.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Escravidão por rede

“O público não quer a verdade, mas a mentira que lhe mais agrada” (Fernando Pessoa)

Por Armando Soares - economista

A mídia é uma das responsáveis pela escravidão que está sendo preparada para os brasileiros nos dias de hoje. Interessados apenas nas vantagens da propaganda que o governo oferece esqueceu sua razão de existir e da liberdade, seu oxigênio. Também, por conveniência, esqueceu que o dinheiro da propaganda do governo deriva dos lucros das empresas, das atividades econômicas em geral, de pequenos comerciantes e do salário dos trabalhadores. 

terça-feira, 22 de abril de 2014

Individualismo e coletivismo

"Não sou político; sou principalmente um individualista. Creio na liberdade; nisso se resume a minha política..."
(Charles Chaplin)
            Liberdade e escravidão estão inseridas na questão do individualismo e do coletivismo. O comunismo para fugir do seu fracasso e da sua especialidade como sistema criminoso e escravagista está se escondendo no coletivismo, disfarce idiota. 

Por Armando Soares

terça-feira, 15 de abril de 2014

Sociedade hipócrita

“Queremos uma sociedade onde as pessoas são livres para fazer escolhas, cometer erros, ser generoso e compassivo isso é o que entendemos por uma sociedade moral, não uma sociedade onde o Estado é responsável por tudo, e ninguém é responsável pelo estado”.
 (Margareth Thatcher)

            Fingimento, impostura, simulação, falsidade, falsa devoção significa hipocrisia, isso é a própria sociedade brasileira. Além de hipócrita a sociedade brasileira não tem direção, se move conforme as conveniências e se afasta cada vez mais de uma sociedade moral submetida à vontade de um Estado contaminado de imoralidade e incompetência, onde aproveitadores se aproveitam do Estado e ninguém “é responsável pelo estado”.  John Adams, em discurso no ano de 1798, assim se expressou sobre a constituição americana: “Nós não temos governo armado com potência capaz de competir com as paixões humanas desenfreadas pela moralidade e religião. Avareza, ambição, vingança ou galhardia, iria quebrar os fios mais fortes da nossa Constituição como uma baleia que passa por uma rede. Nossa constituição foi feita somente para um povo moral e religioso. Ela é totalmente inadequada para o governo de qualquer outro”. Lamentavelmente não tivemos a sorte de ter um homem da envergadura de um John Adams, e muito menos uma sociedade que pudesse construir uma constituição semelhante a dos EUA. Pertencemos às leis que fizemos para nos proteger e que nos oprimem. Aproveitando o pensamento de Edouard Rod, “nada somos além de objetos dessa contraditória abstração, o Estado, que torna cada individuo escravo em nome da vontade de todos, que, tomados isoladamente, desejariam exatamente o oposto do que estão obrigados a fazer”.

            A hipocrisia da sociedade brasileira chega a ponto de virar o rosto para uma verdade cristalina de que o Brasil, mais especificamente a Amazônia, os estados amazônicos são ignorados como organismos federados, e já estão sendo controlados por forças colonialistas modernas com instrumentos sutis que anestesiam a sociedade para não sentir a dor da perda da soberania e do território amazônico. Esse poder global colonialista domina a ONU, o dinheiro, portanto, comanda o mundo. Para esse poder global e dinástico, diante de uma sociedade brasileira hipócrita, volúvel e sem convicção, pouco importa que os brasileiros estejam se matando, roubando, invadindo propriedades, destruindo patrimônios públicos e privados. Os tentáculos desse “polvo”, de poder incomensurável, estão dirigidos para o domínio do mercado, e, em se tratando do Brasil, para a Amazônia ou para os estados amazônicos, que fazem parte do projeto geopolítico. Para esse pessoal pouco importa se no Brasil há mais assassinatos que na Palestina, no Afeganistão, na Síria e no Iraque juntos; se há mais assassinatos no Brasil que em toda a América do Norte, mais do que na Europa, que no Japão e na Oceania; para essas forças econômicas pouco importa que a guerra do Vietnã que matou 50.000 pessoas em sete anos, e que o Brasil mata a mesma quantidade em um ano; para esses senhores do mundo, pouco importa se o climatologista da USP, Ricardo Augusto Felício tenha afirmado peremptoriamente: que o tão propalado aquecimento global é apenas uma hipótese e não carece de prova científica; que o homem não tem poder para mexer no planeta Terra; que o ambientalista confunde propositalmente ações locais com ações planetárias; que não adianta provar que o gelo da Antártica derrete e congela de novo; que o nível do mar não está subindo, como comprovado pelo comprometido IPCC, subiu apenas 50 centímetros em 100 anos; que para que a Antártica derreta, a temperatura da Terra teria que subir no mínimo de 20º a 30º acima da atual temperatura; que o efeito estufa é uma falácia, não existe; que o ozônio desaparece na Antártica, e o que está em jogo neste assunto do ozônio é puramente uma questão de ordem econômica, de patentes vencidas que mexe com bilhões de dólares; que a garoa tradicional de São Paulo não está desaparecendo, é somente um processo cíclico; que a floresta amazônica, como propalado em passado recente, nunca foi o pulmão do mundo; que a vegetação responde ao clima, sendo a floresta amazônica uma floresta de chuva, ou seja, a floresta está na Amazônia porque chove, e não chove porque tem floresta; que recentemente foi descoberto 6.000 km de um aquífero amazônico, o maior do Brasil (o que atrai mais a cobiça dos colonialistas modernos); que a Rio+20 foi apenas um evento para que os colonialistas prendessem suas colônias (Amazônia e Brasil) nas coleiras; que aquecimento global não existe, o que existe são apenas mudanças climáticas realizadas pelo planeta, independente da vontade do homem. O homem, mesmo que tente, não consegue poluir o planeta, polui apenas o meio ambiente em que vive, nas cidades, ao redor de sua casa e mais nada.

            Em 30.03.2014, o IPCC publicou suas previsões feitas em computador para o ano de 2100, “chute grande”, o qual o climatologista Luiz Carlos Molion, entrevistado, logo discordou. Para Molion, o produtor rural não deve levar em consideração esses resultados que são baseados em modelos que não reproduzem a situação atual. O homem nada pode fazer diante de mudanças climáticas, ele deve apenas se ajustar a elas, pois não tem competência, poder para reverter às mudanças promovidas pela força da natureza, pelo sol, pelos oceanos, pelos vulcões e terremotos. Essa falácia ambientalista, de tempo em tempo, são vitalizadas. Dessa vez veio à cena Ragendra Pachauri, presidente do IPCC, que com a cara mais dura afirma que os cientistas lidam com dados científicos (criados por eles para enganar). Referindo-se ao Brasil trouxe imediatamente como foco a Amazônia e a necessidade de protegê-la (entendo que dos brasileiros para evitar atropelos ao projeto de dominação da região em consolidação).

            A hipocrisia da sociedade brasileira pode ser exemplificada pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária – CNA, uma força econômica e política extraordinária responsável por manter em bom tamanho o PIB brasileiro, por gerar renda, emprego, e ter como presidente uma senadora. O paradoxo que confirma a hipocrisia é que a senadora presidente do CNA faz parte da base de sustentação política do governo petista, o que explica que a CNA nunca usou o seu poder político e econômico para dar um basta nas ações governamentais que fragilizam os produtores de alimentos e matérias primas, como por exemplo, a política ambiental nociva, a ação policialesca do IBAMA, as permanentes invasões de propriedades agrícolas e outras questões que estão destruindo o estado de direito brasileiro. A hipocrisia não está apenas no comando da CNA, se alastra pelos grandes produtores e exportadores agrícolas, que dado sua importância econômica tem tratamento privilegiado pelo governo petista, o que lhes dá o direito de ignorar o que vem acontecendo nos estados amazônicos, onde seu desenvolvimento foi travado para atender os interesses dos colonizadores modernos. Em se tratando do Norte brasileiro a hipocrisia é generalizada, atinge todos os setores produtivos, a política, o social e a moral. Guy de Maupassant alerta que “quando se fala de antropófagos, sorrimos com orgulho, proclamando nossa superioridade sobre aqueles selvagens. Quais são os selvagens, os verdadeiros selvagens? Aqueles que lutam para comer os vencidos ou aqueles que lutam para matar, com o único intuito de matar?”. Existe maior hipocrisia do que a de assistir os assassinatos de brasileiros inocentes, virar a cara e apoiar um governo incapaz de protegê-los?
Armando Soares – economista
e-mail: teixeira.soares@uol.com.br

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Escravidão

“Alguém pagou alto pelo nosso resgate; não vos torneis escravos dos homens.”
(I Cor 7,23)
            A verdadeira escravidão é a sujeição do homem e utilização da sua mente, de sua força e trabalho para fins econômicos. Enganam-se aqueles que pensam que se livrando das correntes se tornam livres, exemplo da escravidão americana e brasileira. 

sábado, 22 de março de 2014

A Amazônia saqueada: Laboratório de engenharia social (1)

“As pessoas não podem delegar ao governo algo que seria ilegal elas próprias fazerem”.
(John Locke)
          O que a Amazônia significa para os amazônidas paraenses? Deveria representar oportunidades para investimentos, desenvolvimento para geração de renda, emprego e qualidade de vida. Entretanto, a história comprova que a Amazônia se transformou numa região de saque, discriminação, produto de troca e vazio de poder, cenário de difícil superação.
Por Amando Soares - Economista