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sexta-feira, 4 de julho de 2014

A independência dos Estados Unidos

Ricardo Bergamini

Ao terminar a guerra dos Sete Anos (1756 –1763), a Inglaterra – que, aliada à Prússia, tinha lutado contra a França, a Áustria, a Rússia, a Espanha e a Saxônia – achava-se com o tesouro esgotado. Criou, então, novos impostos (1763), que deveriam ser pagos por todos os súditos do reino, sem exceção. Isto incluía, portanto, os colonos norte-americanos.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Brasil – Fonte IBGE Base: Maio de 2014

Produção industrial recua -0,6% em maio
Período
Produção Industrial
Maio 2014 / Abril 2014
-0,6%
Maio 2014 / Maio 2013
-3,2%
Acumulado em 2014
-1,6%
Acumulado em 12 meses
+0,2%
Média móvel trimestral
-0,5%

Em maio de 2014, a produção industrial recuou 0,6% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, terceira taxa negativa seguida nesse tipo de confronto, acumulando nesse período perda de 1,6%. Na série sem ajuste sazonal, na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria apontou redução de 3,2% em maio de 2014, terceiro resultado negativo consecutivo nesse tipo de índice. Assim, o setor industrial acumulou queda de 1,6% nos cinco primeiros meses do ano, revertendo, portanto, a expansão de 0,5% registrada no primeiro trimestre de 2014. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, com acréscimo de 0,2% em maio de 2014, mostrou clara redução no ritmo de crescimento frente aos resultados verificados em março (2,0%) e abril (0,7%). 

Setor Externo – Fonte BCB Base: Maio de 2014


  

I - Balanço de pagamentos - Maio de 2014


O balanço de pagamentos registrou superavit de US$1,7 bilhão em maio. As transações correntes foram deficitárias em US$6,6 bilhões, acumulando, nos últimos doze meses, saldo negativo de US$81,9 bilhões, equivalente a 3,61% do PIB. A conta financeira foi superavitária em US$7,4 bilhões, destacando-se os ingressos líquidos em investimentos estrangeiros em carteira e diretos, na ordem, US$6,3 bilhões e US$6 bilhões.

terça-feira, 1 de julho de 2014

O Socialismo


Os chefes dão ordens, os líderes exemplos (Ricardo Bergamini).

 

Ricardo Bergamini



Mais do que pesquisar leis econômicas, ou realizar a prosperidade nacional (mercantilismo, fisiocracia, economia clássico-liberal, etc), o socialismo visa promover a justiça e a paz sociais. As doutrinas socialistas se opõem ao liberalismo, ao individualismo, ao capitalismo e à exploração do homem pelo homem.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Índice de Preços ao Produtor – IPP – Fonte IBGE Base: Maio de 2014

Por Ricardo Bergamini

Índice de Preços ao Produtor (IPP) varia -0,24% em maio

MAIO 2014
-0,24%
Abril 2014
-0,41%
Maio 2013
0,24%
Acumulado em 2014
1,09%
Acumulado em 12 meses
6,59%

domingo, 22 de junho de 2014

FMI alerta para impacto global de decisão sobre dívida da Argentina

O Brasil caminha, a passos largos, para ser a Argentina de hoje, visto que nossas reservas em moedas estrangeiras não estão sendo geradas pelo comércio internacional (deficitário em US$ 188,1 bilhões de 2011 até 2013), mas sim pela conta de capital (superavitária em US$ 259,0 bilhões de 2011 até 2013).
Por Ricardo Bergamini

A marolinha
                                                                 
Quem diria que a marolinha da crise mundial de 2008 iria provocar a volta na América do Sul do uso dos chavões tradicionais da esquerda: “Fora FMI” - “Fora Banqueiros” – “Auditoria da Dívida Externa”, etc.

sábado, 14 de junho de 2014

Tributos no Brasil – Fonte ONU


“No Brasil, ninguém tem a obrigação de ser normal. Se fosse só isso, estaria bem. Esse é o Brasil tolerante, bonachão, que prefere o desleixo moral ao risco da severidade injusta. Mas há no fundo dele um Brasil temível, o Brasil do caos obrigatório, que rejeita a ordem, a clareza e a verdade como se fossem pecados capitais. O Brasil onde ser normal não é só desnecessário: é proibido. O Brasil onde você pode dizer que dois mais dois são cinco, sete ou nove e meio, mas, se diz que são quatro, sente nos olhares em torno o fogo do rancor ou o gelo do desprezo. Sobretudo se insiste que pode provar”. - Autor: Andrei Pleshu, filósofo romeno.

Por Ricardo Bergamini

terça-feira, 10 de junho de 2014

Histórico da Evolução da Carga Tributária

A partir do governo Collor todos os governantes de plantão tiveram como programa comum o aumento da carga tributária no Brasil.

Por Ricardo Bergamini
 

Carga Tributária Brasileira – Fonte MF

Base: De 1989 até 2012

Carga Tributária Brasileira - % PIB
Ano
1989
1992
1994
2002
2010
2012
Federal
16,05
17,00
19,90
22,08
23,15
24,76
Estadual
6,71
6,96
6,98
8,90
8,53
9,02
Municipal
0,95
1,00
1,02
1,37
1,85
2,07
Total
23,71
24,96
27,90
32,35
33,53
35,85
  
1 – Em 1990 o Presidente Collor assumiu o governo com uma carga tributária de 23,71% do PIB, entregando o governo em 1992 com uma carga tributária de 24,96% do PIB. Aumento de 5,27% em relação ao ano de 1989.

2 – Em 1992 o Presidente Itamar Franco assumiu o governo com uma carga tributária de 24,96% do PIB, entregando o governo em 1994 com uma carga tributária de 27,90% do PIB. Aumento de 11,78% em relação ao ano de 1992.

3- Em 1995 o Presidente FHC assumiu o governo com uma carga tributária de 27.90% do PIB, entregando governo em 2002 com uma carga tributária de 32,35% do PIB. Aumento de 15,95% em relação ao ano de 1994.

4 – Em 2003 o Presidente Lula assumiu o governo com uma carga tributária de 32,35% do PIB, entregando o governo em 2010 com uma carga tributária de 33,53% do PIB. Aumento de 3,65% em relação ao ano de 2002.

5 – Em 2011 a Presidente Dilma assumiu o governo com uma carga tributária de 33,53% do PIB aumentando para 35,85% do PIB no seu segundo ano de governo. Aumento de 6,92% em relação ao ano de 2010.

6 – De 1990 até 2012 a carga tributária brasileira teve um aumento real em relação ao PIB de 51,20%.

6.1 – Aumento da carga tributária federal no período – 54,27%.

6.2 – Aumento da carga tributária estadual no período – 34,43%.

6.3- Aumento da carga tributária municipal no período – 117,89%.

Arquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores.

sábado, 7 de junho de 2014

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA e Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC – Fonte IBGE Base: Maio de 2014

Por Ricardo Bergamini

IPCA de maio fica em 0,46%
Período
TAXA
MAIO 2014
0,46%
Abril 2014
0,67%
Maio 2013
0,37%
Acumulado 2014
3,33%
Acumulado 12 meses
6,37%
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do mês de maio apresentou variação de 0,46%, ficando 0,21 ponto percentual abaixo da taxa registrada no mês de abril (0,67%). Com isto, a variação de janeiro a maio foi para 3,33%, acima da taxa de 2,88% de igual período de 2013. Considerando os últimos doze meses, o índice está em 6,37%, superior aos 6,28% relativos aos doze meses anteriores. Em maio de 2013, a taxa foi de 0,37%.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Brasil – Fonte IBGE Base: Abril de 2014

Por Ricardo Bergamini

Produção industrial varia -0,3% em abril

Abril 2014 / Março 2014

-0,3%
Abril 2014 / Abril 2013
-5,8%
Acumulado em 2014
-1,2%
Acumulado em 12 meses
0,8%
Média móvel trimestral
-0,2%

Em abril de 2014, a produção industrial nacional assinalou decréscimo (-0,3%) frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, segundo resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação, acumulando nesse período perda de 0,8%. Na série sem ajuste sazonal, na comparação com igual mês do ano anterior, o total da indústria apontou redução (-5,8%) em abril de 2014, após registrar queda de 2,0% em janeiro, crescimento de 4,6% em fevereiro e recuo de 0,7% em março último. Assim, o setor industrial acumulou queda (-1,2%) nos quatro primeiros meses do ano. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, ao avançar 0,8% em abril de 2014, mostrou clara redução no ritmo de crescimento frente ao resultado verificado em março último (2,1%).

Indicadores da Produção Industrial por Grandes Categorias Econômicas Brasil - Abril de 2014
Grandes Categorias
Econômicas
Variação (%)
Abril 2014/
Março 2014*
Abril 2014/
Abril 2013
Acumulado
Janeiro-Abril
Acumulado nos
Últimos 12 Meses
Bens de Capital
-0,5
-14,4
-4,8
5,5
Bens Intermediários
-0,2
-4,5
-1,5
-0,3
Bens de Consumo
-0,8
-6
0,6
1,6
   Duráveis
-1,6
-12
-1
1,2
   Semiduráveis e não Duráveis
0,4
-3,9
1,1
1,7
Indústria Geral
-0,3
-5,8
-1,2
0,8
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Indústria*Série com ajuste sazonal

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Estatísticas do Cadastro Central de Empresas – Fonte IBGE - Base: Ano de 2012

Por Ricardo Bergamini

CEMPRE 2012: 58,9% dos assalariados da administração pública são mulheres

Em 2012, o pessoal ocupado assalariado do total de organizações do país era composto por 57,3% de homens e 42,7% de mulheres. Contudo, quando se analisa apenas as entidades da administração pública, observa-se que 58,9% dos assalariados são mulheres. Os dados são do Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), que continha 5,2 milhões de empresas e outras organizações formais ativas em 2012. Elas ocuparam 53,4 milhões de pessoas, sendo 46,2 milhões (86,6%) como pessoal ocupado assalariado e 7,1 milhões (13,4%) na condição de sócio ou proprietário. Em 2012, 73,4% do pessoal assalariado trabalhavam em entidades empresariais, 19,1% atuavam no comércio, 57,3% eram homens, 82,3% não tinham nível superior, e 51,1% estavam concentrados na região Sudeste. Os salários e outras remunerações pagas pelas organizações totalizaram R$ 1,2 trilhão. O salário médio mensal foi de R$ 1.943,16, equivalente a 3,1 salários mínimos.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Índice de Preços ao Produtor (IPP) – Fonte IBGE

Base: Abril de 2014

Em abril, Índice de Preços ao Produtor (IPP) varia -0,38%
ABRIL 2014
-0,38%
Março 2014
-0,21%
Abril 2013
0,40%
Acumulado em 2014
1,36%
Acumulado em 12 meses
7,14%

terça-feira, 20 de maio de 2014

Pesquisa Mensal de Serviços – Fonte IBGE

Por Ricardo Bergamini

Base: Março de 2014

Receita dos serviços cresce 6,8% em março

Período
Receita Nominal
Março 2014 / Março 2013
6,8%
Acumulado em 2014
8,7%
Acumulado em 12 meses
8,7%

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Pesquisa Mensal de Comércio – Fonte IBGE

 Por Ricardo Bergamini

Base: Março de 2014

Em março, vendas no varejo variam -0,5%
Período
Varejo
Varejo Ampliado
Volume de vendas
Receita nominal
Volume de vendas
Receita nominal
Março / Fevereiro
-0,5
0,5
-1,2
-0,1
Média móvel trimestral
0,0
0,6
-0,3
0,2
Março 2014 / Março 2013
-1,1
4,7
-5,7
-0,4
Acumulado 2014
4,5
10,3
2,1
7,2
Acumulado 12 meses
4,5
11,6
3,2
8,7

Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário – Fonte IBGE

Por Ricardo Bergamini

Base: Março de 2014

Emprego industrial varia 0,2% em março

Em março de 2014, o total do pessoal ocupado na indústria variou 0,2% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após apontar taxa positiva de 0,1% em fevereiro último. Com esses resultados, o índice de média móvel trimestral repetiu no trimestre encerrado em março de 2014 (0,0%) o patamar assinalado no mês anterior e interrompeu a trajetória descendente iniciada em abril do ano passado. Ainda na série com ajuste sazonal, na comparação trimestre contra trimestre imediatamente anterior, o emprego na indústria apontou retração de 0,3% no período janeiro-março de 2014, quinta taxa negativa consecutiva neste tipo de confronto, mas com ritmo de queda menos intenso do que os observados no terceiro (-1,0%) e quarto (-0,6%) trimestres de 2013.

Na comparação com março de 2013, o emprego industrial caiu 1,9% em março de 2014, 30º resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto. No índice acumulado para o primeiro trimestre de 2014, o pessoal ocupado na indústria assinalou recuo de 2,0%, intensificando o ritmo de queda frente ao registrado no segundo (-0,5%), terceiro (-1,2%) e quarto (-1,8%) trimestres de 2013, todas as comparações contra iguais períodos do ano anterior. A taxa anualizada, índice acumulado nos últimos 12 meses, ao recuar 1,4% em março de 2014, manteve a trajetória ligeiramente descendente iniciada em agosto do ano passado (-1,0%). A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/industria/pimes/.

Indicadores Conjunturais da Indústria Brasil - Março de 2014
Variáveis
Variação (%)
Março 2014 / Fevereiro 2014*
Março 2014 / Março 2013
Acumulado Janeiro-Março
Acumulado nos Últimos 12 Meses
Pessoal Ocupado Assalariado
0,2
-1,9
-2,0
-1,4
Número de Horas Pagas
-0,3
-2,4
-2,3
-1,4
Folha de Pagamento Real
-2,1
0,5
2,1
1,4

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA e Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC – Fonte IBGE

Por Ricardo Bergamini

Base: Abril de 2014 

IPCA de abril fica em 0,67%
Período
TAXA
abr/14
0,67%
mar/14
0,92%
abr/13
0,55%
Acumulado em 2014
2,86%
Acumulado 12 meses
6,28%
Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do mês de abril apresentou variação de 0,67% e ficou abaixo da taxa de 0,92% registrada no mês de março em 0,25 ponto percentual. Com isto, a variação foi para 2,86% nos primeiros quatro meses deste ano, acima da taxa de 2,50% de igual período de 2013. Considerando os últimos doze meses o índice situou-se em 6,28%, acima dos 6,15% relativos aos doze meses anteriores. Em abril de 2013 a taxa foi de 0,55%.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Pesquisa Industrial Mensal Produção Física 02 – Brasil – Fonte IBGE

Por Ricardo Bergamini

Base: Março de 2014

Produção industrial cai 0,5% em março
Março 2014 / Fevereiro 2014
-0,5%
Março 2014 / Março 2013
-0,9%
Acumulado em 2014
0,4%
Acumulado em 12 meses
2,1%
Média Móvel Trimestral
0,6%

Em março de 2014, a produção industrial nacional mostrou decréscimo de 0,5% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após ficar estável em fevereiro (0,0%) e avançar 2,2% em janeiro último. Na série sem ajuste sazonal, na comparação com igual mês do ano anterior, o total da indústria apontou queda de 0,9% em março de 2014, após registrar crescimento de 4,4% em fevereiro e recuo de 1,8% em janeiro último. Assim, o setor industrial acumulou variação positiva de 0,4% nos três primeiros meses do ano. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, ao avançar 2,1% em março de 2014, repetiu a marca registrada em fevereiro último, mas ficou ligeiramente abaixo do verificado em dezembro de 2013 (2,3%).