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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Bene Barbosa fala em entrevista ao Estadão: Brasil registra recorde na taxa de homicídios desde 1980

Estatuto e campanhas do desarmamento não foram capazes de reduzir os índices de criminalidade no País. Bene Barbosa, especialista em segurança pública, conversa com a apresentadora Mia Bruscato. Para ele, dados são "catástrofe"

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Editorial do Estadão: De perguntas e respostas, ou...Quando a imoralidade já perdeu toda a vergonha!

13 de abril de 2014 | 2h 08

Quando uma autoridade de primeiro escalão considera uma indecência ser perguntado por um jornalista sobre um assunto que o incomoda; quando acusa o profissional de atitude preconceituosa e desrespeitosa porque faz perguntas cujas respostas interessam à opinião pública, mas não a ele; quando, depois de responder de bom grado a todas as perguntas que lhe interessavam, proclama que o representante de um órgão da imprensa não tem legitimidade para questioná-lo - uma evidência se impõe: a autoridade está completamente despreparada para o cumprimento de seu ofício.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Capitalismo consciente?

Estadão publica reportagem sobre supermercado que pratica "capitalismo consciente". O que será isso?

Por Klauber Cristofen Pires

Este meu narigão sente cheiro de presepada comunista-nom de longe! 

A Whole Foods é um supermercado fundado por um John Mackey, bacharel em filosofia e vegetariano. Sua loja especializou-se em fornecer alimentos considerados por ele como saudáveis, com ênfase no comércio de produtos locais e  e com embalagens, como direi....muito fofas! Ah, e tem mais: possivelmente você há de não reconhecer o gênero da pessoa que o atenderá. Não é tudo muito lindo?

quarta-feira, 5 de março de 2014

A economia da hiena


De que se ri o animalzinho? - pergunta o cidadão, na velha piada, ao saber da parcimônia sexual e das preferências gastronômicas da hiena. A mesma perplexidade é inevitável diante da aparente alegria de tantos analistas ao conhecer os números da economia nacional em 2013. O miserável aumento de 2,3% do produto interno bruto (PIB) foi descrito como surpreendente. O crescimento de 0,7% no trimestre final quase foi celebrado como o início de uma era de expansão chinesa. Dois argumentos foram usados para justificar a comemoração. Projetado para um ano, aquele resultado trimestral equivale a 2,8%, lembrou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O outro argumento, um pouco mais complicado, aponta o esperado efeito de carry over, ou carregamento. Se a expansão econômica for nula nos primeiros três meses deste ano, será pelo menos mantido o patamar alcançado no trimestre anterior. Daí a necessidade, segundo os mais entusiasmados, de uma revisão das projeções para 2014. Na semana passada, a mediana das projeções coletadas para o boletim Focus, do Banco Central (BC), havia ficado em 1,87%.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Suely Caldas e sua confusão em matéria de intervencionismo estatal


Por Klauber Cristofen Pires

O artigo de hoje, tomando como estudo de caso o artigo publicado pela professora da PUC/RJ e jornalista Suely Caldas, publicado no Estadão, denominado “No Brasil a Conversa é Outra”, vem para demonstrar a confusão que ainda jaz reinante na cabeça dos brasileiros – “encabeçada[i]” - pela maioria dos professores universitários, no que se refere ao intervencionismo estatal, com ênfase no chamado New Deal, o programa de governo do presidente Roosevelt nos anos 20 a 40 do século anterior.
Vamos ao texto da Professora Suely Caldas, a começar pelo primeiro parágrafo:
O intervencionismo do Estado foi necessário e bem-vindo em determinados momentos da História. Nos EUA pós-crise de 1929, o democrata Franklin D. Roosevelt enfrentou o desemprego, a pobreza e a destruição da economia com seu New Deal - um conjunto de leis e regras inspiradas nas ideias do economista inglês John M. Keynes, que ampliou a participação do Estado na economia, criando demanda e tirando da paralisia setores econômicos destruídos pela crise. Eleito em 1932, Roosevelt reorganizou a economia, aliviou o desemprego, usou o Estado para dar musculatura ao capitalismo e recuperou a esperança das famílias americanas, que o reelegeram para mais três mandatos.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Acredite se quiser: Celso Ming afirma que "MST é movimento conservador"!


Caríssimos leitores, por favor, me ajudem! Será o jornalista Celso Ming algum idiota ou um malandro-agulha? Pois pasmem: em sua coluna, afirmou que o MST é um movimento “conservador”!

Por Klauber CristofenPires

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O previsível Luís Fernando Veríssimo

O escritor Luís Fernando Veríssimo tornou-se reconhecido por suas crônicas adocicadas para colegiais do ensino fundamental. Foi o bastante para que achasse poder ir além e tornar-se um crítico político: acabou apenas consolidando-se como um defensor das ideologias mais espúrias.

Por Klauber Cristofen Pires

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Estadão mostra como fazer uma notícia enviesada!

Olhem só para o título desta notícia, veiculada pelo Estadão: 

"Estoquista baleado durante protesto em São Paulo tem alta, diz Santa Casa"

A pergunta é: o incidente envolvendo Fabrício Chaves e a PM ocorreu em razão de sua função como estoquista, ou de sua participação na rede de vândalos e terroristas no dia 25 de janeiro?

Por Klauber Cristofen Pires

Só para lembrar: Fabrício portava na sua mochila um estilete, e este foi o mote para que a família e comparsas argumentassem que o fato de possuir aquele instrumento (super) cortante era porque o pobre manifestante trabalhava como "estoquista", desculpa esfarrapada que, como se pode ver, tem sido amplamente comprada pela mídia mais sem-vergonha da história deste país.

Presumo, seguindo a mesma linha de raciocínio, que ele deveria também encanador e cozinheiro, eis que carregava na mesma mochila uma pesada chave de grifo e uma garrafa de vinagre, além, claro de bolinhas de gude (que servem para derrubar cavalos da PM) e dois dispositivos presumivelmente incendiários ou explosivos (Vide foto abaixo)

Na coluna do Reinaldo Azevedo, aparece um filme que afasta de vez a hipótese de reação do bandidinho por ter sido primeiro baleado pela polícia. 

A esta altura, qualquer jornalista que se preze, mesmo aqueles tão zelosos pelo princípio do "in dubio pro reo", mesmo aqueles que se engajam no enviesamento político-ideológico mas que cuidam da qualidade do trabalho jornalístico, já teriam pulado desta barca furada. A teimosia do Estadão em manter tal dúvida em suspenso evidencia um militantismo que já não pode ser chamado de jornalismo de jeito nenhum, mas de ação agit-prop. 

Não é por outra razão que a cada dia mais pessoas têm visitado este blog: Aqui eu não chamo o crime de "violência"; terroristas aqui não são "ativistas" e vândalos não são "manifestantes". Aqui eu não chamo ditadores de "presidentes", nem faço uso de impostores apontados como "especialistas" para justificar reportagens tendenciosas com o argumento de autoridade. Quem quer que tenha verdadeira autoridade, no sentido de conhecimento, tem aqui suas credenciais apresentadas, mas é pelo teor de verdade com que se expressa ali mesmo, na hora, que esta pessoa se faz respeitar.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A farsa da abertura em Cuba

Editorial O Estado de S.Paulo
19 de janeiro de 2014

Na palavra dos gerontocratas de Cuba, acredita quem quer. A expectativa dos incautos de que a "abertura econômica" promovida por Raúl Castro pudesse sinalizar uma mudança mais ampla na ilha - digamos, ao estilo chinês - não resiste aos fatos. O último golpe de propaganda do regime foi o anúncio do fim das restrições à venda de carros. Como Cuba, além das praias, dos charutos e da ditadura, é conhecida por seus imensos carros americanos dos anos 50 - os últimos que puderam entrar no país antes da revolução de 1959 -, a medida soou como um avanço e tanto. Na prática, tudo não passou de mais um escárnio da ditadura cubana.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

CPMF, a tentação que o governo cativa


O debate e as negociações em torno de mais recursos para a saúde, que marcam o fim da legislatura atual, não chegaram a uma fonte nova de receita para a despesa adicional de R$ 22,8 bilhões a ser bancada pelo governo para o setor com a emenda aprovada semana passada pelo Senado.