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terça-feira, 1 de julho de 2014

O Socialismo


Os chefes dão ordens, os líderes exemplos (Ricardo Bergamini).

 

Ricardo Bergamini



Mais do que pesquisar leis econômicas, ou realizar a prosperidade nacional (mercantilismo, fisiocracia, economia clássico-liberal, etc), o socialismo visa promover a justiça e a paz sociais. As doutrinas socialistas se opõem ao liberalismo, ao individualismo, ao capitalismo e à exploração do homem pelo homem.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Livre para Escolher: a falência do socialismo


Publicado em 03/11/2012
O documentário "Livre para Escolher: Uma Visão Pessoal", apresentado pelo economista ganhador do Prêmio Nobel, Milton Friedman, mostra que o livre mercado é o melhor sistema para todos os membros da sociedade, provendo diversos exemplos de como o livre mercado gera prosperidade e afirma que ele pode resolver vários problemas onde outras ideias já foram testadas e falharam.


A presente versão do documentário é de 1990 e tem legendas feitas pelo Ordem Livre.

Portal Libertarianismo: "Evoluindo Ideias e Indivíduos."
www.libertarianismo.org

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Carta Pastoral Sobre o Comunismo: os seus erros, a sua acção revolucionária e o dever dos católicos

Por Dom Geraldo de Proença Sigaud 
Do blog Tradição Católica


Encaminho, por elucidativo, mais dos textos encaminhados pelo leitor Gederson de Faria, agora acerca do "socialismo-cristão", entre nós encarnado pela CNBB e pela "teologia da libertação".

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Socialismo Maduro.


“Socialismo: caminho que sai do capitalismo para chegar ao capitalismo.”
Chistes de Cuba Sobre La Revolucion - 
Modesto Arocha – Pag.121.

O mundo não acabou conforme E$pertamente previa determinado calendário apocalíptico. Mas certamente está acabando para milhões de corações e mentes venezuelanos que amam a liberdade, a prosperidade, e a paz. 

Ivan Lima

segunda-feira, 12 de maio de 2014

O patrimonialismo e o dinheiro dos outros

O jovem economista francês Thomas Piketty,
 da Escola de Economia da Universidade de Paris.
Capa da obra de Thomas Piketty, Capital in the Twenty-First Century, lançada pela Harvard Univerrsity Press em Abril de 2014.

O livro do economista francês Thomas Piketty, O capital no século XXI,  [Capital in the Twenty-First Century, translated by Arthur Goldhammer, Harvard University Press, 2014] que está fazendo tremendo sucesso no Brasil e em outros meios subdesenvolvidos é mais uma picaretagem da esquerda francesa. Quando as coisas andam mal na economia, a culpa é dos ricos. Jamais dos que pretendem defender os interesses dos pobres. 

Acontece que, na França e em outros lugares, como no Brasil, a culpa pela pobreza endêmica não é dos ricos, mas dos espertalhões que se apossaram da máquina do Estado para se enriquecerem.

No caso francês, o capitalismo não produz como deveria porque a maquinaria burocrática e o aspirador tributário terminaram espantando investidores, que foram aplicar seus recursos em lugares menos complicados. A herança estatizante do colbertismo (doença que John Locke denominou de "o mal francês" e que foi fruto do absolutismo de Luis XIV) ainda assombra os contribuintes europeus. 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

"Homem capitalista": uma propagandinha esquerdista miserável

Navegando pela internet eu encontrei a animação abaixo. Seu nome é "Animação Homem Capitalista"
Assistam e depois comento:



Agora vamos aos fatos:

Fazendo minhas as palavras de Ludwig von Mises, "o socialismo jamais foi capaz de criar sequer um abridor de latas", o que é literalmente verdade. 

A razão pela qual filminhos ignominiosos como o mostrado acima existem é para tentar convencer as pessoas a adaptarem-se a viver em um regime socialista, privadas de todos os bens e serviços que necessitam ou que escolhem por sua livre e espontânea vontade. 

Em um regime socialista, somente os dirigentes e em segundo lugar, seus gorilas, ou melhor, seus chipanzés (porque gorilas são seres amáveis), é que têm direito a certos bens, enquanto o povo recebe instruções de como comer grama, como acontece na Coréia do Norte, ou limpar a bunda com jornal, como acontece em Cuba. 

Foi a sociedade livre que desenvolveu produtos e serviços baratos para as pessoas pobres: canetas esferográficas, roupas, remédios, alimentos, internet, e para não esquecer, coisas extremamente importantes como papel higiênico, absorventes femininos e fraldas descartáveis. Vocês já viram o absorvente feminino bolivariano? Cliquem aqui para conhecer e morram de inveja das mulheres socialistas venezuelanas!

Outra verdade que precisa ser dita para desmascarar estes sociopatas misantropos: A América do Norte hoje tem mais área verde do que na época da colonização, assim como a Europa Ocidental, Israel e o Japão. Por outro lado, o outrora limpo e piscoso Mar de Aral, na Rússia, hoje é um fétido e morto cemitério de navios, e grandes áreas esgotadas da China que se tornaram desertos estão hoje sendo recuperadas com auxílio do...Japão!

Portanto, caros leitores, não se deixem enganar: este papinho anti-capitalista "melancia" (verde por fora e vermelho por dentro) é só para fazer os incautos de escravos voluntários, porque os militantes ambientalistas gostam de jipões que consomem muito mais de que carros populares; adoram vestir roupas de certas marcas famosas, amam de paixão a internet (são os maiores fãs da Apple  - Não é, Leonardo Sakamoto?) e enquanto te recomendam comer cascas e sementes, lotam as churrascarias mais caras. 


terça-feira, 22 de abril de 2014

Individualismo e coletivismo

"Não sou político; sou principalmente um individualista. Creio na liberdade; nisso se resume a minha política..."
(Charles Chaplin)
            Liberdade e escravidão estão inseridas na questão do individualismo e do coletivismo. O comunismo para fugir do seu fracasso e da sua especialidade como sistema criminoso e escravagista está se escondendo no coletivismo, disfarce idiota. 

Por Armando Soares

quinta-feira, 27 de março de 2014

Socialismo




Publicado em 26/03/2014
Para ativar as legendas, clique no botão esquerdo ao lado da engrenagem.

Yaron Brook responde o que é o socialismo e por que ele é imoral.
Transcrição e tradução de Pedro de Oliveira Thomasi
Sincronização de Ivanildo Terceiro

Original: http://www.youtube.com/watch?v=-mOFjI...

Portal Libertarianismo: "Evoluindo Ideias e Indivíduos."
www.libertarianismo.org

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Duplipensar

“Ideias somente ideias podem iluminar a escuridão”. Ludwig von Mises.

Por Ivan Lima

Pedem-me para falar sobre declarações de autoridades do partido no poder, relativo ás depredações, incêndios, e explosões a ônibus, bancos, lojas, pessoas, etc. sob a alegação de “protesto”.

O homem segue ideias, já se disse. O que ouço as aludidas autoridades condenarem e o que expressa a doutrina socialista a que servem, possui um choque contraditório brutal, dois mundos de pensamentos diversos, duas personalidades conflituosas. Em qual delas não acreditar? Na autoridade guardiã da lei ou no militante que trabalha para ir destruindo o sistema de cooperação pacífica de trocas voluntárias, seguindo a ideologia que professa? Como veem, são perguntas o que tenho como resposta.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O psiquiatra Lyle Rossiter nos comprova que o esquerdismo é uma doença mental


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Luciano Ayan

Ceticismo e dinâmica social na investigação da religião política

Geralmente vemos esquerdistas se referirem a quem é da direita como um “louco da direita”, e daí por diante. O problema é que a crença da direita é coerente até com o que a teoria da evolução tem a nos dizer. Enquanto isso, a crença esquerdista é baseada em quê? É isso que começamos a investigar de uma forma mais clínica a partir do livro The Liberal Mind: The Psychological Causes of Political Madness, de Lyle Rossiter, lançado em 2011.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Socialismo Vs Economia de Mercado

Por Ludwig von Mises
Tradução de Klauber Cristofen Pires

Segue abaixo tradução por mim feita sobre o último discurso formal de Ludwig von Mises, cuja versão original em inglês pode ser acessada no seguinte endereço: http://www.mises.org/story/1023.

Considerei um dever realizar esta tradução em homenagem às brilhantes palavras do orador, em defesa da liberdade, bem como da razão pela qual tantas pessoas aderem ao pensamento socialista. Espero que esta singela iniciativa alcance tocar as mentes dos que a lerem, assim como tocou a minha.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

A Verdadeira Direita

Por Olavo de Carvalho

(vide site: http://www.olavodecarvalho.org/)

Se nas coisas que escrevo há algo que irrita os comunas até à demência, é o contraste entre o vigor das críticas que faço à sua ideologia e a brandura das propostas que lhe oponho: as da boa e velha democracia liberal. Eles se sentiriam reconfortados se em vez disso eu advogasse um autoritarismo de direita, a monarquia absoluta ou, melhor ainda, um totalitarismo nazifascista. Isso confirmaria a mentira sobre a qual construíram suas vidas: a mentira de que o contrário do socialismo é ditadura, é tirania, é nazifascismo.


Um socialista não apenas vive dessa mentira: vive de forçar os outros a desempenhar os papéis que a confirmam no teatrinho mental que, na cabeça dele, faz as vezes de realidade. Quando encontra um oponente, ele quer porque quer que seja um nazista. Se o cidadão responde: "Não, obrigado, prefiro a democracia liberal", ele entra em surto e grita: "Não pode! Não pode! Tem de ser nazista! Confesse! Confesse! Você é nazista! É!" Se, não desejando confessar um crime que não cometeu, muito menos fazê-lo só para agradar a um acusador, o sujeito insiste: "Lamento, amigo, não posso ser nazista. No mínimo, não posso sê-lo porque nazismo é socialismo", aí o socialista treme, range os dentes, baba, pula e exclama: "Estão vendo? Eis a prova! É nazista! É nazista!"

Recentemente, cem professores universitários, subsidiados por verbas públicas, edificaram toda uma empulhação dicionarizada só para impingir ao público a lorota de que quem não gosta do socialismo deles é nazista. Não se trata, porém, de pura vigarice intelectual. A coisa tem um sentido prático formidável. Ajuda a preparar futuras perseguições. Consagrado no linguajar corrente o falso conceito geral, bastará aplicá-lo a um caso singular para produzir um arremedo de prova judicial. Para condenar um acusado de nazismo, será preciso apenas demonstrar que ele era contra o socialismo. Hoje esse raciocínio já vale entre os esquerdistas. Quando dominarem o Estado, valerá nos tribunais. Valerá nos daqui como valeu nos de todos os regimes socialistas do mundo.

Intimidados por essa chantagem, muitos liberais sentem-se compelidos a moderar suas críticas ao socialismo. Mas isso é atirar-se na armadilha por medo de cair nela. Já digo por que.

Socialismo é a eliminação da dualidade de poder econômico e poder político que, nos países capitalistas, possibilita - embora não produza por si -- a subsistência da democracia e da liberdade. Se no capitalismo há desigualdade social, ela se torna incomparavelmente maior no socialismo, onde o grupo que detém o controle das riquezas é, sem mediações, o mesmo que comanda a polícia, o exército, a educação, a saúde pública e tudo o mais. No capitalismo pode-se lutar contra o poder econômico por meio do poder político e vice-versa (a oposição socialista não faz outra coisa). No socialismo, isso é inviável: não há fortuna, própria ou alheia, na qual o cidadão possa apoiar-se contra o governo, nem poder político ao qual recorrer contra o detentor de toda riqueza. O socialismo é totalitário não apenas na prática, mas na teoria: é a teoria do poder sintético, do poder total, da total escravização do homem pelo homem.

A formação de uma "nomenklatura" onipotente, com padrão de vida nababesco, montada em cima de multidões reduzidas ao trabalho escravo, não foi portanto um desvio ou deturpação da idéia socialista, mas o simples desenrolar lógico e inevitável das premissas que a definem. É preciso ser visceralmente desonesto para negar que há uma ligação essencial e indissolúvel entre elitismo ditatorial e estatização dos meios de produção.

O socialismo não é mau apenas historicamente, por seus crimes imensuráveis. É mau desde a raiz, é mau já no pretenso ideal de justiça em que diz inspirar-se, o qual, tão logo retirado da sua névoa verbal e expresso conceitualmente, revela ser a fórmula mesma da injustiça: tudo para uns, nada para os outros.

Porém, no próprio capitalismo, qualquer fusão parcial e temporária dos dois poderes já se torna um impedimento à democracia e ameaça desembocar no fascismo. Não há fascismo ou nazismo sem controle estatal da economia, portanto sem algo de intrinsecamente socialista. Não foi à toa que o regime de Hitler se denominou "socialismo nacional". Stalin chamava-o, com razão, "o navio quebra-gelo da revolução". Por isso os socialistas, sempre alardeando hostilidade, tiveram intensos namoros com fascistas e nazistas, como nos acordos secretos entre Hitler e Stalin de 1933 a 1941, na célebre aliança Prestes-Vargas etc. Já com o liberalismo nunca aceitaram acordo, o que prova que sabem muito bem distinguir entre o meio-amigo e o autêntico inimigo.

Por isso mesmo, é uma farsa monstruosa situar nazismo e fascismo na extrema-direita, subentendendo que a democracia liberal está no centro, mais próxima do socialismo. Ao contrário: o que há de mais radicalmente oposto ao socialismo é a democracia liberal. Esta é a única verdadeira direita. É mesmo a extrema direita: a única que assume o compromisso sagrado de jamais se acumpliciar com o socialismo.

Nazismo e fascismo não são extrema-direita, pela simples razão de que não são direita nenhuma: são o maldito centro, são o meio-caminho andado, são o abre-alas do sangrento carnaval socialista. Os judeus, perseguidos em épocas anteriores, podiam usar do poder econômico para defender-se ou fugir: o socialismo alemão, estatizando seus bens, expulsou-os desse último abrigo. Isso seria totalmente impossível no liberal-capitalismo. Só o socialismo cria os meios da opressão perfeita.


Não, a crítica radical ao socialismo não nos aproxima do nazifascismo. O que nos aproxima dele é uma crítica tímida, debilitada por atenuações e concessões. E essa, meus amigos, eu não farei nunca.