quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Tragédia ambiental? Não! Tragédia Humana

Em discurso na Conferência do Clima, em Paris, a presidente Dilma Rousseff, bem ao estilo petista, tentou faturar em cima do trágico acidente de Mariana.  Segundo ela, aquela teria sido a maior tragédia ambiental do país, resultado da irresponsabilidade de algumas empresas privadas, que deverão pagar caro por isso.  Nem uma só palavra sobre eventuais responsabilidades do governo, que, afinal, é o ente encarregado tanto das concessões quanto da fiscalização de minas e depósitos de rejeitos.  Mas, tudo bem.  Os petistas nunca sabem de nada mesmo…
No mais, ainda bem que a realidade e os fatos começam a aparecer e vão colocando o episódio dentro das suas reais dimensões.  Não, Mariana não foi a maior tragédia ambiental do Brasil. Aliás, a grande tragédia ali não foi ambiental, mas principalmente humana.   Centenas de famílias perderam seus entes queridos, suas casas, seus bens, suas lavouras e seus sonhos.  São esses os principais danos que precisam ser indenizados pela empresa proprietária da barragem.
Quando escrevi meu último artigo a respeito, alguns entenderam, equivocadamente, que eu estaria defendendo a empresa, ainda que eu dissesse explicitamente que os eventuais responsáveis deveriam ser punidos, de acordo com a lei vigente e resguardado o devido processo legal.  Os liberais são os primeiros a defender que os danos causados a terceiros e suas propriedades devem ser exemplarmente indenizados pelos responsáveis.  Digo mais: de preferência, a justiça deveria mandar a Samarco indenizar diretamente as famílias, pois se o dinheiro passar pelas mãos do governo, corre o risco de se perder pelo meio do caminho, nas mãos de uma burocracia ineficiente e, muitas vezes, desonesta.
Dito isso, voltemos à questão do meio ambiente.  Discordo da presidente Dilma e daqueles mais apressados e impressionados com as imagens, segundo os quais, estaríamos diante de uma catástrofe ecológica.  Vamos a algumas informações relevantes, divulgadas pela imprensa recentemente, malgrado muito pouco expostas:
Amostras de água e sedimentos coletadas no Rio Doce pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM – empresa pública vinculada ao Ministério das Minas e Energia), entre os dias 14 e 18 de novembro, apontam que não houve aumento da presença de metais pesados na água e nos sedimentos do rio, em relação aos dados de 2010, também coletados pela CPRM. De acordo com a estatal, não há indicações de que a lama de rejeitos da Samarco seja tóxica em relação à metais pesados.
Com isso, dissipa-se uma das principais preocupações dos ambientalistas e dos catastrofistas de plantão, quanto a um possível impedimento futuro da captação de água pelos municípios ribeirinhos.
A outra (boa) notícia vem de Paulo Rosman, professor da COPPE/UFRJ e autor de um estudo encomendado pelo Ministério do Meio Ambiente para avaliar os impactos e a extensão do acidente.  Para aquele especialista, a recuperação total do Rio Doce deverá levar cerca de cinco meses, e que a própria natureza cuidará de “ressuscitá-lo”.
Segundo ele, “na maior parte do percurso do Rio Doce, as próprias chuvas devem limpar os estragos e os peixes devem voltar no período de cinco meses, e, no mar, a diluição dos sedimentos deve ocorrer de forma mais rápida – até janeiro do próximo ano.”
“Digo isso baseado em quantidades de sedimentos, em conhecimentos de processos sedimentológicos, na dinâmica de transporte desses sedimentos pelas correntes dos rios, dos estuários, das zonas costeiras. Então essas coisas são relativamente rápidas, a natureza se adapta, se reconstrói, se modifica.”
O professor lembra também que “Há muitos exemplos de acidentes muito mais graves e mais sérios do que este da barragem de Mariana. Veja a erupção vulcânica do monte Santa Helena, nos Estados Unidos (em 1980). Foi tudo devastado e destruído, numa área imensamente maior. Você vai lá hoje e vê que os animais voltaram e a mata voltou.”
Agora, comparem com o que disse esse escriba, alguns dias antes:
Já a situação do Rio Doce, apesar dos alarmistas de plantão, é muito menos grave.  Eu sei que isso é politicamente incorreto de se dizer numa hora dessas, mas é a verdade.  A lama pode ter uma aparência e uma cor muito feias, mas sem dúvida é muito menos danosa à vida do rio do que muitos outros poluentes presentes no Tietê, por exemplo.
A natureza é teimosa e, deixada em paz, é capaz de recuperar-se em tempo muito mais curto do que se imagina. O rio é um organismo dinâmico.  A cada minuto, são despejados nele quantidades enormes de água limpa, seja através da nascente ou dos seus diversos afluentes, os quais foram pouco ou quase nada atingidos pela lama.
O pior que se pode fazer nos momentos mais agudos de qualquer tragédia é deixar que nossas impressões e sentimentos de revolta se sobreponham à razão.  O Rio Doce não morreu, nem vai morrer.  Muito mais rápido do que se imagina, suas águas voltarão a abastecer os municípios por ele banhados e seus peixes voltarão a alimentar a população ribeirinha.
Como dito antes e como se pode constatar pelas informações acima, em Mariana a dimensão da tragédia humana foi muitas vezes maior que a ambiental, embora, infelizmente, para muitos a vida e os percalços das pessoas não tenha o mesmo valor que a dos peixes ou tartarugas.
Ao contrário do que disse Dilma, há tragédias ambientais bem piores ocorrendo no país que a de Mariana.  Na sua maior parte, são desastres ecológicos crônicos, sem a agudeza da de Mariana, e, por isso, muitas vezes desconsiderados.  A poluição do Rio Tietê, em São Paulo, da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, e o próprio desmatamento da Floresta Amazônica, para ficarmos nos exemplos mais visíveis, são desastres ambientais muito mais graves e difíceis de reverter do que o do Rio Doce.
Em nenhum desses casos, entretanto, é possível apontar o dedo para “determinadas empresas privadas”, pois o principal culpado é o próprio governo.

SOBRE O AUTOR

João Luiz Mauad

João Luiz Mauad

João Luiz Mauad é administrador de empresas formado pela FGV-RJ, profissional liberal (consultor de empresas) e diretor do Instituto Liberal. Escreve para vários periódicos como os jornais O Globo, Zero Hora e Gazeta do Povo.

Lula perde para Caiado no STF

O Antagonista



O STF rejeitou a queixa-crime que Lula apresentou contra Ronaldo Caiado, que escreveu no Twitter que "Lula tem postura de bandido frouxo" e que "quer promover a instabilidade democrática de forma idêntica ao que ocorre na Venezuela com o ditador Maduro soltando seus coletivos".

A maioria dos ministros julgou as críticas de Caiado políticas.
Não bastassem os oceânicos problemas políticos que enfrenta, a Presidente Dilma Rousseff está brincando com fogo. Ao determinar […]

Brasil desaba 1,7% no trimestre.

Brasil desaba 1,7% no trimestre.
A economia brasileira encolheu 1,7% entre julho e setembro, na terceira queda consecutiva ante o trimestre anterior. É a recessão mais longa desde a década de 1990, quando o Produto Interno Bruto (PIB) caiu por quarto trimestres seguidos. A queda...

Netanyahu critica Dilma

O Antagonista


Em visita a Israel, a convite da Confederação Israelita no Brasil, o deputado Raul Jungmann, juntamente com uma comitiva de parlamentares, reuniu-se hoje com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
No encontro que durou mais de uma hora, Benjamim Netanyahu fez críticas a Dilma Rousseff, ao dizer que não existem mais canais de negociação entre o seu país e o Brasil.
"Com um tom de frustração, ele afirmou que, embora tenha canal direto com todos os grandes líderes mundiais, não consegue trocar uma palavra sequer com Dilma. Foi o que ocorreu, por exemplo, em Paris. Netanyahu conversou com Obama e Putin, entre outros, mas com Dilma, nada.", contou Raul Jungmann ao Antagonista.
Para O Antagonista, Benjamin Netanyahu não está perdendo nada.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

2.000.000 é o número da sorte da família Lula

Já temos um governo

O Antagonsta


O acordo entre Michel Temer e o PSDB deu um passo fundamental.
O Antagonista já havia dito que, em caso de impeachment, Michel Temer cumpriria seu mandato até o fim e, em 2018, não disputaria a reeleição à Presidência da República.
O Valor, hoje, conta que Michel Temer pode concorrer, em vez disso, ao governo de São Paulo, com o apoio do PSDB.
Isso quer dizer que o impeachment se aproxima.
Isso quer dizer também que Geraldo Alckmin entrou na articulação pelo afastamento de Dilma Rousseff e, muito mais importante, que já se pensa numa coalizão para apoiar o presidente Michel Temer nos próximos três anos.


Pequena narrativa sobre um grande crápula.

Era uma vez num reino distante, um pequeno ogro que segundo sua gabolice, roubava galinhas e também comia cabritas.

Um dia, cansado do trabalho pouco lucrativo, bolou o discurso de que era santo milagreiro e vendeu a mentira para uma nação de tolos.

Hoje os tolos continuam patetas e pobres e o vendedor de ilusões continua ladrão, mas famoso e multimilionário.

Bem, quanto ás cabritas, abandonadas, choram a ausência do gostosão.


Mé! Mé, Mé!, Mé! 

O grande meliante diz nada saber de tolos, ladroagem, nem cabritas. Declara também que nada sabe de galinhas, inclusive das que atualmente come... 

Ivan Lima

Frase do dia

“Como a maioria das pessoas – possivelmente todas – que tomam parte no debate sobre aquecimento global, eu não sei o que vai acontecer com a temperatura da terra daqui a um século. O que eu sei, porque é claramente visível, é que a tentativa de planejar o mundo, como se pudéssemos controlar nosso destino ecológico com 100 anos de antecedência, é estatisticamente fantástica, politicamente impossível, economicamente ruinosa e moralmente deturpada.”  Charles Moore

SOBRE O AUTOR

João Luiz Mauad

João Luiz Mauad

João Luiz Mauad é administrador de empresas formado pela FGV-RJ, profissional liberal (consultor de empresas) e diretor do Instituto Liberal. Escreve para vários periódicos como os jornais O Globo, Zero Hora e Gazeta do Povo.

INFORMAÇÕES PARAMILITARES, MILÍCIAS, REVOLUÇÃO NO ACORDO ENTRE MST E VEN...

Lembrar faz parte da agenda de luta.  

Rock à direita: 50 músicas com temática liberal-conservadora (I)

Créditos: Postura Urbana
Créditos: Postura Urbana
No ano de 2006, a revista National Review, dos Estados Unidos listou cinquenta músicas de Rock com temática liberal-conservadora. Tal lista saiu com bandas bastante conhecidas do público. Vamos a primeira parte:
50° – Tammy Wynette – Stand By Your Man
A cantora de country-rock falecida em 1998 pede na música que as mulheres tenham atenção integral aos seus maridos e os cuidem bem. Uma música que certamente o movimento feminista não irá ter o prazer de incluir entre os arquivos em seus smartphones.
49° – Kid Rock –  Abortion
blues de Kid Rock versa sobre a depressão de um pai depois que descobre que sua esposa praticou um aborto e a sua vontade de ter passado bons momentos com a criança, onde em certo ponto o pai se culpa pela tragédia.
48° – The Offspring – Why Don’t You Get a Job?
Na canção, os músicos da banda de punk rock criticam a reforma da previdência feita pelo Democrata Bill Clinton e reclamam da falta de vontade de algumas pessoas nos Estados Unidos de saírem para procurar um emprego, preferindo se encostar nos programas de assistência social do governo.
47 ° – Creed – One
A banda de Christian Rock em tal música faz a crítica às Affirmative Action, política conhecida no nosso país como Cotas. Na letra, pede-se para não se julgar as pessoas por sua cor de pele, sexualidade ou gênero, e sim com o individualismo, para combater as divisões Democratas pela busca ao poder.
46° – Scorpions – Wind Of Change
Os alemães compuseram no ano de 1990 a música, que acabou se tornando um hino do fim da cortina de ferro. Comemorando o fim do socialismo naquela região do planeta, o fim da guerra fria e a reunificação da Alemanha.
45° – Cheap Trick – Taxman (Mr. Thief)
A banda, que ficou muito famosa nos anos 70, critica a quantidade de impostos que têm que ser pagos ao governo, demonstrando como a alta cobrança de impostos prejudica as classes mais pobres da sociedade.
44° – The Kinks – Two Sisters
Os britânicos do Kinks mostram a situação de duas irmãs, em que uma leva a vida de modo boêmio e a outra leva a vida de um jeito mais tranquilo. E no final, a irmã mais tranquila dá uma lição de moral à irmã boêmia quando a sua irmã entra em si.
43° – Everclear – Wonderful
O rock alternativo do Everclear mostra a visão de uma criança criada sobre valores conservadores quando seus pais se divorciam, mostrando toda a sua decepção e seus picos de depressão causados pelo divórcio.
42° – The Proclamers – Everybody’s A Victim
Os escoceses do Proclamers compuseram uma música defendendo o julgamento moral pela sociedade escocesa e criticando o que segundo eles, era uma coisa de norte-americano: não realizar julgamento sobre as atitudes das pessoas. Vale lembrar que a música foi composta quando Jimmy Carter, Democrata, era o presidente dos Estados Unidos.
41° – The Cranberries – The Icicle Melts
Os irlandeses do Cranberries fazem uma crítica ao aborto nessa canção e aos movimentos que defendem tal prática, se indignando com o valor dado à vida humana pela militância esquerdista.
40° – The Everly Brothers – Wake Up Little Susie
A dupla de rockabilly compôs em 1957 a música, que critica o início da promiscuidade nas festas dos colégios sociais, onde um rapaz tem um encontro com uma garota e ele tem preocupações com ela e a família, mas ela não parece dar a mínima, e o rapaz tem medo de ter a sua reputação arranhada.
39° – Marshall Tucker Band – Propriety Line
O Marshall Tucker Band defende a tese do respeito à propriedade privada, com uma importante defesa dos outros dois pilares liberais: a vida e a liberdade.
38° – Sammy Hagar – I Can’t Drive 55
O ex-vocalista do Van Halen critica aí os limites de velocidades nas autopistas americanas, que na época eram restritos a 55 km/h, por uma norma do governo americano e de seu departamento de trânsito. Sammy diz que a música era um combate à sanha do Estado-babá em limitar velocidade em um lugar que era feito para se andar em alta velocidade.
37° – The Band – The Night They Drove Old Dixie Down
A canção dos texanos do The Band mostra que os americanos não têm nenhum preconceito com imigrantes sul-americanos, mostrando o orgulho e a tradição de um imigrante sudaca que é assassinado do lado de seus amigos americanos.
36° – The Rainmakers – Government Cheese
A canção é um hino contra o chamado “Estado de bem estar social”, composto pela banda do Kansas City no auge do governo Jimmy Carter, democrata. Um dos trechos da música diz: “dê a um homem uma casa livre e ele vai justo para fora das janelas.”.
35° – Creedence Clearwater Revival – Who’ll Stop The Rain
Composta como uma música anti-Guerra do Vietnã, no entanto a letra mostra com pessimismo o ativismo “liberal” nos EUA (lembrando que “liberal” nos Estados Unidos tem significado diferente do que tem no Brasil) e o comunismo com o trecho: “planos quinquenais e novos negócios, envoltos em correntes douradas.”.
34 ° – Blue Oyster Cult – Godzilla
A trilha do filme clássico de 1977 mostra um pouco da repetição de fatos da história quando não se tomam os devidos cuidados no trecho: “a História mostra do novo e de novo/A natureza se manifesta por causa da extravagância do homem.”.
33° – The Rolling Stones – You can’t always get what you want
A canção da banda inglesa mostra na letra que não existe sociedade perfeita, nem sempre os problemas do mundo serão resolvidos, que há pessoas decentes, além de levantar o fato de “não existirem almoços grátis”.
32° – Georgia Satellites – Kepp Your Hands in Yourself
A música revela que se devem retomar valores que, segundo a letra, foram deixados de lado pela mudança cultural, para que a nação não se perca.
31° – John Mellencamp – Small Town
Melencamp fala do apego às pequenas coisas e usa na música um dos pensamentos do irlandês Edmund Burke, que é o de nunca esquecer as origens e as pessoas que lhe cercam.
30° – Graham Parker – You Can’t Be Too Strong
A música descreve os horrores do aborto mesmo não sendo declaradamente pró-vida, explícito no trecho: “arrancaram-lhe com garras de aço, e ainda deram um tiro para ver se ainda sentia.”.
29° – Iron Maiden – Rime of Ancient Mariner
Inspirada na obra de Samuel Taylor Coleridge, a música fala sobre a maldição de um marinheiro por não ter respeitado as criações divinas e ter matado um albatroz, contando as situações que passou a um amigo antes de uma cerimônia de casamento. Coleridge foi o fundador do romantismo na Inglaterra e se declarava como um “espirituoso conservador que vivia entre metáforas e sonhos.”.
28° – Aerosmith – Janie’s Got a Gun
A música é um hino em defesa do porte de armas entre civis, usando o caso de proteção feminina em ataques de maníacos sexuais, o que explicita no trecho: “é a última chance de Jane, ela não teve escolha, e coloca uma bala em seu cérebro, ela disse que isso porque confia em mim, ele o via como uma garota de programa e isso não será mais assim.”.
27° – Joe Jackson – Obvious Song
A música defende os direitos de propriedade e o desenvolvimento econômico, e é contra a famosa hipocrisia socialista, explícita em: “havia um homem na selva, tentando fazer face às despesas e encontrou-se um dia com um machado na mão, Quando uma voz disse: Amigo, você pode poupar aquela árvore, pois nós temos que salvar o mundo – começando com a sua terra, era um cantor milionário dos EUA e fez o sinal de três para o galão em um grande carro branco e ele cantou ‘til e poluiu o ar e soprou um monte de fumaça de um charuto cubano.”.
26° – Oingo Boingo – Capitalism
A banda de New Wave faz uma verdadeira ode ao capitalismo e à livre iniciativa em sua letra, composta no ano de 1983. E essa defesa ao capitalismo é ainda mais explícita, além do nome da música no trecho: “Não há nada de errado com o capitalismo, Não há nada de errado com a livre iniciativa. . . . Você é apenas uma riquinha, pirralha socialista, de uma família suburbana e você nunca realmente teve que trabalhar.”.
25° – Led Zeppelin – The Battle of Evermore
A música escrita por Robert Plant  no ano de 1971 carrega muito do clima de tensão da Guerra Fria, sendo dito em um dos trechos da música que “a cara do inimigo é vermelha.” Com certeza esse inimigo é o socialismo.

SOBRE O AUTOR

Jefferson Viana

Jefferson Viana

Jefferson Viana é estudante de História da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, coordenador local da rede Estudantes Pela Liberdade, presidente da juventude do Partido Social Cristão na cidade de Niterói-RJ e membro-fundador do Movimento Universidade Livre.
Fonte: Instituto Liberal

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Na véspera de mais uma divulgação oficial sobre a economia doméstica, o Relatório de Mercado Focus trouxe novos ajustes para as expectativas em torno dos dados de atividade do Brasil. De acordo com o documento divulgado há pouco pelo Banco Central,...

A covardia atroz de Lula e do PT

O Antagonista


Delcídio Amaral está "muito aborrecido" com a "covardia atroz" de Lula e do PT.
Segundo O Globo, "os únicos que telefonaram para a mulher de Delcídio, Maika, prestando solidariedade foram o presidente do Senado, Renan Calheiros, e José Sarney".
A reportagem informa que, apesar de estar "muito aborrecido" com a "covardia atroz" de Lula e do PT, Delcídio Amaral não está negociando um acordo com a Lava Jato.
Por enquanto.