quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Por que o Uber incomoda tanta gente
Restringir artificialmente, por decreto estatal, a oferta de algum serviço no mercado jamais fará dele um produto de qualidade. O temor da concorrência impele os ofertantes a buscarem a excelência. A concorrência repele a mediocridade.
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por Fernando Ulrich,
Não são a regulamentação e as obrigações legais que elevarão a qualidade de um serviço. A municipalidade pode coagir os taxistas a atuar dentro de diversos parâmetros impostos desde cima, mas o que melhorará o serviço de fato é o medo de "perder" o cliente, ou, dito de outra forma, a necessidade de "ganhá-lo" todos os dias.
Isso foi precisamente o que aconteceu na cidade de Nova York, notória pelos táxis sujos com motoristas antipáticos. "Não foram os reguladores da cidade que ordenaram que o serviço de táxi melhorasse, foram os meros cidadãos de Nova York que preteriram os táxis em favor de uma
alternativa melhor."
Curiosamente, o resultado não-premeditado da atitude dos nova-iorquinos é que o próprio serviço de táxi melhorou consideravelmente desde que Uber e similares passaram a operar na cidade. O mesmo fenômeno está acontecendo nas cidades brasileiras.
Socialismo, corrupção e bondade

Todos nós exercemos a bondade como estratégia de qualificação social. Ser reconhecido como uma pessoa boa nos ajuda a conseguir amigos, amantes, empregos e clientes. Como já disse Joseph P. Kennedy, “não importa o que somos, mas o que as pessoas pensam que somos”. Não há pecado nisso. Os problemas surgem quando a bondade é invocada como ferramenta de manipulação social.
Hitler apresentava-se como uma pessoa boa, que amava e queria o bem dos alemães. Seu grande ato de bondade foi levá-los à guerra, exterminar judeus e destruir os países vizinhos.
Stalin apresentava-se como uma pessoa boa, que amava e queria o bem dos russos. Seu grande ato de bondade foi tirar a liberdade de todos eles, assassinar ou deixar morrer de fome dezenas de milhões de pessoas que não estavam contribuindo com a sua bondade.
Papa Doc era um médico cheio de bondade. Era tão bondoso que foi eleito presidente do Haiti. Era tão bondoso que perseguiu e matou quase todos os opositores ao seu governo, já que eles tentavam impedir o exercício de sua bondade.
Pol Pot era outra pessoa cheia de bondade no coração. Estudou Lenin, Fundou o Partido Comunista Khmer e exterminou uma parte da população do Camboja para oferecer amor e dignidade à outra parte.
Cuba é governada há mais de cinco décadas por pessoas extremamente boas. Fidel Castro, com a ajuda de pessoas tão bondosas quanto ele, tomou o poder para eliminar a ganância e o egoísmo da sociedade cubana. Perseguiu, torturou e matou dezenas de milhares de cidadãos porque toda bondade tem seu preço. Hoje os cubanos vivem exclusivamente da bondade de seus líderes.
A bondade também reina na Coreia do Norte. Kim Jong-um adora crianças e persegue implacavelmente todos que se opõem à sua bondade.
Terroristas são pessoas boas. Explodem bombas invocando o Islã, que é a religião do amor, da tolerância e da bondade.
Na semana passada, em depoimento à Polícia Federal, o senador petista Delcídio do Amaral justificou sua tentativa de corromper um dos condenados pela Operação Lava Jato e de organizar sua fuga do país como sendo uma ação humanitária. Delcídio é uma pessoa boa.
Quando um político confessa sua corrupção, o faz apenas para conseguir algum benefício jurídico, mas o comum é que todos se digam pessoas boas que recorreram a meios “informais” para ajudar outras pessoas.
Qual é a pessoa mais bondosa da história do Brasil? Lula. Ele próprio afirmou isso diversas vezes. Quem ousa contestá-lo? Só quem tem ódio no coração.
Lula liderou o maior exercício de bondade que esse país já viu. Através de seu governo e de seu partido, roubou bilhões de reais de maus brasileiros para distribuir centenas de milhões de reais aos bons brasileiros, os mais pobres, aqueles que são excluídos pelo capitalismo. A moral socialista diz que a diferença entre o que foi tirado de uns e dado a outros é uma compensação pela bondade que foi empenhada.
A política é um exercício de bondade. Políticos são pessoas abnegadas, sem qualquer interesse pessoal, dedicadas a fazer justiça social. Brasília é a maior concentração de pessoas boas do país. O estado é a grande ponte da bondade.
Socialismo é bondade. Todos os movimentos socialistas são liderados por pessoas extremamente boas. A prova está em seus discursos. Nunca conseguiram sequer fazer uma granja funcionar, mas são pessoas boas e é isso o que importa.
A moral socialista diz que existem dois tipos de corrupção, a má e a boa. A primeira visa interesses privados. Eduardo Cunha. A segunda tem função social e por causa isso deixa de ser corrupção e se torna apenas solidariedade. O PT é um partido extremamente solidário.
Os políticos do PMDB e do PSDB têm bondade em seus corações. No coração dos petistas têm mais bondade, mas ninguém questiona que o PSOL é o partido que mais concentra bondade, afinal, entre seus militantes estão muitos artistas, e como sabemos, artistas são pessoas boas. A Rede também representa a bondade, já que sua principal líder veio da floresta. Pessoas das florestas são pessoas boas.
A bondade socialista também se dedica a apontar onde está a maldade. A maldade está nas pessoas que visam obter lucro depois de pagar salários, impostos e fornecedores. A bondade socialista indica que a maldade está em quem ousa decidir o destino de seu próprio lucro. A bondade socialista indica que a maldade está nas pessoas que ousam pensar em si mesmas e em suas famílias, que ousam acumular capital para tornar mais fácil a vida dos filhos, que ousam querer se defender da violência urbana, que ousam rejeitar um governo incompetente, mentiroso e ladrão.
A verdade é que o salto de qualidade de vida da humanidade registrado no último século não se deve a uma única manifestação de bondade. Todos os avanços científicos e tecnológicos que tornaram nossa vida imensuravelmente melhor do que a vida dos nossos antepassados foram produzidos por indivíduos que, em vez de fazer discursos lindinhos, dedicaram-se a transformar ideias em benefícios reais, práticos e acessíveis ao maior número de pessoas.
A sociedade precisa enxergar o mal por trás dos discursos de bondade. Precisa enxergar que os ladrões são aqueles que se apresentam como os promotores da “justiça social”. Precisa enxergar que por trás de todo discurso lindinho há um cretino ou um canalha ou a soma das duas coisas.
SOBRE O AUTOR
I'm not a crook
Brasil 07:47 Comentários (12)
"Todos conhecem meus defeitos. Sabem que não sou uma ladra".
As frases foram pronunciadas por Dilma Rousseff, ontem à noite.
Richard Nixon, 45 anos atrás, à beira do impeachment, foi para a TV e disse:
"Cometi erros. Mas não sou um ladrão"."
(obrigado, Marcelo)
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Não é ladra?
Brasil 07:22
“Não sou ladra”, disse Dilma Rousseff.
Chegou o momento de prender Antonio Palocci, acusado de ter recebido 2 milhões de reais em propina para a campanha de Dilma Rousseff.
Chegou o momento de prender Carlos Cortegoso, dono da Focal, a empresa fantasma que recebeu 23,9 milhões de reais da campanha de 2014 e que lavou o dinheiro que o PT roubou do ministério de Dilma Rousseff.
Chegou o momento de dar uma batida na gráfica fantasma VTPB.
Chegou o momento de abrir o interrogatório de Nestor Cerveró sobre Pasadena.
Chegou o momento de investigar seriamente as mensagens de Marcelo Odebrecht sobre o “Feira” – João Santana – e sobre a “cta. Suíça na campanha dela”.
Como disse Delcídio Amaral:
"Presidente, a Odebrecht pagou no exterior pelos serviços prestados por João Santana à sua campanha".
Não é ladra?
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
O passo a passo do impeachment
Brasil 19:03 Comentários (8)
Com a decisão de Eduardo Cunha de acolher o pedido de impeachment apresentado por Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr e Janaína Paschoal, será instalada uma comissão especial.
Uma vez instalada a comissão, Dilma Rousseff será notificada e terá o prazo de dez sessões para se manifestar...
E AGORA: O IMPEACHMENT
Brasil 18:43 Comentários (32)
Manchete de O Globo.
A partir de hoje, as coisas mudam.

Cunha defere o pedido de impeachment
Brasil 18:42
Eduardo Cunha deferiu o pedido de impeachment, informa Mendonça Filho. "É um momento histórico".
Como o estado deforma a ética e introduz dois parâmetros de moralidade
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Como pais, não pensamos em coagir nosso vizinho para que ele contribua para a educação de nossos filhos. Porém, como membros de um organismo político, recorremos à tributação com o intuito de coagi-lo a financiar a educação de nossos filhos, de modo que eles tenham "educação pública, gratuita e de qualidade". De quebra, isso faz com que nos sintamos "liberados" das nossas obrigações morais e pessoais para com nossos próprios filhos. Alguém que quisesse propositalmente criar uma sociedade de pais indolentes e negligentes dificilmente teria uma ideia melhor.
Como seres humanos, não pensamos em encarecer artificialmente aqueles produtos que nosso vizinho mais pobre consegue comprar. Como membros do corpo político, consideramos perfeitamente normal obrigá-lo a pagar mais caro por meio políticas governamentais de desvalorização cambial e de imposição de tarifas de importação, as quais visam a proteger aquelas empresas ineficientes pelas quais temos alguma preferência.
Como empreendedores, não cogitamos obrigar nossos concidadãos que vivem em outras partes do país a nos auxiliar em nossos empreendimentos locais; como participantes do sistema político, obrigamo-los a nos ajudar a alcançar nossos objetivos econômicos por meio de subsídios, repasses obrigatórios e outras contribuições governamentais.
O medo, a
idiotice e a liderança
“Os maus, que nascem constantemente em nosso meio,
muitas vezes parecem ser anjos da Luz, do Espírito e da Inteligência, seres
encantadores, dotados de uma fascinação superior ao comum dos mortais, tão
amorosos aparentemente sempre despertando amor, mesmo entre os de natureza
normalmente cínica. Na verdade, parecem meigos e doces, porque faz parte do seu
gênio diabólico ter todas as qualidades para todas as espécies de homens, ser
grave entre os graves, compassivo entre os sensíveis, nunca abertamente hostis
ou beligerantes, flexíveis de temperamento, de expressão franca,
invariavelmente dotados de grande magnetismo. A cada geração surgem mais seres
perversos do que chegamos a tomar conhecimento, mas aqueles que, por infelicidade,
partilham do seu sangue, têm consciência de que existe um demônio entre eles.
Que Deus te preserve, e a mim também, de encontrar um desses seres no
casamento, ou entre os nossos filhos!”
(Proust)
Por Armando Soares
Quantos seres
perversos estão entre nós, brasileiros? A idiotice e a soberba perseguem
aqueles que se consideram donos da verdade quando estão no poder. Quando
Justiniano, o imperador cristão, destruiu a grande e famosa biblioteca de
Alexandria – que continha grande parte da sabedoria do mundo – no ano de 500
A.D., salvaram-se poucos dos grandes livros e poucos dos preciosos pergaminhos
escritos pelos sábios. Desse modo foi negado para sempre à humanidade o acesso
à sabedoria, aos conhecimentos adquiridos nas ciências, nas literaturas, na
poesia, e acumulados nas eras anteriores a Cristo – e tudo sob pretexto de
“preservar a pureza do cristianismo contra a corrupção dos escritores pagãos”.
Foi como justificou o novo convertido ao cristianismo, Justiniano, com uma
virtude edificante. Regra geral é assim que se comportam os idiotas que chegam
ao poder, eles confundem “alhos com bugalhos”, por lhe faltarem conhecimento,
razão e senso.
Incêndio da Biblioteca de Alexandria
Mas não
cabe apenas a Justiniano a responsabilidade de conter o avanço da humanidade. A
idiotice persegue os que se consideram como orientadores da humanidade, e está
presente em vários períodos da História, praticada por religiões e ideologias
satânicas. As mais prejudiciais foram as que atrasaram efetivamente em séculos
o progresso da humanidade, sobressaindo entre elas a Inquisição, chamada “O
Reinado do Medo”. De 1478 a meados do século XVIII, a Inquisição foi a mais
poderosa instituição da Espanha e de suas colônias nas ilhas Canárias, na
América Latina e nas Filipinas. A partir de 1536, no vizinho Portugal e nas
colônias portuguesas na África, na Ásia e no Brasil, a Inquisição foi
preeminente durante 250 anos. Isso quer dizer que foi uma força significativa
em quatro continentes por mais de três séculos; um período que se estende da
unificação da Espanha sob Fernando e Isabel, no século XV, às guerras
napoleônicas. Essa enorme abrangência de tempo e espaço é condizente com o
tamanho do crime observado. Foram instaurados processos contra feiticeiras no
México, no Brasil, franco-maçons sediciosos, hindus, judeus, mulçumanos e protestantes,
padres fornicadores e marinheiros sodonistas. As práticas culturais indígenas,
a feitiçaria e a superstição não eram toleradas, ainda que muitos adivinhos e
feiticeiros fossem evidentemente medíocres. O poder estava no cerne da
Inquisição, assim como, inevitavelmente, a religião permeava o campo da
política. A Inquisição foi à primeira semente dos governos totalitários e da
institunacionalização do abuso racial e sexual. É evidente que a Inquisição
acreditava que o medo era a melhor forma de alcançar fins políticos. Como
afirmou o historiador francês Bartolomé Benassar, tratava-se de uma “pedagogia
do medo”: uma armadura político-institucional destinada a propagar o terror na
população, cujos interesses supostamente deveriam defender. O medo se espalhava
no seio da sociedade devido o poder da Inquisição de provocar a ruína social e
econômica, confiscar os bens das vítimas e condená-las à pobreza, expulsá-las
de sua cidade natal e decretar que seus descendentes não poderiam ocupar nenhum
cargo público nem usar joias, sedas e outros adornos de prestígio. O medo
provinha, acima de tudo, do princípio do sigilo, o que significava que o
acusado desconhecia o nome de seus acusadores. A Inquisição trocou o amor pelo
ódio anulando os ensinamentos de Cristo e a razão de ser da Igreja. Três
séculos que atrasaram a ciência, o avanço do conhecimento e o progresso da
humanidade.

A
inquisição como o comunismo, o nazismo representam exemplos de como se
escraviza um povo por meio do ódio, do medo e da mentira. A diferença para os
nossos dias sob o comando do PT, de Lula e Dilma é apenas de método. Enquanto a
Inquisição, o nazismo e o comunismo matavam por prazer de matar, o método
utilizado pelo petismo é a morte sem dor, no curto, médio e longo prazo através
do carrasco da mentira, da incompetência, da insegurança que mata milhões de
inocentes brasileiros, através da precariedade dos transportes que causa
doenças psicossomáticas, da assistência à saúde que não cura e aumenta o
sofrimento, da sem-vergonhice, da ruína social e econômica, do confisco de
propriedades através da invasão de propriedades, da reserva legal, da política
ambiental antieconômica, da contaminação da imundície moral e da desesperança
que mantém o Brasil sem dinâmica. Por causa desses gênios do mal, o Brasil teve
o seu desenvolvimento travado ação que irá refletir em várias gerações. O que
causa espécie e reflexão é que o povo na sua maioria já percebeu que o Brasil
nas mãos do PT caminha celeremente para o abismo, por isso tem ido às ruas para
protestar e pedir a saída imediata da Dilma e do PT do poder para salvar o
Brasil, entretanto, o que se verifica na realidade é que está faltando um líder
autêntico que não esteja comprometido com as pedaladas do Executivo, do
Legislativo e do Judiciário, e que não tenha medo de afastar a podridão
política e a teia de corrupção que cerca as instituições e deforma a república
federativa transformando-a numa casa de comércio.
Leonidas
Donskis, afirma que a nossa época é caracterizada pelo medo. Desenvolvemos uma
cultura do medo que está se tornando cada vez mais poderosa e global. Nossa era
de autorrevelação, fixada no sensacionalismo barato, nos escândalos políticos,
nos reality shows e em outras formas de autoexposição em troca da atenção do
público e da fama, valoriza incomparavelmente mais o pânico moral e os cenários
apocalípticos que a abordagem equilibrada, a ironia leve ou a modéstia. Por
trás dessa tendência está o medo esmagador de desmoronar ou de ser quem se é; o
medo da desimportância; de desvanecer no ar sem deixar vestígios de
visibilidade e presença; de estar distante do mundo da TV e da mídia, o que
equivale a se tornar uma não entidade ou ao fim da própria existência. Houve um
tempo em que os filósofos fatalistas e pessimistas, com todas as suas previsões
quanto à ruína final da cultura europeia ou ao colapso do mundo ocidental,
pareciam uma voz do século XX com suas trágicas e sombrias experiências da
Primeira Guerra Mundial, da Grande Depressão nos Estados Unidos, da ascensão de
ditaduras totalitárias e outras formas de barbárie moderna.

Os
movimentos de rua, dos brasileiros conscientes precisa ter um nome para puxar o
movimento, para consolidar a insatisfação popular e que tenha condições de
ocupar o comando do país para que seja possível e viável a reversão do cenário
atual. Temos que recriar a República Federativa do Brasil, pois a que estamos
vivenciando está toda corrompida e furada pelos ratos trazidos pelos mentirosos
e incompetentes. As ruas tem que ter um líder autêntico para puxar o novo
Brasil.
Armando Soares – economista
e-mail: teixeira.soares@uol.com.br
Soares é articulista de LIBERTATUM
Klauber Pires
Sociedade de Confiança.
AVISOS
Caros amigos.
Falei com o Professor Felix Pietro, e está confirmada uma próxima palestra dele para Janeiro.
O Professor Felix Pietro, enfrentou brilhantemente o Consul Venezuelano durante a fala-propaganda deste no sindicato dos professores, recentemente, demolindo juntamente com membros da Sociedade de Confiança as falácias, crimes e mentiras do socialismo bolivariano.
Aproveito a oportunidade também para comunicar que devido as festividades e confraternizações de Dezembro e inicio de Ano Novo, está suspensa a programação que se realizaria dia 05 dezembro.
Atenciosamente,
Klauber Pires.
Frase do dia

“Burocracia, o governo anônimo, sem rosto, tornou-se a forma moderna de despotismo”. Mary McCarthy
SOBRE O AUTOR
João Luiz Mauad
João Luiz Mauad é administrador de empresas formado pela FGV-RJ, profissional liberal (consultor de empresas) e diretor do Instituto Liberal. Escreve para vários periódicos como os jornais O Globo, Zero Hora e Gazeta do Povo.
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