quinta-feira, 2 de março de 2017

Treinamento em Ativismo [de Direita] - Andrea Rivera (CPAC)


São os consumidores, e não o CEO da Uber, os responsáveis pela queda nos preços

TÁ SAINDO UMA DELAÇÃO MONSTRA DO FORNO

ARTIGOS

O EXCELENTE DISCURSO DE TRUMP NO CONGRESSO NA ÍNTEGRA E LEGENDADO

Para quem não viu, eis aí o excelente discurso de estadista que fez Donald Trump em sua primeira fala ao Congresso, quando demonstrou a capacidade de ser o líder de que a América precisa, tocando nas questões certas, com a firmeza necessária, mas com um tom humano e agregador. Finalmente legendado pela Embaixada da Resistência,…

TV JUSTIÇA – AO VIVO

Moro: Muito além de "robusta prova documental"


O didatismo de Sérgio Moro ao explicar o saque à Petrobras em cada um de seus despachos é impressionante.

Vamos à aula do dia:

Antifeminismo Pt.1 - Vlogoteca

A imbecilidade brasileira não tem fim
Pela falta de um prego perdeu-se uma ferradura,
Pela falta de uma ferradura perdeu-se um cavalo,
Pela falta de um cavalo perdeu-se um cavaleiro,
Pela falta de um cavaleiro perdeu-se uma batalha.
Assim perdeu-se uma guerra e um reino.
Tudo por falta de um prego.
(A origem dessas frases tem sido atribuída ao padre Antônio Vieira)

                Esta frase foi tirada do livro de Evaristo Eduardo de Miranda, “Quando o Amazonas Corria para o Pacífico” – Uma história desconhecida da Amazônia, no capitulo 20, Borboletas – Tempestades e Demarcações. Diz Evaristo de Miranda, que a ineficiência é um pecado contra a ética. Essa é uma das teses dessa antiga frase folclórica sobre a gravidade das consequências de um descuido de ferreiro: a falta de um prego. Essa frase é um dos ícones da moderna teoria do caos. Ela evoca a dependência sensível das condições iniciais, denominação técnica do chamado efeito borboleta, formulado por Robert White, um dos criadores da teoria do caos: o bater de asas de uma borboleta da Ásia é capaz de provocar ou impedir, com uma série de fatores encadeados, as tempestades no outro lado do planeta.

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Padre Antônio Vieira

                Miranda, com sua cultura e sabedoria destaca que a prudente ocupação da Amazônia pela Coroa Portuguesa cuidou de pregos, barcos, guerreiros, borboletas, cruzes, reinos e tempestades, o que permitiu que a Amazônia, com suas riquezas e potencialidade fosse entregue aos brasileiros toda demarcada e sem nenhum conflito. É difícil em nossos dias os brasileiros estabelecerem as dificuldades e o sacrifício que tiveram os portugueses para consolidar as lutas e epopeias que tiveram no norte do Brasil e da conquista de Pedro Teixeira, se é que estão interessados em saber. Um povo que não reage a entrega que os governantes e tribunais brasileiros fazem da Amazônia aos estrangeiros através de índios bandidos, e que coloca para desfilar no carnaval do Rio de Janeiro uma escola de samba que tenta destruir a imagem de produtores rurais amazônidas em defesa de uma política ambiental estrangeira, nos parece que pouco importa que o Brasil perca a Amazônia. Voltando aos portugueses, conta Evaristo de Miranda, que o Tratado de Madri enterrou definitivamente a Bula Inter Coetera (1493), a velha linha de Tordesilhas (1494), a Capitulação de Saragoça (1529), o Tratado de Paz e Amizade (1681) e o último Tratado de Utrecht (1715). Os reis Fernando VI, de Espanha, e Dom João V, de Portugal, “resolveram pôr termo às disputas passadas e futuras, e esquecer-se, e não usar de todas as ações e direitos, que possam pertencer-lhes em virtude dos Tratados de Tordesilhas... e de Utrecht e Saragoça, ou de quaisquer outros fundamentos que possam influir na divisão dos seus domínios...” As negociações do Tratado basearam-se no chamado Mapa das Cortes, privilegiando a utilização de rios e montanhas para demarcação dos limites. Seguindo as “fronteiras naturais”, o que fez do Brasil um país com limites basicamente geográficos (rios e montanhas). Em seguida a assinatura do Tratado de Madri, os portugueses passaram a consolidar uma série de fortalezas e vilas em toda a Bacia Amazônica.

                Mas por que havia de tanto interesse na Amazônia? Miranda explica que em 250 anos não havia sido descoberto ouro, nem prata, nem diamantes, nem qualquer pedra preciosa. Não havia “nada” na Amazônia, a não ser drogas do sertão, os frutos do incipiente extrativismo vegetal. Mas todos os conselheiros reais e pessoas influentes na corte portuguesa, leigas ou religiosas, defendiam a importância da região amazônica. O argumento não era, nem podia ser, o gás de Urucu, o polo industrial de Manaus, nem a borracha das seringueiras do Acre, nem a biodiversidade, o turismo ecológico ou o potencial agrícola do Mato Grosso. Evoca-se nos antigos documentos lusos sempre o mesmo argumento visionário: “um dia”. Um dia essa região será fundamental. Um dia essa região terá grandes descobertas. Um dia a Amazônia será um novo Portugal. Um dia. E os reis portugueses gastaram orçamentos, mobilizaram exércitos e armadas, e colocaram o Estado português a serviço desse “um dia”.  

                Esse “dia” chegou em nossos dias e mostrou que a Amazônia é uma das mais ricas, senão a mais rica região do mundo, graças a visão e competência dos portugueses. Para efeito de se ter uma ideia da epopeia portuguesa, imaginem em 1600/1700 demarcar 7 milhões de quilômetros quadrados de uma floresta inóspita impregnada de selvícolas? Os portugueses fizeram isso com competência e sem medir esforços, para em seguida entregar ao Brasil de graça. As transformações urbanas implementadas na Amazônia pelo projeto pombalino, consideradas nos seus múltiplos aspectos geopolíticos, foram concretizadas, informa Evaristo, em levantamento cartográficos e iconográficos, na realização de estudos sobre o território, na modernização e centralização administrativa, na expulsão das ordens missionárias, visando principalmente os jesuítas, na proibição das línguas indígenas, na obrigatoriedade de uso do português em todo o país, na construção de vilas e de redes de fortificações.

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A Primeira Missa no Brasil - Victor Meirelles - 1860.

                Essa ação dos portugueses prova que os portugueses gostavam mais do Brasil do que os brasileiros de hoje, se é que algum dia gostaram, pois quem admite que seu país seja dilapidado por políticos e administradores públicos desonestos, sua justiça dirigida por juízes desonestos e incompetentes, e fecham os olhos para a perda da Amazônia. O pior desinteresse do brasileiro pelo Brasil, pela família e por seus filhos, está na educação, onde professores incompetentes, comunistas e mal-intencionados nada ensinam a não ser ideologias bandidas. Duvido que algum aluno que estejam cursando o primário e secundários tendo concluído o curso tenham conhecimento desses dados históricos sobre a Amazônia. A ausência dessa memória e de outras que construíram o país é de responsabilidade de professores desonestos comprometidos apenas com seus interesses e com o comunismo ou o socialismo que é a mesma porcaria. Enquanto os portugueses deram terras abundantes aos brasileiros para que eles pudessem se desenvolver, os brasileiros bandidos representados por Lula, Dilma, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor, juízes, membros do Ministério Público, antropólogos, padres, tudo fizeram e continuam a fazer para entregar essas terras ao aparato ambientalista-indigenista comandado pelo establishment anglo-americano através de reservas indígenas.   

O governo brasileiro, a justiça brasileira, o ministério público brasileiro, os padres, os antropólogos fizeram com que o “ferreiro Brasil perdesse o prego”, e consequentemente a moral, a ética, a soberania, o desenvolvimento, a justiça, a ineficiência e, como consequência, a Amazônia. Nenhum povo no mundo cometeu esse crime de lesa-pátria semelhante. Mesmo os povos colonizados e escravizados tiveram mais coragem do que os brasileiros. O brasileiro não luta por nada decente e respeitoso, salvo no campo de futebol, tendo se tornado um povo sem alma, sem coragem, cínico, que dá mais valor ao carnaval e outras futilidades, mesmo sabendo que o país está à beira do precipício moral, econômico e institucional, e com a Amazônia nas mãos de assaltantes. Que povo é este?

Que adiantou o esforço, a epopeia dos portugueses para assegurar ao Brasil tanta terra rica, se não pôde transmitir a sua inteligência, coragem e competência? O problema brasileiro não é a corrupção, é a incompetência e a idiotice. Qualquer outro povo de posse de uma Amazônia já estaria rico e desenvolvido há muito tempo. Os brasileiros, entretanto, não têm só a Amazônia tem o Centro-Oeste, o Nordeste, o Sudeste e o Sul, todas as regiões ricas em recursos naturais, mas não consegue se desenvolver porque falta competência, inteligência e coragem para enfrentar os piratas ambientalistas, indigenistas, comunistas e socialistas, a corrupção, a desonestidade, a prevaricação pública e a injustiça. A quem culpar por todo esse infortúnio senão ao próprio povo?

A imbecilidade do brasileiro não tem fim!


Armando Soares – economista


armandoteixeirasoares@gmail.com  


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Soares é articulista de Libertatum

Escola Austríaca! - Indicação de Livros: Escola Austríaca

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Acompanhe todos os detalhes da delação de Marcelo Odebrecht


Assistam...

Dom Bertrand defende o corte do financiamento do Governo para o MST


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S - solta assassinos cruéis

T - tranca processos contra corruptos

F - faz a cultura da impunidade  

Charge Internet
Texto Ivan Lima

Donald Trump acertou no discurso no Congresso? | Edição Extra #3

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Empresário/empreendedor usa computador

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10 passos (e preços) para abrir sua própria loja virtual

Obras de Niemeyer são um horror de funcionalidade | Marco Antonio Villa

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Tudo delatado mas a justiça se cala não prende ninguém da quadrilha que país é esse ???

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Estrutura que mantém pelegos deve acabar | Marco Antonio Villa

EUA vão pedir prisão de Lula, Dilma e Mantega


O acordo da Braskem com os procuradores dos Estados Unidos, que acaba de ser homologado, dava todas as pistas sobre a propina arrecadada pela campanha de Dilma Rousseff.

Como declarou Marcelo Odebrecht em seu depoimento ao TSE, Guido Mantega pediu 150 milhões de reais pela MP 470...

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MTST queima pneus e fecha os dois sentidos da Avenida do Estado

TSE deverá dividir chapa da eleição mais suja | Marco Antonio Villa

A cada dia que passa os Brasileiros estão cada vez mais descrentes das…
THEJORNALBRASIL.COM.BR

Os 13 do 13


A lista de investigados pelo quadrilhão petista tem 12 nomes.
Falta um: Dilma Rousseff.
Como revelou Marcelo Odebrecht em seu depoimento ao TSE, ela participou do saque à Petrobras indicando à empreiteira um arrecadador de propinas - Guido Mantega - e um marqueteiro - João Santana.

O foro privilegiado de Lula e seus comparsas


O comando da ORCRIM será julgado pelo STF.
Lula, Antonio Palocci e Guido Mantega ganharam foro privilegiado, embora nenhum deles tenha direito a foro privilegiado.
Diz o Estadão:
“Ao fatiar a maior investigação da Lava Jato em quatro inquéritos, o STF manteve uma investigação com 12 nomes e todos sem foro privilegiado.
É a frente que apura a participação do PT numa suposta organização de políticos para operar o esquema de corrupção na Petrobrás. Entre os investigados neste inquérito estão Lula, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari e o ex-ministro Antonio Palocci.
Entre investigadores, a justificativa para manter o caso no STF mesmo sem autoridades com foro é de que a apuração sobre a formação de quadrilha é uma só, mas foi dividida em quatro para dar agilidade às diligências. O inquérito, chamado nos bastidores de quadrilhão, aberto em março de 2015, foi dividido em quatro frentes: a do PT, a do PP, a do PMDB da Câmara e a do PMDB do Senado”.

Por que o estado é um erro

De cima para baixo


O STF jamais será capaz de julgar todos os criminosos denunciados pela Odebrecht.
Por isso mesmo, a PGR deveria se concentrar nos processos do quadrilhão.
A ORCRIM tinha uma estrutura hierarquizada, cujo comandante máximo era Lula.
Rodrigo Janot pode oferecer uma resposta à sociedade condenando aqueles que, como já foi amplamente demonstrado, executaram o saque à Petrobras.