Encaminhado por Ricardo Bergamini
Em recente artigo (18 de maio último) sobre a participação da juventude no desafio aos alicerces da civilização, eu atribuía, em grande parte, essa participação ao culto, generalizado nos últimos 25 anos, da preservação da personalidade da criança e do adolescente contra a erosão resultante dos métodos de formação e de educação, até então adotados. Esta preservação da personalidade, e portanto da animalidade não corrigida, dá lugar, dizia eu, a um maior coeficiente de agressividade da juventude, fenômeno que se exacerba com o declínio da autoridade paterna e da influência religiosa.














