domingo, 2 de setembro de 2018

Amazônia uma ilustre desconhecida dos 

candidatos

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Armando Soares


            Dos candidatos que se apresentaram a concorrer à presidência do Brasil, o único que conhece e se interessa pela Amazônia e seus problemas é Jair Bolsonaro, para os outros a Amazônia não passa de um território estrangeiro, uma coisa sem valor, um produto para negociatas, com exceção de Fernando Henrique Cardoso e Marina Silva  ministra do Ministério do Meio Ambiente do governo Lula, que foram responsáveis por estagnarem a região e entregarem quase toda a região a estrangeiros a índios e ONGs, através reservas indígenas e de outras naturezas por conta de uma política ambientalista criada e imposta por estrangeiros. PMDB, PSDB, PT e partidos socialistas e comunistas, a que pertencem esses péssimos governantes e políticos, são os partidos que fizeram da Amazônia um território sob o comando do governo mundial e da ONU, o órgão pirata a serviço de bandidos.

            Vamos, mais uma vez mostrar o que é a Amazônia para os brasileiros e especialmente aos amazônidas comprometidos com esses bandidos, para ver se assim ajudamos o Brasil a se livrar dos traidores da pátria e ajudar a Amazônia. 
    
Riquezas naturais e social da Amazônia: floresta virgem, biodiversidade, subsolo, centros urbanos/população.

Recursos naturais: madeira, borracha, frutas, óleos, resinas, biótica, subsolo: minerais, ouro, gás, petróleo, e outras riquezas.

Programa de conservação da floresta amazônica imposto por ambientalistas com a concordância de governos incompetentes e corruptos e a justificativa ambientalista: preservar a floresta e madeiras nobres, preservar biodiversidade, contribuir para o bom clima da terra. Para quem? Para estrangeiros ignorando o aumento da pobreza?

Alvo principal dos governantes mafiosos, ONGs, índios e estrangeiros: estancar o desenvolvimento econômico, inviabilizando madeireiros, produtores agropecuários e montagem de indústria e infraestrutura. Instrumentos compulsórios criado para garantir a consecução desses objetivos: criação de reservas e entornos de toda a natureza, incluindo as indígenas, obrigatoriedade de reservas em propriedades particulares, crédito rural com limitações, corte de subsídios de qualquer natureza, invasões de propriedade consentida, modelo estatizante das atividades econômicas. A criação de reservas impede a exploração econômica da biodiversidade e das riquezas do subsolo, a extração racional de madeiras e outras atividades da livre iniciativa.

Retrato dessa política ambiental e indigenista: 21 milhões de pessoas que vivem nos centros urbanos da Amazônia estão sendo ignorados; os centros urbanos são sustentados por atividades econômicas, se as riquezas amazônicas e a floresta não podem ser exploradas economicamente, os centros urbanos morrem ou se transformam em guetos de pobreza e de tráfico de drogas.

Nos últimos anos, um número significativo de áreas foi destinado à proteção ambiental e ao uso territorial exclusivo de algumas populações engessou economicamente a Amazônia. Pesquisa realizada mostrou que o conjunto de todas áreas protegidas levaram a uma restrição legal de uso das terras sobre mais de 93% do bioma Amazônia, colocando na ilegalidade grande parte das atividades econômicas regionais.

Dos 4.240.605 km2 do bioma Amazônia, menos de 289.000 km2 estariam legalmente disponíveis para ocupação intensiva, seja agrícola, urbana ou industrial. No Brasil, seriam cerca de 2.841.000 km2, 33 % do território, o que corresponde quase à área já ocupada pela pecuária. "Onde colocar o que já está ocupado por áreas agrícolas, cidades, atividades energético-mineradoras, industriais e infraestruturas?", indaga o pesquisador, e Chefe Geral da Embrapa Monitoramento por Satélite, Evaristo de Miranda

O problema vai agravar-se. Existem propostas de novas unidades de conservação (UCs). Segundo mapeamento do IBAMA, além das UCs já existentes, as novas áreas consideradas como alta, muito alta e extremamente alta para conservação prioritária da biodiversidade somam mais de 3.000.000 de km2. Há propostas de criação e ampliação de terras indígenas, de áreas para quilombolas e para reforma agrária.

Para Miranda, embora várias leis e iniciativas visassem a proteção ambiental, elas não contemplaram as realidades socioeconômicas existentes, nem a história da ocupação do Brasil. "Acabam trabalhando contra o meio ambiente e a sustentabilidade. Para o ordenamento territorial, a impressão é de que o Brasil acabou. A prosseguir o quadro atual de ilegalidade e confronto com a legitimidade de demandas sociais e econômicas, todos perdem. Perde-se também, sobretudo, a perspectiva do desenvolvimento.


Sobre o remanescente de terras disponíveis ainda incidem diversas restrições de uso e exigências de preservação. A Medida Provisória 2166-67 de 24 de agosto de 2001, deu nova redação à Lei 4.771 de 15 de setembro de 1965 (Código Florestal) e prevê, no mínimo, 80% da área florestal da propriedade rural mantida intocada a título de reserva legal no bioma Amazônia e porcentagens variando de 20 a 50% em outros biomas.


Preocupa e angustia saber que o MPf (ministério público federal) em reportagem concedida ao jornal diário do Pará, domingo, dia 14/09/2008, afirma que “pressões externas” o MPF considera legítimo em um estado democrático de direito. É inadmissível que o MPF uma instituição que constitucionalmente tem o dever de defender os interesses da sociedade, admita como legítimas pressões externas, que é o mesmo que admitir a interferência de outros países nos negócios internos do Brasil.

A partir desse entendimento cresce a nossa preocupação com relação ao alcance que chegaram as ações do aparato ambientalista, penetrando profundamente nas instituições brasileiras, especialmente as que teriam por obrigação defender a integridade do território nacional e da soberania absoluta da Amazônia e do Brasil. A ação ambientalista se compara com um câncer agressivo, com células que se multiplicam rapidamente com a finalidade de matar o corpo, no caso, a Amazônia.

AMAZÔNIA, o que o brasileiro está perdendo
Área de 5.029.322 Km2 - Maior floresta tropical do mundo. - Maior banco genético do Planeta - 30% de toda espécie viva do Mundo - Nela são fixadas mais de uma centena de trilhões de toneladas de carbono - Maior província mineral da Terra - Libera, anualmente, cerca de 7  trilhões  de  toneladas  de  água para  a  atmosfera,  via  evaporação - 1/5 da água doce do Planeta (dos 30 maiores rios do mundo, 15 estão na Amazônia) - 2/3 das reservas hidrelétricas do Brasil - Seus rios descarregam cerca de 20% de toda água doce despejada nos oceanos

O que cabe na Amazônia: Suíça, Áustria, Eslováquia, Alemanha, República Tcheca, Albânia, Bósnia – Herzegovina, Inglaterra, França, Itália, Portugal, Espanha, Holanda, Bélgica

Os estados amazônicos correspondem a 42% do território nacional e são ignorados e entregues a bandidos e estrangeiros.

Os problemas da Amazônia criados por governantes e políticos desonestos: ameaças externas, ausência do estado, questão indígena, questão ambiental, internacionalização – ongs, ilícitos transnacionais, desenvolvimento x reservas. Quem a não ser Bolsonaro pode resolver esses problemas, pois seus concorrentes são os responsáveis por eles.

 Vejam o que dizem os bandidos sem nenhuma reação do governo brasileiro: “A Amazônia e as outras florestas tropicais do planeta deveriam ser consideradas bens públicos mundiais e submetidas à gestão coletiva - ou seja, gestão da comunidade internacional” - Pascal Lamy - pres. OMC (ONU em 2005)

Declaração da ONU sobre direitos dos povos indígenas: Destacando a contribuição da desmilitarização das terras indígenas para a paz, o progresso e o desenvolvimento econômico e social e para a compreensão e relação de amizade entre as nações e povos do mundo. Considerando que os direitos firmados em tratados, acordos, etc., entre os Estados e povos indígenas são, em algumas situações, assuntos de preocupação, interesse e responsabilidade internacional e têm caráter internacional: Os povos indígenas têm direito à livre determinação. Em virtude disso, determinam livremente sua condição política e perseguem livremente seu desenvolvimento econômico, social e cultural; Não se desenvolverão atividades militares nas terras indígenas, a menos que se justifiquem por ameaças graves para o interesse público ou que se faça um acordo com os índios ou que eles as solicitem; Os órgãos especializados da ONU e outras ONG contribuirão para a plena realização das disposições da presente declaração mediante a mobilização, dentre outras coisas. O Brasil, nas mãos de Fernando Henrique Cardoso assinou e os EUA não.

Percentual   das   florestas mundiais: há 8.000 anos: Europa: 7 %; África: 11 %; Ásia: 23,6 %; Brasil: 9,8 %. hoje: Europa: 0,1 %; África: 3,4 %; Ásia: 5,5 %; Brasil:  28,3 %. Florestas remanescentes: Europa: 0,3 %; África: 7,8 %; Ásia: 5,6 %; Brasil: 70 %. Eles acabaram com a suas florestas e querem conservar a floresta amazônica. Grandessíssimos sacanas, eles e os nossos governantes

Fonte: Evaristo Eduardo de Miranda – EMBRAPA
Vejam o que fizeram Sarney, FHC, Lula, Dilma e Collor: O crescimento do número de ONGs - em seis (6) anos o número de ONGs cresceu 1.082% - De acordo com o estudo do Contas Abertas, o terceiro setor começou a crescer exponencialmente na década de 90, quando o Estado começou a passar algumas de suas funções à iniciativa privada. Desde então, o número de ONGs cresceu de 22 mil, em 2002, para cerca de 260 mil. O Contas Abertas fez o estudo com base no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) no período de 2001 a 2006.

Quem ignora a Amazônia e permitiu toda a sujeira que manteve a região estagnada e mais pobre, merece ser presidente da república? Só um traidor vota nesses calhordas e seus representantes! Já estamos pagando o favor de nações bandidas!

"Deveis ter sempre em vista que é loucura esperar de uma Nação favores desinteressados de outra e que tudo quanto uma Nação recebe como favor terá de pagar, mais tarde, com uma parte de sua independência. Não pode haver maior erro do que esperar favores reais de uma Nação a outra."

George Washington dos Estados Unidos da América do Norte


Armando Soares – economista
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E-mail: armandoteixeirasoares@gmail.com

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