quinta-feira, 6 de setembro de 2018


QUESTÃO AMAZÔNICA PARA ENTENDIMENTO DE ELEITORES





Por Armando Soares


         O Capitalismo que os partidos socialistas/comunistas no governo civil brasileiro pós militar querem destruir, nasceu e se desenvolveu exatamente dentro do feudalismo, o que, a partir do século IX levou a economia feudal europeia a se desenvolver com firmeza.

Descobertas tecnológicas realizadas no regime capitalista permitiram o crescimento da produção. Isso resultou em mais comida e bebida na mesa das pessoas, melhores roupas e mais objetos - para os nobres e servos. Os Feudos começaram a produzir excedentes, ou seja, mais do que precisavam para manter a sua sobrevivência física.

Cidades medievais, cercadas de muralhas de proteção, tinham o nome de burgos. Nelas, moravam trabalhadores e a classe social que estava nascendo e que daria muito o que falar: a burguesia.

Enquanto tudo isso ocorria no mundo a Amazônia era ignorada, quando muito apenas como região de curiosidade.

A Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra, integra o conjunto das "Revoluções Burguesas" do século XVIII, responsáveis pela crise do Antigo Regime, na passagem do capitalismo comercial para o industrial caracterizando avanços de inventos e da maquinofatura.  

     Enquanto isso a Amazônia despertava interesse dos ingleses como fonte exclusiva de seringueiras, a árvore produtora da borracha que iria sustentar a revolução do sistema de transportes no mundo e tornar mais rico os EUA, Europa e outras regiões .

Em 1867 Marx publica O Capital para formar comunistas criminosos e bandidos e assassinar milhões de seres humanos. ''Teoria Geral'' de Keynes pode ser por um momento, compreendida como a resposta da ciência acadêmica à crise econômica mundial.

Amazônia, no decorrer desse tempo, constrói sua civilização com a borracha e os braços nordestinos, contribuindo com 50% da receita da União, recursos que ajudaram a construir o sudeste brasileiro.

Guerras Mundiais realizadas por motivo econômico, promoveram a reconstrução dos países derrotados com o crescimento econômico.

Amazônia mesmo estagnada pelo roubo e incompetência é convocada para produzir borracha e sustentar os exércitos aliados. Terminada a II Grande Guerra Mundial, é ignorada pelo governo de Getúlio Vargas, voltando com mais força à estagnação.

Década de 60/70 - Decolagem do ambientalismo 
Governo militar brasileiro ignora a estratégia dos países ricos e parte para um programa de integração e desenvolvimento da Amazônia. Em contrapartida o governo civil, a partir de 80 vira as costas para a Amazônia, abre as portas para o aparato ambientalista e sufoca qualquer possibilidade de desenvolvimento da região

Antes a Amazônia sob impacto do desenvolvimento programado pelo governo militar, decola e em seguida sob a égide do governo civil despenca contaminada por invasões, conflitos e uma legislação ambiental que trava o desenvolvimento. Amazônia fica refém do ambientalismo e de uma administração governamental desonesta obediente ao aparato ambientalista.  

Estratégia concebida pelo Governo Global para dominar a Amazônia e Brasil o: pesquisa mentirosa “científica” dos países ricos alertando o risco ambiental, criação de ONG’s, propaganda a favor do ambientalismo pela mídia internacional, criação de programas ambientais e de preservação de florestas e de legislação ambiental policialesca, infiltração  de estrangeiros e/ou ONG’s em instituições, criação de barreiras ambientais com objetivo de reservar mercados e áreas potenciais para investimento estrangeiros - a região ou país que não tiver o domínio da tecnologia e capital ficará à mercê de quem tem, favorecendo países ricos e desenvolvidos.

Amazônia, com a colaboração de governos civis desonestos fica inteiramente entregue ao domínio ambientalista.

Não se tem notícia de que os países ricos deixaram de utilizar o modelo de desenvolvimento capitalista considerado poluidor, pelo contrário, a decisão foi de dinamizar a economia, criando novos investimentos através do meio ambiente com tecnologias dominadas por países ricos.

Não existe no mundo rico nenhum programa ambiental parecido com o imposto à Amazônia pelo ambientalismo. A Amazônia como região rica de grandes oportunidades de investimento e de localização privilegiada, sob o domínio do governo global, seria desenvolvida rapidamente com tecnologias dominadas pelo mundo rico; uma estratégia maquiavélica sórdida, pois, esses “senhores do mundo” são sabedores da fragilidade científica e tecnológica brasileira e da incompetência política que tornou o Brasil sem condições de desenvolver a região.

Os governos brasileiros, a partir de Sarney até Michel Temer, sabiam que enfrentar e combater o ambientalismo significaria sofrer represálias e boicote internacional, o que fez com que esses governos marcados pela incompetência e corrupção, se tornassem reféns do ambientalismos internacional, realidade que tornou fácil o domínio da Amazônia, o que pois em risco todo o setor produtivo agropecuário e a economia brasileira, que passou a conviver com a  limitação de uso agrícola sobre 80% da propriedade, limitação de acesso ao crédito rural, comprometendo a atividade agropecuária, com redução dos espaços para produzir através da criação de Unidades de Conservação e Entornos, suportando um mecanismo de desapropriação sem prévia e justa indenização de imóveis rurais, invasão de propriedades rurais por bandidos mantidos com recursos do governo, e muito mais sujeiras.

Com o cenário brasileiro do governo civil sobre o comando do PMDB, PT, PSDB, e parceiros comunistas, se tornou inevitável as invasões de propriedades, a limitação do uso da propriedade rural, a violência no campo, o desrespeito ao direito de propriedade, a política anárquica do INCRA, a demora no cumprimento de liminares, a impunidade aos infratores da lei, a ação intimidadora de grupos armados, a reforma agrária focada em desapropriações e assentamentos, esquecendo de titular terras e de sua função principal – permitir o aumento da produção e libertar economicamente o pequeno agricultor.

Travas paralisantes do desenvolvimento estabelecidas pelo ambientalismo e indigenismo e admitidas pelo governo brasileiro nos seguintes setores: hidrelétricas, estradas, portos, navegação fluvial.

Objetivos imundos e calhordas do Banco Mundial no Brasil: acabar com o crédito rural na Amazônia.

Da Christian Church Wolrd Council: É nosso dever: manter a floresta amazônica e os seres que nelas vivem, como índios, os animais silvestres e os elementos ecológicos, no estado em que a natureza os deixou antes da chegada dos europeus. É nosso dever definir, marcar, medir, unir, expandir, consolidar, independer por restrição de soberania, as áreas ocupadas pelos indígenas, considerando-as suas nações. É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígenes, para o seu desfruto pelas grandes civilizações europeias...

Segundo o Relatório Brundtland  ONU (1987), uma série de medidas devem ser tomadas pelos Estados nacionais: a) limitação do crescimento populacional; b) garantia de alimentação a longo prazo; c) preservação da biodiversidade e dos ecossistemas; d) diminuição do consumo de energia e desenvolvimento de tecnologias que admitem o uso de fontes energéticas renováveis; e) aumento da produção industrial nos países não-industrializados à base de tecnologias ecologicamente adaptadas; f) controle da urbanização selvagem e integração entre campo e cidades menores; g) as necessidades básicas devem ser satisfeitas. No nível internacional, as metas propostas pelo Relatório são as seguintes: h) as organizações do desenvolvimento devem adotar a estratégia de desenvolvimento sustentável; i) a comunidade internacional deve proteger os ecossistemas supranacionais como a Antártica, os oceanos, o espaço; j) guerras devem ser banidas; k) a ONU deve implantar um programa de desenvolvimento sustentável (???).

Agentes a serviço do engessamento econômico da Amazônia: mídia, ONG’s, religiosos, bancos internacionais e de desenvolvimento, instituições, partidos políticos, órgãos de pesquisa, órgãos de meio ambiente.

Vamos continuar a maltratar o Brasil e a Amazônia com políticos desonestos e incompetentes repetindo e aumentando o cenário acima exposto ou vamos dar oportunidade para que Jair Bolsonaro conserte o Brasil?



Armando Soares – economista



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