sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Queixa contra mau atendimento médico

Trago aqui uma queixa de uma paciente da Unimed contra um médico que, segundo ela, tratou-a com descaso, sonegou informações solicitadas, e o pior de tudo, agiu com extrema falta de urbanidade. Sua queixa foi encaminhada para o e-mail de atendimento do CRM/PA, da Unimed e do hospital onde foi atendida.  Vamos acompanhar e ver no que vai dar.... 


Frequentemente retorno para explicar ao público sobre a mais absoluta inutilidade dos chamados "conselhos de classe" e "ordens" profissionais - aí inclusa a OAB. Aliás, inutilidade, não! má utilidade, ou utilidade para o mal, porque estas instituições legislam em causa própria, à revelia da Constituição e das leis, e completamente despidas de representatividade política. 

Além disso, perseguem profissionais ou acobertam-nos em suas iniquidades, conforme sua ideologia e as suas conveniências. Multam e fecham estabelecimentos; cobram taxas para os fins mais esdrúxulos. E não pouco, nos últimos tempos, deram para exercer um ilegítimo protagonismo político - porque não são instituições de opinião e muito menos, partidos - e praticam a filtragem ideológica dos seus membros. 

São instituições parasitárias, que consomem uma expressiva parcela das riquezas nacionais para emperrar o progresso e especialmente o direito de escolha dos consumidores, em prol do mais descarado corporativismo. 

Pois hoje, trago aqui uma queixa de uma paciente da Unimed contra um médico que, segundo ela, tratou-a com descaso, sonegou informações solicitadas, e o pior de tudo, agiu com extrema falta de urbanidade. Sua queixa foi encaminhada para o e-mail de atendimento do CRM/PA, da Unimed e do hospital onde foi atendida.  Vamos acompanhar e ver no que vai dar.... 

Como medida cautelar, omiti o nome da paciente e do médico, mantendo os fatos intocados, segundo o relato da própria paciente. 

Ao Setor de Atendimento do Hospital Guadalupe,

Com cópia para: 

 - Unimed Belém - Protocolo 36400, 
-  CRM/Pará


Ontem, dia 22/12/2011, por volta das 19h30min, comparecemos eu e meu marido a este hospital, para sermos ambos atendidos. 

Fomos atendidos pelo Dr XXXXX XXXXX, CRM XXX.

Comecei informando-o que sou diabética, hipertensa e que passei por uma cirurgia de revascularização, e relatei sentir dores no corpo, nos rins e enjôo, e que tenho ido constantemente à emergência por não ter conseguido consulta com meu médico urologista, e que vinha tomando Tamiram, de acordo com prescrição dada de um médico do setor de emergência do Hospital Guadalupe, mas que continuava com estado febril e dores no corpo inteiro, sobretudo na altura dos rins, que tenho relacionado a problemas renais. Meu marido, por sua vez, relatou também ser hipertenso, e que estava sentindo dores de cabeça e dores nas pernas, e que possui varizes. 

Fomos os dois atendidos pelo médico acima citado, a nosso ver, com descuidada pressa, já que procedimentos básicos, como a medição da pressão arterial, não foram executados. Para mim houve apenas a prescrição de um exame de glicemia e da aplicação imediata de uma medicação, sendo que desconheço qual tenha sido esta, uma vez que ao ter perguntado ao médico, este respondeu nos seguintes termos: " - é a medicação que a Senhora precisa", de modo que somente vim a tomar conhecimento de qual seria o medicamento ao ter consultado a enfermeira, que informou ser o remédio Profenid, a ser aplicado no glúteo. 

Todavia, o pior estava por acontecer: tendo recebido a prescrição da aplicação de uma medicação intramuscular, argumentei junto à enfermeira que ela solicitasse ao médico que este alterasse o modo de aplicação, para ser aplicado por via venosa, junto com soro. Pedi desta forma porque sou obesa e injeções intramusculares geralmente me causam grandes e doloridos inchaços, talvez porque a agulha não alcance o músculo, tendo inclusive, chegado ao ponto de ter formado abcessos no meu braço. Visivelmente temerosa por uma repreensão ou de uma resposta ríspida - um sinal de que a personalidade do dito médico não goza de boa reputação entre seus colegas - a enfermeira pediu-me que eu mesma me dirigisse ao médico para fazer o pedido de mudança de aplicação daquele medicamento. 

Ato contínuo, pedi licença para entrar na sala do consultório do médico XXXXX XXXXXX, e tendo usado de muita humildade e respeito, contei a ele desse problema e solicitei a mudança da forma da aplicação, sendo que fui respondida de forma muito ríspida que ele não atenderia ao meu pedido porque já viu muitos pacientes terem seus braços amputados por terem recebido a medicação da forma como solicitei e que ele não era obrigado a atender a vontade dos pacientes, e que o médico era ele e o CRM era dele.  Tal foi a sua altercação que meu marido interveio a meu favor, no que foi igualmente respondido nos mesmos termos.

Desta forma, recusei-me a receber a medicação, sendo que em seguida dirigi-me ao hospital da Unimed Batista Campos, onde foi constatado que meu marido estava com umestado de hipertensão, e que foi medicado com Captopril e Lasix, e a mim foi administrado Tramal, Buscopan Composto e e Dramin e Profenid, sendo que lá recebi a medicação por via intravenosa, incluindo o Profenid, sem ter havido problema algum. 

Desta forma, venho prestar queixa por Descaso no Atendimento e Falta de Urbanidade, por parte do médico XXXXX XXXXXX, CRM XXX, sendo que portanto rogo a esta respeitada instituição que tome as providências cabíveis e que me dê ciência delas. 

Respeitosamente,


XXXXX XXXXXXXXXX XXXXXX


Um comentário:

  1. Eu venho a reclamar de um certo medico e equipe fui internada para fazer uma cirurgia ontem e dentro da sala de cirurgia fui praticamente expulsa pois m recusei e contestei sobre a cirurgia pois o medico foi grosso mal educado e a anestesista tbm e quando falei q iria contatar um advogado entrar cm um prosesso ela falou que logo eu ñ iria me lembrar que os colegas ficasem calmos ela ja tinha aplicado um pouco d sedativo em mim pra depois aplicar a raker e falei pra ela q lembraria simm q n estava dopada como ela pensava q se enganou e lembro ate da cara deles o chefe da equipe medica chegou o mesmo que eu ja vinha passando em consulta e ñ deu a minima m tratou com descaso e manfou q m tirasem da sala tds deram as costa m largaram com asseso e eletroldos que eu mesma tive q arrancar mandaram hm maqueiro m levar d volta p outro andar onde ficava a sala do pre operatorio.pedi pra falar c algum responsavel p me queixar espereu 1;43 minutos por jma mulher q ñ se indentificou e ficoh d resolver m problema arrhmando outraa equipe p fazer m cirurgia e ate agora nada ela quiz m acalmar pois falei q ia fazer um escandalo chamar reportagem e policia relatei n reclameaqui a amil entrou em contato mais sabemos q ñ vam fazer nada a respeito pois sao faria do mesmo saco eu pago 505,00 rs por mes de convenio para ser tratada dessa forma ñ sei bem onde ir procurar meus direitus se n procon ou ans ou crm me de uma luz.. obs o medico é urologista Dr milton e equipe do hp da luz v mariana

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